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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Vídeo mostra momento em que professor é assassinado em Cariacica-ES.

Vídeo mostra momento em que professor é assassinado. Guilherme de Almeida chegava para trabalhar quando foi abordado e levou um tiro no peito.

Alunos da escola em Rosa da Penha, onde professor foi
assassinado: tristeza e medo
O professor Guilherme de Almeida Filho, 38 anos, foi morto durante um assalto na manhã desta quarta-feira (08), quando chegava para trabalhar na Escola Municipal de Ensino Fundamental Rosa da Penha, em Cariacica.

Guilherme, que era coordenador da escola, foi assassinado com um tiro no peito, no horário de entrada dos estudantes. Um carro do professor havia sido roubado na porta da escola há menos de 30 dias.

O fato aconteceu por volta das 6h30 desta quarta-feira, na Rua Castelo Branco. Guilherme havia acabado de chegar na escola e tinha estacionado o carro – uma picape Fiat Strada –, quando foi abordado pelo assaltante. Assustado, o coordenador correu para o portão da escola, sendo seguido pelo criminoso, que estava armado.

Para se defender, Guilherme teria tentado atingir o assaltante com a mochila que levava. Mas o criminoso não se intimidou e atirou contra a vítima, que foi atingida no peito. Em seguida, o ladrão pegou as chaves do carro e fugiu tranquilamente.

O professor chegou a ser socorrido por policiais militares da Patrulha Escolar, que foram os primeiros a atender à ocorrência. Ele foi levado para o Hospital São Francisco, mas já chegou morto no local.

Câmeras filmaram ação do bandido

Houve pânico na entrada da escola, porque era horário de entrada de alunos. Toda a cena de violência foi acompanhada pelo sistema de videomonitoramento da escola. 

As imagens foram analisadas por policiais civis e militares, representantes do Sindicato dos Professores (Sindiupes), da Prefeitura de Cariacica e da escola.

Assim como no primeiro roubo – quando levaram um VW Gol de Guilherme –, as cenas chocaram a quem as viu. “Foi muita violência gratuita, sem necessidade”, disse o secretário municipal de Educação, Saulo Andreon.

Veja vídeo abaixo:

 

Para Saulo Andreon, o crime é característico de latrocínio – assalto seguido de morte. "O rapaz o aborda e ele corre para a escola. Depois de atirar nele, o assaltante se abaixa e pega as chaves do carro. Depois sai, vai até a picape e foge com ela”, disse o secretário.

Andreon disse que pretende entrar em contato com as autoridades responsáveis, para garantir mais segurança para a região. “Esperamos que, depois desse fato ocorrido, seja dada mais atenção a essa região, que tem muitas escolas de grande porte e não pode ficar sem policiamento”, declarou.

“O que queremos, agora, é ser solidários com a família e com os colegas de escola. Vamos deixar as investigações por conta da polícia, para apurar com exatidão o que houve”, disse.

Aulas só retornam na sexta-feira 

Foto: Nestor Müller
O porteiro da escola onde professor foi assassinado passou mal e precisou ser levado para um hospital
Por volta das 10 horas, a Secretaria Municipal de Educação, em conjunto com a direção da escola onde o professor Guilherme de Almeida Filho foi morto decidiu pela suspensão das aulas nesta quarta e na quinta-feira (09).

“Retomaremos as atividades normais a partir de sexta-feira (10), em respeito aos colegas, alunos e familiares do professor, que estão muito abalados com toda essa situação”, explicou Saulo Andreon.

Após essa decisão, o porteiro da escola, identificado apenas como José Maria, precisou ser retirado da escola e levado a um hospital, pois sentiu-se mal, devido à emoção passada. Ele teria presenciado o crime e tentado ajudar o professor. 

A imprensa não teve acesso ao porteiro, para obter mais informações sobre o crimes.

Moradores reclamam de falta de segurança no local

Moradores das proximidades da Escola Municipal de Ensino Fundamental Rosa da Penha – onde foi morto o professor Guilherme de Almeida Filho – reclamaram da falta de segurança existente na região. Segundo eles, muitos assaltos têm ocorrido na rua, principalmente pela manhã. 

Segundo os moradores, sete carros, pelo menos, foram roubados nos últimos dias na região. Policiais militares que fazem a ronda na região, no entanto, disseram desconhecer o problema.
“Temos conhecimento de crimes na rua, como assaltos e furtos. Mas roubo de carro nessa intensidade não”, chegou a afirmar um dos policiais que estava no local.

Um comerciante, 61 anos, que ouviu a conversa – e preferiu não se identificar – rebateu a resposta: “Que eu tenha conhecimento, são pelo menos cinco carros roubados aqui, somente este mês. Dois deles do professor. Como eu viajo muito, podem ter ocorrido outros crimes. Eu até deixei de vir de casa para cá de carro, com medo de que algo ocorra comigo”, disse o comerciante.

