Mostrando postagens com marcador Eliza Samudio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eliza Samudio. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de agosto de 2012

Carta de primo de Bruno reafirma versão que envolve ex-goleiro no crime

Carta de primo de Bruno reafirma versão que envolve ex-goleiro no crime
Sérgio Rosa Sales, primo do ex-goleiro Bruno e um dos réus no caso do desaparecimento e assassinato de Eliza Samúdio, foi morto na última quarta-feira (22), com seis tiros.


Uma carta enviada por Sérgio Rosa Sales aos pais à época da investigação policial sobre o desaparecimento de Eliza Samudio reforça a versão que envolve o goleiro Bruno Fernandes na morte da modelo, que era ex-namorada do jogador. Sales era no réu no mesmo processo e foi executado nesta quarta-feira (22) no bairro em que morava em Belo Horizonte. O Fantástico obteve a carta, que nunca tinha sido divulgada. O texto também revela que o primo do goleiro estava sofrendo pressão de outros advogados para mudar o depoimento que incriminava Bruno, o que ocorreu quatro meses depois.

A carta faz parte do processo e foi escrita quatro dias após a reconstituição em que Sales deu informações à polícia sobre o desaparecimento de Eliza. Nela, o primo de Bruno afirma que tudo o que disse no depoimento à polícia é verdade. Sales aguardava julgamento em liberdade desde agosto de 2011.

Um dos atuais advogados do goleiro nega intimidação. “Não houve pressão de outros advogados não. Eu não percebi isso”, diz o advogado Francisco Simim.
A namorada de Sérgio Rosa Sales, que era réu no processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, falou ao Fantástico sobre a rotina do primo do goleiro Bruno Fernandes nos últimos meses. A reportagem preservou a identidade da entrevistada. Sales foi executado na última quarta-feira (22) no bairro Minaslândia, em Belo Horizonte, onde morava. Segundo ela, Sérgio sentia o peso do caso Eliza, situação que o fazia chorar.

“Ele chorava. Porque, querendo ou não, você tem um fardo, sabe? Ele tinha um fardo pra carregar. Quando a gente saía, assim, as pessoas olhavam muito pra ele, sabe? Criticavam muito”, contou. Segundo ela, agora, o namorado vai poder descansar. “Ele tava cansado, sabe? E no velório, eu pude ver no rosto dele assim que ele foi feliz, entendeu? Com aquela cara assim: agora eu vou descansar”, disse a namorada.

Neste sábado (25) à noite, a polícia divulgou uma ameaça sofrida pela vítima pelo celular. Um torpedo dizendo: "Tô na pista. você é o próximo". Mas delegado Wagner Pinto investiga o caso afirma que Sales nunca pediu proteção. Na sexta-feira (24), uma denúncia anônima levou à prisão de sete suspeitos. Mas, segundo o delegado, a polícia ainda não tem elementos para ligar a morte dele ao caso Eliza. “No momento, nós não temos elementos para dizer se está ligada ou não”, disse o delegado que investiga a execução.
Segundo testemunhas do crime, na quarta-feira de manhã cedo, o primo do goleiro saiu de casa para se encontrar com um desconhecido. Supostamente, ia reaver um celular que teria perdido. No caminho, percebeu que estava sendo seguido por um motoqueiro e fugiu. Levou um tiro, mas continuou a correr e, quando entrou no quintal de uma casa, levou mais cinco tiros e morreu

Com o corpo, foram encontrados quatro celulares. A polícia diz que ainda não sabe por que ele tinha tantos telefones. O local em que ele morreu é usado por traficantes e usuários de drogas.

“Não há informações no seu envolvimento no tráfico ilícito de drogas, e nem no uso de drogas”, falou o delegado Wagner Pinto. Nesta segunda-feira (27), a polícia vai continuar ouvindo testemunhas e tomar o depoimento de sete suspeitos presos na sexta-feira.

