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domingo, 10 de março de 2013

Ator Carlos Vereza confessa que já pensou em se suicidar

O ator Carlos Vereza, 74, confessou ao jornal "O Globo", deste sábado (9), que já pensou em se suicidar. Tudo por conta da dor insuportável que sentia quando rompeu o tímpano, durante as gravações da série "Delegacia de Mulher", em 1990.

"Pensei em suicídio, claro que pensei. Eu ia de clínica em clínica e ninguém resolvia nada. Numa, chegaram a dizer 'Ai, ó, se deu bem. Vai ficar no quarto em que ficou Raul Seixas', como se fosse um upgrade para a minha doença. E tome injeção. Eu me sentia como se estivesse rodando em cima de um LP", falou.

Além disso, o ator declarou que, nos anos 70, também passou por uma fase de "desajuste". "Naquela época, ou você entrava para a luta armada ou fugia do país. Eu não queria nenhuma das duas coisas. As drogas foram a minha saída", revelou.

O veterano ator, que afirmou ainda acreditar irrefutavelmente na reencarnação, estreia, em abril, a peça "O Teste", no Rio de Janeiro, ao lado de Tarcisio Meira. [br.tv.yahoo.com]


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Barrado em velório da ex, cantor Hudson divulga carta: 'Arrasado'


'Estou arrasado, moído', diz Hudson em carta para ex, morta em Limeira
Sertanejo foi proibido de participar do velório da ex-mulher nesta terça-feira.
Larissa Lopes, de 26 anos, morreu nesta segunda na concessionária do pai.
Hudson (à direita) divulgou carta de despedida à ex-mulher (Foto: Divulgação)


O cantor sertanejo Hudson (da dupla Edson e Hudson) foi proibido de participar do velório da ex-mulher, Larissa Lopes, de 26 anos, que morreu nesta segunda-feira (12) em Limeira (SP). Segundo relatos de pessoas que estavam na cerimônia, amigos e familiares de Larissa barraram a entrada do cantor no local. O corpo foi enterrado às 14h no Cemitério da Saudade.

Larissa morreu dentro da concessionária de automóveis do pai dela, localizada no Centro da cidade, com um tiro. A Polícia Civil suspeita de suicídio.

Na tarde desta terça-feira (13), a assessoria de Hudson divulgou uma carta de despedida do cantor para a ex-mulher, de quem se separou há cerca de um ano. Confira o texto:


"Você e eu sabemos da nossa verdade. Sabemos que o que vivemos e planejamos era sério. Quantas fotos, quantas lembranças boas! Sabemos que momentos infelizes praticamente não vivemos. Quando você foi embora, eu tinha certeza que voltaríamos muito rápido. Nós sabemos que essa separação nunca foi verdadeira. Quando entrei no quarto do hospital, vi você se despedir de mim pela última vez. Naquele lugar, somente eu e você. Chorei e te amei. Nós sabemos que nosso amor sempre será eterno. Estou arrasado, moído e até agora não entendi nada. Te amo muito Magrela do Lemão! Um pouco de mim também morreu."


SAIBA MAIS

Larissa Lopes, ex-mulher do cantor sertanejo Hudson
Ex-mulher do cantor sertanejo Hudson morre baleada em Limeira
Larissa Lopes, de 26 anos, foi atingida na cabeça por um disparo de arma.
Morte ocorreu dentro da loja de carros do pai da jovem, no Centro.

A ex-mulher do cantor sertanejo Hudson, Larissa Lopes, de 26 anos, morreu, na tarde desta segunda-feira (12), em Limeira (SP), atingida na cabeça por um disparo de arma de fogo. Segundo a Polícia Militar, a jovem morreu dentro da concessionária do pai dela, no Centro da cidade, e a suspeita é de suicídio.

A Polícia Civil informou que o caso foi registrado no 1º Distrito Policial, que vai averiguar as circunstâncias da morte, mas não fornecerá detalhes do caso sem a autorização da família. A assessoria de imprensa da dupla Edson & Hudson disse que recebeu durante a tarde a notícia de que Larissa havia sido baleada, e que ela chegou a ser socorrida, mas deu entrada no hospital já com morte cerebral.

Segundo informações da Funerária Bom Pastor, o corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para autópsia e deve ser liberado na manhã desta terça-feira. Ainda não há informações sobre horário e local do sepultamento. A assessora de imprensa de Hudson não informou se o músico acompanhará o velório.

Fonte: G1

terça-feira, 1 de maio de 2012

Jim Jones, o pastor do diabo e a maior tragédia religiosa de todos os tempos

A Tragédia de Jim Jones, 30 Anos Depois.
Publicado originalmente 22/11/2008
No dia 18 de novembro de 1978, um fanático religioso levou mais de 900 seguidores ao suicídio coletivo, numa das maiores tragédias com motivação religiosa da história.

Há exatos 30 anos, no dia 18 de novembro de 1978, ocorreu uma das maiores tragédias com motivação religiosa de todos os tempos. Naquela data, 909 seguidores da seita Templo do Povo, comandada pelo fanático James Warren Jones (o Jim Jones), cometeram suicídio coletivo na comunidade agrícola conhecida como Jonestown, na Guiana. O corpo de Jones foi encontrado junto ao de seus fiéis, com um ferimento a bala na cabeça.

O episódio foi o ponto culminante de uma história iniciada anos antes, quando Jim Jones, nascido no estado americano de Indiana, começou a reunir seguidores – em sua maioria, pessoas pobres e marginalizadas, muitas delas negras, que foram atraídas com promessas de uma vida melhor ao lado do pregador. O sonho de uma comunidade alternativa se concretizou em 1977, quando Jones e os adeptos da seita migraram para a Guiana. Jonestown era uma comunidade auto-suficiente, à semelhança do kibutzin israelense, estabelecida no meio da selva amazônica.

Isolados, seus moradores viviam à margem do mundo, na Guiana (América do Sul). Viviam isolados, sem qualquer contato com o mundo exterior, sob pena de castigos que podia chegar a espancamentos públicos. Era absolutamente proibido opinar acerca das regras estabelecidas e uma das rotinas obrigatórias eram as longas pregações do líder.

Conta-se que os seguidores eram obrigados a satisfazer todos os caprichos de Jones. O dirigente podia escolher suas mulheres entre as seguidoras e interferir diretamente na maneira como as crianças deveriam ser educadas. O mundo só tomou conhecimento de que algo de muito grave acontecia na América do Sul quando o congressista americano Leo Ryan foi executado durante uma visita à seita. Ele foi até Jonestown a pedido de seus eleitores, acompanhado por dois jornalistas, e passou alguns dias conhecendo as instalações e o modo de vida imposto por Jones.

Procurado por fiéis que desejavam desesperadamente sair dali, o deputado conseguiu transporte aéreo para levar um grupo de volta aos Estados Unidos. Antes do embarque, contudo, os homens de Jones mataram todos a tiros numa emboscada.

Jim Jones apercebeu-se que o fim da seita estava próximo, pois àquela altura o governo americano já montava uma força tarefa para acabar com a comunidade e libertar os fiéis, já considerados prisioneiros de um fanático. O falso pastor, então, reuniu todo rebanho para o último sermão. Falou dos inimigos, dizendo que a morte era melhor que a rendição aos infiéis. A certa altura, num ato extremo, exigiu que todos ingerissem um refresco com cianeto, um veneno mortal. Adultos, crianças e idosos obedeceram de bom grado, na expectativa de que a morte lhes abrira aporta para uma vida nova. Três seguidores de Jones, que conseguiram fugir antes do suicídio coletivo, sobreviveram para contar em detalhes as histórias de horror de Jonestown.

Vídeo: Fantástico - O Suicídio em Massa dos Membros da Seita de Jim Jones 28/11/1978


Sobrevivente diz que perdoa
Jim Jones




De volta ao templo domedo. Esta semana, fez 30 anos que mais de 900 pessoas, comandadas pelo fanático Jim Jones, cometeram suicídio coletivo, tomando refresco envenenado. O clima na seita era de terror permanente. Jim Jones – paranóico, bêbado, drogado – tinha controle completo sobre seus fiéis.


Os repórteres Álvaro Pereira Júnior e Américo Figueiroa viajaram ao local do massacre, num ponto perdido na selva da Guiana, em busca de vestígios das vidas que um dia existiram ali.


Nos Estados Unidos, localizamos uma das pouquíssimas sobreviventes da seita. Ela fugiu para a floresta e escapou do horror.


"Morram, morram com alguma dignidade. Vamos acabar logo com isso. Acabar logo com essa agonia". Quem fala é o fanático Jim Jones, o líder da seita templo dos povos. Em um ponto perdido na selva da Guiana, ele comandava o suicídio coletivo de seus mais de 900 seguidores. O dia é 18 de novembro de 1978.


Como essa gente chegou a uma situação tão dramática? Quem era Jim Jones? Quais marcas trazem hoje os poucos sobreviventes do massacre?


Trinta anos depois, o que restou de Jonestown, a vila que Jim Jones mandou erguer em plena selva? Essa é uma das regiões onde foi encontrada a maioria dos corpos.


Filho de pai alcoólatra, que não trabalhava, Jim Jones era obcecado, desde a infância, por morte e religião. Nos anos 50, fundou o ‘Templo dos Povos’ em Indiana, Estados Unidos, depois de fazer um curso de pastor por correspondência. Na época, ele defendia uma sociedade cristã igualitária, "onde não há ricos ou pobres. Onde não há raças".


Com idéias assim, não havia lugar para Jones na conservadora Indiana. Em 1962, ele veio parar em Belo Horizonte, onde viveu, com a família, cerca de um ano. Era um vizinho misterioso. “Era muito fechado, ele não batia papo com ninguém”, lembra a aposentada Terezinha Machado.


