Mostrando postagens com marcador Nova York. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nova York. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de setembro de 2013

Gusttavo Lima passeia por Nova York exibindo fídico sarado ao lado da noiva

Gusttavo Lima exibe músculos e passeia com a noiva por Nova York
Gusttavo Lima aproveitou uma folga na agenda para se divertir com a noiva, Andressa Suita, em Nova York.  A modelo publicou em seu Instagram uma foto em que aparece ao lado do amado.

De regata, o cantor, que era bem mais franzino no início da carreira e tem caprichado na malhação nos últimos meses,  exibiu os músculos durante um passeio pelo Madison Square Garden.


Apesar do momento de relaxamento, a viagem do sertanejo aos Estados Unidos teve motivação profissional.

Gusttavo esteve em Nova York para se apresentar durante o Brazilian Day, tradicional evento promovido pela Rede Globo que tem como principal público os imigrantes brasileiros que vivem na cidade.

Por: CARAS Online

O cantor esteve na cidade devido à sua participação no "Brazilian Day", que aconteceu neste domingo (1).

Agora, Gusttavo e Andressa partiram rumo à Toronto, para mais uma apresentação na edição canadense do evento.

O sertanejo namora com Andressa há quase 1 ano. Os dois poderão se casar já em 2014.



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Nova York será a principal prejudicada pelo aumento do nível do mar causado pelo aquecimento global

A cidade de Nova York deverá ser a principal prejudicada pelo aumento do nível do mar causado pelo aquecimento global, enquanto a capital da Islândia, Reykjavik, será uma das menos afetadas pelo fenômeno. Em 2007, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) anunciou uma previsão de que a altura dos oceanos pode subir pelo menos 0,28m até o fim do século, valor considerado extremamente modesto por muitos especialistas. O número, no entanto, é uma média global e, agora, uma equipe holandesa construiu o primeiro modelo de como essa elevação vai variar regionalmente.
Nova York, localizada na ilha de Manhattan, mostrada em 2004, é uma das áreas mais vulneráveis ​​do Estado para a inundação. (AP Photo Willens / Kathy)

Correntes marinhas e diferenças na temperatura e salinidade da água estão entre os fatores que podem fazer com que o nível médio do mar varie até um metro entre os oceanos, sem contar mudanças de curto prazo como marés e ventos. Assim, se as correntes forem alteradas pelo aquecimento global, o que também é esperado, os padrões regionais de altas e baixas também mudarão.

- Todos ainda sentirão o impacto, e em muitos lugares a elevação estará dentro da média - disse à BBC News Roderik van der Wal, da Universidade di Utrecht e um dos integrantes da equipe de cientistas, que apresentou seus resultados em encontro da União Europeia de Geiociências em Viena. - Mas locais como Nova York verão um aumento acima da média, 20% mais neste caso, e Reykjavik terá uma situação melhor.

Das 13 regiões para as quais os pesquisadores fizeram projeções, Nova York terá a maior elevação acima da média, que também acontecerá em Vancouver, Tasmânia e nas Ilhas Maldivas. Uma das peculiaridades das estimativas é que as áreas mais próximas das coberturas de gelo que deverão derreter terão elevações menores do que outras mais distantes. Isso porque essas capas de gelo na Antártica e Groenlândia atuam como imãs gravitacionais da água, que puxa a água para a costa, fazendo com que se acumule. Com o derretimento das coberturas de gelo, o nível do mar sobe simplesmente porque mais água foi despejada nele, mas a atração gravitacional é menor, fazendo com que que ele até abaixe nessas regiões.

- Assim, se a capa da Groenlândia derreter mais, é melhor para Nova York. Mas se é a Antártica que derrete, é pior para ela, o que também é verdade para o noroeste da Europa - explicou Van der Wal.


O efeito é particularmente forte em Reykjavik, capital mais próxima da Groenlândia, onde a elevação do nível do mar deverá ser menor que a metade da média global. Van der Wal é um dos cientistas que estão trabalhando em novas projeções de aumento em novas projeções de elevação do nível do mar que serão incluídas em novo relatório do IPCC que deve ser publicado em 2013 e 2014. Até lá, outros pesquisadores deverão produzir mais modelos regionais.