Reconstituição
Dois anos atrás, o Fantástico mostrou o vídeo da reconstituição da última noite de Eliza Samudio no sítio do goleiro Bruno. A gravação é de 10 de julho de 2010. Segundo a versão de Sales, Elisa foi levada do sítio, de carro, por Luiz Henrique Romão, o Macarrão, que era secretário de Bruno, e por um primo do ex-goleiro, que era menor de idade à epoca. Detalhes são revelados na filmagem.
- Como é que foi? Vocês viram ele sair, eles saindo da onde?
- De lá. Ela tava no meio. O (...) atrás, e o Macarrão na frente, com a mala.
- E o bebê tava com quem?
- Com ela [Eliza].
Horas depois, o menor e Macarrão voltaram com Bruno, no mesmo carro. O adolescente contou a Sérgio que Eliza foi entregue ao ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.
- Ele foi e deu uma gravata nela. Aí quando ela caiu, disse que o Macarrão chutou ela.
- E aí?
- Aí diz que ele perguntou assim: "cês (sic) querem ver o resto?". Aí os menino falou assim: "não". Aí ele falou assim: "ah, não vê, não, que eu vou dar pros cachorro".
- O Bruno falou que viu?
- Não, ele não falou que viu. Ele só falou que tava arrependido.

Esses detalhes contados por Sérgio envolvem Bruno, Macarrão e o menor diretamente no crime. São informações que ele já tinha dado à polícia, mas em novembro de 2010, quase quatro meses depois da gravação do vídeo, Sérgio mudou de advogado e depôs de novo – agora na Justiça – dizendo ter sofrido pressões e até tortura para incriminar Bruno e Macarrão.

Caso Eliza Samudio
O goleiro Bruno Fernandes e mais sete réus foram pronunciados a júri popular no processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-namorada do jogador. Para a polícia, Eliza foi morta em junho de 2010 na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e o corpo nunca foi encontrado.
Após um relacionamento com o goleiro Bruno, Eliza deu à luz um menino em fevereiro de 2010. Ela alegava que o atleta era o pai da criança. Atualmente, o menino mora com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.

O goleiro e o amigo Luiz Henrique Romão vão a júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. A Justiça havia atribuído as mesmas acusações a Sérgio Rosa Sales, mas ele respondia o processo em liberdade desde 2008. Já o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos também está preso e vai responder no júri popular por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro; Wemerson Marques, amigo do jogador, e Elenílson Vítor Silva, caseiro do sítio em Esmeraldas, respondem pelo sequestro e cárcere privado do filho de Bruno. Já Fernanda Gomes de Castro, outra ex-namorada do jogador, responde por sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela. Eles foram soltos em dezembro de 2010 e respondem ao processo em liberdade. Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, foi inocentado.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), não há previsão de data para o julgamento do caso Eliza Samudio.
(G1)


sábado, 7 de julho de 2012

Goleiro Bruno pediu em carta para Macarrão usar plano B, diz 'Veja'

Revista diz que Bruno escreveu carta para Macarrão na prisão 
No texto divulgado pela 'Veja', goleiro pede que amigo use 'plano B'. 
Para delegada, conteúdo indica mudança de estratégia de defesa.


Reportagem da edição deste fim de semana da revista “Veja” divulgou uma carta que teria sido escrita pelo goleiro Bruno no presídio Nelson Hungria, na Grande Belo Horizonte, para Luiz Henrique Romão, o Macarrão.
Os dois estão presos suspeitos de participação na morte de Eliza Samudio, ex-namorada do jogador. No texto, o jogador pede a Macarrão para usar o “plano B”, que, segundo a reportagem, seria assumir a culpa sozinho pela morte e isentar o goleiro de culpa.
"Maka, eu não sei como dizer isso, mas conversei muito com os nossos advogados e eles chegaram a uma conclusão devido aos últimos acontecimentos e descobertas sobre o processo e investigações. Nós conversamos muito e eles acham que a melhor forma para resolvermos isso é usando o plano B", diz o texto. "Eu, sinceramente, não pediria isso pra você, mas hoje não temos que pensar em nós somente! Temos uma grande responsabilidade que são nossas crianças, então, meu irmão, peço que pense nisso e do fundo do meu coração me perdoe, eu sempre fui e sempre serei homem com você”.
O goleiro Bruno algemado deixa o Fórum de Esmeraldas, na Grande BH; atrás, o amigo Macarrão. (Foto: (Foto: Alex Araújo/G1 MG))
A revista afirma que dois peritos analisaram a carta e confirmaram que ela foi mesmo escrita e assinada por Bruno. A advogado de Bruno, Rui Pimenta, disse neste sábado (7) que desconhece a carta. Ele afirmou que é necessário que se comprove a autenticidade do relato. Pimenta ainda ressaltou que o conteúdo da carta não é claro e o contexto em que ela está inserida é indeterminado. Na segunda-feira, o defensor pretende se reunir com o goleiro para entender do que se trata.