De volta aos Estados Unidos, Jim Jones e seus seguidores, na grande maioria negros, se mudaram para a Califórnia. Primeiro para o interior, depois para a rebelde San Francisco.


Leslie Wilson, uma das poucas sobreviventes, tinha só 13 anos quando se juntou ao Templo dos Povos. “Minha irmã, Michelle, se envolveu com drogas. Então uma amiga da minha mãe disse que havia um lugar que oferecia tratamento de reabilitação para dependentes", ela conta.


Carismático, Jones se aproximou de políticos, virou até secretário de habitação. Mas era um tirano no templo, onde exigia ser chamado de pai e o Deus era ele mesmo. "Vêem Cristo em mim", ele dizia.


No altar, se vangloriava por fazer sexo com mulheres e homens da seita. “Ele dormia com homens, e se gabava disso no púlpito", lembra Leslie.


Em 1977, Jim Jones descobriu que sua farsa começava a desmoronar. Uma revista iria revelar que a seita tomava dinheiro e propriedades dos fiéis. Era uma central de terror, violência, isolamento, falsos milagres, abusos psicológicos e sexuais. Em questão de horas, apavorado com as denúncias da revista, ele ordenou a fuga para a Guiana. Sem dar satisfação para amigos e parentes, os fiéis obedeceram.


Nesse país pobre da América do Sul, alguns seguidores construíam, havia três anos, uma vila de 12 quilômetros quadrados: Jonestown. A mãe, o irmão, a irmã, o marido de Leslie, e o filho do casal, Jakari, de 3 anos, e mais dois sobrinhos se mudaram para a comunidade.


Leslie, desconfiada, chegou só dois meses depois, movida por uma intuição. "Se você não for agora, nunca mais vai ver seu filho", afirma Leslie.


Passados 30 anos, nós refizemos o caminho até o Templo dos Povos. Partimos da capital, a pequena e violenta Georgetown. Começa agora a nossa jornada por terra, mar e rios até o interior do país, até o que restou dotemplo de Jim Jones.


Viajamos uma hora de carro. Depois, debaixo de chuva, 45 minutos em um pequeno barco. Mais uma hora de carro e chega a última etapa: seis horas e meia em uma voadeira, floresta adentro.


É curioso imaginar o que aquelas pessoas, que vinham de uma das regiões mais urbanizadas e ricas do mundo, a Califórnia, sentiram ao desembarcar na selva da Guiana.


Chegamos finalmente ao vilarejo mais próximo de Jonestown: Port Kaituma. Guias locais nos levam por mais dez quilômetros sem asfalto até a terra prometida de Jim Jones. Nesta região, ficava o chamado “pavilhão”, que é onde as pessoas se reuniam para as cerimônias principais em Jonestown.


Ainda existem vestígios da comunidade: o que restou de um caminhão na selva da Guiana, um pedaço de um torno, uma secadora de grãos, um forno. O refeitório ficava mais ou menos nessa área.


No auge, Jonestown fervilhava. Quase mil pessoas trabalhavam seis dias por semana, 10 horas por dia, tentando cultivar uma terra estéril. Faltava comida. A higiene era nenhuma. "Usávamos jornal em vez de papel higiênico", conta a sobrevivente.


A única fonte de informações era o serviço de alto-falantes. Nele, só se ouvia a voz de Jim Jones, 24 horas por dia. Cada vez mais paranóico, sob o efeito de álcool, anfetaminas e tranqüilizantes, o pastor via perigo e traição em todos os cantos. A quem desejava ir embora, disparava acusações de blasfêmia.


O grupo viveu cerca de um ano esquecido na selva, até que recebeu a visita de um deputado, Leo Ryan, e de jornalistas da Califórnia. Eles investigavam denúncias de que Jonestown era um campo de concentração e de trabalhos forçados. No começo, Ryan, recebido com festa, ficou fascinado. Disse ter a impressão de que aquilo era a melhor coisa da vida de muitas daquelas pessoas.


"Era tudo uma farsa", revela Leslie.


Jim Jones tinha ordenado que todos vestissem suas melhores roupas e parecessem felizes, mas os visitantes começaram a receber bilhetes com pedidos de ajuda para fugir. Era sábado, 18 de novembro. Os jornalistas questionaram Jim Jones. Com a fala arrastada, ele disse que era tudo mentira.


Instala-se a confusão. "Devolva meu filho", grita uma mãe.


Um fanático tenta esfaquear o deputado. É contido, mas deixa a marca do próprio sangue na camisa de Leo Ryan. O cenário é de caos. A comitiva leva consigo 15 pessoas que abandonavam o templo.


Enquanto isso, Leslie, o filho Jakari e outros sete dissidentes fogem pela mata. A família dela não queria ir embora. Leslie disse para a mãe que iria a um piquenique. “Ela perguntou ‘um piquenique?’, e me olhou desconfiada. Então, eu disse: ‘Eu te amo muito’. Ela respondeu: ‘Eu te amo também’".


O deputado e os fugitivos chegam à pequena pista de Port Kaituma. "Um trator começou a se aproximar dos aviões. E eu ouvi pop, pop, pop”, lembra o jornalista sobrevivente Charles Krause.


O deputado Leo Ryan é assassinado, assim como três jornalistas e uma das pessoas que tentavam fugir de Jonestown. Foram 11 feridos e cinco mortos.


Em Jonestown, o pastor anuncia: o deputado está morto. "Por favor, tragam a medicação". A medicação é, na verdade, refresco misturado com cianeto, um veneno mortal. Julgando-se sem saída, Jones viu como último recurso o suicídio de todos os fiéis.


Todas as 303 crianças recebem a dose de veneno – muitas dadas pelos pais. Algumas mães hesitam. "Mãe, mãe, mãe, mãe, não faça isso", pede o pastor.


Agora, os adultos tomam o veneno. "Rápido, rápido, rápido! Se não podemos viver em paz, vamos morrer em paz”, gritava o pastor.


Jim Jones é um dos últimos vivos. "Não cometemos suicídio", ele diz. "Cometemos um suicídio revolucionário contra um mundo desumano".


Logo em seguida, silêncio. Jim Jones não tomou veneno. Morreu com um tiro na cabeça. Disparado por quem, até hoje não se sabe. Leslie, que perdeu seis parentes no massacre, diz que perdoa Jim Jones. “Eu o perdôo por ser o maníaco que era”, diz Leslie Wilson.


Mas a culpa por fugir sem a família a persegue até hoje. “Será que a minha mãe pensou que eu os abandonei? Que deixei para trás meu irmão e minha irmã? Será que eles pensaram isso de mim? Essa culpa me corroeu por dentro durante anos”, conta Leslie.


Agora, o governo da Guiana fala em construir um monumento aos mortos. Semana passada, limparam parte doterreno e até placas foram instaladas. A idéia é que o suicídio em Jonestown não desapareça da história.


Mas as autoridades podem ter certeza de que mesmo que o monumento jamais seja construído, o mundo nunca vai esquecer do que aconteceu no dia 18 de novembro de 1978.


Foram mais de 900 mortos. Uma carta anônima, escrita por um membro da seita pouco antes de morrer, resume os momentos finais. "A escuridão paira sobre Jonestown em seu último dia na Terra".


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

México: indígenas se suicidam por fome

México: denúncia de que indígenas se suicidam por fome
Diante da falta de alimentos, os indígenas "se jogam do barranco, outros se enforcam", disse Ramón Gardea, do sindicato Frente Organizada de Camponeses

Em um evento nunca antes visto, uma onda de suicídios que assola a Serra Tarahumara, aparentemente devido à fome que atingiu a região, agravada pela presença de grupos criminosos, a seca, frio e falta de apoio do governo, jornal Excelsior informou em seu site.


MÉXICO - Cerca de 50 indígenas rarámuris se suicidaram em dezembro de 2011 na Serra Tarahumara do México pelo desespero de não poder alimentar seus filhos, disse no domingo Ramón Gardea, do sindicato Frente Organizada de  Camponeses, embora o governo local tenha desmentido esta informação.

"As mulheres indígenas quando ficam quatro ou cinco dias sem poder dar comida aos seus filhos ficam tristes, e é tanta tristeza que até o dia 10 de dezembro (2011) 50 homens e mulheres, pensando que não têm nada para dar para seus filhos, se jogaram  do barranco", disse Gardea a uma rede de televisão do estado de Chihuahua (norte), onde se localiza a serra Tarahumara.

Diante da falta de alimentos, os indígenas "se jogam do barranco, outros se enforcam", insistiu Gardea. O líder camponês não informou quando foi registrado o primeiro suicídio dos indígenas, que têm como principais atividades econômicas a agricultura, a caça a manufatura de cestos, além da exploração florestal.

No entanto, o governo de Chihuahua desmentiu em um comunicado a informação sobre os suicídios. Apenas "quem não conhece a idiossincrasia (dos indígenas rarámuris) poderia acreditar em semelhante versão. Sua formação na dureza da serra os faz homens e mulheres com um temperamento a toda prova", sustentou o governo.

Da AFP

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Policial executa a mãe a tiros e se mata no meio da rua em Alegre

Policial executa a mãe a tiros e se mata no meio da rua em Alegre
Imagem Facebook
Thiago viu dona Luiza Marilak Biana discutindo com uma mulher em um bar. O soldado fez vários disparos contra a mãe que morreu no local


Uma tragédia familiar aconteceu no início da noite de ontem em Rive, distrito do município de Alegre, na região do Caparaó. Um policial militar matou a mãe a tiros no meio da rua e se matou em seguida.