- Estamos apenas começando a fazer projeções regionais e ainda há muitas incertezas - comentou Stefan Rahmstorf, especialista em nível do mar do Potsdam Institute for Climate Impact Research, na Alemanha. - Mas está claro que algumas partes do mundo sentirão o aumento do nível do mar mais rápido do que outras, e em alguns o movimento das massas terrestres é um fator adicional. Em locais como a costa da Escandinávia, o terreno está se elevando tão rápido que não haverá nenhum problema com o aumento do nível do mar em um futuro próximo, enquanto em outros a terra está cedendo, o que inclui várias grandes cidades no delta de rios.

Pouco antes do relatório do IPCC de 2007, Rahmstorf publicou pesquisa mostrando que o nível do mar está subindo mais rápido do que o previsto pelos modelos climáticos. Desde então, ele e outros cientistas, usando diversas técnicas, concluíram que um aumento entre meio metro e um metro até o fim do século é mais provável. Agora, no encontro da União Europeia de Geiociências, ele apresentou novas análises indicando que a elevação será ainda maior, variando entre 0,75m e 1,9m dependendo de como as capas de gelo vão derreter e como a sociedade vai responder às descobertas dos climatologistas e controlar as emissões de gases do efeito estufa.

O Globo

sábado, 7 de julho de 2012

Atletas ficam só de calcinha, sutiã ou cueca para participar de corrida em Nova York

Cerca de 500 atletas participam de corrida de cerca de 2,7 km pelo Central Park, em Nova York, na sexta-feira (6). O detalhe da prova é que os corredores vestiam somente roupas de baixo, como cueca, calcinha e sutiã. A prova, chamada de "Celebrate America", faz parte das comemorações do triatlo anual de Nova York, que ocorre no domingo (8) Timothy A. Clark/AFP





domingo, 29 de abril de 2012

Van invade zoológico e mata 7 pessoas em Nova York


Van invade zoológico e mata 7 pessoas em Nova York

Sete pessoas, incluindo três crianças, morreram neste domingo quando uma van atravessou a proteção de uma autoestrada e caiu mais de 30 metros dentro do jardim zoológico do Bronx, em Nova York, disse a polícia.

A van estava na Bronx River Parkway quando perdeu o controle, bateu na divisão da autoestrada, atravessou quatro pistas de rolamento antes de colidir contra a proteção, caindo na área em que o zoológico usa para armazenar trens monotrilho, segundo as autoridades.

Os nomes das vítimas não foram divulgados.

O acidente causou o fechamento das pistas em direção ao sul da autoestrada, causando engarrafamento nas vias ao redor do local.

O jardim zoológico do Bronx é o maior zoo urbano do mundo, com mais de 600 espécies de animais.

Keith Bedford/Reuters
Investigadores da polícia examinam o local do acidente, que deixou sete mortos, entre elas três crianças.


DA REUTERS, EM NOVA YORK

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Queda de helicóptero em rio mata mulher em Nova York

 Queda de helicóptero em rio mata mulher em Nova York
Aeronave ficou totalmente submersa no East River na tarde desta terça (4).
Quatro pessoas foram resgatadas das águas do rio.
Resgate das vítimas da queda do helicóptero no East River
A  queda de uma helicóptero com cinco pessoas a bordo matou uma mulher na tarde desta terça-feira (3) no East River, em Nova York, segundo a polícia.

O acidente ocorreu próximo ao heliporto da Rua 34, em Manhattan, às 15h24 locais, logo após a decolagem do helicóptero, um modelo Bell 206 comercial, segundo Paul Browne, porta-voz da polícia.
Imagem da TV WCBS mostra sobreviventes da queda do helicóptero agarrados à aeronave, submersa no East River, na tarde desta terça-feira (4) (Foto: AP)

Os motivos do acidente ainda não estavam claros.

O helicóptero ficou totalmente submerso na água lodosa, virado de ponta-cabeça.
O piloto e três passageiros foram resgatados logo depois da queda. Três ficaram feridos, segundo os bombeiros.

