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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Julgamento de Lindemberg. 'Quero paz', diz mãe de Eloá sobre júri

‘Eu quero paz, eu quero que isso tudo acabe’, diz mãe de Eloá sobre júri
Lindemberg Alves será julgado em Santo André a partir de segunda-feira.
Jovem feito refém disse que não deseja isso nem para 'pior inimigo’.

A poucos dias do início do julgamento do acusado de matar Eloá Cristina Pimentel, Lindemberg Alves, a mãe da adolescente diz não ver a hora de o veredicto ser dado. A adolescente foi feita refém no apartamento onde morava, em Santo André, no ABC, em 13 de outubro de 2008.

“Eu quero paz, eu quero que isso tudo acabe para eu ter paz com os meus filhos e ficar só lembrando dos momentos bons com a minha filha”, disse em entrevista ao SPTV Ana Cristina Pimentel.

Quatro dias depois da invasão, a PM decidiu invadir a residência. Antes de ser rendido pelos policiais, Lindemberg atirou em Eloá e em sua amiga, Nayara Silva, que também era mantida refém, matando a ex-namorada e ferindo a colega dela.


Advogada de Lindemberg diz que não recorrerá de decisão que o leva a júri
Depois da morte da filha, dona Ana Cristina nunca mais voltou ao conjunto habitacional no Jardim Santo André. “Nem para ver os meus vizinhos não consigo, porque eu lembro de tudo. É muito triste para mim”, afirmou. “Muita saudade e cada dia parece que fica pior.”

Outros dois adolescentes amigos de Eloá foram mantidos em cárcere privado por Lindemberg, mas liberados rapidamente. Iago Vilera era um deles. O jovem ficou sob a mira do revólver por 9 horas. Até hoje ele tenta o impossível: esquecer daqueles dias. “Terrível, coisa que não desejo nem para o meu pior inimigo. Particularmente eu não gosto de ficar falando não, traz má recordação.”

Iago parou de estudar ainda com 15 anos, meses depois da morte de Eloá. Hoje ele tem 18, é auxiliar administrativo numa clínica médica. Por dois anos e meio fez tratamento psicológico. Mas nada voltou a ser o que era para ele e para a família.
“Desde que a gente ficou sabendo do julgamento, tudo, aí começa vir tudo de novo. Ele fica apreensivo, mas fazer o quê? É a vida, né?”, disse a mãe dele, Maria Aparecida Vilera

Julgamento
Na segunda-feira (13), Lindemberg finalmente sentará no banco dos réus. Em uma sala do Fórum de Santo André deverão ser ouvidas 14 testemunhas de defesa e cinco de acusação. Dos 25 jurados presentes, sete serão escolhidos e irão decidir, com base nos testemunhos, o destino do jovem.

A previsão é que o júri dure dois dias. Lindemberg será julgado por disparo de arma de fogo, cárcere privado, tentativa de homicídio e homicídio duplamente qualificado. Segundo a promotora do caso, Daniela Hashimoto, as balas que mataram Eloá saíram da arma do ex-namorado. “Da explosão da porta até ele atirar contra a cabeça das meninas houve tempo suficiente para que ele se rendesse e não atirasse.”

A advogada de Lindemberg, Ana Lúcia Assad, foi procurada pela produção do SPTV para falar sobre o julgamento. Segundo uma assistente dela, a advogada passou o dia com o réu numa penitenciária em Tremembé, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, onde ele está preso. (G1)



Promotora dirá que Lindemberg era violento e sempre quis matar Eloá
Veja a lista das testemunhas de acusação e defesa.
Réu poderá pegar pena de 50 a 100 anos se condenado, diz promotora.

Eloá, namorada e vítima; Lindemberg assassino
Um homem possessivo, violento e que invadiu o apartamento da ex-namorada decidido a matá-la. Essa é a tese de acusação da promotora Daniela Hashimoto para convencer os sete jurados de que Lindemberg Alves Fernandes é culpado pela morte de Eloá Pimentel em 2008. O julgamento está previsto para começar às 9h de segunda-feira (13), no Fórum de Santo André, no ABC. O réu responde ainda por tentativas de assassinato, cárcere privado e disparo de arma de fogo.

