Zico, saudosista, lembra da época em que ele jogava no Flamengo, nos anos 1980.
“Era uma época romântica, diferente. O cara ia, se divertia, gostava do 'goró' dele, mas não atrapalhava ninguém, não perturbava ninguém. Eu acho que a questão de você fazer as coisas que, às vezes, você faz e sai da linha, não pode afetar a instituição e não pode afetar a equipe”, afirma Zico, que hoje é diretor do clube.
O repórter Álvaro Pereira Júnior do "Fantástico" pergunta: “Tinha uns caras na tua época que chegavam virados e tal. Qual foi a situação mais doida, que você falou ‘esse é louco mesmo’?".
Zico responde: “Uma das mais doidas foi do Beijoca. O Beijoca foi terrível. Estávamos chegando de viagem, e parece que ele teve um problema com a aeromoça. Na hora de desembarcar, o cara queria prender. Nós tínhamos um grande supervisor que era o Domingo Bosco, que tentou resolver isso. E o cara não queria largar, o comandante. Alguma coisa aconteceu, o jogador às vezes vai lá para trás, ficava lá na famosa cozinha do avião, tomava lá uns negócios. A gente estava voltando de viagem e aí deve ter acontecido alguma coisa com a aeromoça ou com alguma comissária. Foi feita a queixa ao comandante, que disse: 'Tem que prender esse cara'. E o Beijoca era um doce de figura, uma pessoa maravilhosa”, relembra o ídolo do Flamengo.
Fonte: Site do Fantástico
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