As vítimas seriam turistas britânicos, segundo a WNBC-TV.


Equipes de resgate continuaram as buscas pela quinta pessoa, até que seu corpo foi encontrado sem vida..
Pelo menos dez barcos, a maioria da polícia, além de mergulhadores, participaram da tentativa de resgate.

A testemunha Joy Garnett afirmou que o helicóptero fez movimentos estranhos e girou duas ou três vezes antes de parar na água. Ela chegou a achar que era alguma filmagem de cinema.

Ele teria caído de uma altura de cerca de 8 metros, segundo ela.

Um porta-voz policial confirmou à Agência Efe que o acidente ocorreu no heliporto, na altura da rua 34, e que por enquanto não estão claras as causas do incidente. Segundo diversos meios da comunicação, o acidente estaria relacionado com a decolagem da aeronave.

Por sua parte, um porta-voz do Departamento de Bombeiros de Nova York informou que duas das vítimas foram transferidas ao Hospital Bellevue, enquanto uma terceira continua no local, embora se desconheça o estado de todas elas.

A operação de resgate fez com que se transferissem até a região mais de uma dúzia de embarcações do serviço da guarda-costeira e da Polícia de Nova York. A aeronave ficou completamente submergida no East River e várias equipes de submarinistas buscam a quinta vítima.

O porta-voz da Polícia de Nova York, Paul Browne, assinalou à imprensa que a nave acidentada é um helicóptero comercial do tipo Bell 206. As cenas exibidas pelos canais de televisão americanos, com numerosas embarcações de resgate, lembram a operação do dia 15 de janeiro de 2009, quando um avião da companhia aérea US Airways caiu no rio Hudson e a perícia de seu piloto, o capitão Chesley Sullenberger, salvou as 155 pessoas que estavam a bordo.

Imagem da TV local mostra os trabalhos de resgate (Foto: Reprodução de vídeo)


Do G1 eOpra Mundi

domingo, 7 de agosto de 2011

Dez anos do 11 de Setembro são lembrados na TV

Documentários, entrevistas e até reconstituições marcam a programação sobre os dez anos dos ataques às Torres Gêmeas

RIO - As cenas que ganharam todos os canais de TV na manhã de 11 de setembro de 2001 eram mais chocantes do que qualquer filme já produzido em Hollywood. Por um único motivo: elas eram reais. Dez anos depois do atentado que matou milhares de pessoas e destruiu as Torres Gêmeas do World Trade Center, um dos ícones de Nova York, nos Estados Unidos, o trauma permanece vivo não só na memória dos americanos como também na dos telespectadores do mundo inteiro, que acompanharam a tragédia ao vivo. A um mês da primeira década do episódio que mudou os rumos da História do mundo, os canais já dão início a uma programação especial voltada para a data. Documentários, entrevistas, análises e reconstituições tentam esclarecer questões não resolvidas e, ainda, exorcizar uma das imagens mais marcantes do século.

Confira a programação especial

Com um pacote de 29 programas, a Globo News sai na frente em sua grade temática, que estreia já na quinta-feira e segue até setembro (veja quadro na página ao lado). Para César Seabra, diretor do canal, o atentado ao World Trade Center mudou a vida de toda a população, independentemente de sua origem.

- Todo o mundo lembra o que estava fazendo naquele dia, na hora dos ataques dos terroristas. A vida de todo o mundo foi alterada por conta disso. O que vamos mostrar, nesta cobertura especial da Globo News, é como o mundo mudou de lá para cá - explica Seabra, justificando a antecedência: - Nossa ideia foi começar exatamente um mês antes, dia 11 de agosto, com uma grande entrevista. Conseguimos Donald Rumsfeld, secretário de Defesa de George W. Bush, que abrirá nossa cobertura no "Sem fronteiras", na quinta. A partir desse dia, nossa cobertura vai aumentando, crescendo, até chegar ao 11 de setembro.