Lindemberg Alves invadiu a casa de Eloá Cristina Pimentel no dia 13 de outubro de 2008, manteve, além dela, três outros jovens reféns (Nayara Rodrigues e outros dois colegas de escola da menina) e, quatro dias depois, atirou em Eloá e Nayara, assassinando a ex-namorada. A colega dela sobreviveu.
saiba mais

"Ele foi para lá com a intenção de matar. Toda a história começou há 30 dias [do assassinato], quando ele já estava ameaçando, importunando, ia rondar a porta da escola [em que Eloá estudava]. Há 15 dias abordou a Eloá, a agrediu fisicamente, sempre com essa intenção, de que 'se não for minha, não vai ser demais ninguém'", afirmou a promotora na manhã desta sexta-feira (10).
Se for considerado culpado em todos os crimes, Lindemberg pode pegar uma pena, segundo a promotoria, que vai desde os 50 anos até passar dos cem anos.

"Ele foi para lá [o apartamento da ex-namorada, no dia 13 de outubro] não só armado, mas também munido de farta munição extra, preocupou-se em ir ao local acreditando que a Eloá estaria sozinha, acabou sendo surpreendido pelo fato de a Eloá estar com colegas fazendo o trabalho de escola", conta Daniela.

Segundo a promotora, será usado como prova dessa premeditação, o fato de Lindemberg preocupar-se em retirar do apartamento Douglas, irmão mais novo de Eloá e amigo de Lindemberg. "Ele, inclusive, levou o Douglas até o parque e pegou o celular do amigo para que ele não tivesse contato com a irmã", afirma Hashimoto.

Lindemberg será acusado por 12 crimes, que vai desde o homicídio de Eloá, manter quatro pessoas em cárcere privado, duas tentativas de homicídio e, até, o disparo de quatro tiros a esmo.
Por parte da acusão, além das quatro vítimas de Lindemberg, apenas uma testemunha será convocada ao tribunal. Será o irmão mais velho de Eloá, Ronickson Pimentel dos Santos. Para Daniela Hashimoto, ele é peça-chave na construção do perfil de réu.
"Ele testemunhou momentos de agressividade de Linbemberg. Foram momentos antes da invasão da casa de Eloá e momentos durante a invasão, quando ele tentava conversar por telefone com o réu", afirma.

Julgamento longo
Quanto à defesa, que convocou um alto número de testemunhas (são 14, sendo que seis deles jornalistas que cobriram o caso), a acusação diz não ter ideia da estratégia a ser adotada. "Ela tem o direito de chamar as testemunhas que quiser. A linha de defesa só vamos descobrir no dia", afirma a promotora, que aguarda por um julgamento longo, embora prefira não estimar um prazo.
"Tudo vai depender das testemunhas. A defesa preparou um longo material com reportagens sobre o caso e vai mostrá-lo no julgamento. São 16 horas com entrevistas, debates e notícias", diz.

Veja a lista de testemunhas convocadas para o julgamento de Lindemberg Alves.

Testemunhas arroladas pela acusação
- Nayara Rodrigues da Silva - mantida refém por Lindemberg e também atingida por um tiro.
- Victor Lopes de Campos -  mantido refém por Lindemberg.
- Iago Vilera de Oliveira - mantido refém por Lindemberg.
- Atos Antonio Valeriano -  sargento da PM que iniciou as negociações assim que Lindemberg invadiu a casa de Eloá e foi alvo de um disparo de arma de foto do suspeito, disparado em direção a sua cabeça, segundo a promotoria.
- Ronickson Pimentel dos Santos - irmão mais velho de Eloá, testemunhou, segundo a promotoria, momentos de agressividade do réu.

Testemunhas arroladas pela defesa
- Alves Nelson Gonçalves - perito criminal, trabalha no Instituto de Criminalística (IC) e atuou no caso.
- Ana Paula Neves - jornalista.
- Marcos Assumpção Cabello - foi a advogado chamando num primeiro momento pela família de Lindemberg Alves e, dessa forma, participou das negociações.
- Ricardo Mollina - o perito fez uma análise independente do áudio em que se verifica o instante da entrada da polícia no apartamento de Eloá e a série de tiros na sequência.
- Sonia Abrão - jornalista.
- Roberto Cabrini -  jornalista.
- Rodrigo Hidalgo: jornalista.
- Márcio Campos: jornalista.
- Reinaldo Gottino: jornalista.
- Dairse Aparecida Pereira Lopes: perito criminal, trabalha no Instituto de Criminalística (IC) e atuou no caso.
- Helio Rodrigues Ramacciotti: perito criminal, trabalha no Instituto de criminalística (IC) e atuou no caso.
- Sergio Luditza: delegado de polícia que presidiu o inquérito.
- Adriano Giovanini: capitação da PM, foi negociador pelo Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate).
- Paulo Sérgio Squiavano: tenente da Polícia Militar, atuou no caso pelo Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate).