Os policiais da Patrulha Escolar que estavam no local informaram que a situação enfrentada por eles, em várias escolas de Cariacica, é tensa. “Já atendemos várias ocorrências de alunos armados. Na semana passada apreendemos uma garrucha em outra escola. É muita briga, muita confusão”, declarou uma policial militar.

Professor teve outro carro roubado em abril
No dia 10 de abril, o professor Guilherme de Almeida Filho foi alvo de um outro crime, onde também quase foi baleado. Naquele dia, ele chegava na mesma escola onde foi morto e estacionou o carro, um VW Gol prata.
Também dessa vez, ele foi abordado pelo assaltante – que segundo os policiais que assistiram às gravações, não seria a mesma pessoa  – e teria corrido para dentro da escola, conseguindo escapar de ter a mochila roubada. O assaltante teria até mesmo apontado a arma e atirado contra ele, mas a munição mascou e o tiro falhou.

Muitos alunos estavam abalados com o crime. Uma estudante disse que Guilherme era uma boa pessoa e que sempre fazia o possível pelos estudantes. “Ele era uma pessoa muito legal. Não tinha muito contato com ele, mas sei que ele ajudava bastante os alunos”, disse ela.

Outra aluna falou que o crime podia ser uma vingança: “Depois do primeiro roubo, quando ele recebeu o dinheiro do seguro e comprou o novo carro, ele postou nas redes sociais que iria continuar trabalhando e que, apesar do susto, não tinha medo de bandido e estava de carro novo. Pode ter sido uma vingança. O assaltante deve ser daqui mesmo”, disse a menina.
 A Gazeta

sábado, 24 de março de 2012

Traje de sexta-feira de aluna faz professora suspender aula de direito


Aluna de universidade de RR diz ter sido vítima de intolerância religiosaAula de direito foi suspensa por causa de seu traje e objetos.Universidade Estadual de Roraima aguarda análise da assessoria jurídica.

Uma estudante de direito da Universidade Estadual de Roraima acabou na delegacia na tarde desta sexta-feira (23), em Boa Vista, depois que uma das professoras do curso se recusou a dar aula para a turma do 10º semestre do curso por causa, segundo ela, de seus trajes e objetos pessoais. Raymunda Gomes Damasceno Bascom, de 44 anos, reclama ter sido vítima de discriminação religiosa. A universidade aguarda o relatório da professora sobre o incidente e uma análise da assessoria jurídica para se pronunciar oficialmente.

A universitária diz que segue uma religião de matriz africana e, por isso, todas as sextas-feiras veste saia branca, blusa azul, colares e adornos na cabeça, e carrega consigo objetos como uma pequena bíblia, uma pequena boneca. Além disso, ela diz que sempre carrega livros, dicionários, frutas e uma caneca para evitar o desperdício de copos descartáveis.
Raymunda Gomes Damasceno Bascom, de 44 anos, estudante de direito da Universidade Estadual de Roraima (Foto: Arquivo pessoal)

Ray, como é conhecida entre os colegas, contou ao G1 que tem aulas de direito administrativo com a mesma professora todas as quintas e sextas-feiras desde a segunda semana de fevereiro, mas que seu modo de vestir e seus objetos nunca foram motivo de conflito. Nesta sexta, sua turma teve aula de direito processual constitucional no primeiro período e, entre as 10h e as 11h50, teria a aula de direito administrativo.

"Quando ela chegou, depois de dar bom dia, ela virou para mim e perguntou 'o que é isto?'. Eu não sei a que ela se referia, então respondi 'este é o meu jeito de vestir na sexta-feira', e ela disse que era para eu tirar as coisas, inclusive da minha mesa, tudo o que não tivesse que ter com direito administrativo, senão ela não ia dar aula", disse a estudante.

Em um vídeo enviado à TV Roraima e filmado por uma aluna que estava presente na classe, a professora diz após ver os objetos sobre a mesa de Ray: "Isso não faz parte da aula. Você vai ficar só com o seu caderno e sua caneta". Após a reação dos alunos, a professora afirma: "Se vocês querem fazer qualquer tipo de manifestação utilizem os meios cabíveis. Eu sei que só tem uma pessoa aqui que está fazendo este tipo de coisa, mas como tenho que falar com a sala inteira. Eu não vou dar aula com este tipo de coisa aqui. Isto não faz parte da aula de direito administrativo. Vou dar dois minutos para você retirar. Se você não retirar eu não vou dar aula."

Segundo a estudante, os colegas da turma a impediram de retirar os objetos e, depois de uma discussão, a professora pegou seu material e deixou a sala de aula. Por causa do evento, Raymunda registrou um boletim de ocorrência de segregação no 1º Distrito Policial de Boa Vista, assinou um termo de declarações na Promotoria de Educação do Ministério Público Federal e, na tarde de sexta-feira, buscou a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Roraima.