A entrevista exclusiva com Rumsfeld, conduzida pelo repórter Luis Fernando Silva Pinto, não é o único ponto forte da cobertura. Os repórteres Jorge Pontual, Silio Boccanera, Tonico Ferreira, Geneton Moraes Neto e Sandra Coutinho também apresentam novas histórias sobre o mesmo acontecimento. No dia 14, Pontual levanta a vida do ex-presidente americano em "Procurando Bush", parte do "Globo News especial". A radicalização de militantes islâmicos, os assessores do governo Bush, o aumento do preconceito em relação aos muçulmanos e as estratégias da Al-Qaeda, grupo terrorista responsável pelo atentado, são alguns dos temas investigados pelo canal, de agosto a setembro. Geneton conduz, ainda, a série inédita "Dossiê segredos de Estado", na qual entrevista de pilotos a agentes da CIA, o serviço secreto americano:

- A história sobre o 11 de Setembro nem de longe foi contada na íntegra. Há dúvidas que certamente serão esclarecidas quando documentos, hoje secretos, chegarem ao conhecimento público - avalia Geneton, que percorreu "algo em torno de 20 mil quilômetros" em cinco dias nos EUA, ao lado do cinegrafista Eduardo Torres. - O esforço foi mais do que recompensado. Tivemos a chance de entrevistar, por exemplo, personagens importantes de cenas que o público não viu - relata.

Na semana do 11 de Setembro, André Trigueiro vai ancorar de Nova York, diariamente, as edições do "Jornal das Dez" da Globo News.

- Vou apresentar o jornal por lá com pelo $uma entrevista ao vivo a cada noite, recebendo convidados especiais. Durante o dia, a ideia é registrar em reportagens o que mudou nos EUA e no mundo nos últimos dez anos, a partir da tragédia - conta Trigueiro.

Explorando depoimentos de sobreviventes, reconstituições e imagens de arquivo, canais por assinatura como o Discovery Channel também apresentam uma série de especiais sobre o tema. No Discovery, o destaque é a série "Nova York: O renascer da esperança", produzida por ninguém menos que Steven Spielberg: seis episódios mostram os homens e mulheres envolvidos na reconstrução do que era o World Trade Center. Já "Dez anos depois" fala da ligação emocional entre os sobreviventes. Enquanto isso, o History Channel apresenta o documentário "102 minutos que mudaram o mundo", que será exibido mundo afora, nos horários em que cada local viu o atentado na TV. O especial faz parte de um pacote de oito atrações (duas inéditas).

Com uma pegada semelhante, o A&E traz dois especiais: um deles, "Disaster diary: The photos of 9/11" mostra 9 mil fotos e 40 horas de filmagem feitas pela fotógrafa Andrea Booher.

Na TV aberta, a bancada da TV Globo também vai a Nova York. Âncoras do "Jornal da Globo" e do "Jornal Hoje", respectivamente, William Waack e Sandra Annemberg embarcam para a Big Apple para produzir matérias. A equipe dos telejornais terão o reforço dos correspondentes Rodrigo Bocardi, Flávio Fachel, Giuliana Morrone, Elaine Bast e Marcos Uchôa, além de parte dos repórteres da Globo News. Waack promete reportagens mais analíticas:

- Nossa intenção é estabelecer algumas linhas do que mudou nos Estados Unidos e de que maneira sociedades muçulmanas, árabes e não árabes, estão reagindo ao desafio do radicalismo religioso.

Já Sandra pretende mostrar a volta por cima que marcou Nova York nos últimos anos:

- Vamos focar no renascimento, contar como está a cidade. Já temos algumas boas histórias.

Seguindo uma linha mais leve, o GNT vai apresentar documentários nos quais as relações pessoais e a cidade de Nova York são o foco. Um dos filmes, produzido pelo ator e diretor americano Sean Penn, mostra três famílias cujas vidas foram afetadas por atentados semelhantes aos de 11 de Setembro.