Renato Jakitas
Do G1 SP

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Violência: Modelo português é acusado de castrar e assassinar jornalista compatriota com quem teria um caso

NOVA YORK, EUA - O modelo português Renato Seabra, de 21 anos, foi acusado pela morte do famoso jornalista Carlos Castro, de 65 anos, compatriota com quem manteria um caso, em um luxuoso hotel de Manhattan, Nova York (EUA), informou a polícia local nesta segunda-feira.
Carlos Castro, de 65 anos e Renato Seabra, de 21 anos

A imprensa nova-iorquina afirmou que Castro foi castrado e deixado sangrando no quarto no 34º andar do Intercontinental Hotel, onde estava hospedado. A versão foi confirmada por fontes policiais. O crime aconteceu a poucos quarteirões da badalada Times Square.

De acordo com o atestado de óbito, o jornalista morreu em decorrência de trauma na cabeça e estrangulamento. O documento não confirma a castração.

jornalista Carlos Castro, de 65 anos

Nascido em Angola, Castro trabalhou para várias empresas da mídia portuguesa, como os jornais "Diário de Notícias", "24 Horas" e "Correio de Manhã". Amigos do jornalista disseram que ele e o modelo mantinham um relacionamento e dividiam a suíte no hotel. Os dois estariam em Nova York para acompanhar os festejos do réveillon e assistir a espetáculos da Broadway.

Investigadores disseram ao "NY Daily News" que acreditam que o modelo tenha atacado Castro após ter sido acusado pelo jornalista de roubar dinheiro dele.

Seabra participou no ano passado de um reality show na TV portuguesa chamado "A Procura Do Sonho", cujos participantes eram todos modelos em busca de fama.

Fonte: Globo.com



NEW YORK (AP) - Um modelo masculino recentemente participou em um reality show Português foi preso pela polícia horas depois que seu companheiro, um jornalista de celebridades da televisão Portuguesa, foi encontrado castrado e espancado até a morte em um hotel da cidade de Nova York .

O jornalista de 65 anos, Carlos Castro, chegou aos EUA no final de dezembro, na companhia de seu jovem namorado, o modelo Renato Seabra, para ver alguns shows da Broadway e passar a véspera de Ano Novo na Times Square, de acordo com familiares e amigos.

Houve alguns atritos entre os dois homens ao final da viagem, mas nada que indicasse que algo terrível estava prestes a acontecer, disse o amigo, Luis Pires, o editor do Jornal Luso-Americano, editado em Português nos EUA .

"Eu acho que eles estavam um pouco chateados com o outro, por razões de ciúme", Pires disse a Associated Press.

O casal viu o musical "Spider-Man: Turn Off the Dark" e levou no filme "The Black Swan". Mas quando chegou a hora de conhecer a filha de Pires para a noite de jantar na sexta-feira, Seabra, de repente surgiu na entrada do InterContinental New York Times Square agindo estranhamente, disse Pires.


"Ele disse para minha filha", Carlos nunca vai sair do hotel de novo'", disse Pires.

Ele disse que sua filha, desesperada, pegou um gerente de hotel. Guardas de segurança abriram a porta do quarto e encontraram o corpo em cerca de sete horas

Seabra havia deixado o hotel, mas foi detido pela polícia horas depois, após ele ter procurado atendimento no St. Luke's Roosevelt Hospital, não muito longe do hotel. Ele estava sendo avaliado sábado no Bellevue Hospital Center, em toda a cidade. Nenhuma acusação foi apresentada contra Seabra na tarde de sábado, o Departamento de Polícia de Nova York, disse.

Segundo a polícia, a vítima sofreu traumatismo craniano grave. O escritório de examinador médico vai determinar a causa da morte.

“A Procura Do Sonho,” or “Pursuit of a Dream,” Seabra foi um ano último concorrente num programa de televisão Português chamado "A Procura Do Sonho", ou "busca de um sonho", que caça talentos para modelos.

Ele não ganhou o show, mas conseguiu um contrato com uma agência fundada pela estilista Fátima Lopes, que desenvolveu o show e foi um juiz sobre ela.

