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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Top 10 museus do mundo

Top 10 melhores museus do mundo de hoje


Se você quer saber sobre a história, cultura ou tradição de um lugar, os museus devem ser o seu destino final. Você pode conferir na web ou ler livros para obter algumas informações do passado, mas em um museu você será capaz de testemunhar os restos antigos. Assim, ele irá ajudá-lo a formar uma idéia melhor do passado. É um lugar onde você pode se aproximar da história. Quase todos os estados tem um museu que fala de seu passado e sua glória. Embora cada museu vá narrar alguns incidentes históricos, isso não significa que cada museu tem mesma popularidade. Os artefatos, que são exibidos nos museus, determinam a sua popularidade. Se você quiser melhorar o seu conhecimento da história, você precisa saber sobre os diferentes museus que estão localizados em lugares diferentes. Obviamente não é possível para cada pessoa possuir conhecimento completo de todos os museus localizados em todo o globo. No entanto, ele pode verificar alguns museus selecionados. Se você estiver interessado em saber sobre os museus, você pode certamente verificar os dez melhores museus do mundo de hoje

1. Os Museus do Vaticano


Fundada pelo Papa Júlio II, os Museus do Vaticano estão listados entre os maiores museus. Se você visitar esses museus, você será capaz de testemunhar algumas esculturas brilhantes. Não só isso, as obras de arte do período renascentista estão também em exibição aqui.

2. Le Louvre


Localizado em Paris, Le Louvre ou Grand Louvre é conhecida por ser a museus de arte mais popular em todo o globo. Este monumento histórico é o lar de cerca de 35 mil objetos históricos que incluem vestígios pré-históricos aos artefatos do século XIX.

3. O Museu Britânico


O Museu Britânico, que foi inicialmente baseado na obra do cientista e médico, Sir Hans Sloane, agora se orgulha de ter uma coleção de mais de sete milhões de itens diferentes. O museu, que foi o primeiro aberto ao público em 1959, agora atrai as pessoas para a sua enorme coleção de obras sobre a cultura humana e da história humana.

4. A Galeria Uffizi
Uffizi, localizado em Florença, é um dos mais populares e entre os mais antigos museus de arte do mundo ocidental. Trabalho de Botticelli, O Nascimento de Vênus, é a atração mais popular deste museu. No entanto, você não deve perder os trabalhos brilhantes de Michelangelo, Da Vinci, Rembrandt, Caravaggio ou Rafael, que também são exibidos neste museu.

5. O Metropolitan Museum of Art
O Met ou o Museu Metropolitano de Arte, localizado em New York City, se orgulha de exibir uma coleção de mais de dois milhões de obras de arte. Para uma adequada turnê ao museu, as autoridades classificaram a coleção em 19 diferentes seções curatorial. O museu também é conhecido por abrigar obras de diferentes artistas.

6. Museo del Prado


Localizado em Madrid, Museo del Prado foi fundada inicialmente como um museu de esculturas e pinturas. No entanto, mais tarde a coleção de medalhas, moedas, gravuras e desenhos foram adicionados à sua coleção. No entanto, ainda é conhecido por pinturas de Yanez Fernando, 'Santa Catarina' e 'A Última Ceia "de Juan de Flandes.

7. Museu Egípcio


Museu Egípcio ou o Museu de Antiguidades egípcio, localizado no Cairo foi fundada com a tentativa de impedir o saque de sítios arqueológicos. Ele exibe alguns dos artefatos pré-históricos. Se você visitar este museu, você deve verificar os artefatos da família real, bem como peças de escultura da Esfinge.

8. Rijksmuseum
O museu nacional holandês de Rijksmuseum, localizado na Holanda exibe algumas peças de pintura maravilhosa da Idade de Ouro Holandesa. Embora ele exiba algumas das brilhantes obras de arte e artesanato, a criação de Rembrandt The Night Watch, é conhecido por ter obras de arte mais populares.