Procurada pelo G1, Ênia Maria Ferst, diretora de graduação da Pró-Reitoria de Ensino da Universidade Estadual de Roraima, afirmou que a Uerr só vai se manifestar após receber o relatório oficial da professora sobre o ocorrido, e encaminhá-lo à assessoria jurídica da instituição, para que ela dê o encaminhamento de acordo com o código de ética da universidade.
Apoio dos colegas

Uma colega da turma, que preferiu não se identificar, afirmou que estava sentada no fundo da sala e ouviu a professora dizendo que daria dois minutos para que Raymunda retirasse da carteira todos os objetos sem relação com a disciplina de direito administrativo. "Ela foi bem categórica, disse 'isso não tem nada a ver com a aula, eu lhe dou dois minutos para você retirar'", contou a colega.

Ainda de acordo com ela, Raymunda se levantou para obedecer a ordem da professora, mas a turma se manifestou em apoio a ela, afirmando que não havia, no regulamento da universidade, qualquer proibição desse tipo e que a posição da professora era inconstitucional. "Alguns alunos se exaltaram com a professora, e ela também, e então falou que não ficaria lá batendo boca com os alunos e saiu da sala", contou a aluna, que classificou a professora como "bem rígida" e afirmou que diversas situações de conflito entre ela e a turma já vinham acontecendo desde o início do semestre. "Por isso todo mundo ficou a favor da Ray."
Raymunda, que tem mãe indígena e pai negro, e descende da etnia Kraô, contou que leva frutas como banana consigo porque gosta de se alimentar de maneira saudável, um hábito que guarda desde a época em que vivia em Goiás, onde nasceu. Ela se mudou para Roraima em 1991 e afirma participar da religião de matriz africana como participante.

Segundo ela, nesta sexta-feira, o único adorno diferente que ela usou, em relação às outras sextas-feiras, foi trocar um prendedor de cabelo com pena por um lenço branco, amarrado na cabeça em forma de turbante.

A colega afirmou que Raymunda sempre chamou a atenção pelo modo "alternativo" de se vestir, mas que tanto os estudantes quanto os professores já estavam acostumados com o seu jeito. "Ela é uma pessoa que se veste de forma alternativa, tem comportamento diferente, incomum dos demais, mas é o jeito dela mesmo, saias longas, bastante colar, não é surpresa. Às vezes ia com mais apretrechos, outros dias com menos, mas a professora nunca tinha falado nada", contou.

G1

sábado, 1 de outubro de 2011

Professor de direito mata aluna a tiros e deixa o corpo na delegacia

Carro e corpo da vítima são periciados no pátio da 27ª DP, no Recanto das Emas

Uma estudante do 7º semestre de direito do UniCeub foi morta nesta sexta (30/9) com dois tiros na cabeça e um no tórax, disparados por um professor do mesmo curso do centro universitário. Suênia Sousa Faria, 24 anos, foi abordada pelo professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35, por volta das 13h30, quando saía da faculdade, na Asa Norte.

Suênia foi aluna de Rendrik. Segundo o delegado-chefe Alexandre Nogueira, ela era casada e se envolveu com o professor por um período de três meses, quando estava separada do marido. Há dois meses, a universitária reatou o casamento. Sem aceitar o término do relacionamento, Rendrik passou a persegui-la na faculdade. De acordo com os investigadores da 27ª DP, o professor de direito a ameaçava de morte desde o rompimento.

Suênia levou dois tiros na cabeça e um
no peito disparados pelo professor
Após entrar no carro de Suênia Faria, Rendrik saiu com a jovem e atirou contra ela. Depois de rodar por horas com o corpo dentro do veículo da vítima, um Sandero, Rendrik seguiu até a 27ª Delegacia de Polícia, no Recanto das Emas, e se entregou à polícia. Ele será encaminhado à Delegacia de Polícia Especializada (DPE) após prestar depoimento.

Uma colega da estudante também contou sua versão na delegacia. Segundo a moça, que preferiu não se identificar, ela pegaria carona com Suênia quando o professor apareceu. "Ele pediu licença e disse que queria conversar com ela. Eu saí e voltei para a faculdade", contou. A bolsa da amiga ficou dentro do carro da vítima e quando voltou ao estacionamento, os dois haviam saído. Segundo ela, eles pareciam "normais".


De acordo com o delegado-chefe, Suênia foi levada da faculdade e teria sido assassinada entre a Estrada Parque Taguatinga (EPTG) e a Estrutural. "O crime pode ter sido cometido com o carro em movimento", contou o titular. A arma utilizada por Rendrik foi uma pistola .380, que foi jogada fora.

Ao delegado, o marido contou que recebeu uma ligação da esposa pouco antes do crime. "Segundo ele, Suênia telefonou dizendo que voltaria a ficar com o professor e que passaria em casa para buscar as roupas", disse Nogueira. Desconfiado, o marido foi até a delegacia registrar uma ocorrência.