Lopes expressa seu choque com o jornal Correio da Manhã de Portugal, no domingo.

"Ele nunca falou sobre sua vida particular, ele era um menino quieto e talvez o mais tímido de todos os concorrentes em 'Em Busca do Sonho". Ele era muito calmo e educado, disse ela. "Essa coisa toda parece surreal para mim".

Seabra sempre teve interesse em moda, disse ele ao jornal Independente de Cantanhede em setembro.

"Eu entrei neste mundo, e eu não quero deixá-lo porque vejo que posso ser bem sucedido", disse ele.

Castro, que também era colunista em Portugal, era admirado não por sua bravura em sair como um homem gay e "revelar o lado feminino de sua personalidade", disse Rui Pedro Tendinha, crítico de cinema que conheceu Fidel Castro.

Ele era uma figura de alto perfil público como uma personalidade da TV, Tendinha disse.

"A maneira como ele morreu está causando um grande tumulto em Portugal", disse ele.

"Ele tinha um coração enorme. ”Apenas um ser humano com um coração como o dele poderia ter feito o que fez por mim."

Uma hóspede do InterContinental, Suzanne Divilly, 40 anos, disse ao Daily News que ouviu os dois homens discutindo em seu quarto durante o dia sexta-feira.

"Houve muito barulho de conversas", disse ela. "Você podia ouvir eles discutindo no corredor e até no nosso quarto."

O modelo jovem e o idoso jornalista saíam juntos há alguns meses, disse ele.

"Minha esposa e minha filha estava com ele durante os últimos três ou quatro dias", disse Pires. "Minha esposa me disse que ele era um garoto muito bom. Muito educado. ”Acho que isso deve ter sido um crime do coração. "

"Este era um garoto de 21 anos de idade, à procura de fama. ”Ele Carlos), provavelmente o viu olhando as meninas, ou algo assim. "

A notícia do assassinato sacudiu a cidade de Cantanhede, de população de 38.000, num bairro central Português de Coimbra, onde Seabra nasceu e onde mora sua família.

Sua irmã, Joana Seabra, é médica e presidente da comissão política local do Partido Social da Juventude Democrata de Cantanhede.

"Ele entrou no mundo da moda, na esperança de mudar sua vida. Sonhos são fáceis na nossa idade ", disse ela. "Ele estava procurando por um sonho e encontramos um pesadelo" Ela disse que os dois compartilharam interesses em pombos-correio.

"A notícia atingiu Cantanhede como uma bomba", disse Melo, um dos organizadores da associação columbofilia Cantanhede ao Diario de Coimbra. Disse também que Seabra era "um espetacular jovem.

A morte é o segundo assassinato recente em quarto de hotel chique da cidade de Nova York

Modelo confessa assassinato de jornalista português em Nova York


NOVA YORK - O modelo português Renato Seabra, de 21 anos, confessou nesta segunda-feira o assassinato do famoso jornalista Carlos Castro, de 65 anos, compatriota com quem mantinha um caso, em um luxuoso hotel de Manhattan, Nova York (EUA). Segundo relato dado aos policiais, o jovem disse que matou Carlos para se "ver livre de demônios e de vírus". O modelo contou que agrediu o cronista durante mais de uma hora com pontapés e socos antes de bater com o monitor de um computador na cabeça do amante e em seguida castrá-lo usando um saca-rolhas.

- Já não sou gay - teria dito Seabra aos polícias, segundo fontes citadas pelo jornal "New York Post", na ala psiquiátrica do Bellevue Hospital, onde foi internado depois de ter feito cortes nos pulsos, numa aparente tentativa de suicídio.

Renato será indiciado por homicídio em segundo grau.

Castro e Seabra estavam de férias em Nova York. Eles estavam hospedados no InterContinental Hotel e só deviam regressar a Portugal no dia 15. O crime aconteceu a poucos quarteirões da badalada Times Square.

Segundo testemunhas, eles teriam tido uma forte discussão no quarto de hotel antes da tragédia. Durante a briga, o modelo teria dito ao jornalista que não era homossexual e que só namorava com ele pelo seu dinheiro e influência na alta sociedade.

De acordo com o atestado de óbito, o jornalista morreu em decorrência de trauma na cabeça e estrangulamento. O documento não confirma a castração.