- Praticamente todos lembram onde estavam nesse dia. Não poderíamos, então, deixar de tratar do tema dez anos depois. O canal resolveu homenagear a cidade e relembrar os fatos. E, por isso, montamos um amplo leque de opções de documentários, séries e matérias que mostrarão Nova York sob vários ângulos - explica Tiago Worcman, gerente de programação do GNT. [Tatiana Contreiras - O Globo]


Atualizado em 11/09/2011 10h51

Jornalistas da Reuters relembram dia com Bush em 11 de setembro de 2001
'Estávamos presenciando a história em tempo real', diz Arshad Mohammed.Bush se transformou em líder de guerra em 14/9, diz Steve Holland


Dois jornalistas da Reuters viajaram com o então presidente norte-americano George W. Bush em 11 de setembro de 2011, em uma jornada que começou como uma mera visita à Flórida para promover a educação.

Leia algumas das memórias dos dois repórteres naquele dia e nos seguintes.
Arshad Mohammed:'Senhor presidente, o senhor tem conhecimento das notícias de que um avião bateu em Nova York?'
Eu fiz essa pergunta para Bush em uma sala de aula na Flórida, onde, sem eu saber, ele tinha acabdo de ouvir que a segunda torre do World Trade Center tinha sido atingida por um avião.
Esses minutos na escola Emma E. Booker ilustraram as alegrias e tristezas de fazer parte da mídia que viaja a todos os lugares com o presidente.
De uma lado, estávamos presenciando a história em tempo real, vendo o chefe da Casa Branca Andrew Card cochichar no ouvido de Bush o ataque, e tendo acesso direto ao presidente para perguntar à vontade.
De outro lado, o fluxo de informações é extremamente controlado e nossas perguntas com frequência não são respondidas.
Sabíamos que a primeira torre tinha sido atingida, mas não sobre a segunda, e nã tínhamos ideia de que Bush tinha sido alertado por Card.
Bush não respondeu minha pergunta, e pouco depois surgiu na biblioteca da escola para dizer: 'Hoje nós tivemos uma tragédia nacional. Dois aviões bateram no World Trade Center, em um aparente ataque terrorista ao nosso país'.
Pego de surpresa pelo ataque, Bush deu uma resposta inicial e passou o restante do dia voando no Força Aérea Um fugindo de um inimigo incerto ao invés de retonrar imediatamente para Washington, um movimento que levantou dúvidas sobre sua liderança em meio a uma crise.
Apenas dias depois, quando ele visitou os destroços do World Trade Center, ele se recuperou com um discurso dramático e improvisado, prometendo punir quem tinha feito aquilo.
Air force 1Na escola, antes de entrarmos no Força Aérea Um, uma equipe da segurança e cães farejadores checaram os jornalistas, uma medida não habitual, uma vez que já havíamos passado por uma triagem, o que sugeria que o Serviço Secreto não queria arriscar.
Poucos minutos após a decolagem, ficou claro que não estávamos voltando para casa, pois não passamos de novo pela costa, como havíamos feito um dia antes ao chegar à Flórida. Ao invés disso, voamos por cima da terra, a uma altitude bem acima da normal.
Estávamos vendo imagens ao vivo dos ataques em uma televisão a bordo.
Não tínhamos ideia de para onde estávamos indo, até que um assessor de imprensa nos disse que nosso destino era a Base da Força Aérea Barksdale, na Louisiana, onde Bush iria fazer um comunicado, e que poderíamos noticiar o que ele diria, mas não o lugar onde estava.
Em terra, não havia toda a pompa e cerimônia que normalmente aguardam o presidente.
Em vez disso, Bush desceu do Boeing 747, com soldados ao redor, e um oficial em um momento ordenou bruscamente a outro 'vai para aquela asa, agora!'
Foi como se os militares, com toda a sua força, temessem que o avião do presidente não estivesse seguro em meio a uma grande pista em uma base onde sua presença era um segredo.