Rodrigues afirmou, segundo a polícia, que não aceitava o fim de um relacionamento amoroso. Segundo um dos policiais de plantão da delegacia, o professor falou pouco durante o depoimento. O advogado do professor deixou a delegacia cerca de meia hora antes de ele ser levado para a carceragem.

Na faculdade, Rodrigues dá aulas de gestão empresarial. Ele tem especialização nas áreas de direito do trabalho, gestão de negócios e direito civil. Ele é professor do Centro Universitário Uniceub pelo menos desde 2009. A reportagem tentou contato com a instituição, mas não conseguiu localizar nenhum diretor para comentar o caso.

Os dois teriam um relacionamento amoroso. O professor de direito Rendrik Vieira Rodrigues levou o corpo da aluna Suênia Souza Farias, de 24 anos, para uma delegacia na periferia de Brasília, se entregou e disse que estava arrependido. 

Veja vídeo:






correiobraziliense.com.br e G1

Estudante assassinada por professor no DF era paraibana

A estudante da Uniceub, em Brasília, Suênia Souza Farias, de 24 anos, que foi assassinada pelo seu professor e ex-namorado era paraibana. O professor universitário Rendrik Vieira Rodrigues, autor do crime, foi transferido na madrugada deste sábado para a carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) em Brasília. Rodrigues está sozinho em uma cela para presos com nível superior.

Ele é professor do curso de Direito da UniCEUB. Na noite de sexta, Rodrigues esperou Suênia na saída da faculdade, no centro de Brasília, assumiu a direção do carro da jovem e a matou a tiros.

Depois disso, com o corpo ainda no veículo, ele seguiu até a 27ª Delegacia de Polícia, no Recanto das Emas, onde se entregou.

Na delegacia, o professor teria contado que estava arrependido e que matou a jovem devido ao descontentamento com o fim do relacionamento que mantinha com ela.

Depois de ser autuado em flagrante por homicídio, ele foi encaminhado para a DPE. Não há previsão de transferência do professor para uma unidade prisional da região. A coordenadoria do curso de Direito da UNiCEUB não foi localizada para comentar o caso. As aulas da manhã deste sábado foram mantidas.

JB Online

Paraibana assassinada no DF falou com o marido por telefone logo antes de morrer

Um professor do curso de Direito do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) matou uma aluna em Brasília nesta sexta-feira. Suênia Sousa Faria, paraibana de 24 anos, cursava o 7º semestre e levou dois tiros na cabeça e um no tórax. Os dois haviam tido um caso no período em que a jovem estava separada do marido, com quem reatou há cerca de dois meses.

O professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35, abordou Suênia por volta das 14h30, quando ela saía da faculdade. Ela estava no carro que pertencia a seu marido, um Sandero prata, acompanhada de uma amiga, carona. Rendrick teria pedido que a amiga deixasse os dois a sós e saído com a moça em direção a Taguatinga.

Não se sabe em que momento Rendrick assumiu o volante do veículo. Segundo relato do marido, logo depois ele recebeu uma ligação da mulher dizendo que ia pegar suas coisas em casa e que iria viver com o professor. O marido estranhou o tom de voz da esposa, nervosa e confusa, e foi à delegacia da cidade satélite de Taguatinga prestar queixa.

Em dado momento do percurso, na estrada Estrutural, sem se entenderem, Rendrick atira três vezes contra Suênia.

Depois de atirar contra a estudante, ele rodou por horas com o corpo dentro do carro até que, às 17h30 se entregou à 27ª Delegacia de Polícia no Recanto das Emas, cidade-satélite distante 26 quilômetros de Brasília, conforme relata o boletim de ocorrência.

Segundo a polícia, o professor não aceitava o fim do relacionamento e a ameaçava de morte desde o rompimento. Rendrik usou uma pistola .380 para matar a vítima. Ainda de acordo com seu relato, ele jogou a arma fora.

A Faculdade Projeção de Brasília divulgou uma nota nesse sábado afirmando que o professor Rendrik Vieira Rodrigues será "demitido e substituído imediatamente" do curso de Direito, onde atuava como coordenador.

O UniCeub também informou, por meio de sua assessoria, que deverá tomar medidas para o desligamento do professor, logo na segunda-feira.

iG

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cariacica. Professor de judô agride aluno por causa de um funk

Professor é preso suspeito de agredir garoto por causa de um funk "Ele ficou nervoso, segurou meu cordão, tentou me enforcar, me deu um soco e eu caí no chão", conta o menino de 13 anos

Menino agredido: 'Eu baixei (o volume), mas ele ficou nervoso,
segurou meu cordão, tentou me enforcar, me deu um soco e
eu caí no chão
Um professor de judô foi preso nesta quarta-feira (20) suspeito de agredir um menino de 13 anos, aluno de uma escola municipal de Cariacica, ao ter se irritado com um funk que tocava no celular do garoto. As marcas da agressão ficaram no rosto e no pescoço do menino. O professor de arte marcial alega ter sido vítima de bullying.