Nascido em Angola, Castro trabalhou para várias empresas da mídia portuguesa, como os jornais "Diário de Notícias", "24 Horas" e "Correio de Manhã". Amigos do jornalista disseram que ele e o modelo mantinham um relacionamento e dividiam a suíte no hotel. Os dois estariam em Nova York para acompanhar os festejos do réveillon e assistir a espetáculos da Broadway.

Investigadores disseram ao "NY Daily News" que acreditam que o modelo tenha atacado Castro após ter sido acusado pelo jornalista de roubar dinheiro dele.

Seabra participou no ano passado de um reality show na TV portuguesa chamado "A Procura Do Sonho", cujos participantes eram todos modelos em busca de fama.

O Globo e Agências Internacionais
http://newyork.cbslocal.com/2011/01/09/portuguese-model-in-custody-companion-castrated/

domingo, 9 de janeiro de 2011

Caso Isabella Nardoni. O crime que chocou o Brasil

Isabella Nardoni
Isabella Nardoni refere-se ao caso do assassinato de Isabella de Oliveira Nardoni, de cinco anos de idade, brasileira menina, na noite de sábado, 29 de março de 2008. Suspeitos do caso incluiu o pai de Isabella, Alexandre Nardoni, ea madrasta, Anna Carolina Jatobá. É alegado que estrangulou Isabella Jatobá e Nardoni jogou para fora da janela de seu apartamento localizado no sexto andar do Edifício London (Londres Building) no Tucuruvi bairro de São Paulo , Brasil.

A mídia brasileira tem seguido atentamente o caso, oferecendo atualizações contínuas. Mais de 98% dos brasileiros têm conhecimento da sua morte, maior percentual da história da cobertura da mídia pesquisa brasileira.

Família
Isabella de Oliveira Nardoni, nasceu em 18 abril de 2002, em São Paulo , Alexandre Alves Nardoni para e Ana Carolina Cunha de Oliveira. Alexandre conheceu Ana Carolina quando eles estavam na escola, e eles namoraram por três anos. Oliveira tornou-se inesperadamente grávida de Isabella, quando ela tinha 17 anos e, por esse tempo, Nardoni estava prestes a começar a sua lei aulas na faculdade. Enquanto ela estava grávida, eles consideraram morar juntos, mas a relação já estava se deteriorando, assim, Oliveira escolheu para viver com sua filha na casa de seus pais.

Onze meses após o nascimento de Isabella, Ana Carolina deixou Alexandre quando ela era muito certo e convencido de que ele a estava traindo. No primeiro, pois ela era muito jovem, Isabella estava constantemente com sua mãe, mas como a menina crescia eles estabeleceram uma rotina: Isabella Nardoni teria mais de sexta a domingo à noite duas vezes em um mês. Até então, Nardoni já estava casado com Anna Carolina Jatobá, com a qual teve dois filhos, Pietro e Cauã.

Nardoni começou a ver Jatobá, que foi sua colega na Faculdade de Direito, nas costas de Oliveira, enquanto ela ainda estava grávida de Isabella. Ele continuou com o relacionamentos por um ano, até que Oliveira de foi convencida de que ele a estava traindo.
Alexandre Nardoni e Anna Jatobá
Depois do assassinato de Isabella, Oliveira alegou que Jatobá era muito ciumenta de seu passado com Nardoni. Depois de algum tempo, Jatobá assumiu a falar com Oliveira sobre Isabella, em vez de Nardoni. Oliveira também disse que a família Nardoni evitou deixar Isabella com a madrasta e que, quando Nardoni não estava por perto, sua irmã dormia com a família. Um vizinho disse à polícia que também que a avó paterna de Isabella dissera que Jatobá era louca e capaz de um dia abandonar a garota do apartamento. Um amigo de Oliveira, que preferiu permanecer anônimo disse à imprensa que Isabella às vezes voltava da casa de Nardoni chorando, e que muitas vezes ela queria voltar para a mãe antes do esperado.

O Assassinato
Apartamento onde Alexandre Nardoni e Anna Carolina 

Jatobá residia com os filhos Pietro e Cauã, antes de
 Isabella foi jogada do sexto andar (lado esquerdo, 
a janela de cinza).
Às 22:30 de 29 de marco de 2008, Isabella Oliveira Nardoni caiu do sexto andar do Edifício London, onde seu pai Alexandre Nardoni morava com a madrasta de Isabella, Anna Carolina Jatobá e seus dois filhos. Ela foi encontrada sofrendo de parada cardíaca no jardim da frente do Edifício London. O pessoal de resgate tentaram reanimá-la por 34 minutos, mas foram infrutíferas. Ela morreu a caminho do hospital. Nardoni e Jatobá foram levados para uma delegacia de polícia local. Nardoni disse à polícia que quando chegou com a família no prédio, Isabella já estava dormindo, então ele subiu com ela primeiro. Ele deixou Jatobá com seus filhos no carro, colocou Isabella no quarto, acendeu a luz de cabeceira e uma lâmpada no quarto dos meninos, trancou a porta e desceu de volta.