De acordo com informações de testemunhas, tudo começou quando o soldado Thiago da Silva Biana, 25 anos, foi ao bairro São Bartolomeu buscar a namorada. A mãe dele, Luiza Marilak da Silva Biana (a idade dela não foi informada) estava em um bar na localidade. Quando Tiago chegou, viu a mãe discutindo com a dona do estabelecimento e uma outra mulher.

Ainda segundo o relato de testemunhas, o policial começou a discutir com a mãe, se descontrolou e acabou disparando vários tiros contra ela. Luiza Marilak morreu no local. Ao perceber que ela estava morta, Thiago imediatamente deu um tiro no ouvido e também faleceu no meio da rua.

perícia
Ao todo, sete cápsulas de bala foram encontradas no chão. A perícia só chegou ao local por volta das 20h. Os corpos foram levados para o Departamento Médico Legal de Cachoeiro de Itapemirim.


Segundo informações da Polícia Militar do município de Alegre, Thiago Biana morava em Rive, mas atuava em Castelo, função que exercia havia dois anos. Ele também era estudante de Direito de uma faculdade de Cachoeiro de Itapemirim e morava sozinho com a mãe. De acordo com informações de vizinhos, os parentes dos dois moram no Rio de Janeiro.

SARA MOREIRA - GAZETA ONLINE

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Briga com Zezé teria motivado Luciano a tentar suicídio

Briga com Zezé teria motivado Luciano a tentar suicídio; cantor está na UTI

Luciano anunciou fim da parceria com Zezé durante show
A briga entre os irmãos Zezé Di Camargo e Luciano na noite desta quinta-feira (28), que culminou com o irmão mais novo anunciando o fim da dupla, pode ter consequências ainda mais devastadoras.

De acordo com a Band Curitiba, Luciano teria tentado tirar a própria vida, após o desentendimento com Zezé. Ele teria sofrido uma overdose de remédios e os médicos avaliam o estado clínico do sertanejo, que deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Cruz, em Curitiba, às 10h desta sexta.

Antes da internação, a assessoria de imprensa dos dois filhos de Francisco negou que os cantores estejam se separando. Segundo a comunicação dos sertanejos, foi apenas uma briga normal entre irmãos.

O clima entre os irmãos Zezé di Camargo e Luciano não está nada bom. Segundo informações da Band Curitiba, Luciano teria tentado suicídio nesta sexta-feira. O cantor sofreu uma overdose de remédios e os médicos estão avaliando o estado clínico dele. Toda a confusão aconteceu porque Luciano brigou com Zezé na noite passada e não quis subir no palco com o irmão. No palco, Zezé anunciou o fim da dupla. A assessoria tratou de avisar pelo twitter que brigas acontecem, mas que a dupla continua. [Bahia Notícias]



Sem Luciano, Zezé di Camargo chora durante show em Curitiba
'Isso que aconteceu foi um acidente de percurso', afirmou o artista.
Irmão do cantor está internado e, na quinta (27), disse que deixaria a dupla.


O cantor Zezé di Camargo, da dupla com Luciano, emocionou-se e chegou às lágrimas durante o show que fez nesta

sexta-feira (28) em Curitiba. Ele se apresentou sem o irmão, que está internado após passar mal na manhã de sexta. Segundo boletim médico,  o cantor teve uma alteração no nível de potássio provocada pelo uso de diuréticos.


"Isso que aconteceu foi um acidente de percurso", disse Zezé no início da apresentação, que começou com a música "A ferro e fogo". "A gente ainda vai voltar para cantar aqui juntos, nem que a gente tenha que ser um quarteto: nós dois, eu e o Luciano, e mais duas enfermeiras nos segurando".


Na apresentação de quinta-feira (27), no mesmo teatro, Zezé fez uma parte do show desacompanhado. Quando entrou no palco, Luciano anunciou que deixaria a dupla -- o que foi negado pela assessoria de imprensa dos artistas.


"Eu desconsidero qualquer palavra que meu irmão tenha dito que tenha me magoado", disse Zezé no show dessa sexta. E depois, como que se dirigindo a Luciano: "Eu estou com você, você queira ou não queira".
Depois, o cantor chorou no momento em que cantava "O portão", de Roberto Carlos. Zezé voltou a conversar com o público diversas vezes e disse que Luciano tomava remédios para emagrecer.








Nos momentos finais da apresentação, uma criança subiu no palco e leu um texto que escreveu para a dupla. A mensagem dizia: "Zezé, o Luciano é sua estrela. Luciano, o Zezé é sua estrela". O show terminou com a canção "Saudade da minha terra".


Apoio dos fãs
Uma das primeiras a chegar para o show dessa sexta, a secretária Eliana dos Santos, de 48 anos, relembrava na fila o que tinha ouvido sobre a noite anterior. A fã ainda estava surpresa com os desabafos. “Nunca faltei a nenhum show deles aqui [no Guaíra]”, disse.


Por isso, por nunca faltar, estava na fila para ver o espetáculo de novo. Foi a primeira a chegar. “Ontem [quinta] o clima no palco estava pesado”. Junto estava a sobrinha, de 9 anos, fã de “Zezé di Camargo e Luciano e também de Luan Santana”, garantiu a menina.


A tia falou mais de uma vez sobre a possibilidade de separação da dupla: “Quando ouvi o Luciano dizendo que iriam acabar, senti como se uma família estivesse acabando. Nunca tinha visto os dois cantando em lados opostos. Fiquei muito triste. (...) Deu até vontade de chorar”.


Logo atrás, também na fila para o show, a aposentada Marcimara Pilato, de 63 anos, comemorava a primeira vez em que ouviria as canções de que gosta ao vivo. Ela e as duas filhas, Danielle, de 30 anos, e Daffele, de 25 anos, vieram de Araucária, cidade da Região Metropolitana de Curitiba.  “A gente conheceu as músicas por causa da mãe”, disseram as filhas.  “A dupla começou junta, e Luciano vai fazer falta [no show]", avaliou Danielle. "Mas, quando a segunda voz faltar, a gente segura”, disse.


Internação na manhã desta sexta
Luciano deu entrada no Hospital Santa Cruz, na capital paranaense, às 9h de sexta. Segundo o médico Hipólito Carraro Junior, por causa de uma alteração no nível de potássio, provocada pelo uso de diuréticos.


Ele chegou ao hospital assustado e com o coração batendo rápido. Exames indicaram que o índice de potássio no sangue estava baixo. E, "isso pode causar uma parada cardíaca", explicou o médico.


"É pouco provável que ele tenha alta hoje", informou o médico em entrevista coletiva. O cantor sentiu um desconforto e não teria dormido bem durante a noite, por isso foi buscar atendimento pela manhã.


Veja a íntegra do boletim médico:
"O Luciano foi admitido neste Hospital as 09h00 AM de hoje, após desconforto decorrente de hipocalemia aguda. Essa redução do potássio no sangue foi decorrente do uso recente de diurético usado para controle de inchaço nos braços e pernas, que o Luciano já apresentava principalmente nesse período do ano, quando realiza mais shows. Alterações do potássio podem levar à parada cardíaca e assim optamos por manter o Luciano sob observação na UTI, enquanto corrigimos essa alteração. No momento ele está bem, dormindo após o susto."


Luciano chegou na recepção caminhando, com um boné na cabeça e chegou a tirar fotos com pessoas que estavam lá. Depois disso, entrou para ser atendido, informou a assessoria do hospital.

Confira a trajetória da dupla Zezé Di Camargo & Luciano

1962
Nasce em Pirenópolis (GO), no dia 17 de agosto, Mirosmar José de Camargo, o Zezé, primeiro filho de Francisco e Helena Camargo

1963
Nasce Emival Camargo, com quem Zezé formaria a dupla-mirim Camargo & Camarguinho

1973
Nasce em 20 de janeiro Welson David Camargo, que adotaria o nome artístico Luciano

A dupla Zezé di Camargo e Luciano

1974
A família se muda para Goiânia

Após tocar em rodoviárias e quermesses em sua cidade natal, Camargo & Camarguinho começa a fazer turnês pelo Brasil

Wellington, um dos oito filhos de Francisco, contrai paralisia infantil e fica paraplégico

1975
Durante uma viagem pelo interior do Maranhão, Camargo & Camarguinho sofrem um acidente de carro: Emival morre na hora e Zezé fica em coma induzido

1977
Recuperado do trauma, Zezé volta a cantar e integra o trio Os Caçulas do Brasil, com quem grava um disco

1979
Zezé permanece com um membro do trio e forma a dupla Zazá & Zezé, que gravou três LPs

1987
Zezé se muda para São Paulo e grava dois discos solo pelo extinto selo Três M

A dupla Leandro & Leonardo grava uma canção de sua autoria, chamada "Solidão"; o single estoura

1989
De volta a Goiânia para visitar a família, Zezé descobre que Luciano aprendeu a cantar e os dois formam uma dupla

1991
Zezé di Camargo & Luciano lança o seu primeiro álbum, autointitulado, que traz a canção "É o Amor"; o single estoura e o disco chega a marca de um milhão de cópias vendidas em pouco mais de um ano

1994
A dupla lança em toda a América Latina o seu primeiro CD em espanhol

1995
Junto às duplas Chitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo, estrela o programa "Amigos", pela Globo: o projeto foi ao ar até 1997 e rendeu três CDs

2004
A dupla leva o Grammy Latino de melhor álbum de música sertaneja

2005
É lançada a cinebiografia "2 Filhos de Francisco - A Hiistória de Zezé di Camargo & Luciano": o longa atinge 5,6 milhões de espectadores e se torna a maior bilheteria do cinema nacional até então

Voltam a receber o Grammy Latino, desta vez, de melhor disco romântico

2010
A dupla lança "Double Face", seu álbum mais recente, no qual procurou integrar músicas de sertanejo raiz e canções românticas

Luciano é condenado a pagar uma indenização de R$ 30 mil por ter agredido um homem durante um comício em Porto Alegre, em 2004

2011
Na quinta-feira, durante um show em Curitiba, Luciano declara o fim da dupla; a assessoria nega

Nesta sexta, o cantor é admitido na UTI do hospital Santa Cruz, na capital paranaense, por uma suposta intoxicação de medicamentos

Zezé di Camargo anunciou que fará o show de hoje, na mesma cidade, mesmo sem o irmão





segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Herança maldita. Aposentado mata irmãs e comete suicídio.

