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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Evaristo Costa - Tem quem assista ao Jornal Hoje só para ver o apresentador de 33 anos

Nasceu em São José dos Campos, interior de São Paulo, região do Vale do Paraíba em 30 de setembro de 1976. Graduado em Jornalismo pela Universidade Brás Cubas, em Mogi da Cruzes, em 1998, ingressou na profissão quando ainda estava na faculdade.


Formado em jornalismo pela Universidade Braz Cubas, de Mogi das Cruzes, ingressou na profissão em 1998, quando ainda estava na faculdade.

Durante dois anos trabalhou em uma produtora que fazia programas para TV. Depois foi contratado pela afiliada da Rede Globo em São José dos Campos, a TV Vanguarda. Começou na produção e logo passou a trabalhar como repórter. Lá também foi apresentador. Tudo novidade para quem ainda não tinha nem terminado a faculdade.

Trabalhou em uma produtora de programas para TV durante dois anos. Depois desse período foi contratado pela TV Vanguarda, afiliada da Rede Globo em São José dos Campos. Começou na produção, passando para a função de repórter e apresentador.

Em 1999, veio para TV Globo de São Paulo, para ser repórter do programa Mais Você, da Ana Maria Braga.


Evaristo em momento "relax"

Em janeiro de 2001, passou a integrar o quadro de repórteres do SPTV, em que fazia a TV Trabalho - um quadro com matérias sobre oportunidades de emprego e estágio.

Não demorou muito e recebeu convite para apresentar a previsão do tempo do Globo Rural diário, do Bom Dia São Paulo, do Bom Dia Brasil.


Com a saída de Carlos Nascimento para a Rede Bandeirantes, em 2004, foi efetivado como apresentador do Jornal Hoje, ao lado de Sandra Annenberg, função que exerce até hoje.

Aqui o vídeo do "Senhor Simpatia" tentando tocar vuvuzela no JH

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Caio Castro: jeito de menino, sorriso bonito e talento para representar

Caio de Castro Castanheira, ou simplesmente Caio Castro, nascido em 1988, em São Paulo, é um ator brasileiro.



Castro foi o jovem "ator revelação de de 2009" e está pronta para ser uma das próximas grandes estrelas da TV no Brasil.

Seu jeito de menino, sorriso bonito e talento para de representação foram rapidamente na procura pelo tempo que ele atingiu sua adolescência. Em 2008, ele conseguiu sua grande chance quando conseguiu o papel de Bruno na novela imensamente popular brasileira "Malhação", e ele assinou o contrato em seu aniversário de 18 anos, é seguro dizer que a última coisa que este  modesto jovem sentiu foi surpresa.

Além disso, Castro apareceu em vários editoriais, incluindo "Todateen".

Para se divertir, Caio Castro gosta de ir à  praia onde você poderá vê-lo tomar sol, nadar e surfar - o que é seu  hobby.



Caio nunca tinha trabalhado como ator até participar dos testes no Caldeirão do Huck (lembra?). Mas como ele é do tipo que acredita naquilo que quer, não ficou intimidado pela falta de experiência e deu tudo certo. "Me inscrevi pela internet e mandei umas fotos. Tinha lido o livro O Segredo e fiquei pensando nisso, acreditando que ia conseguir. Até hoje continuo levando a sério o livro", conta. Prova disso é o crescimento de seu personagem em Malhação, que foi ganhando espaço e agora é um dos protagonistas da novela.



terça-feira, 12 de maio de 2009

Globo defende-se das acusações e ataca patrocinadores do vôlei


A TV Globo não gostou nada de ver seu nome envolvido nos argumentos dos times de vôlei que encerraram suas atividades nas últimas semanas. Nesta terça-feira, um dia após a Unisul anunciar o fim de sua equipe, a emissora enviou comunicado oficial à imprensa rebatendo as acusações.

Tal como o Finasa já havia alegado, a Unisul justificou que os patrocinadores da equipe desistiram de apoiá-la porque, entre outros motivos, a Globo não exibe o nome destas empresas durante as transmissões das partidas.

A emissora resolveu contra-atacar. Em texto divulgado pela Central Globo de Comunicações, a TV explica as regras internas que a levam a não falar o nome dos patrocinadores durante as exibições. Além disso, diz que a simples transmissão de jogos e eventos esportivos serve de incentivo às marcas patrocinadoras.

No final do comunicado, porém, a Globo eleva o tom e faz críticas diretas às empresas, acusando-as de usar a questão das transmissões para esconder o que seria o verdadeiro motivo da fuga de patrocinadores, isto é, a crise econômica.

Por enquanto, Brasil Telecom, Bento Vôlei e Unisul encerraram suas atividades. O time catarinense, porém, pode ter uma esperança, já que o técnico Giovane Gávio está em negociação com outras empresas para tentar manter a equipe.

O Finasa também retirou seu patrocínio ao Osasco, mas o time continuará na Superliga graças à união de outras empresas. Já a Ulbra anunciou que sua equipe de vôlei durará apenas mais uma temporada, para cumprimento de contratos anteriores. Em 2010, o time também acabará.

Por fim, o Minas segue em negociação com seu maior patrocinador, a Vivo, para tentar segurar seu elenco.

Confira abaixo, na íntegra, a nota enviada pela TV Globo ao UOL Esporte:

Os critérios que orientam as decisões das equipes de Jornalismo e de Esportes da Globo, de citar e exibir marcas, atendem a uma finalidade: ajudar o público a reconhecer a existência de fronteiras entre editorial e comercial, além, é óbvio, de resguardar, legitimamente, o modelo de viabilização da TV aberta, cujo sustento deve advir exclusivamente da comercialização dos intervalos e de outros formatos comerciais.

A Globo considera que a visibilidade natural proporcionada aos patrocinadores de equipes e eventos, em transmissões e reportagens, por si só agrega valor às marcas e gera ganhos de imagem para as empresas investidoras no esporte, dado o imenso alcance de público da televisão aberta.

É curioso que, justamente no momento em que o mundo atravessa grave crise econômica, empresas aleguem que vão encerrar projetos esportivos porque suas marcas não são citadas. Ainda que estes projetos esportivos tenham recebido durante anos - às vezes décadas - o mesmo tratamento atual, o que prova terem sido vitoriosos e assegurado retorno para os patrocinadores que a eles se associaram.

A eventual frustração de empresas patrocinadoras por não terem conseguido, na Globo, a chamada "mídia espontânea", na intensidade pretendida, reforça nossa convicção quanto ao acerto de nossas políticas.

Fonte: UOL