Segundo Nardoni, ele e Jatobá levaram Pietro e Cauã para o apartamento e quando chegaram lá, percebeu que a luz da sala de Isabella estava acesa. Nardoni disse que ele não encontrou Isabella na cama dela quando ele voltou para o apartamento e que ela ficou de cinco a dez minutos por conta própria, ele notou o buraco na rede da janela de segurança, olhou para fora e para baixo e viu o corpo de Isabella no jardim da frente. Gritou para Jatobá para chamar seu pai, assim ela fez, e chamou seu próprio pai. Mãe de Isabella diria mais tarde em uma entrevista que Jatobá estava histérica quando falava com ela ao telefone, gritando que Isabella havia caído. Segundo Oliveira, Jatobá gritava tanto que ela acreditava Isabella tinha caído acidentalmente na piscina do prédio e disse-lhe para reanimar a criança.

Uma vez que Ana Carolina chegou ao local e percebeu o quanto sua filha estava ferida, ela se absteve de tocar em Isabella, por medo de piorar sua condição. Ela, contudo, frequentemente beijou a filha, e lhe disse para ter calma e que tudo ia ficar bem, e que ela amava. Isabella foi levada para um hospital, mas morreu em conseqüência de seus ferimentos.

Enterro
Isabella foi enterrada no Cemitério "Parque dos Pinheiros", em São Paulo, bairro de Jaçanã. O serviço foi assistido por 200 pessoas.

Investigação
Os investigadores encontraram o sangue de Isabella no do carro de Nardoni e em seu apartamento, em uma toalha e uma fralda, seu vômito em sua camiseta, pegadas de sua sandália na cama da menina ao lado a janela através da qual ela foi lançada, e vestígios de náilon da tela de segurança em sua camiseta. Os policiais também encontraram fragmentos da tela de segurança em uma tesoura no apartamento.

Apesar de não haver indícios que sugerem que Isabella foi jogada para a morte de uma janela do quarto, seus ferimentos não eram consistentes com uma morte em queda. Apenas os pulsos estavam quebrados, além do fato de que ela ainda estava viva, embora mal, quando ela foi descoberta. [Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.] O IML (Instituto Médico Legal) anunciou que encontrou lesões não relacionadas com a queda do corpo de Isabella. As lesões sugeriram que ela tivesse levado um soco e sido asfixiada antes de ser jogado para fora da janela.

O indiciamento de Jatobá e Nardoni

Em 18 abril de 2008, tanto Nardoni e Jatobá foram indiciados pela Polícia Civil de São Paulo, e continuam insistindo que não estavam envolvidos em sua morte.

Julgamento

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram submetidos a julgamento que começou em 22 de março de 2010, quase dois anos após a morte de Isabella. No primeiro dia de prova, Ana Carolina Oliveira testemunhou. Ela disse que Jatobá era extremamente ciumento dela, e que Alexandre já havia ameaçado matar ela e sua mãe e depois sumir com Isabella - a ameaça ocorreu quando Ana Carolina Oliveira o confrontou sobre pagamentos atrasados de pensão alimentícia. Ela também disse que Anna Jatobá fez uma ligação telefônica para ela na noite da morte de Isabella, e gritou-lhe que foi tudo culpa da filha.

Ana Carolina foi posteriormente solicitado pelo advogado de defesa para permanecer no tribunal para que ela pudesse ir ao abrigo de um acareation com Nardoni e Jatobá. Ela permaneceu em um pequeno quarto no tribunal mais três dias até que um psiquiatra disse que ela estava sob estresse extremo, e ela foi liberada.

