sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Extraterrestre do Panamá: biólogos dizem que "ET" é bicho-preguiça


O suposto ser extraterrestre encontrado e morto por quatro adolescentes no Panamá (releia aqui) é um bicho-preguiça que sofreu mutação. A informação é do grupo de biólogos que realizou a necropsia no animal, achado em Cerro Azul. No entanto, o caso ainda não está totalmente resolvido na opinião do especialista em criptozoologia (hein?) e fenômenos OVNI Gastón Aseff. Para o investigador, o ser pode ter sim origem em outro planeta.

Conforme o especialista, o animal de Cerro Azul pode ser na realidade um representante dos "Annunaki" - suposta raça semi-alienígena criada da relação entre habitantes da Terra e seres extraterrenos - que teriam vindo ao nosso mundo na Antiguidade para alterar o DNA do homem primitivo (ou algo assim). Os indícios estariam na semelhança do bicho com imagens em artefatos sumérios e acádios.

O mais importante é que, em entrevista ao "Primera Plana Mundial", o investigador ressaltou que os biólogos garantiram não ser um ET; mas, também, disseram que pode tratar-se de um preguiça, sem, no entanto, concluir que seja, segundo ele. Isso permite ao especialista defender que o estudo do caso deva ser aprofundado.

- Proponho que a investigação no se esgote aqui - resume.

No post anterior, muitos leitores bateram o martelo sobre ser um bicho-preguiça sem pelos. E você, leitor, tem alguma teoria? (Fonte: Zero Hora)

ET do Panamá, supostamente morto por adolescentes, é mais um engodo que se espalhou pela rede

Notícia foi parar nos principais veículos de comunicação, mas é falsa, diz revista especializada em Ufologia
Espalhou-se velozmente nesta quinta-feira uma matéria inicialmente veiculada no Panamá, na localidade de Cerro Azul, onde uma criatura teria sido morta por quatro adolescentes, à pedradas, e jogada num lago. O ser não identificado foi apontado como extraterrestre, como se esta "classificação" explicasse alguma coisa. Segundo jornais panamenhos, os jovens teriam se assustado com sua aparência e, com medo de serem atacados, atiraram pedras até matá-lo e o jogaram na água. O pior da história, é que um hipotético especialista em vida silvestre teria dito que o caso está sendo investigado e que as características da criatura seriam muito peculiares.

Graças a eventos deste tipo, que acabam caindo de pára-quedas nas mãos de ufólogos, surge uma nova área específica em Ufologia, que será muito útil, cotidianamente utilizada e aprimorada: a exozoologia, ou seja, o estudo de animais supostamente alienígenas. Neste caso, de Cerro Azul, bastou-nos uma comparação de imagens entre o famigerado ET encontrado e a fauna possível da região em questão.

Exatamente, estimados leitores. Trata-se de uma preguiça, ou mais popularmente conhecido como bicho preguiça, presente com seis espécies desde a América Central até o Brasil, mamífero e das famílias Bradypodidae (três dedos) e Megalonychidae (dois dedos). A falta da pelagem normal e abdome claramente inchado revela que já estava em avançado estado de putrefação, o que descarta absolutamente não só a história, inventada pelos garotos e engolida prematuramente pela mídia, como também qualquer hipótese alienígena. No máximo, poderíamos ter como uma segunda alternativa, a possibilidade de ser um feto de preguiça, mas pelas imagens divulgadas parece muito grande para tal, a não ser que as fotos foram retocadas e ampliadas para oferecer o efeito desejado. O citado especialista, que teria dado sua opinião particular, provavelmente teve sua avaliação inicial deturpada, ou foi pego de surpresa e acabou ficando em saias justas. Infelizmente, situações que nada possuem de ufológicas e poderiam ser esclarecidas rápida e eficazmente, terminam em nossas caixas de mensagens ou obstruindo nossos caminhos, como se fôssemos os oráculos – ou lixeiras – de qualquer tipo de assunto “esquisito”.

A exozoologia - como se já não bastassem tantas outras áreas em que um ufólogo é submetido e precisa conhecer, mesmo que "na marra" - chega aberta e definitivamente ao nosso meio, não há dúvida. (Fonte: www.idest.com.br)

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