Homem mata irmãs e comete suicídio

Aposentado atira nas familiares, se mata e estarrece a população; suspeita é de desentendimento por partilha de bens

Casa onde as duas irmãs foram assassinadas
Jaú - Uma tragédia em família abalou Jaú no início da noite de ontem, quando um homem matou as duas irmãs e em seguida cometeu suicídio. Francisco Miranda de Almeida Prado, de 59 anos, atirou nas irmãs Ana Carolina, 66,  e Ana Cecília de Almeida Prado, 60, e em seguida disparou contra a própria cabeça. O fratricídio seguido de homicídio ocorreu na casa onde os irmãos moravam junto à mãe, Ana Maria de Almeida Prado, 89, no Centro da cidade.

O crime chocou os moradores de Jaú. Tradicional na cidade, a família que protagonizou a tragédia, conforme informações extraoficiais, enfrentaria discussões acerca de uma suposta partilha de bens.

Segundo o delegado Claudemir Ferracini, plantonista da Polícia Civil que foi ao local do duplo homicídio seguido de suicídio a pedido da própria família, os rumores ligados ao suposto entrevero por causa de herança serão reservados apenas às investigações. Em entrevista no Plantão Policial da cidade algumas horas após a tragédia, ele não confirmou, mas não desmentiu, que um suposto desentendimento por partilha de bens estaria entre as possíveis motivações dos crimes.

Policiais civis e militares de Jaú foram acionados pouco após as 18h, horário em que o fato foi registrado oficialmente.

As primeiras pessoas que chegaram em frente à confortável moradia da família, na rua Paysandu, região central, impressionaram-se ao ver a senhora de 89 anos, mãe das vítimas e autor, tremendo, em estado de choque.

De acordo com os policiais que entraram na residência, o cenário era desolador, com uma das irmãs caída na escada, outra numa varanda e o corpo de Francisco estirado no chão da sala de jantar. Testemunhas disseram que a mãe, apavorada e sem saber o que fazer, ainda teria arrancado o revólver calibre 38 utilizado por Francisco das mãos do filho morto. Desesperada, ela ainda jogou a arma atrás da geladeira, onde policiais a recolheram, posteriormente.

Por conta dos momentos de terror envolvendo os filhos, Ana Maria ainda se machucou. Com escoriações num dos braços, ela se feriu ao tentar abrir o portão na tentativa de sair da casa logo após os tiros. “Ela está muito chocada, mas esclareceu que se lesionou no momento em que foi até a grade e não conseguia localizar as chaves do portão principal para pedir socorro e teve uma escoriação leve”, detalha o delegado Ferracini, acentuando que, em depoimento, a mãe das vítimas confirmou ter pego a arma do crime.

Um outro revólver chegou a ser apreendido por policiais militares. A arma, um antigo “galanti 6.35”, entretanto, não teria qualquer relação com os crimes, praticados com o revólver calibre 38.

“Jaú amanhã (hoje) vai amanhecer sob choque. É uma família tradicional e muito bem vista”, comenta uma popular, que pediu para não ser identificada, em frente à cena do crime.



 ‘Herança maldita’?


Ana Cecília e Ana Carolina de Almeida Prado eram professoras aposentadas, respectivamente nas áreas de educação física e ensino fundamental.


Francisco era bancário, também aposentado. Instantes antes do crime, de acordo com populares que se aglomeraram em frente ao palco da tragédia, o autor esteve num posto de combustíveis, a algumas quadras da casa, onde assistiu a uma partida de futebol pela televisão. Logo após o apito final, ele foi ao encontro das irmãs, com quem - também conforme relatos extraoficiais em Jaú - já discutira a questão de uma suposta partilha de bens. Chocada, uma ex-aluna de uma das vítimas, também em frente à casa, lamentava: “Elas eram ministras da Eucaristia da igreja de Nossa Senhora do Patrocínio. Eram tranquilas”, descreve a mulher, que também pediu para ter a identidade resguardada.

Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Jaú, de onde ainda não haviam sido liberados até as primeiras horas da madrugada de hoje. O caso, a partir de agora, está sob os cuidados da equipe de investigação chefiada pelo delegado Euclides Salviato, do 1.º Distrito Policial de Jaú. “A investigação não está fechada, mas a princípio, seria um duplo homicídio das irmãs, seguido de suicídio, fato confirmado pela mãe das três vítimas. Mas a Polícia Civil continuará investigando”, assegurou o delegado Ferracini, ainda ontem à noite. Sobre uma possível briga por herança, o policial optou por resguardar a questão. “Por respeito à dor dos familiares”, alegou o plantonista, um dos policiais que esteve na cena dos crimes.

“Logo na escada próximo de uma varanda que dá acesso à sala de jantar encontramos o corpo de uma das vítimas. Na mesma varanda estava o segundo corpo, a uma distância de um metro e meio, e na sala de jantar o corpo dele”, descreve o delegado, que a pedido do advogado da família Almeida Prado, não informou oficialmente o nome dos envolvidos, obtidos pela reportagem por meios alheios à Polícia Civil.

Vídeo: Partilha de herança milionária teria motivado tragédia no interior de São Paulo


Francisco Almeida Prado matou as duas irmãs e se matou em seguida. A mãe está internada em estado choque. A polícia ainda não sabe o valor exato do patrimônio, que inclui carros, casas, fazendas e gado.



Luiz Beltramim

domingo, 25 de setembro de 2011

Afinal, o boxeador Arturo Gatti foi assassinado ou cometeu suicídio?

Peritos dos EUA e Canadá, contrariam brasileiros: 'boxeador Arturo Gatti foi assassinado'

Peritos dos Estados Unidos e do Candá, contratados pela família do boxeador Arturo Gatti, entre eles agentes do FBI aposentados, fizeram uma investigação a pedido da família do atleta e apontaram que o lutador não cometeu suicídio, como disse a Polícia Civil de Pernambuco. Segundo a investigação paralela, ele teria sido vítima de assassinato, em julho de 2009, em um flat na praia de Porto de Galinhas, no litoral sul do estado. O principal indício de que teria havido equívocos na investigação brasileira seria uma revisão da necropsia da vítima, em que os investigadores supostamente teriam encontrado marcas de pancadas na nuca do lutador, o que indicaria que ele foi atingido antes do suposto enforcamento.

O resultado foi anunciado na tarde desta quarta-feira, no Global Boxing Gym, de Nova Jersey, nos Estados Unidos, após 10 meses de investigação. As informações foram reveladas um dia após decisão do juiz Claudine Roy, que validou um processo que decidirá o destino da herança de Arturo Gatti, atualmente disputada pela esposa, a brasileira Amanda Rodrigues, e a família do boxeador. Um dos impasses encontrados pela Justiça, e principal alegação dos familiares, é a existência de dois testamentos, o último deles, assinado poucos meses antes de sua morte, deixando toda a sua fortuna para a esposa, deixando de lado a filha de seu relacionamento anterior, Sofia Bella.

A família do boxeador alega que o lutador não compreendeu os detalhes do documento e que teria sido enganado para redirecionar sua herança. Além disso, afirma que o relacionamento com a brasileira Amanda Rodrigues já vinha conturbado, incluindo um acordo formal, na Justiça, de indenização no valor de 1 milhão de dólares, em caso dela conseguir provar qualquer infidelidade do marido.

De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Civil, a insituição não vai se pronunciar sobre o assunto, uma vez que o inquérito já foi concluído e encaminhado e não vai modificar em nada a sua decisão. Ainda segundo a orientação dada pelo chefe da Polícia Civil, Manoel Carneiro, essa contraprova terá que ser apresentada em juízo e caberá à Justiça avaliar e decidir de o inquérito será ou não reaberto.

O advogado pernambucano Eduardo Trindade foi contratado pela família de Arturo Gatti para acompanhar o caso no Recife. Já o advogado Célio Avelino, que defendeu na época a viúva do boxeador, Amanda Karine Barbosa Rodrigues, alegou que ainda não foi notificado oficialmente sobre o fato, mas adiantou que a investigação realizada pelos policiais americanos aposentados não tem competência para anular o trabalho dos policiais pernambucanos, que há dois anos atrás não atestou a culpa da sua cliente. À época do crime, a mulher chegou a ficar presa 18 dias na colônia penal feminina do Recife. "O que eu tenho é uma investigação oficial, que conclui pelo suicídio. Não conheço essa investigação paralela e o que a gente valoriza é a perícia oficial. Não posso emitir juízo de valor sobre essa investigação paralela e não iremos tomar nenhuma medida antecipadamente. Ainda não posso me posicionar", disse Avelino esta manhã.

A mineira, na ocasião com 23 anos, foi inicialmente apontada como principal suspeita de ter assassinado o marido. O alvará de soltura foi assinado pela juíza de Ipojuca, Ildete Veríssimo, depois de receber uma cópia do resultado do inquérito policial. O material, assinado pelo delegado Paulo Alberes, responsável pelo caso, indicava que o ex-boxeador, que tinha 37 anos, cometeu suicídio. Diante da conclusão, o próprio delegado solicitou a soltura imediata de Amanda.