9. O Smithsonian
Localizado em Washington DC, o Smithsonian se orgulha de ter o maior espaço de museu do mundo. O instituto de pesquisa e educação do país, que também inclui museus e um jardim zoológico, é um importante destino turístico. O museu possui uma coleção de cerca de 136 milhões de objetos.

10. O Hermitage Estado
Localizado em São Petersburgo, na Rússia, o Museu Hermitage ou o Hermitage Estado exibe obras-primas históricas, que remonta a alguns 300 anos. O museu, que tem uma coleção de cerca de três milhões de itens, não só exibe obras de arte do passado: ele também exibe uma grande variedade de jóias antigas.




Fonte: Top Teen

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cultura da autoestima é contestada por psicóloga americana

Enquanto instituições, terapias, profissionais e livros seguem vendendo o "resgate da autoestima", a psicóloga americana Kristin Neff resolveu questionar um dos clichês mais repisados das últimas décadas.

Para ela, a cultura que incentiva em cada um a avaliação positiva de si mesmo contribuiu para a atual epidemia de narcisismo. Como alternativa, Neff, 44, defende o estímulo da autocompaixão, conceito budista que ela importa para a psicologia no livro "Self-Compassion", lançado em abril.

De sua casa, no Texas, a professora falou à Folha, pouco antes de embarcar para um retiro de meditação na Inglaterra.
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Michael Thad Carter/Divulgação
A psicóloga americana Kristin Neff, professora da Universidade do Texas e autora do livro "Self-Compassion"


Folha - Como uma autoestima elevada pode fazer mal?
Kristin Neff - Não é o fato de ter uma autoestima elevada que é prejudicial, mas o que se faz para consegui-la ou mantê-la. Você precisa ser o número um, precisa se sentir especial e melhor do que os outros. Se, por exemplo, a sua performance no trabalho está abaixo da média, você se sente abaixo da média.

Dá para manter a autoestima sempre em alta?
Não, isso não é sustentável. Para manter a autoestima em alta precisamos nos sentir melhor do que somos e achar que os outros são piores do que são. Só que não dá para ser melhor do que os outros o tempo todo. Você se sente bem quando recebe aquela promoção no trabalho, mas também se sente péssimo se não recebe. É óbvio que essa instabilidade faz mal à saúde. Pode levar à depressão e à ansiedade. Não dá para confiar na autoestima porque ela logo abandona você.

Por que a busca pela boa autoavaliação é tão prejudicial?
Porque acirra a rivalidade e pode levar à agressividade. Há quem sustente que muitas crianças praticam bullying porque têm baixa autoestima. Na verdade, elas obtêm sua autoestima colocando os outros para baixo, provocando, batendo. Assim se sentem melhores do que os outros. Pessoas preconceituosas usam critérios como raça ou religião para se dizerem melhores em relação aos que integram os outros grupos. O preconceito vem desse sentimento de que o grupo ao qual pertenço é melhor do que o outro e de que tenho que me sentir melhor do que o outro.

Como a cultura incentiva essa busca de alta autoestima?
Desde cedo, com os pais, com a escola. Numa sociedade competitiva, você dirá às crianças que é preciso ser sempre o primeiro. Elas vão ficar se comparando o tempo todo, porque têm sido educadas na ideia de que devem sempre se sentir especiais e ganhar prêmios por serem as melhores. Todas essas formas de premiação que existem nas escolas incentivam a competição.

Qual o resultado disso?
Hoje, temos os maiores índices de narcisismo registrados graças a esse tipo de educação. É uma epidemia. Sou professora universitária há 12 anos e já vejo uma mudança nos meus alunos. Eles cada vez mais se sentem incomodados se tiram um B como nota. Meu filho ouve muito rap e eu noto essas letras lotadas de narcisismo.

As pessoas são apegadas à ideia da autoestima?
Sim. Atingimos o ápice da raiva quando alguém diz algo que, de alguma forma, mexe com o nosso ego, aquilo que, se aceitássemos, colocaria em risco nossa autoestima. Nos defendemos o tempo todo para protegê-la.

