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sábado, 1 de outubro de 2011

Professor de direito mata aluna a tiros e deixa o corpo na delegacia

Carro e corpo da vítima são periciados no pátio da 27ª DP, no Recanto das Emas

Uma estudante do 7º semestre de direito do UniCeub foi morta nesta sexta (30/9) com dois tiros na cabeça e um no tórax, disparados por um professor do mesmo curso do centro universitário. Suênia Sousa Faria, 24 anos, foi abordada pelo professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35, por volta das 13h30, quando saía da faculdade, na Asa Norte.

Suênia foi aluna de Rendrik. Segundo o delegado-chefe Alexandre Nogueira, ela era casada e se envolveu com o professor por um período de três meses, quando estava separada do marido. Há dois meses, a universitária reatou o casamento. Sem aceitar o término do relacionamento, Rendrik passou a persegui-la na faculdade. De acordo com os investigadores da 27ª DP, o professor de direito a ameaçava de morte desde o rompimento.

Suênia levou dois tiros na cabeça e um
no peito disparados pelo professor
Após entrar no carro de Suênia Faria, Rendrik saiu com a jovem e atirou contra ela. Depois de rodar por horas com o corpo dentro do veículo da vítima, um Sandero, Rendrik seguiu até a 27ª Delegacia de Polícia, no Recanto das Emas, e se entregou à polícia. Ele será encaminhado à Delegacia de Polícia Especializada (DPE) após prestar depoimento.

Uma colega da estudante também contou sua versão na delegacia. Segundo a moça, que preferiu não se identificar, ela pegaria carona com Suênia quando o professor apareceu. "Ele pediu licença e disse que queria conversar com ela. Eu saí e voltei para a faculdade", contou. A bolsa da amiga ficou dentro do carro da vítima e quando voltou ao estacionamento, os dois haviam saído. Segundo ela, eles pareciam "normais".


De acordo com o delegado-chefe, Suênia foi levada da faculdade e teria sido assassinada entre a Estrada Parque Taguatinga (EPTG) e a Estrutural. "O crime pode ter sido cometido com o carro em movimento", contou o titular. A arma utilizada por Rendrik foi uma pistola .380, que foi jogada fora.

Ao delegado, o marido contou que recebeu uma ligação da esposa pouco antes do crime. "Segundo ele, Suênia telefonou dizendo que voltaria a ficar com o professor e que passaria em casa para buscar as roupas", disse Nogueira. Desconfiado, o marido foi até a delegacia registrar uma ocorrência.

Rodrigues afirmou, segundo a polícia, que não aceitava o fim de um relacionamento amoroso. Segundo um dos policiais de plantão da delegacia, o professor falou pouco durante o depoimento. O advogado do professor deixou a delegacia cerca de meia hora antes de ele ser levado para a carceragem.

Na faculdade, Rodrigues dá aulas de gestão empresarial. Ele tem especialização nas áreas de direito do trabalho, gestão de negócios e direito civil. Ele é professor do Centro Universitário Uniceub pelo menos desde 2009. A reportagem tentou contato com a instituição, mas não conseguiu localizar nenhum diretor para comentar o caso.

Os dois teriam um relacionamento amoroso. O professor de direito Rendrik Vieira Rodrigues levou o corpo da aluna Suênia Souza Farias, de 24 anos, para uma delegacia na periferia de Brasília, se entregou e disse que estava arrependido. 

Veja vídeo:






correiobraziliense.com.br e G1

Estudante assassinada por professor no DF era paraibana

A estudante da Uniceub, em Brasília, Suênia Souza Farias, de 24 anos, que foi assassinada pelo seu professor e ex-namorado era paraibana. O professor universitário Rendrik Vieira Rodrigues, autor do crime, foi transferido na madrugada deste sábado para a carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) em Brasília. Rodrigues está sozinho em uma cela para presos com nível superior.

Ele é professor do curso de Direito da UniCEUB. Na noite de sexta, Rodrigues esperou Suênia na saída da faculdade, no centro de Brasília, assumiu a direção do carro da jovem e a matou a tiros.

Depois disso, com o corpo ainda no veículo, ele seguiu até a 27ª Delegacia de Polícia, no Recanto das Emas, onde se entregou.

Na delegacia, o professor teria contado que estava arrependido e que matou a jovem devido ao descontentamento com o fim do relacionamento que mantinha com ela.

Depois de ser autuado em flagrante por homicídio, ele foi encaminhado para a DPE. Não há previsão de transferência do professor para uma unidade prisional da região. A coordenadoria do curso de Direito da UNiCEUB não foi localizada para comentar o caso. As aulas da manhã deste sábado foram mantidas.

JB Online

Paraibana assassinada no DF falou com o marido por telefone logo antes de morrer

Um professor do curso de Direito do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) matou uma aluna em Brasília nesta sexta-feira. Suênia Sousa Faria, paraibana de 24 anos, cursava o 7º semestre e levou dois tiros na cabeça e um no tórax. Os dois haviam tido um caso no período em que a jovem estava separada do marido, com quem reatou há cerca de dois meses.

O professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35, abordou Suênia por volta das 14h30, quando ela saía da faculdade. Ela estava no carro que pertencia a seu marido, um Sandero prata, acompanhada de uma amiga, carona. Rendrick teria pedido que a amiga deixasse os dois a sós e saído com a moça em direção a Taguatinga.

Não se sabe em que momento Rendrick assumiu o volante do veículo. Segundo relato do marido, logo depois ele recebeu uma ligação da mulher dizendo que ia pegar suas coisas em casa e que iria viver com o professor. O marido estranhou o tom de voz da esposa, nervosa e confusa, e foi à delegacia da cidade satélite de Taguatinga prestar queixa.

Em dado momento do percurso, na estrada Estrutural, sem se entenderem, Rendrick atira três vezes contra Suênia.

Depois de atirar contra a estudante, ele rodou por horas com o corpo dentro do carro até que, às 17h30 se entregou à 27ª Delegacia de Polícia no Recanto das Emas, cidade-satélite distante 26 quilômetros de Brasília, conforme relata o boletim de ocorrência.

Segundo a polícia, o professor não aceitava o fim do relacionamento e a ameaçava de morte desde o rompimento. Rendrik usou uma pistola .380 para matar a vítima. Ainda de acordo com seu relato, ele jogou a arma fora.

A Faculdade Projeção de Brasília divulgou uma nota nesse sábado afirmando que o professor Rendrik Vieira Rodrigues será "demitido e substituído imediatamente" do curso de Direito, onde atuava como coordenador.

O UniCeub também informou, por meio de sua assessoria, que deverá tomar medidas para o desligamento do professor, logo na segunda-feira.

iG

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Naufrágio no Lago Paranoá. Um bebê morreu e sete pessoas seguem desaparecidas

Sete pessoas seguem desaparecidas no Lago Paranoá
Embarcação naufragou no domingo. Buscas serão retomadas nesta segunda

Cerca de cem pessoas estavam na embarcação. Entre elas uma criança de dez anos, que ainda não foi encontrada. Bebê de seis meses é a primeira morte confirmada (Foto:Josemar Gonçalves)


As equipes de resgate retomam na manhã desta segunda-feira as buscas aos desaparecidos no Lago Paranoá, em Brasília, onde uma embarcação afundou na noite de domingo. Segundo os bombeiros, apenas alguns barcos continuarão fazendo a ronda. As buscas foram suspensas durante a madrugada para serem retomadas ao amanhecer. Pelo menos sete pessoas seguem desaparecidas. Um bebê de seis meses morreu no acidente.

Entre os desaparecidos está a mãe da criança morta. O Corpo de Bombeiros informou que 92 pessoas foram resgatadas com vida. Três delas foram encaminhadas ao Hospital Regional da Asa Norte. Participam da operação de resgate 56 bombeiros e 25 mergulhadores. Dois helicópteros do Corpo de Bombeiros sobrevoam o local do acidente em apoio às buscas.

Pouco após o naufrágio, os bombeiros informaram que havia 104 pessoas a bordo no momento do acidente. A informação, porém, foi corrigida durante a madrugada, quando a corporação informou não saber ao certo a quantidade de pessoas na embarcação.

A polícia e os bombeiros informaram que depoimentos colhidos com os primeiros passageiros resgatados apontavam para a possibilidade de o acidente ter sido provocado por uma lancha - que passava pela mesma área do lago ou que fazia uma espécie de escolta da embarcação.

O barco percorria o lago enquanto dava uma festa, programação comum nos finais de semana em Brasília. A embarcação saiu de um clube por volta das 19h30. Familiares das pessoas que estavam no barco e os serviços de socorro usaram as instalações da Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados (Ascade) como base de apoio para trabalhar e coletar informações sobre os parentes.

(Com Agência Estado)