A perícia apresentada pela legista Luciana Maria Borges, do IML, apontou que a morte de Arturo Gatti ocorreu por asfixia mecânica decorrente de enforcamento. Porém, ignorou a causa jurídica. No próprio laudo da perícia tanatoscópica, a médica diz que precisaria de mais informações como, por exemplo, a posição em que Arturo foi encontrado.

A hipótese inicial, que chegou a ser divulgada pela polícia, era de que o ex-bicampeão mundial de boxe teria sido estrangulado com a alça de uma bolsa. O boxeador foi encontrado morto num flat na praia de Porto de Galinhas, na madrugada do dia 11 de julho, onde ele, a mulher e o filho de 10 meses, passavam férias.

Na ocasião, o delegado Josedite Ferreira, responsável pelas primeiras investigações do caso, alegou que a hipótese de crime passional era a mais forte, uma vez que não foram encontrados vestígios da presença de outras pessoas no quarto do casal.
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IRMÃO DE EX-CAMPEÃO MUNDIAL TAMBÉM ACUSA A CUNHADA DE ASSASSINATO

Depois de a irmã do boxeador Arturo Gatti, assassinado no último sábado, ter dito numa entrevista à imprensa canadense que sua morte foi premeditada pela viúva, Amanda Rodrigues, agora foi a vez de o irmão complicar a vida da cunhada, presa como principal suspeita. Fabrizio Gatti prestou depoimento nesta quarta-feira à polícia de Pernambuco e confirmou que Amanda fazia ameaças de morte ao ex-campeão mundial.

Fabrizio veio ao Brasil para levar o corpo do irmão para ser sepultado no Canadá. Após o depoimento, ele reconheceu o corpo do irmão. Em seguida, o cadáver foi embalsamado no munícipio de Paulista, Região Metropolitana de Recife, para depois ser transladado para São Paulo, onde ficará guardado na Clínica Aespe. Segundo a proprietária da clínica, Yara Tamelini, ainda não há prazo para o cadáver seguir ao Canadá.

A Polícia Civil de Ipojuca, responsável pelo inquérito, afirmou que vai fazer a reconstituição do assassinato de Arturo Gatti na próxima semana. “Temos um prazo curto para concluir o inquérito e precisamos adiantar esse processo o mais rápido possível, mas não depende só da gente”, disse o delegado Paulo Alberes.

Confira, na íntegra, nota ofical divulgda no final da manhã pela Polícia Civil:

A Polícia Civil de Pernambuco informa que as supostas contra-provas produzidas por um investigador particular contratado pela própria família do boxeador Arturo Gatti, encontrado morto dia 11 de julho de 2009 em um flat alugado na praia  Porto de Galinhas, deverão ser apresentadas em juízo, para que a Autoridade Judiciária local possa avaliar procedente o pedido de revisão do inquérito policial que concluiu por suicídio da vítima. O delegado responsável pelo caso, Paulo Alberes, explica que todas as informações colhidas nas diligências policiais apontam para a conduta de suicídio adotada pelo boxeador. O laudo do Instituto de Medicina Legal de Pernambuco e as perícias realizadas pelo Instituto de Criminalística no local de crime ratificam o relatório do inquérito policial que decidiu que Arturo Gatti se matou por enforcamento. É importante salientar que foram divulgadas matérias de jornais canadenses sobre o caso, nas quais são relatadas que a autópsia realizada no corpo do boxeador, pelo Laboratório de Ciência Judiciária da cidade de Montreal, no Canadá, confirmam o enforcamento como causa da morte, um dos indícios para o crime de suicídio, mesma conclusão da polícia brasileira
Diario de Pernambuco 




Tribunal deve decidir com quem fica herança de boxeador até fim de outubro
O corpo de Arturo Gatti foi encontrado em um hotel, em julho de 2009, em Porto de Galinhas. A viúva afirma que ele se suicidou, mas a família do lutador acredita que ele tenha sido assassinado. 




O Fantástico fala de um mistério: o que aconteceu com o campeão mundial de boxe encontrado morto em Pernambuco? A polícia diz que Arturo Gatti se matou, mas a família acusa a viúva brasileira de ter assassinado o marido.


Repórter: Você não matou o seu ex-marido? 
Amanda Rodrigues, viúva de Arturo Gatti: Não, de forma nenhuma. Eu fiz tudo para meu marido ficar vivo. 
Eduardo Trindade, advogado da família: Amanda matou Arturo Gatti. 


Arturo Gatti era canadense, boxeador, duas vezes campeão mundial. Morreu aos 37 anos, em julho de 2009, em Porto de Galinhas (PE). 


Repórter: Você tem certeza que ele se suicidou? 
Amanda Rodrigues: Tenho, absoluta. 


A família de Arturo não acredita na versão da viúva e quer provar que não foi isso que aconteceu. “Não há a menor possibilidade de Arturo Gatti ter se suicidado. Arturo Gatti foi assassinado”, afirma Eduardo Trindade, advogado da família. 


Para a polícia, que encerrou a investigação, também não há dúvidas. “Ninguém vai encontrar outra alternativa a não ser o suicídio”, declarou o delegado Paulo Alberes. 


O corpo foi encontrado em um apart-hotel, no quarto onde o casal estava hospedado. Amanda Rodrigues dá a sua versão para o que aconteceu na noite anterior à morte do marido: “A gente saiu para jantar. Tomamos uma garrafa de vinho. Na hora de voltar para casa, o Arturo queria parar num bar e eu não quis”. 


O casal e o filho, que na época tinha dez meses, jantaram em um restaurante. Mas, de acordo com o depoimento que ela deu à polícia, o casal tomou duas garrafas de vinho, e não uma. Na saída, pararam em um bar para beber cerveja. 


A família seguiu a pé. No caminho para o hotel, Arturo e Amanda brigaram. Testemunhas disseram que o lutador bateu na mulher. Amanda contou à polícia que deixou o marido e o filho para trás e tentou se hospedar em dois hotéis diferentes, mas não conseguiu porque estava sem dinheiro. Decidiu voltar para onde estava hospedada com Arturo. 


Ainda segundo testemunhas, Arturo teria ido de táxi com o bebê até o hotel e, como não encontrou a mulher, retornou para o centro de Porto de Galinhas. Foi então que Arturo se envolveu em uma briga com na rua. “Tinha gente saindo de uma boate, começaram a jogar pedra nele. Inclusive uma bicicleta foi jogada nele”, disse o delegado Paulo Alberes. 


Amanda diz que foi para o hotel sozinha. Arturo chegou logo depois com o filho do casal. Eram 2h. “Ele perguntou para mim: ‘Então quer dizer’. Ele falou em inglês: ‘quer dizer que it's over?’ Tipo assim: acabou? Naquele momento, eu estava com raiva e eu acabei concordando com ele. Eu lembro que já estava com o Junior já no colo e eu subi. Foi a última vez que eu vi meu marido”, conta a viúva. 


A equipe de reportagem do Fantástico teve acesso ao quarto onde o casal estava hospedado naquela noite. O apartamento tem sala, cozinha e um banheiro no primeiro piso e três quartos e um banheiro no piso superior. 


Amanda disse à polícia que subiu para dormir e que Arturo ficou na sala. Às 9h30, desceu do quarto e viu que algo estava errado. “Foi na hora que eu toquei nele e eu vi que realmente alguma coisa tinha acontecido, alguma coisa não estava certa. Não ouvi nenhum barulho”, disse Amanda. 


Segundo o inquérito, Amanda pediu ajuda. O socorro chegou e, depois que a morte foi confirmada, veio a polícia. Amanda foi presa, mas libertada em 18 dias. A polícia concluiu que foi suicídio: Arturo Gatti se enforcou na escada do apartamento com a alça de uma bolsa. 


“Eu disse há dois anos, estou dizendo agora e vou dizer daqui a dez ou 20 anos que eu estiver vivo: a moça não matou o marido”, garante o delegado Paulo Alberes. 


Nem ela, nem ninguém, afirma o delegado. “Primeiro: as câmeras de segurança não mostram ninguém indo para o apartamento. Segundo: não tinha arrombamento. Terceiro: nós verificamos por fora do apartamento, não tinha marcas de alguém ter subido ou descido nas paredes”, acrescentou o delegado. 


Mas no hotel, a equipe de reportagem do Fantástico verificou a existência de uma única câmera na entrada. Existem outros caminhos possíveis para a porta do quarto do apartamento de Arturo Gatti, como a entrada pela praia. Amanda também garante que ninguém mais entrou no quarto. “Ninguém entrou naquele apartamento”, disse. 


“Se ela tivesse assassinado ele, ela teria permanecido no hotel? Ela teria pedido socorro? Ela teria esperado a perícia? Não”, acrescenta o delegado Paulo Alberes. 


O empresário e a família de Arturo Gatti encomendaram uma investigação particular nos Estados Unidos. A conclusão dos detetives, que inclusive foram ao Brasil, é que o boxeador foi assassinado. “Não houve suicídio de forma alguma”, disse o coordenador da investigação. 


“Eu não acredito em nada do que essa investigação fala”, afirma Amanda Rodrigues, viúva de Arturo Gatti. 


Os peritos contratados pela família dizem que a posição em que o corpo foi encontrado, a alça que teria sido usada, o peso do corpo e o local da queda evidenciam que Arturo Gatti foi enforcado. Eles apontam inconsistências no inquérito policial. “Por um fato simples: o hotel não tinha sistema de câmera, circuito interno de televisão. Então, não dá para perceber se entrou ou saiu alguém”, destacou Eduardo Trindade, advogado da família. 


