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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Uva-passa reduz pressão arterial

Comê-la três vezes ao dia pode diminuir em até três vezes a pressão arterial

Os pesquisadores descobriram que comer uvas-passas três vezes ao dia pode diminuir em três vezes a pressão arterial, quando este item é comparado a outro tipo de alimento – o que pode ser um bom indicativo para pessoas que não têm a pressão alta, mas apresentam quadro de pré-hipertensão. As informações são de um pequeno e novo estudo feito no Louisville Metabolic and Atherosclerosis Research Center.

A pré-hipertensão é definida por apresentar um nível de pressão sistólica do sangue entre 120 e 139 milímetros de mercúrio, ou um nível de pressão arterial diastólica entre 80 e 89 milímetros de mercúrio.

O estudo incluiu 46 homens e mulheres com pré-hipertensão, que ingeriram passas e também petiscos como bolachas de água e sal ou cookies (sem adição e passas, vegetais ou frutas) – sendo que ambos tinham a mesma quantidade de calorias.


Soja e uva passa ajudam a prevenir e melhorar hipertensão


Segundo trabalhos apresentados em congresso nos Estados Unidos, poucas quantidades dos alimentos ao dia já beneficiam a pressão arterial

A  soja e a uva passa são capazes de prevenir e reduzir a pressão arterial elevada, de acordo com dois novos estudos apresentados neste domingo na 61º Sessão Anual Científica da Agremiação Americana de Cardiologia, em Chicago, Estados Unidos. Os estudos foram feitos no Centro de Pesquisa de Metabolismo e Aterosclerose de Louisville e na Universidade de Columbia.

Uma das pesquisas acompanhou 46 indivíduos que apresentavam um aumento discreto da pressão sanguínea. Eles foram divididos em grupos de acordo com a dieta que lhes foi recomendada. As pessoas que comiam três punhados de uvas passas ao dia, em comparação com aquelas que consumiam a mesma quantidade de biscoitos, demonstraram queda significativa na pressão arterial após um período de 12 semanas.

Os pesquisadores não souberam definir como as passas agem no organismo, mas acreditam que isso se deva aos altos níveis de potássio, nutriente que é conhecido por diminuir a pressão do sangue. "As passas também são boas fontes de fibra dietética e de antioxidantes, que podem alterar positivamente a bioquímica dos vasos sanguíneos, fazendo com que eles se tornem menos rígidos, reduzindo, assim, a pressão arterial”, afirma Harold Bays, coordenador do estudo. De acordo com o especialista, uma porção de 60 uvas passas contém um grama de fibras e 212 miligramas de potássio.

Grão saudável — O outro trabalho acompanhou os participantes desde 1985 e se baseou em hábitos e incidências de problemas de hipertensão dos pacientes ao longo dos anos. As conclusões desse levantamento demonstraram que pessoas que consumiam 2,5 miligramas ou mais por dia de isoflavonas, um componente essencial na soja que contribui para a dilatação dos vassos sanguíneos e para a melhora de pressão do sangue, tiveram significativa redução na pressão arterial em comparação com aquelas que ingeriam menos de 0,33 miligramas do alimento.

De acordo com os pesquisadores, não é difícil alcançar níveis saudáveis de ingestão desse composto diariamente: somente um copo de leite de soja contém 22 miligramas de isoflavonas. Eles explicam que o consumo de soja pode ser um caminho para quem tem pressão arterial um pouco elevada. "Deixar de tomar medicamentos somente por meio de mudanças nos hábitos alimentares e no estilo de vida é algo emocionante, especialmente considerando dados recentes que estimam que apenas cerca de um terço dos hipertensos americanos têm a sua pressão arterial sob controle", diz Safiya Richardson, que participou do estudo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Dieta para diminuir hipertensão vira moda nos EUA

foto: Divulgação

Frutas e verduras fazem parte da dieta dash
Uma dieta para reduzir a pressão arterial e, consequentemente, o risco de problemas cardiovasculares tem ganhado adeptos nos Estados Unidos, com promoção do Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue americano.

A dieta dash (sigla em inglês para "abordagem dietética para interromper a hipertensão") concentra a ingestão de alimentos em carnes magras, frutas, vegetais, laticínios desnatados e cereais integrais.

Além disso, reduz muito o consumo de sódio a 2,4 mg por dia - a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de até 5 mg por dia, e o brasileiro consome até três vezes esse valor. Também busca aumentar os níveis de cálcio, potássio e magnésio nas refeições.

Segundo a nutricionista Mariana del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), o aumento de cálcio e potássio na alimentação interfere na maior eliminação de sódio pelo rim, o que facilita a redução da hipertensão.