Mas não é certo tentar gostar de si mesmo?
Está certo gostar de si mesmo. O problema começa quando as pessoas se perguntam por que elas devem gostar de si mesmas. Há duas formas de se responder a essa pergunta: "Eu gosto de mim mesma porque sou um ser humano, tenho valor e sentimentos e mereço atenção", e outra forma é dizer "Eu gosto de mim mesma porque sou melhor do que as outras pessoas". Na cultura ocidental, tendemos a escolher a segunda resposta.

Editoria de Arte/Folhapress

Mas não dá para viver sem autoestima, certo?
No mundo animal, há uma hierarquia social que serve para manter a coesão do grupo. Todos aspiram pelo posto do macho alfa. Queremos estar no topo e precisamos acreditar que temos as condições para isso. Portanto, o desejo por uma autoestima elevada é natural. Mas ela não é o único sistema natural. Os mamíferos têm a capacidade de transmitir e receber carinho. Nascemos imaturos e demoramos para nos desenvolver. O nosso corpo pede carinho e temos como resposta um aumento de ocitocina [hormônio ligado à sensação de bem-estar] e diminuição dos níveis de cortisol [hormônio liberado em situações de estresse]. Quando dirigimos esse conforto físico e psicológico a nós mesmos estamos praticando autocompaixão.

A autocompaixão é a alternativa que você propõe?
Sim. Se a autoestima implica você se julgar positivamente, a autocompaixão não envolve julgamento. Diz respeito a responder com carinho para si mesmo nos momentos de sofrimento. É como a compaixão: vejo que alguém está sofrendo e me esforço para ajudar a pessoa. Tanto a autocompaixão quanto a autoestima têm os mesmos benefícios, mas a primeira não tem os prejuízos da segunda. Se a autoestima te abandona, te ignora ou te critica quando algo ruim acontece, a autocompaixão te dá apoio quando você sofre, sente medo, é rejeitado ou falha.

Como dá para praticar essa autocompaixão?
Você tem que começar notando como trata a si mesmo. Muitas pessoas são tão autocríticas que nem notam. Fiz experimentos mandando as pessoas anotarem o que diziam a si mesmas em momentos em que enfrentavam problemas -uma calça que não servia, um trabalho que não dava certo... Elas tinham um choque quando viam o que haviam escrito. Percebiam o quanto estavam sendo duras. Muitos dizem que não conseguem ser compassivos consigo mesmos, mas eu digo que isso é possível: você tem feito isso a vida toda, com amigos, com parentes. Sabemos como fazer com os outros, precisamos fazer o mesmo conosco. Requer a chamada "mindfulness", a atenção plena ao próprio sofrimento.

O que a psicologia pode aprender com o budismo?
O budismo está transformando a psicologia, é como uma terceira via da psicologia. E a compaixão está no coração do budismo. Significa ter um coração aberto para si e para os outros. O cristianismo ensina a ter compaixão pelos outros, mas não ensina nada sobre autocompaixão. No budismo, isso não faz sentido. Não é lógico separar você dos outros, todos fazemos parte de um mesmo sistema.


Folha

domingo, 9 de novembro de 2008

TV Cultura: Marcelo Tas estréia programa

 

Apresentador do "CQC", da Band, Marcelo Tas estréia nesta segunda-feira, dia 10, na TV Cultura, o programa “O discreto charme das partículas elementares”, que utiliza dramaturgia para "simplificar este universo e torná-lo mais atrativo aos jovens". A data para o lançamento coincide com o Dia Mundial da Ciência pela Paz e Pelo Desenvolvimento, que leva o selo da ONU (Organização das Nações Unidas). O programa vai ao ar a partir das 19h30m. 

Na atração, Tas atua como um apresentador de TV, do tipo "chapeleiro maluco", e leva a personagem principal, Rafael (Giovanni Delgado), para "uma viagem a um mundo paralelo, com informações sobre átomos e teorias como a do Big Bang".  A idéia é que o público-alvo do seja formado por adolescentes do ensino médio e interessados em ciência moderna.



http://oglobo.globo.com/cultura/kogut/