O episódio aconteceu por volta das 8h30 da manhã. Alunos da 6ª série da Escola de Ensino Fundamental Angelo Zani, localizada em Mucuri, foram liberados para o pátio porque o professor de matemática havia faltado. Lá, eles dividiram a quadra com a turma de arte marcial do professor Jeferson Leandro Avelino, de 27 anos, que atua na escola como monitor voluntário do projeto do governo Federal "Mais Educação".

"O professor de matemática faltou e nós fomos liberados para a quadra. O professor estava lá com a turma dele e a gente foi bater bola na outra trave. Coloquei o meu celular para tocar e ele mandou baixar o volume. Eu baixei, mas ele ficou nervoso, segurou meu cordão, tentou me enforcar, me deu um soco e eu caí no chão", conta o menino de 13 anos.

O professor de artes marciais alega que tentou imobilizar o menino para tomar o celular quando recebeu um soco no rosto e revidou. Além disso também disse ter sido vítima de bullying. "Ele me fez bullying. Me chamou de gordo", disse.

A mãe do estudante, que é diarista, ficou revoltada com a situação e alega que a direção da escola não deu socorro ao filho. "Eles facilitaram a fuga do professor, pois ele não estava mais no local, e omitiram socorro ao meu filho. Além de não terem me avisado".

A direção da escola informou que prestou atendimento ao aluno agredido e se colocou a disposição da família para transportá-lo à delegacia para o registro da ocorrência. Na delegacia ninguém da escola acompanhava a família durante o depoimento.

O Professor, que trabalha no projeto do governo Federal há 3 anos, foi preso em casa pelos investigadores da Delegacia de Proteção à Crianças e ao Adolescentes (DPCA), no início da tarde. Na delegacia ele contou que foi ameaçado de morte pelo estudante. " Ele disse que ia me matar com um tiro".

O delegado Marcelo Nolasco informou que o professor vai responder pelos crimes de agressão ao adolescente e também pela exposição vexaminosa a que o menino sofreu na escola. O delegado arbitrou uma fiança de um salário mínimo para que o professor fique em liberdade durante a fase de inquérito.

O valor estipulado foi pago. Jeferson Leandro Avelino vai responder pelos crimes em liberdade. Segundo a Secretaria de Educação de Cariacica o professor foi ouvido pelo diretor da escola, Fernando Araújo, que fez um registro por escrito. O documento foi entregue à coordenadora do programa Mais Educação, pedindo o afastamento do professor do projeto.

A Gazeta

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Jovens degolaram professor em encontro sexual em Corumbá, MS.

Jovens degolaram professor em MS durante encontro sexual, diz polícia
Um dos suspeitos era ex-aluno e mantinha relações com a vítima, diz delegado.
Rapazes roubaram e trocaram carro por dinheiro e drogas na Bolívia.

O professor Ramão Jacinto Espíndola, 47 anos,  foi encontrado 
morto na própria casa no bairro Universitário
Um jovem de 20 e outro de 24 anos foram presos nesta quinta-feira (22) em Corumbá, município a 444 quilômetros de Campo Grande, acusados de matar e roubar um professor de 47 anos. Segundo o delegado Jeferson Rosa Dias, responsável pelo caso, o crime, ocorrido no último dia 14 de junho, foi premeditado e aconteceu durante um encontro sexual entre os três.

Dias explica que o suspeito de 20 anos é ex-aluno da vítima. Os dois, segundo o delegado, mantinham relações sexuais com frequência desde 2008. No dia do crime, o rapaz apresentou o comparsa para a vítima, que levou os dois até sua casa.

De acordo com o delegado, um dos rapazes contou ter imobilizado o professor durante um momento de carícias. O outro, de acordo com Dias, deu uma facada no peito da vítima. O cabo quebrou e a lâmina ficou encravada. O suspeito pegou outra faca e degolou o professor.

Após o crime, os dois pegaram um home theater, um computador, celular, o carro da vítima e fugiram. “Eles levaram os objetos para a Bolívia e venderam por 300 gramas de cocaína e U$ 200 e disseram que receberiam mais dinheiro depois”, conta Dias.

O delegado pediu mandados de prisão temporária e busca e apreensão nas residências dos suspeitos. Somente o segundo foi deferido. Equipes da delegacia de Polícia Civil de Corumbá foram até os endereços, que ficam no Loteamento Pantanal. Por causa da droga encontrada eles foram presos em flagrante por tráfico e depois confessaram o homicídio.

Dias explica que o rapaz de 20 anos sabia que a vítima morava sozinha, tinha carro e aparelhos eletrônicos e acredita que o crime tenha sido premeditado.