Os benefícios também acabam passando pela diminuição da gordura saturada e de doces, o que tem impacto direto sobre os níveis de colesterol no sangue. Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, também da Abeso, essa não é uma dieta propriamente dita, mas um programa alimentar que serve de orientação para quem tem pressão alta.

"Dieta tem conotação de restrição. E a ?dash? já existe há mais de dez anos e nunca deixou de ser usada. O que os especialistas estão fazendo agora é uma nova classificação de dietas e incluindo essa como top", afirma Mônica. Em geral, na "dash diet" a pessoa pode consumir 2 mil kcal por dia, desde que de alimentos saudáveis.(G1)



terça-feira, 26 de abril de 2011

Hipertensão arterial atinge 23,3% dos brasileiros

Proporção de brasileiros com hipertensão aumentou nos últimos cinco anos.
Dados fazem parte de pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde.



A hipertensão arterial atinge 23,3% dos brasileiros, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (26) pelo Ministério da Saúde. A proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial, de acordo com o levantamento, aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual. Em 2009, a proporção foi de 24,4%.

Percentual de adultos com diagnóstico de hipertensão arterial
Rio de Janeiro29,2
Belo Horizonte25,5
Porto Alegre25,5
João Pessoa25,4
Recife24,9
Vitória24,5
Maceió24,3
Campo Grande23,5
Distrito Federal23,1
Curitiba23,0
Rio Branco23,0
São Paulo22,9
Natal22,1
Aracaju22,0
Cuiabá22,0
Goiânia21,5
Salvador21,2
Fortaleza21,1
Teresina21,0
Florianópolis20,8
Macapá19,4
Boa Vista18,8
Porto Velho18,3
Manaus18,1
São Luís18,0
Belém17,5
Palmas13,8


Fonte: Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).
Os dados fazem parte da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos nas 26 capitais e no Distrito Federal.
Segundo o Ministério da Saúde, a pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial é igual ou superior a 14 por 9. A doença é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. Esse movimento acaba sobrecarregando vários órgãos, como coração, rins e cérebro. Se a hipertensão não for tratada, pode causar entupimento de artérias, acidente vascular cerebral e infarto.
Diagnóstico
De acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres - 25,5% - do que em homens - 20,7%. Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade.
Segundo o Ministério da Saúde, "o aumento das prevalências se deve ao maior acesso da população ao diagnóstico na atenção primária de saúde. E as mulheres procuram mais o diagnóstico na atenção básica, daí uma prevalência mais significativa entre elas".
O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade apresentam diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade.
Capitais
Entre as capitais, Palmas tem o menor percentual de adultos com diagnóstico de hipertensão, com 13,8%. O Rio de Janeiro tem o maior percentual - 29,2%. Entre os homens, as maiores frequências de hipertensão ocorrem no Distrito Federal (28,8%), Belo Horizonte (25,1%), e Recife (23,6%); e as menores, em Palmas (14,3%), Boa Vista (14,6%) e Manaus (15,3%).
Entre mulheres, os maiores percentuais foram no Rio de Janeiro (33,9%), Porto Alegre (29,5%) e João Pessoa (28,7%); e os menores, em Palmas (13,2%), Belém (17,4%) e Distrito Federal (18,1%).
 Metade dos brasileiros com mais de 55 anos tem hipertensão
Estudo do Ministério da Saúde revela que quanto mais a população vai envelhecendo, maior o risco de ter pressão alta

Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta terça-feira mostram que metade dos brasileiros com mais de 55 anos tem hipertensão. De acordo com o ministério, quanto mais a população vai envelhecendo, maior o risco de ter pressão alta, fator que contribui significativamente para o surgimento de doenças cardíacas.

Na faixa acima de 65 anos de idade, 60,2% dos brasileiros têm a doença. A prevalência da hipertensão entre os jovens é bem menor. Na faixa de 18 a 24 anos de idade, somente 8% foram diagnosticados com a doença.

Nos últimos cinco anos, tem aumentado o número de brasileiros com hipertensão. Em 2006, 21,6% da população tinha a doença. Em 2010, essa taxa subiu para 23,3% - um recuo de 1,1 ponto percentual na comparação com o ano anterior. Apesar do crescimento registrado nos últimos anos, o ministro Alexandre Padilha avalia que a tendência é de estabilização dos indicadores.

Os dados fazem parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônicos (Vigitel) de 2010, feita anualmente em todas as capitais brasileiras por servidores do ministério e da Universidade de São Paulo (USP).

Veja como reduzir o consumo de sal, um dos vilões da hipertensão: