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terça-feira, 4 de junho de 2013

Sonho com macaco. Significado

Sonhar com macaco. Significado

Ver um macaco em seu sonho simboliza o engano, discernimento e intuição. Aqueles ao seu redor estão trabalhando para fazer avançar seus próprios interesses. Alternativamente, os macacos indicam uma atitude imatura, um caráter lúdico e do lado travesso de sua personalidade.

Ver um macaco pendurado ou balançando de uma árvore, sugere que você está se sentindo incomodado por algum problema.

Sonhar que você está alimentando um macaco, significa traição de alguém em quem você pensou que se preocupava com os seus interesses.

Considere-se também a importância dos três macacos místicos que cobrem seus olhos, ouvidos e boca para dizer que não vê nenhum mal, não ouça nenhum mal e não falam mal.

sábado, 23 de março de 2013

Por que nem todos os primatas evoluíram para seres humanos?

Os seres humanos não evoluíram de macacos, gorilas e chimpanzés. Somos todos espécies modernas que seguiram caminhos evolutivos diferentes, embora os seres humanos partilham um ancestral comum com alguns primatas, como o macaco Africano.

O cronograma da evolução humana é longo e controverso, com lacunas significativas. Especialistas não concordam em muitos dos pontos de início e fim de várias espécies. Então este gráfico envolve estimativas.

Dizer que somos mais “evoluídos” que nossos primos peludos é um erro do ponto de vista biológico – experimente ver quanto tempo você dura pelado no coração do Congo sem sequer uma faca, e então volte para dizer quem é que está em vantagem evolutiva. Nesse e em muitos outros casos, a evolução não “conduz” os outros símios a se tornarem mais humanos. Portanto, é um erro pensar que somos o ápice da evolução, ou o objetivo da evolução dos outros animais. Os macacos, orangotangos e outros primatas não foram extintos pela mesma razão que todo o resto da vida no planeta: são adaptados a seus respectivos ambientes.

Pensar que uma espécie evolui para sobreviver é colocar a carroça na frente dos bois. As mutações genéticas acontecem o tempo todo, sem alarde e muitas vezes sem qualquer mudança mensurável no estilo de vida do organismo. Em geral, as mutações mais prováveis ​​de serem passados ​​para as gerações futuras são aqueles que se mostrar úteis para o indivíduo ou à sobrevivência das espécies.

A "utilidade" de uma mutação depende em grande parte deslocando fatores ambientais como os de alimentos, predadores e clima, e também sobre as pressões sociais. A evolução é uma questão de preencher nichos ecológicos e sociais. Macacos africanos ainda estão por aí porque o ambiente tem incentivado o sucesso reprodutivo dos indivíduos com material genético diferente do nossa.

A evolução é um processo contínuo, um processo de tentativa e erro em que todos os primatas modernos são ainda uma parte.


Macaco evoluiu mais que humano, diz estudo
DNA de chimpanzé indica que símio enfrentou mais seleção natural que o homem.
Número de proteínas alteradas é 50% maior nos bichos, de acordo com análise.


Os cientistas acabam de desferir um novo golpe contra o orgulho da espécie humana, que já não andava mesmo muito bem das pernas. Uma comparação genética abrangente entre o DNA do Homo sapiens e o dos chimpanzés (Pan troglodytes) sugere que quem evoluiu mais nos últimos milhões de anos foram eles, e não nós.

É bom esclarecer desde que o começo que a avaliação se refere a transformações no material genético de ambas as espécies -- não tem nenhuma ligação com aspectos morais ou sociais que as pessoas às vezes associam à idéia de evolução. Mesmo assim, a maioria dos cientistas considera que uma coisa é diretamente relevante para explicar a outra. Afinal, chimpanzés não falam nem constroem naves espaciais. Acreditava-se que esse abismo entre nós e eles poderia ser explicado por um conjunto de genes que se transformou rapidamente nos humanos -- evoluiu, portanto -- desde que nos separamos do ancestral comum que nos unia aos chimpanzés há cerca de 6 milhões de anos.

A história parecia fazer todo o sentido; afinal, entre todos os grandes macacos (que incluem, além de humanos e chimpanzés, os gorilas e os orangotangos), o homem é o que mais parece ter mudado ao longo do tempo. Mas, parafraseando Garrincha, faltou combinar isso com os macacos. É o que indica a análise feita por Margaret Bakewell, Peng Shi e Jianzhi Zhang, da Universidade de Michigan em Ann Arbor (EUA), na última edição da revista científica "PNAS". O cálculo do trio indica que a evolução dos chimpanzés foi cerca de 50% mais veloz que a humana nesses 6 milhões de anos.

Mudanças para valer
Para chegar a esse número, os pesquisadores fizeram basicamente um trabalho comparativo: puseram lado o genoma de humanos, chimpanzés e macacos resos, parentes relativamente próximos dos grandes macacos que teriam se separado da nossa linhagem há 25 milhões de anos.

Por ser um primo nem tão próximo e nem tão distante, o macaco reso é fundamental nessa história, pois funciona como termo de comparação para saber quando, ao longo da evolução, certas mudanças aconteceram na linhagem humana.

Suponha, por exemplo, que uma mutação apareça tanto em humanos quanto em chimpanzés, mas não entre resos: o mais provável, nesse caso, é que ela tenha surgido após a separação da dupla humano-chimpanzé, mas antes que esses dois se separassem. Já uma característica genética compartilhada por resos e humanos, mas não por chimpanzés, provavelmente indica que quem mudou ao longo do tempo foram os chimpanzés (e não humanos e resos independentemente). E tudo isso acaba sugerindo quais são os traços genéticos únicos de cada espécie.

No caso, após esse trabalho comparativo, os pesquisadores examinaram 14 mil genes de cada espécie, em busca de mudanças que poderiam ter sido favoráveis para a sobrevivência delas. Uma das "assinaturas" desse tipo de mudança é o fato de que uma dada alteração num trecho de DNA se reflita também numa alteração da proteína cuja receita está contida naquele gene. Isso é importante porque os genes não "fazem" nada no organismo: eles apenas contêm as instruções para a produção das proteínas, essas sim as verdadeiras responsáveis por fazer a coisa andar. Assim, se a proteína mudou (algumas alterações genéticas podem deixá-la inalterada), é sinal de aquele gene está sob impacto da seleção natural, o principal motor da evolução.

E foi olhando para essas alterações que o trio de pesquisadores identificou 154 genes humanos que estavam sob pressão positiva da seleção natural (ou seja, estavam mudando como resultado de sua importância para a sobrevivência), enquanto 233 genes de chimpanzés passavam pela mesma situação. E o curioso é que são genes aparentemente "discretos" -- ligados a fatores sutis, como o metabolismo das células.

No caso dos genes altamente "evoluídos" entre humanos, não aparece haver nenhum particularmente ligado ao nosso cérebro avantajado. Portanto, o mistério a respeito das mudanças genéticas que nos tornaram verdadeiramente humanos continua.
g1.globo.com

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Menino sobrevive na selva por oito meses com ajuda de macaco

Mal se vê o país no mapa. Ele é tão pequeno e tão fascinante, encravado na costa da África Ocidental, cercado por todos os lados pelo Oceano Atlântico.

Todo o território de São Tomé e Príncipe mede pouco mais de 1.000 km2 que hospedam um santuário no continente africano: uma floresta equatorial. É a mistura perfeita de tons que contrastam com as rochas vulcânicas. As praias estão entre as mais bonitas do mundo.

E as matas, intocadas desde que os portugueses descobriam essas ilhas em 1470, guardam um tesouro. O país africano, de 160 mil habitantes que falam a língua portuguesa, é cheio de encantos e mistérios.

Agora, contaremos uma estória incrível. Até parece ficção, saída de um livro de aventuras infantis. Quem nunca ouviu falar no menino Mogli - o garoto criado pelos bichos em uma das florestas mais fascinantes do mundo? E o Tarzan? São lendas que encantaram gerações e mexeram com a nossa imaginação, mas a aventura que descobrimos nessas ilhas é pura realidade.

O cenário é uma floresta africana. O personagem é uma criança, um menino que com apenas 8 anos teve que enfrentar desafios quase impossíveis de serrem vencidos para sobreviver: mata fechada, medo, bichos que ele nem conhecia, escuro da noite, gritos que ninguém escutava. Durante oito meses, Fernando ficou perdido na floresta.


Pela primeira vez, depois de três anos, o garoto concordou em voltar ao lugar de tantos pesadelos. O acesso requer coragem. A estrada vira caminho, vira atalho, vira desafio. Duas horas e meia depois, chegamos ao ponto onde tudo começou.



O menino nunca tinha visto um boi: animal raro na Ilha de Príncipe. “O boi começou a ir para a mata e comecei a acompanhar boi”, lembra Fernando Neves Umbelino, hoje com 11 anos.

E a curiosidade dele se transformou em um desespero. “Ele foi com o boi a uma longa distância e não conseguiu regressar. Passamos dia e noite à procura dele”, conta Frederico Neves Umbelino, irmão de Fernando.

E nada. Os moradores da cidade, a equipe de resgate: todos foram ajudar nas buscas. “Procuramos durante duas, três semanas, e não o encontramos”, revela Frederico.

Fernando conta que, no princípio, quando viu que estava perdido, ele gritou pelos irmãos e que ninguém escutava. “Sentia vontade de ver meu pai, minha mãe, meus irmãos. Chorei muito. Eu pedi a Deus, ao anjo da guarda para estar com a minha mãe”, diz o menino.

E assim foram os 240 dias e noites que ele passou isolado. “Eu procurei bastante o caminho, mas não consegui ver”, afirma Fernando.

Ele ainda revela que, na hora de dormir, se escondia debaixo de uma pedra. O irmão Frederico conta que a família sofreu muito com o desaparecimento de Fernando: “foi muito difícil. Não comia, passava a vida a chorar”.

Fernanda Neves Umbelino, a mãe do menino, conta os momentos em que mais se lembrava de que o seu filho estava na floresta: “no momento em que eu ia para cama, não via ele ir para cama, e no momento de refeição, em que colocava a mesa e sentia falta dele”.

Mas Gervásio Umbelino, o pai de Fernando, nunca perdeu a esperança: “eu nunca tirei a chave da porta da minha casa, principalmente à noite. A chave estava sempre na porta. A qualquer momento, ele podia aparecer e podia calhar de não estar ninguém em casa, mas, com chave na porta, ele conhece a casa muito bem, ele podia chegar e entrar”.

Na floresta, as lembranças do menino vêm à tona. Fernando faz questão de mostrar como se acomodava quando escurecia. Ele se encaixa com facilidade entre as pedras cheias de limo. Como sempre estava à procura do caminho de casa, trocava de pedras com frequência.

E como nas revistas em quadrinho ou nos desenhos animados, Fernando encontrou na floresta um amigo inseparável: um macaco.

O menino conta que o animal não saía de perto dele, ficava por perto o dia inteiro e a noite toda. Omacaco trepava no coqueiro, pegava coco, quebrava o coco e dava para o menino.

Fernando bebia a água e comia a polpa do coco verde. Ele se alimentava também de um caramujo grande, que nasce nos troncos das árvores. Hoje, na vizinhança, ele é conhecido como o pequeno Tarzan. Não faltou valentia para honrar o título.

Quanto mais Fernando tentava achar o caminho de volta, mais ele se distanciava de casa. Um dia, chegou a uma praia selvagem, totalmente deserta, até que avistou um pescador e levou um susto. “Senti medo de ele fazer qualquer coisa má”, revela o menino.

Medo e espanto também foram as sensações do pescador Inocêncio dos Prazeres, quando viu de longe o garoto: achou que era assombração.

“Eu rezei um ‘Pai Nosso’. Comecei a pedir Deus, pedir Jesus Cristo para me ajudar, me dar coragem para chegar perto do menino. Ele saltou de uma ponta a outra e fez um pulo igual a um macaco. Ele não queria que eu chegasse perto dele. Quando segurei ele , ele estava só limo”,

Quando foi encontrado, as roupas de Fernando estavam só trapos. “Ele estava com muito medo. Eu também tive medo”, afirma Inocêncio.

Fernando teria virado o menino da selva? O primeiro a receber a notícia de que ele tinha aparecido foi o pai. A mãe precisou de calmante. Os pais lembram a volta do menino à cidade: “quando chegamos, a praça estava uma multidão. Ele olhou e começou a rir. Mas foi lá que lágrimas começaram”.

Lembrar o reencontro com o filho, naquele dia, traz de volta momentos de dor e de alegria.

A estória de Fernando não termina aí. A aventura revelou o que para muita gente deste lugar ainda era desconhecido: o poder da comida de cada dia dessa população. Quando voltou para casa, nem desnutrido o menino estava. A mãe não tem dúvida. A razão da resistência física ela nos mostra no terreiro de casa.

“Eu faço comida com folha de maquequê, folha de matabaleria. Dou fruta, dou banana”, afirma Fernanda Umbelino, a mãe do menino.

Seria este o segredo da força de Fernando? A aventura do menino na selva pode criar um novo capítulo na história da medicina. Cientistas não conseguem entender por que o garoto não contraiu malária.

Uma hipótese: o maquequê que ele comia todos os dias, em casa, pode ser uma espécie de vacina natural contra a doença. Será que este povo terá descoberto, sem saber, o princípio da comida medicinal?

Leia mais notícias no G1

domingo, 10 de julho de 2011

Sagui-pigmeu de 12,7 centímetros pode ser o menor do mundo

Sagui-pigmeu de 12,7 centímetros pode ser o menor do mundo
Animal era do tamanho de um dedo humano quando nasceu.
'Reillo' foi abandonado pelos pais e foi cuidado por Sarah Jurgen.


Um sagui-pigmeu, de três meses de idade, que mede 12,7 centímetros e pesa apenas 60 gramas pode ser o menor do mundo. O animal chamado "Reillo", que era do tamanho de um dedo humano e foi abandonado pelos pais ao nascer, pertence ao zoológico de Lincoln, no estado de Nebrasca (EUA). "Reillo" foi cuidado pela tratadora Sarah Jurgen, de 26 anos.

Sagui-pigmeu mede 12,7 centímetros e pode ser o menor do mundo. (Foto: Jacob Hannah/Barcroft USA/Getty Images)

'Reillo' foi abandonado pelos pais e foi cuidado por Sarah Jurgen. (Foto: Jacob Hannah/Barcroft USA/Getty Images)

G1

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Indonésia. Macaco rouba câmera e faz autorretrato

Macaco rouba câmera de fotógrafo e faz um autorretrato 'sorridente'
Primata roubou equipamento de David Slater e, curioso, começou a clicar.
Caso ocorreu em parque nacional na ilha de Sulawesi, na Indonésia.

Macaco da ilha de Sulawesi roubou a câmera e fez seu próprio retrato (Foto: Macaco selvagem/David Slater/Caters News)

Um fotógrafo se surpreendeu com as imagens feitas por um macaco da espécie Macaca nigra, que roubou sua câmera e acabou fazendo um "sorridente" autorretrato em um pequeno parque nacional na ilha de Sulawesi, na Indonésia.

O macacão, que é ameaçado de extinção, adorou o equipamento e aproveitou para fazer um book fotográfico dele mesmo.

"Ele tirou centenas de fotos até que eu recuperasse a câmera. Mas a maioria estava sem foco. Obviamente ele ainda não desenvolveu a técnica. Esse tipo de macaco não é conhecido pela inteligência, ao contrário do chimpanzé. É apenas curioso", disse o fotógrafo ao jornal inglês "Telegraph".

David Slater contou que o primata começou a investigar o equipamento e se fascinou com seu reflexo na lente antes de começar a disparar cliques sem perceber, inclusive o curioso retrato acima.

A imagem está perfeitamente centralizada, apesar de fora do eixo - como é comum ocorrer inclusive entre humanos que tentam posar para a própria câmera. Alguns sites divulgaram a foto com o eixo corrigido, o que dá um ar ainda mais profissional ao primata.


Do G1, em São Paulo

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Bebê recém-nascida morta por macaco é cremada

Especialista: Bebê vítima de um ritual de acasalamento que deu errado



KUALA LUMPUR, Malásia - O bebê que foi morto por um macaco selvagem pode ter sido vítima de um ritual de acasalamento que deu errado.

Dr. Mohamad Ngah fisiologista em Reprodução dos animais selvagens  acredita que as ações do macaco foi o resultado do seu comportamento psicológico.

Dr Ngah, que também é diretor do zoológico Negara, disse um macaco macho subordinado só matam macacos bebês e luta com o macho alfa para reivindicar a posição dominante na área..


"Às vezes, os filhotes também seriam usados como escudos pelo macaco subordinado ao lutar com o macho alfa", disse ele.

"Dessa forma, ele poderia parar o macho alfa de atacar pois o macho alfa não arriscaria ferir o filhote."

Quando o macaco bebê morre, a macacas deixam de produzir hormônios prolactina que produz o leite materno e estará pronta para iniciar seu ciclo reprodutivo com o companheiro.

"No caso do bebê de 4 dias de idade, o macaco poderia ser um macho alfa novo à procura de uma companheira.

No início da tarde, o bebê foi cremado no crematório Jalan Tun Dr Ismail e as cinzas foram espalhadas nas águas ao largo de Port Dickson.
"Estávamos planejando uma grande Deepavali (festa religiosa hindu), mas isso não vai acontecer agora. Meu coração sangrou quando eu vi meu bebê com pontos na cabeça e no rosto," disse um soluçar V. Revathy, 26, mãe do bebê.
A atendente Lorry V. Nehru, 30, disse que tinha planejado para registrar o nascimento de sua filha no domingo, mas agora ela morreu sem nome.
Ele também disse que era possível que o macaco assassino foi atraído para a sua macaca de estimação como os macacos machos utilizados para pendurar em torno de sua gaiola.

"Os animais não são capazes de diferenciar entre um bebê humano e as suas crias. Não faz parte de seu instinto e é por isso que é perigoso manter animais exóticos ou selvagens em casa."

Dr Ngah disse que essa era a primeira vez que ele havia encontrado um caso aqui, embora tivesse ouvido falar de incidentes semelhantes na África.

Ele acrescentou que os macacos poderiam ser encontrados na maioria das florestas tropicais no sudeste asiático e são perigosas para os seres humanos porque eles são portadores de herpes B.

Enquanto isso, o Departamento de Estado de Vida Selvagem e Parques Nacionais cancelou todos os macacos que vem aterrorizando os moradores de Taman feliz em Seremban.

Seu diretor, Ishak Muhammad, disse que seus oficiais haviam vasculhado a área por completo e não havia vestígios de qualquer macacos.

"O macaco que atacou a criança foi morto a tiros a poucos metros da casa no mesmo dia.

"Nós identificamos o macaco com base em vestígios de sangue e pele do bebê em seu pêlo."

Ishak disse que o incidente poderia ter sido evitado se a família tivesse apresentado uma queixa sobre os macacos selvagens que os molestava.

"O departamento que normalmente responde a queixas do público, gostaríamos de verificar se os macacos eram agressivos e atacavam os seres humanos, ou se apenas procuravam comida.

"Nós só tiramos macacos que são perigosos para o público e realocamos os que são inofensivos."

Ele acrescentou que, com base nas informações recebidas, o macaco assassino poderia ter sido atraído pela macaca de estimação da família.

Fonte: http://news.asiaone.com