Foram encontrados somente o celular, 250 gramas de cocaína e o monitor do computador roubado. Na próxima segunda-feira, de acordo com Dias, eles devem ser indiciados por homicídio doloso, quando há intenção de matar.


Ricardo Campos Jr.
Do G1 MS

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Professor da Ufes vira a mesa e joga computador em alunos

meramente ilustrativo
Em meio a uma discussão técnica sobre a elaboração de um texto para publicação no jornal No Entanto, do curso de Comunicação da Ufes, alunos do terceiro período foram surpreendidos com uma reação do professor Victor Gentilli, que, segundo eles, arremessou um notebook em direção a turma, e depois quebrou uma mesa do Laboratório de Jornalismo Impresso, do Centro de Artes.

A aluna Victória Varejão Gomes, 19, disse que o notebook atingiu uma de suas pernas, mas que ela não ficou com sequelas. Outra aluna, Marília Nascimento, 20, admitiu que chorou, e que precisou tomar água com açúcar para se acalmar. "Ele saiu da sala depois de jogar o computador no chão e quebrar a mesa, mas voltou em seguida, e ficou sentado, parado, olhando para a turma. Tive medo e saí da sala correndo. Temi pelo que o professor poderia fazer depois de tudo aquilo".

Tudo aconteceu ontem, por volta das 11 horas, durante a realização da aula ministrada por Gentilli, no campus de Goiabeiras, Vitória. Um grupo de alunos procurou a Ouvidoria da universidade e pediu providências.

Segundo esses alunos, e a reação do professor foi originada de uma discussão sobre um texto relacionado à morte de um estudante da universidade, ocorrida neste mês. O rapaz desapareceu durante dias, até seu corpo ser encontrado, em Vila Velha.

Os alunos defendiam que o texto abordasse a mobilização de vários estudantes, na tentativa de localizar o colega, e o afeto dos amigos pelo rapaz. Mas, segundo eles, o professor insistia para que fosse informado que o rapaz cometeu suicídio.

A exceção de um aluno, o restante da turma teria discordado, sob a alegação de que as fontes da matéria não teriam autorizado a divulgação do suicídio, e que o enfoque da reportagem não era esse.

A discussão se alongou por mais de uma hora, e um aluno cobrou de Gentilli o fato de ele ter "sumido" durante três semanas, e por isso causar atraso no cronograma de elaboração de matérias para o jornal. Em seguida, o professor jogou longe o computador e virou, literalmente, a mesa, cujo tampo se soltou.

Segundo alunos, Gentilli faltou a muitas aulas, às vezes comunicando a ausência um dia antes. Uma dessas ausências teria sido causada por uma viagem que ele fez a Bogotá, e sobre a qual avisou aos alunos por e-mail.

Notícia espalhada pelo Twitter
Os alunos não apresentaram, até o início da noite de ontem, um documento protocolado oficial relatando a atitude do professor Victor Gentilli. Somente diante deste documento, será realizada uma reunião no Departamento de Comunicação Social da universidade para a definição de uma Comissão Administrativa para apurar os fatos.

O chefe do departamento afirma ainda que Gentilli deverá apresentar um atestado médico para que seja definido o seu retorno às salas de aula. Mas frisou que o professor não ministrará mais aulas para a turma envolvida no episódio.

A notícia sobre a reação agressiva do professor Victor Gentilli se espalhou rapidamente, ontem, por meio do Twitter como sendo um "barraco na Ufes". E a divulgação, no site de relacionamento da internet, foi feita não só por alunos, mas também por outro professor e colega de Gentilli no departamento de Comunicação da Ufes e vice-diretor do Centro de Artes, Fábio Malini.

Ele alega que retuitou o que alunos já haviam divulgado, depois de ouvir a confirmação do fato por meio do professor Erly Vieira, embora não tenha ouvido Gentilli. "O fato de se retuitar não significa que se deve fazer um processo de perseguição ao professor. Mas evita que as coisas sejam abafadas", argumentou Malini.

O professor afirma que colocou a informação preocupado com a aluna que foi atingida. Mas o tom é de ironia nas mensagens. "O que eu falei no Twitter eu falo abertamente em qualquer lugar", ressalta.

"Nunca tive essa explosão de raiva"
O professor Victor Gentilli alega que teve um momento de grande irritação e que, por isso, jogou o notebook e a mesa no chão. Ele conta que pode ter sido influenciado pelo efeito da medicação que toma para um problema de saúde. O professor ressalta que um médico foi procurado e que, hoje, ele deve ser consultado.

Gentilli ressaltou também que não teve a intenção de atingir a menina com o notebook e que a discussão não tinha relação com nenhum aluno ou com a disciplina. "Eu joguei o notebook em direção ao chão. Não foi para atingir ninguém. Eu nunca tive esse tipo de reação, essa explosão de raiva. Mas eu não sei dizer o que causou isso", relata.

O professor disse que vai pedir desculpa aos alunos e que já entrou em contato com a Ouvidoria da universidade. "Eu errei e peço desculpas. Foi uma falha grave e assumo toda a responsabilidade", afirma Gentili, que disse que retorna às aulas com o parecer do médico. Sobre as faltas relatadas pelos alunos, ele afirmou que faltou uma vez para a viagem para Bogotá e outras por motivos de saúde. Os alunos foram avisados, segundo ele, e todas as aulas são repostas.

"Tive medo e saí da sala correndo. Temi pelo que o professor poderia fazer depois de tudo aquilo" 
Marília Nascimento, aluna de comunicação


"Antigamente o professor jogava bolinha de papel para chamar a atenção de aluno. Hoje, laptop. #professor2.0 #barraconaufes" 
Fábio Mallini, Prof. de Comunicação da Ufes e vice-diretor do Centro de Artes em frase no Twitter




A GAZETA

Claudia Feliz e Melina Mantovani

sábado, 25 de setembro de 2010

Vice-Diretor de escola com penteado "Justin Bieber" causa escândalo sexual com seu iPhone

Não é só os adolescentes que se comportam mal com seus iPhones. escândalos de telefone celular e sexting foram relatados esta semana para Charles Hurst, o vice-diretor ex-Pennbrook Middle School, em Filadélfia.

Primeiro, o principal na Pensilvânia, ele foi atingido por acusações de pôr em perigo o bem-estar de uma criança, corrupção de menores e posse de cocaína.

Vice-Diretor Charles Hurst e seu penteado 'Justin Bieber':
 acusações de pôr em perigo o bem-estar de uma criança, 
corrupção de menores e posse de cocaína.
A polícia diz que ele estava usando seu celular para incentivar um menino "de 13 anos de idade a se masturbar e, em seguida como um sistema de recompensa, Hurst iria pagar um dólar extra para a vítima cada vez que o menino escrevesse uma mensagem de texto para Hurst, descrevendo que ele se masturbou - masturbar e escrever", relata a NBC News.

Charles Hurst, 37 anos, um professor de Lansdale, com um corte de cabelo ao estilo Justin Bieber, reviu algumas novas prioridades para um estudante de 13 anos, as autoridades disseram que o teor da mensagem era textualmente: "Lembre-semana de se masturbar e escrever! nessa ordem Amo você - boa noite! "

Hurst, que conheceu o estudante em janeiro de 2009, quando foi vice-diretor na Pennbrook Middle School, em North Wales, disse que "masturbação é bom e saudável e que iria ajudá-lo a crescer e torná-lo mais inteligente e feliz", de acordo com um Montgomery County declaração de causa provável.

Ele também ofereceu dinheiro para o adolescentes a se masturbar e queria ensinar o irmão mais novo do garoto como fazê-lo, segundo o depoimento.

Hurst foi preso ontem pela polícia de Montgomery Township e acusado de pôr em perigo o bem-estar de uma criança, corrupção de menores e posse de cocaína, o escritório do procurador distrital do condado de Montgomery anunciou. As vidas menores no município, e a polícia iniciou uma investigação em 17 de setembro.


A polícia encontrou os textos impróprios - enviadas entre 02 de julho e 09 de agosto - no telefone celular do adolescente, segundo o depoimento.

Quando Hurst encontrou-se com a polícia municipal em 21 de setembro, ele deu uma patética explicação. "Ele insistiu que seu celular tinha um vírus e que mensagens de texto inadequadas foram enviados" por causa do vírus, segundo o depoimento.

Hurst tornou-se íntimo da família, e a mãe do adolescente o considerava uma "figura paterna", de acordo com o depoimento. Hurst passou um tempo com o menor, corria, assistia a jogos dos Sixers (equipe da NBA da Filadelfia), jogava ping-pong e de fazia passeios de esqui.

Além disso, Hurst supostamente pediu para ver pênis da vítima duas vezes.

"Se as acusações forem comprovadas, este é um caso extremamente preocupante", disse Da Risa Vetri Ferman. "Ele foi alguém que fez amizade com a família e se tornou um amigo íntimo e pessoal da criança. A violação de confiança é enorme em vários níveis."

Não há relatos outros contra Hurst, disse Ferman , mas encoraja qualquer pessoa com informações para manter contato com seu escritório ou da polícia.

Hurst havia trabalhado 13 anos na Penn Norte School District até que ele se demitiu em junho, para ter um emprego com Murray Avenue School, no distrito de Lower Moreland Distrito Escolar.

Hurst começou a 01 de julho como diretor assistente na escola, um dia antes dos textos picantes serem registrados, e foi colocado em licença administrativa em 17 setembro pela lei de Moreland, segundo um comunicado emitido pelo superintendente distrital Marykay Feeley.