“As investigações apontam que Amanda Gatti é responsável por esse crime. O que ainda não resta bem claro é se houve ou não ajuda de terceira pessoa”, concluem os peritos. 


Por enquanto, só há uma certeza: a disputa pela herança do lutador morto. A família de Arturo Gatti diz que o patrimônio deixado pelo boxeador é de US$ 6 milhões, aproximadamente R$ 10 milhões. Amanda afirma que o total é pouco mais da metade disso. 


Os bens em nome de Arturo Gatti, como muitos apartamentos em dois prédios, estão bloqueados. A mãe e os irmãos do boxeador entraram na Justiça local para tentar ter o direito sobre todos os imóveis e todo o dinheiro aplicado em bancos americanos. 


A briga nos tribunais do Canadá para definir com que vai ficar a herança deve se estender até o fim de outubro, mas Amanda Rodrigues diz que não abre mão. Ela afirma que quer fazer valer o testamento feito por Arturo Gatti um mês antes da morte. O documento transfere os bens para a própria Amanda e para o filho do casal. Arturo Gatti Junior, hoje com 3 anos, vive com a mãe no Canadá. 


“A família do Arturo não aceita o fato de eles não estarem incluídos no testamento. Eles não aceitam o fato dele ter feito um testamento para mulher e para o filho”, diz Amanda Rodrigues, viúva de Arturo Gatti. 


A família de Arturo Gatti afirma: o boxeador trocou um testamento anterior que beneficiava pais, irmãos e uma filha de um primeiro casamento por influência de Amanda. 


“Três semanas antes de Arturo falecer, o testamento é modificado e ela passa a ser a principal beneficiária. Então, sobre essa questão de dinheiro, se tem alguém que tem motivo para ter interesse no dinheiro, é Amanda”, acusa Eduardo Trindade, advogado da família. “Eu não abro mão do meu direito”, rebate Amanda Rodrigues. 


O advogado da família de Arturo Gatti vai apresentar a investigação particular ao Ministério Público, que, por enquanto, prefere não comentar o caso. “Eu acho precipitado qualquer julgamento, qualquer manifestação do Ministério Público sobre um documento que não conhece”, afirmou a promotora de Justiça Paula Ismail. 

sábado, 24 de setembro de 2011

Pai de garoto que se matou pode receber perdão judicial


Pai de garoto que se matou pode receber perdão judicial



A delegada Lucy Mastellini Fernandes disse na sexta-feira (23) que ainda não sabe o que fará em relação ao guarda-civil municipal Milton Evangelista Nogueira, 42 - pai de D., 10, que atirou em uma professora e se matou em seguida dentro de uma escola em São Caetano do Sul, na quinta-feira (22).

Ela afirma que Nogueira pode ser indiciado sob a suspeita de negligência ou omissão na guarda de arma de fogo, mas ainda não está certa disso.

"Esse pai já está sofrendo muito. Preciso analisar o Estatuto do Desarmamento e estudar o que poderá ser feito contra ele. Se é que será feito alguma coisa", afirmou.

Futuramente, quando o inquérito policial chegar a um juiz, Nogueira poderá receber o perdão judicial, que é quando o Judiciário reconhece que aconteceu um crime, mas que as consequências dele foram tão severas que não é necessário aplicar uma pena.

É o mesmo procedimento que costuma ocorrer nos casos em que um pai esquece um bebê dentro de um carro e ele morre. Ou seja, a perda de um filho é maior do que a privação de liberdade ou qualquer outra punição que a Justiça possa determinar ao acusado pela morte.

À polícia familiares e amigos do guarda-civil Nogueira disseram que ele é uma pessoa conciliadora e que dialoga muito com seus filhos -além do menino de dez anos, o casal tem outro filho, de 14 anos de idade.

ARMA ESCONDIDA

Sabendo do perigo em possuir uma arma em casa, ele sempre dizia aos garotos que, se tivessem curiosidade em ver o revólver, deveria procurá-lo que ele mostraria.

A arma particular ficava guardada em uma caixa de papelão na parte alta de um armário no quarto do casal.

Na Guarda Municipal, Nogueira não teve nenhuma advertência oficial. O secretário municipal de Segurança, Moacir Rodrigues, disse que ele tem uma carreira exemplar.

Nas horas de folga, o guarda fazia bico como vigilante em uma lanchonete de São Caetano. Era lá que ele usava esse revólver particular.

MOCHILA

Informalmente, Nogueira disse à polícia que, ao perceber que sua arma não estava em casa, procurou os filhos na escola e perguntou para eles se um dos dois havia pegado o revólver. Os dois negaram, e ele acreditou.

Segundo a polícia, o guarda lamentou não ter olhado a mochila dos filhos antes de voltar para casa e pedir para a mulher procurar direito a arma, antes que ele registrasse um boletim de ocorrência.

Na próxima semana, Nogueira e a mulher dele, Elenice Mota, deverão ser ouvidos oficialmente pela polícia. Ontem, eles não quiseram falar com a Folha.

Eduardo Knapp /Folhapress
Guardas carregam caixão com o corpo do menino que feriu professora a tiro e se matou na Grande SP

TRAGÉDIA

O crime aconteceu às 15h50 de ontem na escola municipal Professora Alcina Dantas Feijão, considerada a melhor pública de São Caetano do Sul. O garoto é filho de um guarda civil municipal e usou a arma do pai --um revólver calibre 38-- para fazer os disparos. A escola permaneceu fechada nesta sexta-feira.

Segundo a delegada, o aluno pediu para ir ao banheiro e efetuou o disparo contra Rosileide logo em seguida.
Na sequência, o garoto se retirou da sala, sentou em uma escada e disparou ele próprio, na cabeça.

Ambos foram socorridos com vida. O aluno foi atendido no Hospital de Emergência Albert Sabin, em São Caetano. Ele teve duas paradas cardíacas e morreu às 16h50, de acordo com a prefeitura da cidade.

A professora permanece internada no Hospital das Clínicas, na capital paulista. Ela passou por uma cirurgia de cerca de três horas para a retirada do projétil. Segundo o HC, ela passa bem e está consciente.

O pai do aluno chegou a sentir falta da arma durante a manhã de quinta e procurou seu filho mais velho, que não estava com ela. A família soube que o garoto havia pego o revólver do pai somente após o ocorrido.

Segundo o secretário municipal de Segurança Pública, Moacyr Rodrigues, a arma é particular e não pertence à guarda civil.

ANDRÉ CARAMANTE
AFONSO BENITES
DE SÃO PAULO

domingo, 18 de setembro de 2011

Suicídio? Sinead O'Connor posta mensagens no Twitter e deixa fãs apreensivos.

 Sinead O'Connor pensando em suicídio?

Pode não ser nada demais, mas algumas mensagens postadas por Sinead O'Connor em sua conta no Twitter deixou os fãs apreensivos.

A cantora irlandesa, na rede social, comentou algumas vezes que "gostaria de ir para o céu". "Fui ao psiquiatra para renovar minhas receitas. Ela disse que tenho problemas mentais e sou uma péssima mãe por falar abertamente sobre sexo em público. Toda essa merda que eu não deveria ficar falando, incluindo desejos suicidas, sexo, etc. Fiu tratada como uma louca".

E continouo. "Eu quero ir para o céu, Há muitos anos. Mas eu jamais abandonarei meus filhos. Mas, se eu morresse sem que ninguém soubesse eu seria uma vencedora".

Sinead tem quatro filhos com idades entre quatro e 24 anos, apesar disso, para seus seguidores, ficou a sensação de que ela realmente quer tirar sua própria vida.

Para ajudar, no mês passado, divugou a NME.com, a cantora também escreveu sobre o assunto em seu blog.

Claro, tudo pode ser apenas uma forma de desabafo.

Fonte: dropmusic.com.br

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Beijo de adolescente salva a vida de homem que iria cometer suicídio

Bastou um beijo para que um homem que estava prestes a se suicidar mudasse da ideia. A história aconteceu em um shopping center em Shenzhen, na província de Guang, na China.

O jovem, não identificado, tinha uma faca, e parecia realmente disposto a fazer uma besteira. Mas aí surgiu Liu Wenxiu. De acordo com o site Orange News, ela não conhecia o sujeito, mas decidiu que iria fazer alguma coisa quando viu que ele estava escalando uma barreira para chegar ao andar mais alto do prédio. E pensou rápido.

“Ele estava do lado de fora da barreira e segurava uma faca contra seu peito, mas ninguém parecia estar tentando falar com ele. Eu queria ajudar, mas sabia que a polícia não ia me deixar passar, então eu menti e disse que ele era meu namorado e que queria se matar por minha causa”, contou a chinesa.

O truque deu certo e ela conseguiu se aproximar. Ela então conversou com o rapaz e descobriu que ele estava deprimido porque fazia parte de uma família despedaçada. “Eu também sou de uma família assim e o entendi perfeitamente. A história dele me tocou e eu me senti como se realmente fosse sua namorada e pudesse ajudá-lo”, disse Wenxiu.

E, pelo jeito, tocou mesmo. Tanto que ela abraçou e tascou um beijão na boca do suicida, o que fez com que ele se distraísse, dando tempo para que os policiais tomassem a faca de suas mãos e o tirassem da área de risco.

Se depois disso os dois realmente viraram namorados, porém, o site não informa.

virgula.uol.com.br

quinta-feira, 26 de maio de 2011

'Balconing'. brincadeira da internet faz mais uma vítima .