Em 25 de março de 2010, Alexandre e Anna Carolina deram seus depoimentos diante do júri. Ambos negaram ter assassinado Isabella. Anna chorou durante seu testemunho. Alexandre começou seu depoimento às 10:45, e foi liberado às 16:25. Alexandre disse ao júri que os policiais responsáveis por lidar com o caso Isabella fizeram proposta para que admitisse que ele havia matado a criança, dizendo que ele poderia administrar o caso como um homicídio acidental, sem intenção de matar. Alexandre também afirmou que sentiu-se humilhado por istoe que a polícia não estava realmente interessado em descobrir o que tinha acontecido no prédio no dia que Isabella morreu. Nardoni chorou três vezes durante seu depoimento e disse que o dia da morte de Isabella era o pior dia de sua vida, que tinha perdido a coisa mais preciosa em sua vida e que ele não sabia o que estava acontecendo. Ele também acusou a mãe de Ana Carolina de não querer que ela tivesse a criança.

Ele também disse que não se lembrava de ter mencionado no seu depoimento à polícia que havia uma terceira pessoa no apartamento dele no dia do assassinato de Isabella. O advogado de defesa havia mencionado que alguém havia arrombado o apartamento e jogado a menina pela janela, mas Nardoni negou que tenha visto alguém com uma arma, vestindo roupas pretas, e que tinha bloqueado Isabella no apartamento.

Nardoni chocou público e o júri, quando, após ser questionado pelo promotor Francisco Cembranelli  sobre por que não pensou em ajudar Isabella, ele primeiro disse que estava se certificando de que ela estava viva. Cembranelli disse que ela estava, e insistiu, em seguida, Nardoni disse que ele estava em choque. Após Cembranelli pediu pela terceira vez porque ele não pensou em tentar fazer qualquer coisa para ajudar a menina, Nardoni, finalmente, respondeu que quando ele se tornou consciente do que estava acontecendo, um vizinho mandou não tocar em Isabella.

Outro momento chocante ocorreu quando Cembranelli perguntou por que Nardoni não conversou com Isabella Oliveira durante o funeral e velório. Nardoni simplesmente respondeu que era uma situação embaraçosa.

Depois de uma pausa para o almoço, foi a vez de Jatobá, e ela falou até 20:45 Durante seu depoimento, Jatobá disse que as acusações contra ela e Nardoni eram completamente falsas. Ela também deu mais detalhes sobre o relacionamento da família com Isabella. Ela também disse que a menina era muito apegado a ela. Jatobá também admitiu que, quando ela estava sendo interrogado pela polícia, ela tinha "embelezada" e "inventadas" histórias como sendo espancado pelo pai.

No entanto, em seu depoimento, Nardoni e Jatobá entraram constantemente em contradição entre si. Apesar de Nardoni afirmar que eles tinham brigas normais, ela admitiu que lutou constantemente e muito porcamente.
Depois de um julgamento de cinco dias de duração, nas primeiras horas de Março, 27, 2010, Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos, 1 mês e 10 dias de prisão; Anna Carolina Jatobá, de 26 anos e 8 meses pela morte de Isabella.  Foram imputadas tanto o fato de que Isabella era menor de 14 anos quando foi assassinada, contra Nardoni ponderado o fato de que ele é o pai de Isabella. Nardoni e Jatobá também foram condenados por fraude processual em 8 meses de prisão (para tentar limpar a cena do crime), que segundo a lei brasileira, não será adicionado a sua pena (os primeiros oito meses contarão para as duas sentenças). Durante a leitura da sentença, Nardoni foi inexpressivo, enquanto que Jatobá chorou. Fora do fórum, as pessoas celebravam sua sentença com fogos de artifício.

O casal de advogados de defesa disseram que vão recorrer da decisão, mas, de acordo com o brasileiro de mídia, o juiz que condenou o casal à prisão é pouco provável que permita qualquer coisa como a liberdade condicional . Em 30 de março de 2010, o advogado de defesa entrou com uma petição por um novo júri, uma vez que a lei brasileira diz que, quando a pena é de mais de 20 anos, o condenado tem permissão para passar por um novo júri.

Fontes:


Referências

terça-feira, 17 de agosto de 2010

MP quer indiciar Mizael e Evandro por ocultação de cadáver de Mércia

O Ministério Público de São Paulo entrou nesta segunda-feira com um recurso ao Tribunal de Justiça do estado para incluir no inquérito da morte da advogada Mércia Nakashima o crime de ocultação de cadáver. A Justiça tinha rejeitado a acusação contra o policial aposentado e advogado Mizael Bispo de Souza e o vigia Evandro Bezerra da Silva, principais acusados do assassinato.