Feeley disse que a verificou os antecedentes de Hurst e concluiu que não havia crimes ou histórico de abuso infantil.

Fonte: nationalledger.com e outros

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Professor australiano 'fuma' a Bíblia e Alcorão em vídeo na web

Imagens mostram homem com exemplar do Alcorão e outro da Bíblia.
Vídeo foi retirado do site, e autor foi suspenso do trabalho.
Da France Presse

Um professor de direito australiano rasgou páginas do Alcorão e da Bíblia e utilizou as folhas como papel de fumo, em um vídeo publicado no site YouTube pouco depois da grande polêmica provocada pelo plano de um pastor evangélico americano de queimar o livro sagrado dos muçulmanos.

No vídeo de 12 minutos, que tem como título "A Bíblia ou o Alcorão, qual queima melhor?", Alex Stewart, membro de um grupo de ateus de Brisbane, exibe um exemplar do Alcorão e outro da Bíblia, arranca páginas dos dois livros e usa as folhas como "cigarros".

O vídeo, que foi retirado do YouTube, havia sido disponibilizado no fim de de semana, ou seja, no aniversário de nove anos dos atentados de 11 de setembro e depois do pastor americano Terry Jones ter desistido de queimar exemplares do Alcorão.

Professor australiano aparece no vídeo fumando as páginas dos livros (Foto: Reprodução/YouTube)

Stewart foi suspenso pela Universidade Tecnológica de Queensland, onde trabalha.

"A universidade está evidentemente muito descontente e decepcionada com o fato de que este tipo de incidente tenha acontecido", declarou à imprensa o vice-reitor do centro de ensino, Peter Coaldrake.
Alex Stewart afirmou que pretendia exercer o direito à liberdade de expressão. "O vídeo era uma piada, claro", disse.

G1

sábado, 11 de setembro de 2010

Mães acusam professor de educação física de abusar sexualmente das filhas

Duas mães denunciaram um professor de educação física por abusar sexualmente das filhas delas, ambas de 8 anos, na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Jucutuquara, Vitória. Outros dois pais já registraram queixa na delegacia acusando o professor do mesmo crime.

As crianças são alunas do professor, de 61 anos, e estudam a 2ª série em uma escola municipal da Serra. Com o registro dessas duas queixas, o número de acusações contra o professor passa para quatro, segundo o delegado da DPCA, Marcelo Nolasco.

"Abrimos inquérito para apurar os fatos e na próxima semana o acusado será intimado para prestar depoimento na delegacia", afirmou Nolasco.



As crianças passaram por exames de lesão no Departamento Médico Legal (DML). Elas foram encaminhadas ao programa Sentinela, onde receberão acompanhamento psicológico. Se indiciado, o professor responderá ao crime de estupro contra vunerável, com pena prevista de 8 a 15 anos de prisão, se condenado.

Professores e pedagogos da escola onde o acusado trabalha também serão chamados para prestar esclarecimentos na delegacia.

Professor foi afastado

O professor de educação física, de 61 anos, lotado na secretaria de Educação da Prefeitura da Serra foi afastado das suas funções na última quinta-feira e só retornará se for provada a sua inocência, segundo a assessoria de imprensa da Serra.

Comprovada as denúncias - agora são duas, mas outras duas já existiam contra o professor -, o suspeito responderá a processo administrativo, podendo ser exonerado do cargo, independente do processo criminal que responderá na Justiça, depois do inquérito policial, peça administrativa que já responde na Polícia Civil.

Questionada a respeito da permanência do professor na função, mesmo tendo outras duas denúncias contra ele, a assessoria de imprensa informou, com certeza, que a Prefeitura da Serra não tinha conhecimento, mas que apuraria os fatos. A secretária de Educação, Márcia Lama, que está de férias, não pôde se manifestar a respeito do caso, mas a secretária adjunta Nelci Cazone, que substitui a titular, divulgou nota informando que o caso está sendo apurado.


GLACIERI CARRARETTO 


gazetaonline.globo.com/

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Professor é preso nos EUA por conduta obscena em público: "manipulando o pênis com as mãos"


oto: Divulgação/Polícia
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Kyle Dennis, de 37 anos
O professor de matemática e técnico do time de basquete de uma escola americana Kyle Cameron Dennis foi preso por conduta obscena em local público, de acordo com o canal de televisão "2 News".

Dennis, de 37 anos, é professor da Capital High School, em Boise, no estado americano de Idaho. Segundo os registros policiais, ele foi visto em duas lojas "manipulando o pênis com as mãos" enquanto caminhava.

Na escola, ele era técnico do time masculino de basquete havia três temporadas e lecionava geometria desde 1996. Segundo o porta-voz da instituição, um substituto vai dar as aulas até encontrarem um novo professor.

Dennis pode ficar até seis meses na prisão.








Fonte: G1