Com a chegada do verão, as autoridades das ilhas Baleares, Espanha, fez o devido alarme a uma prática que se tornou comum entre os turistas, pular de uma varanda com vista para a piscina.
No ano passado, a temporada de férias nas ilhas Baleares, situadas na costa leste da Península Ibérica, deixando um desfecho trágico: seis mortos e mais de 30 feridos.

Embora pareça uma prática insignificante, que deixa de ser quando se sabe que causa a morte de jovens, que sob a influência de álcool, se lançam a partir das varandas dos quartos para as piscinas, ou tentam passar de uma varanda para a outra. Uma prática que recebeu o nome de 'balconing'.

Com o advento das férias de verão, o serviço de emergência 112 de Baleares não quer repetir a história, de acordo com o jornal El Mundo, em Espanha, e agora está tomando as medidas preventivas necessárias.

No entanto, as precauções foram tomadas em épocas anteriores foram insuficientes para não permitir que essa prática de suicídio continue a crescer entre os jovens. Hoteleiros aumentaram a altura das grades das varandas e alguns têm mesmo optado por fechar completamente, mas o problema persiste.

O fenômeno teve um impacto tão grande na Espanha, mesmo quando falamos de um problema sociológico que é experimentado desde o ano passado nas ilhas do país. E essa prática é um fator comum: os jovens a fazer estes saltos depois de uma noite de festas, sob a influência de álcool, drogas e incentivado por amigos, que comemoram os saltos.

Para esta ocasião, medidas de prevenção não só será recebido por hoteleiros, mas também por uma campanha que envolve as famílias nas ilhas, escolas, consulados de outros países e da mídia, todos unidos em busca uma mensagem: pedir para parar a prática de um jogo suicida.

fonte: semana.com

domingo, 22 de maio de 2011

Casal com câncer morre em clínica suíça para suicídio assistido

Um casal britânico em estágio terminal de câncer morreu em uma clínica de eutanásia na Suíça.

Peter Duff sofria de câncer
de cólon e fígado
Peter Duff, de 80 anos, e Penelope, de 70, morreram na clínica Dignitas, em Zurique, na sexta-feira passada, de acordo com a filha deles, Helena Conibear.

Não foi divulgado de que forma eles morreram.

Peter, um respeitado perito em vinhos, tinha câncer de cólon e fígado. Sua mulher tinha um tumor estromal gastrintestinal (GIST, em inglês), que é uma forma rara de câncer.

Em nota, a família disse que "Peter e Penny Duff faleceram juntos e serenamente", e elogiou os cuidados que ambos receberam de médicos e enfermeiras na clínica suíça.

Um porta-voz do grupo britânico contra a eutanásia Care Not Killing disse: "Este é um caso muito triste e incomum de um casal desesperado."

"Mas casos difíceis criam leis ruins e o fato é que se a eutanásia for legalizada algum dia na Grã-Bretanha, pessoas vulneráveis e gravemente doentes vão se sentir pressionadas a por fim à vida prematuramente."

A clínica foi criada pelo advogado Ludwig Minelli há dez anos como uma organização sem fins lucrativos. O suicídio assistido é permitido pelas leis suíças desde que quem contribui para que ele aconteça não ganhe com isso.

A prática é proibida em vários países e quase mil pessoas já viajaram para a Suíça para morrer com a ajuda da clínica.

BBC Brasil

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Suicídio Cibele Dorsa. ''Foi o dia mais difícil da minha vida'', diz ex-marido Doda Mirando

Da Holanda, o cavaleiro revela como a filha Viviane , e o irmão Fernando, superam a perda da mãe

Cortesia Doda Miranda
Com EXCLUSIVIDADE à Contigo!, Doda divulgou
uma foto de seu casamento com Athina.
Nunca antes imagens da cerimônia haviam sido divulgadas
Em 26 de março, Álvaro Affonso de Miranda Neto, o Doda Miranda, 38 anos, viveu um dos momentos mais difíceis de sua vida. Cibele Dorsa, 36, mãe de sua filha, Viviane, 11, e de Fernando, 14, fruto do relacionamento da atriz com o empresário Fernando Oliva, 54, caiu da janela de seu apartamento no 7º andar, no bairro Real Parque, em São Paulo. ''Custei a acreditar, ou melhor, não queria acreditar'', relembra Doda, que teve de dar a triste notícia às crianças.

Vivi mora com o pai na Europa desde os 2 anos e Fernando, que o cavaleiro considera como um filho, juntou-se à família em 2009, para conviver com a irmã e realizar o sonho de ser jogador de futebol, após morar um tempo com o pai biológico. Há cinco anos,Doda é casado com a bilionária Athina Onassis, 26, herdeira do armador grego Aristóteles Onassis (1906-1975).

O trio recebeu a revista CONTIGO! em uma de suas propriedades, o Centro Hípico AD Sport Horses, na cidade de Valkenswaard, na Holanda. Na entrevista a seguir, ele fala da morte de Cibele, de sua relação com a ex e da vida ao lado das crianças e da atual mulher. ''Choramos muito juntos e, até hoje, isso ainda acontece às vezes'', conta.

Pedaço do Brasil na Holanda

Doda e as crianças passam bastante tempo cuidando de uma de suas maiores paixões: cavalos. Tanto que o centro hípico na Holanda conta com uma casa que serve de base para a família, instalada oficialmente na Bélgica, a cerca de 25 minutos dali. O cavaleiro revela que se mudou para a Europa por causa da carreira, mas que chegou a pensar em voltar ao Brasil para criar a filha na época da separação.

A mudança não foi necessária porque Cibele concordou que o melhor para a menina seria viver com o pai, já que ela pretendia investir em sua carreira de atriz. Apesar de longe do Brasil, Doda faz questão de manter os laços com o país na criação das crianças. ''Meu coração é verde e amarelo. Nossos hábitos alimentares, música e programas de TV são, preferencialmente, típicos do Brasil. Marilda (Ferreira Lima, babá da Vivi) faz diariamente uma deliciosa comida brasileira para todos nós'', revela Doda.

Em casa, a família só fala português e, no dia das fotos, o lanche da tarde foi pão de queijo e guaraná. Medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta (1996) e Sydney (2000) e ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg (1999), o cavaleiro já venceu neste ano a abertura do Global Champions Tour em Doha (Qatar), os Grandes Prêmios de San Remo (Itália), Basel (Suíça) e Bordeaux (França), além de levar o ouro em uma das provas do Saul Hermes, no Grand Palais, em Paris.

Presente no ranking dos 25 melhores atletas de hipismo do mundo, as vindas de Doda ao Brasil estão mais raras, mas o cavaleiro não deixa de vir ao país por causa da organização do Oi Athina Onassis Horse Show, que faz parte do Global Champions Tour e acontecerá no Rio de Janeiro de 2 a 4 de setembro. ''Meu objetivo principal é atingir o TOP 10 até o fim deste ano. Além disso, tem os Jogos Pan-Americanos e tenho muita vontade de representar o Brasil'', garante. Confira, a seguir, a entrevista.

Como estão tocando a vida depois de tudo o que aconteceu?
As coisas estão voltando ao normal aos poucos. As crianças são muito fortes e inteligentes. Com o apoio da minha família e dos meus amigos, tudo tem melhorado dia a dia.

Como soube da morte da Cibele?
Uma amiga da Sibele (Doda grafa o nome da atriz com S como ela usava na época em que se conheceram), chamada Klara, me ligou cedo, mas eu custei a acreditar, ou melhor, não queria acreditar. Como contou para as crianças? Esse foi o dia mais difícil da minha vida, sem dúvida. Fui direto ao quarto do Fernandinho e falei com muita calma. Depois, pedi a ele para ser forte e me ajudar a contar para Vivi. Choramos muito juntos e, até hoje, isso ainda acontece às vezes. É muito sofrido para um pai ver os filhos tristes, isso somado à dor de ter perdido a mãe de meus filhos. Eu já estava muito preocupado com a situação da Sibele, que havia me dito por telefone não ter mais vontade de viver. Falei para ela pensar nas crianças e buscar forças, pois tudo ficaria bem e que eu iria cuidar dela. Coloquei um home care no seu apartamento por mais de duas semanas, além de ter pedido para instalarem uma rede de proteção em todas as janelas e sacadas de sua casa. Ela decidiu abandonar o tratamento e passou a ter dias muito perturbados. Recebia e-mails maravilhosos me agradecendo por tudo e outros dizendo coisas terríveis. De certa forma, eu já estava preparado e ficava apavorado em pensar que uma tragédia poderia acontecer. Sibele sabia que podia contar comigo sempre, pois nunca deixei de ajudá-la desde nossa separação, mesmo que sem obrigação, e mais ainda depois do trágico acidente (de carro) que ela sofreu em 2008. Ela teve várias fraturas e perdeu um amigo que dirigia seu veículo.

As crianças ainda falam da mãe?
Às vezes falamos, mas sempre das boas memórias que ela deixou.

Como era a relação da Cibele com os filhos?
Para a Vivi a mãe sempre foi mais uma referência de maternidade biológica que propriamente ''mãe'', considerando a distância de nossas casas e o fato da Sibele raramente visitá-la, mesmo com todas as despesas de viagem pagas. Temos ainda de considerar que a Sibele tinha projetos ambiciosos para sua vida profissional, movidos por verdadeira obsessão pelo sucesso no mundo artístico, e que isso era colocado acima de qualquer outra coisa. Porém esse fato não quer dizer que ela não amasse a filha, em absoluto. Apenas concluo que, como ela tinha consciência de que não teria como compatibilizar suas aspirações artísticas com a criação da filha e sabia que a Vivi estava muito bem comigo, pôde ficar à vontade para se dedicar quase que com exclusividade à sua realização profissional.