Proibidos de usar nossos telefones celulares para que as ligações não fossem rastreadas e 'entregassem' a localização de Bush, repórteres foram levados a uma sala de entrevistas sem janelas. Assessores correram para montar um pódio com duas bandeiras para Bush fazer um comunicado que poderíamos depois divulgar como realizado em uma 'localização não conhecida.'
Enquanto esperávamos, alguém afirmou que notícias da chegada de Bush foram dadas em uma emissora de TV local. Rapidamente confirmando essa informação com um oficial da Força Aérea, um assessor nos disse que podíamos ligar para nossos editores.
Após prometer 'caçar e punir aqueles responsáveis por esses ataques covardes,' Bush voltou ao Força Aérea Um com muito menos pessoal, deixando para trás assessores, agentes do Serviço Secreto e membros da imprensa, incluindo eu, que voariam a Washington em um avião reserva da Força Aérea.
Steve Holland:A maioria dos membros da imprensa da Casa Branca que estavam na Flórida para cobrir Bush se encontraram abandonados. A aviação civil foi bloqueada e apenas no dia seguinte desistimos de voltar para casa, fretamos ônibus e nos enchemos de petiscos para uma viagem durante a madrugada de volta a Washington.
Presos no trânsito na manhã seguinte, a primeira sensação que tivemos além das imagens de TV foi uma vista do Pentágono a partir da rodovia I-395. Fumaça ainda subia aos céus em uma grande escoriação no edifício, feita por um avião sequestrado.
A Casa Branca estava cercada por um cordão militar. Helicópteros sobrevoavam. Soldados carregavam rifles e confrontavam os transeuntes. Havia uma sensação de que os Estados Unidos estavam em guerra.
Anos depois, os norte-americanos reparariam na habilidade de Bush de estudar os fatos e tomar rapidamente uma decisão - rápido até demais, diriam alguns. Mas esse líder, o que decide, ainda não tinha aparecido até setembro de 2001.
No final, foi um presidente que demorou meses para decidir sobre sua política em relação às células-tronco e, após obter um grande corte de impostos do Congresso na primavera passada, parecia mais aplicado em se definir em relação aos assuntos internos.
Fumaça
Bush completou sua transformação em líder de guerra em 14 de setembro, em uma visita ao Marco Zero, no Sul de Manhattan.
O Força Aérea Um pousou em Nova Jersey, em vez de Nova York, por medidas de segurança, e Bush e seus assessores voaram de helicóptero para Manhattan. Sentia-se o cheiro de combustão das torres gêmeas a quilômetros de distância, e um rastro de fumaça que passava a Estátua da Liberdade, símbolo da abertura dos EUA ao mundo, era uma dolorosa imagem.
No chão, uma grossa camada de pó cobria as calçadas e as ruas a quarteirões do Marco Zero. Uma fileira de bombeiros, com seus casacos cobertos por poeira, estava em silêncio ao longo da carreata, em uma breve pausa na procura para encontrar os restos mortais de seus colegas. A estabilidade dos edifícios próximos era incerta, o que aumentava a preocupação.
Onde uma vez estavam as torres, havia apenas morte e destruição. Vigas subiam em ângulos estranhos. Pilhas de escombros estavam por toda a parte.
Bush não tinha planos para discursar para os bombeiros enquanto ele andava com o então prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, mas gritos de 'EUA, EUA' da multidão o fizeram mudar de ideia.
Ele escalou os restos de um caminhão de bombeiros, colocou sua mão no ombro de um deles, chamado Bob Beckwith, e falou em um alto-falante as palavras que definiriam o restante de seu mandato na Casa Branca.
'Posso ouvir vocês! O restante do mundo ouve vocês! E as pessoas - e as pessoas que derrubaram esses edifícios nos ouvirão em breve.'