O TJ considerou que o crime de homicídio absorveria a ocultação de cadáver. O promotor de Justiça Rodrigo Merli Antunes, responsável pelo caso, afirma que o interesse dos acusados também era esconder o corpo da advogada, para a realização de "um crime perfeito, a não ser descoberto por qualquer pessoa".

Mizael e Evandro foram acusados pelo assassinato de Mércia, ex-namorada de Mizael, mas respondem em liberdade após habeas corpus concedido pela desembargadora Angélica de Almeida no início do mês. A advogada foi morta em 23 de maio em Guarulhos (SP) e teve o corpo encontrado em 11 de junho, dentro de seu carro em uma represa da cidade vizinha de Nazaré Paulista.

Fonte: SDRZ

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Eliza viva? Advogado de Bruno diz que ela foi vista em shopping do Rio

O advogado do goleiro Bruno, Ércio Quaresma, afirmou nesta sexta-feira em entrevista à Rádio Bandeirantes que recebeu informações de que Eliza Samudio foi vista na quinta-feira (22) em um shopping do Rio de Janeiro.

Ele disse ainda que a pessoa que teria visto Eliza enviaria fotos da jovem ainda hoje. "Eu não vi [as imagens]. Se é verdade ou não é... tem pessoas que deliram vendo a moça", disse Quaresma.

O advogado ressaltou que por enquanto isso é apenas uma denúncia, mas reforçou a crença de que Eliza está viva. "Quem tem que encontrá-la é a polícia", afirmou.
Ércio Quaresma, advogadode Bruno já atuou em casos de grande repercussão no país. Defendeu o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, condenado a 30 anos de prisão por ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, morta a tiros em fevereiro de 2005 (O Globo)



CASO

Eliza Samudio é ex-amante do goleiro Bruno e está desaparecida desde o início do mês de junho. Ela tentava provar na Justiça que o jogador é pai de seu filho.

Oito pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no sumiço da jovem: Bruno; Dayanne de Souza, esposa do goleiro; seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão; Sérgio Sales; Marcos Aparecido dos Santos (Bola); Elenilson Vitor da Silva (caseiro do sítio de Bruno); Wemerson Marques de Souza (conhecido como Coxinha); e Flávio Caetano de Araújo (amigo do goleiro). Um adolescente de 17 anos, primo do jogador, está apreendido.

O adolescente chegou a afirmar que a jovem tinha sido morta, mas depois voltou atrás e afirmou que deu apenas um "susto" na garota, mas que não presenciou o suposto assassinato. Ontem, foi realizada a audiência que deve determinar uma possível punição contra o garoto.

Folha Online

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Justin Timberlake estaria tendo um caso secreto com Rihanna, diz site

foto: Divulgação
Rihanna e Justin Timberlake
Rihanna e Justin Timberlake na gravação de clipe


Por essa ninguém esperava! Muito menos Jessica Biel. Segundo o site "Faded Youth Blog", Justin Timberlake teria um caso secreto com Rihanna. Os cantores estariam saindo juntos durante a passagem de Justin por Nova York. Ainda de acordo com a publicação, este seria o motivo de Justin ter ido sozinho ao Emmy no último domingo, 20.




"Justin e Rihanna estão se encontrando nas últimas semanas. Ele realmente está afim dela e é questão de tempo para que ele termine com Jessica", disse uma fonte do site.

Justin Timberlake e Rihanna trabalharam juntos na gravação do clipe da música "Rehab" em outubro do ano passado. Na época, Jessica Biel não gostou nada da química do namorado com a cantora. Já Rihanna namorava o rapper Chris Brown.

Jessica e Justin estão juntos desde janeiro de 2007 e os rumores sobre traições e fim do relacionamento são constantes na vida do casal. Será que desta vez será o fim de uma linda história de amor?

domingo, 22 de março de 2009

GNT exibe especial sobre o caso Fritzl: "Os Segredos do Porão Austríaco"

Josef Fritzl chega ao tribunal rodeado por policiais

Josef Fritzl chega ao tribunal rodeado por policiais

Este domingo, à 0h, o GNT reapresenta o documentário "Os Segredos do Porão Austríaco", que conta a história da austríaca Elisabeth Fritzl, que ficou trancada no porão de sua própria casa e foi violentada por seu pai, Josef Fritzl, durante 24 anos. Do incesto, nasceram sete filhos. O filme relembra o fato que chocou o mundo.