O assessor da Cibele, Maciel Fama, contou que vocês tinham um acordo no qual ela podia ir à Europa uma vez por mês, com tudo pago, para visitar as crianças.
Sim, é verdade, mas em oito anos ela veio somente três vezes visitar a Vivi, sendo que a última vez foi em julho de 2006, apesar de, mensalmente, receber passagens aéreas e hospedagem de uma semana, para que pudesse estar sempre próxima da filha. Eu procurava compensar isso levando Vivi toda vez que ia ao Brasil e quando o calendário escolar permitia, mas nem sempre a Sibele estava totalmente disponível para a filha. A última vez (em que elas se viram) foi durante nosso evento no Rio de Janeiro em agosto (do ano passado), ocasião em que paguei todas as despesas no mesmo hotel que ficamos para que Sibele pudesse ver as crianças. Combinamos que ela ficaria quatro dias hospedada, mas, infelizmente ela chegou no penúltimo dia e passou só 20 minutos com Vivi.

Desde quando Vivi mora com você?
A Vivi é um fruto maravilhoso de um namoro que tive com a Sibele em uma breve passagem pelo Brasil, pois já morava e trabalhava na Bélgica. Semanas depois do nosso primeiro encontro, ela me falou que estava grávida e, com muita felicidade, assumi com determinação a expectativa de ser pai. Sibele e Fernando foram morar comigo. Primeiro, ficamos em São Paulo. Depois, nos mudamos para a Bélgica. Vivíamos muito bem, mas, infelizmente a Sibele não se adaptou à vida na Europa e muito menos à minha rotina de cavaleiro, em que trabalho praticamente todos os dias, de segunda a quinta nos treinos e na manutenção e, nos fins de semana, nos concursos hípicos. Ela decidiu retornar com a Vivi e o Fê para o Brasil. Eu ficava muito preocupado, porque desde o nascimento da Vivi sempre cuidei muito dela, inclusive nas trocas de fralda, mamadeiras e colocando-a para dormir. Por decisão judicial, a guarda foi concedida para mim. Mesmo assim, eu não teria o direito de morar com a Vivi na Europa. Estava disposto a abandonar minha vida no exterior e minha carreira profissional para morar no Brasil e e educá-la. Graças a Deus, um dia a Sibele me chamou para conversar e disse que o melhor lugar para Viviane era a meu lado e que concordava que ela viesse morar comigo na Europa.

E o Fernando? Quando e por que ele foi morar com vocês?
O Fernandinho já estava morando com o pai (Fernando Oliva) desde 2009 pelos mesmos motivos que levaram a Vivi a morar comigo. O Fê sempre teve uma ligação muito forte comigo. Eu o considero um filho. A Vivi e o irmão sempre se deram muito bem e sentiam muita falta um do outro. O Fernando é meu amigo e sempre foi um excelente pai. Sabendo que o Fê queria muito ser jogador de futebol, nós dois tivemos a ideia de trazê-lo para a Europa. Assim ele poderia aprender novas línguas, treinar futebol e, o mais importante de tudo, conviver novamente com a irmã. Sibele apoiou e autorizou a vinda do Fê para morar conosco. Ele fez um teste no PSV Eindhoven e hoje joga em um time chamado Unitas. Quando ele estiver mais preparado, voltará a fazer outro teste no PSV.

Embora o Fernando não seja seu filho biológico, a relação de vocês parece ser de pai e filho...
Minha relação com o Fê é realmente de pai e filho, mas ele tem um pai muito bom e presente – eles se amam muito. O Fernando (Oliva) vem vistá-lo sempre. Nesse sentido, tenho o cuidado de não interferir naquilo que só o pai seria capaz. Por isso, embora jamais tenha havido qualquer problema, converso sempre com o Fernando sobre a educação do Fê, principalmente agora em que perdeu a mãe e está na fase pré-adolescente.

Como é criar as crianças sozinho?
Eu diria que, com amor e dedicação, essa tarefa, embora difícil, não é impossível e muito menos um fardo. Ter como base do caráter uma família unida e de bons princípios, como a que nasci e me criei, dá muita segurança. Sempre tive a maior alegria na função de ''pai-mãe'', além de receber conselhos de meus pais e familiares. Sempre procuro ajuda profissional de orientadores educacionais e até de psicólogos. Li e leio muito sobre cada fase da vida das crianças para melhor compreendêlas e ajudá-las a se desenvolverem. Fora tudo isso, tenho um grande apoio da Athina. E serei eternamente grato a Marilda (Ferreira Lima), que desde o nascimento da Vivi me ajuda diariamente na educação dela. Considero-a da minha família.

O que ensina para Fernando e Vivi?
Educo muito, mas com habilidade. Não quero ser chato, por isso procuro ser rigoroso buscando o bom entendimento com as crianças. Outro aspecto é que sou muito brincalhão e adoro zoar com eles. Esse jeito descontraído me deixa do mesmo tamanho e facilita muito a comunicação. Escolho com rigor as escolas, converso com os educadores e fico direto plugado em tudo o que fazem na internet. Digo que é fundamental ajudar os outros sempre que possível. Procuro ser um exemplo para que eles possam seguir.

Quais valores são importantes para você?
Lealdade, honestidade, dignidade, perseverança e humildade, mas o amor tem de ser a base de tudo. Com ele, vem a amizade, o respeito ao próximo e às diferenças. A formação do caráter e a honestidade são, sem dúvidas, o alicerce para qualquer passo na vida. Mas é no trabalho que a gente encontra, mais que no dinheiro para sobreviver, a valorização do ser humano e de sua autoestima.

Como é a sua relação com as crianças?
É maravilhosa. Rezo sempre e agradeço muito a Deus por ter me dado a oportunidade de vir ao mundo e ser pai dessas crianças que tanto amo. Tanto eu quanto a Athina somos muito presentes na vida delas, pois não temos praticamente vida social e nos recusamos a fazer qualquer coisa que venha representar insegurança ou desconforto para eles.

Athina interfere na educação das crianças?
Athina participa de tudo. Está sempre pronta a ajudar em qualquer coisa que seja necessário, mas não interfere. Com sua tranquilidade, alegria e carinho, ela traz muita harmonia para nossa família.

Como é a relação da Athina com eles?
É excelente! Eles a admiram e a respeitam muito, porque a Athina é carinhosa e muito atenciosa com Vivi e Fernando. Estamos sempre juntos e fazendo as mesmas coisas.

Qual a coisa mais engraçada que a Athina gosta de fazer com as crianças?
Com Vivi, ela adora preparar biscoitos. Elas fazem uma bagunça que ninguém imagina (risos)! Com Fê, é muito cômico quando ela tenta jogar futebol, porque é muito desengonçada com a bola.

Você e a Athina têm planos de ter filhos?
Temos planos de ter filhos desde nosso namoro, mas a questão está na escolha do momento certo. Pretendemos encher a casa de crianças! Quando nos casamos, a Athina tinha apenas 21 anos e eu vivia o momento de criar a Vivi. Ela dizia: 'O Doda vai criar a Vivi, vai me criar e só depois teremos nenê para criarmos juntos...' Além disso, a Athina não faz hipismo como hobby, ela tem aspirações sérias e se dedica aos treinos com determinação. Por essas razões, ainda não marcamos a data, mas não está longe.

Cibele Dorsa

Depois do suicídio do noivo, Gilberto Scarpa, 27 anos, em 30 de janeiro, Cibele Dorsa caiu da janela de seu apartamento no 7o andar, no bairro Real Parque, em São Paulo. Horas antes, publicou no Twitter: ''Lamento, eu não consegui suportar a morte nos meus braços, mas lutei... até onde eu pude''. Em julho de 2008, a atriz já havia sofrido um grave acidente de trânsito, que matou o motorista do carro em que estava o advogado Thiago Moraes Barbarisi, 22. Cibele ficou seriamente ferida e passou meses em recuperação.

Paixão em comum

Athina e Doda se conheceram por causa de uma paixão em comum: o hipismo. O casal selou a união em dezembro de 2005 com uma cerimônia realizadana cidade de São Paulo. Com exclusividade para a Contigo!, Doda mostra, pela primeira vez, uma imagem do casamento. Ao longo dos anos, não foram poucas as vezes que Athina foi clicada em momentos carinhosos com Viviane, filha de Doda.

''Assim que as crianças saem para a escola, eu e Athina começamos nossa rotina de treinamento. Passamos de sete a oito horas diárias montando. Vivi chega da aula e vai direto montar seus pôneis! Depois, vamos para casa e acompanho Vivi nas lições. O Fê já faz seus deveres sozinho. Ele também gosta muito de montar e pratica hipismo duas vezes por semana comigo. nos fins de semana, estamos em competições e eles nos acompanham quase sempre'', conta Doda.

Assim como o marido, Athina também treina intensamente para competir nas etapas do global Champion tour. ''Levamos uma vida muito 'dura' no hipismo, pois o sucesso nesse esporte exige renúncias a muitos prazeres e uma rotina severa. Não podemos viver em festas e, muito menos, comer à vontade. Fora isso temos de nos preocupar com a saúde e bem-estar dos animais, o que nos obriga a um acompanhamento constante de suas fichas e performances. Costumo dizer que nossa vida é como a do circo: nos fins de semana o glamour, o show com a roupa bonita e as apresentações impecáveis. Durante a semana, a vida nos bastidores é completamente diferente'', analisa Doda.

J.L.Bulcao

O trio recebeu a revista CONTIGO! em uma de suas propriedades, o Centro Hípico AD Sport Horses, na cidade de Valkenswaard, na Holanda

J.L.Bulcao
Doda e as crianças passam bastante tempo cuidando de uma de suas maiores paixões: cavalos.


CONTIGO. Por Carolina Camargo