quinta-feira, 23 de junho de 2011

Justin Bieber é atacado por homem em Nova York

O cantor adolescente Justin Bieber, 17, foi atacado por um homem nesta quinta-feira (23), segundo o programa "Eyewitness News" da ABC 7.
Ethan Miller/Getty Images/France Presse
O cantor adolescente Justin Bieber, que foi atacado por um homem durante evento em uma loja de Nova York

Ele estava em Nova York, onde distribuía autógrafos e promovia um perfume de sua marca em uma loja.

Bieber decidiu aparecer fora da loja, para falar com fãs que não haviam conseguido entrar.

Neste momento, segundo testemunhas, um homem pulou em cima dele e o derrubou no chão.

O homem foi levado por policiais. O cantor, apesar do susto, voltou para dentro da loja e continuou dando autógrafos.

Folha Ilustrada

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Tristeza: Mãe joga van em rio próximo a Nova York e se mata com três filhos

Versão foi relatada a bombeiros pelo quarto filho, que conseguiu escapar.
Dois meninos, com idades de 5 e 2 anos, e menina de 11 meses morreram.


Uma mulher que estava envolvida numa briga doméstica colocou os quatro filhos em uma minivan e a se atirou no Rio Hudson, nos Estados Unidos, matando a si mesma e a três das crianças.

Um dos garotos, de 10 anos, conseguiu escapar da van e chegar até um posto de bombeiros próximo, contou o chefe da unidade, Michael Vatter. O garoto contou que a mãe dirigiu em direção a uma rampa na margem do rio em Newburg, a cerca de 96 km de Nova York, atirando o carro nas águas escuras do Hudson.
Carros de TV estacionados próximos à rampa onde mãe, com quatro filhos, jogou veículo no Rio Hudson (Foto: Seth Wenig / AP)

Dentro do carro, estavam os outros três irmãos do garoto: dois meninos, com idades de 5 e 2 anos, e uma menina de 11 meses.

Bombeiros e policiais vasculharam o local com botes e mergulhadores encontraram a minivan após uma hora a cerca de 25 metros da margem do rio, numa profundidade de 16 metros. Eles usaram um caminhão de reboque para retirar o veículo até a terra. “Todos estavam mortos”, disse o chefe dos bombeiros.

A família vivia a apenas seis quarteirões do local onde ocorreu o incidente. Os nomes não foram divulgados.
Vizinhos da mulher se disseram chocados com o ocorridos. Segundo vários deles, ela era uma mãe dedicada, que conciliava a criação dos filhos com um emprego fora.

“Ela era uma boa mãe”, contou Tina Claybourne, que vivia próximo à mulher, ao canal “10 News”, do grupo CBS. “Ela tomava conta dos filhos. Estava sempre com eles.”
Vizinhos disseram não saber o nome da mulher e nem onde ela trabalhava. Segundo os bombeiros, vizinhos contaram ter ouvido uma briga doméstica cerca de 10 minutos antes do incidente no rio, sem dar maiores informações.

Newburg, com cerca de 30 mil habitantes, fica no lado oeste do rio Hudson, que também banha Nova York e New Jersey.


Do G1, com agências internacionais

sexta-feira, 9 de julho de 2010

'Poker face'. Lady Gaga canta sob chuva em Nova York

Cantora de 'Poker face' e 'Bad romance' participou de 'Today', atração da rede NBC.
Um piano branco foi levado para as ruas de Manhattan e serviu de cenografia para a gravação.




Lady Gaga reuniu 18 mil pessoas para assistir à sua performance para o programa "Today", nesta sexta-feira, 9, em Nova York. De sutiã branco, a cantora apresentou sua nova canção, chamada "You and I", que ela disse ter escrito para a pessoa "mais importante que ela já conheceu". Tudo leva a crer que Gaga estava se referindo ao bartender Luc Carl, com quem retomou o namoro recentemente.


Agência/Reuters


Lady Gaga se apresenta em Nova York

Agência/Reuters


A cantora reuniu um público de 18 mil pessoas

Agência/Reuters


Sempre excêntrica, ela cantou de sutiã e com óculos esquisitos

Agência/Reuters


Lady Gaga


Fonte:  EGO 

sábado, 31 de outubro de 2009

Gigantes do rock brilham em noite de show em Nova York


Palco reuniu estrelas como Bono Vox, Mick Jagger e Fergie.
Show celebra o 25º aniversário do Rock and Roll Hall of Fame.

Foto: Henny Ray Abrams/AP

Bono (à esquerda) divide o palco com Mick Jagger no segundo dia de shows para comemorar o 25º aniversário do Rock & Roll Hall of Fame, em Nova York. No primeiro dia, participaram do evento estrelas como John Fogerty (Creedence), Sting (Police) e Stevie Wonder. (Foto: Henny Ray Abrams/AP)

Fonte: G1