A delegada Alessandra Wilke disse  também neste sábado (7), que a carta não consta do inquérito. A revista informa que obteve a carta "interceptada por um agente penitenciário". Para a delegada, o texto trata da mudança da estratégia da defesa do goleiro, que passou aassumir a morte de Eliza, mas nega envolvimento com o crime. Alessandra diz ver na defesa do goleiro uma intenção de que os outros réus assumam a culpa. "Todos estão unidos para livrar o Bruno", disse.
Crime planejado
Segundo "Veja", mensagens trocadas por Eliza com amigos e registradas na memória do computador apreendido no apartamento onde Eliza morava, na Zona Leste de São Paulo, levam à conclusão de que o desaparecimento e morte da modelo, e mãe de um dos filhos do jogador, teria sido planejada pelo menos cinco meses antes. Para a Polícia Civil, Eliza foi morta em junho de 2010 a mando de Bruno. O corpo dela não foi encontrado.
De acordo com a publicação, em conversas por MSN com amigos, Eliza demonstrou temores em revelar seu paradeiro a contatos do goleiro e de ir para Minas Gerais, onde Bruno mantinha um sítio na cidade de Esmeraldas. Em um deles, ela afirmou: “Terra do Bruno vou só com passagem de ida. Vão me matar lá”.
Sobre as mensagens apresentadas pela reportagem da 'Veja", a delegada disse que todas constam do inquérito policial. Segundo Alessandra Wilke, ficou claro durante as investigações que o sequestro de Eliza no Rio de Janeiro foi planejado pelo grupo. Ela não disse quanto tempo durou este planejamento por não estar com o inquérito nas mãos. "Está comprovado que foi planejado (o sequestro)".
Tatuagem
A revista conversou ainda com José Lauriano de Assis Filho, o Zezé, então policial na ativa, e afirma que ele apresentou ao grupo acusado pelo homicídio da modelo o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conhecido, segundo a polícia, como Bola. E diz ainda que a tatuagem que Macarrão fez com os dizeres "Bruno e Maka, a amizade nem mesmo a força do tempo irá destruir, amor verdadeiro" foi feita horas antes do sequestro de Eliza.
O goleiro Bruno está detido na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Minas Gerais. Em maio, ele obteve liberdade condicional referente ao processo de cárcere privado e lesão corporal de Eliza, pelo qual o atleta foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro a quatro anos e seis meses de prisão. Mas, para deixar a prisão, o jogador ainda depende do julgamento de um pedido de habeas corpus pelo Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado ao desaparecimento e morte da ex.
Em junho passado, o caso Eliza Samudio completou 2 anos sem previsão de julgamento. Na fase atual, recursos e pedidos relacionados ao processo atrasam a tramitação.  Acusado de homicídio, o goleiro foi detido em julho de 2010, quando vivia um dos melhores momentos da carreira jogando pelo Flamengo. Macarrão e Bola também aguardam o processo atrás das grades. O quarto acusado diretamente por homicídio é Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno, que responde em liberdade.
G1
Como o goleiro Bruno atraiu Eliza Samudio para a morte 
 Informações inéditas obtidas por VEJA desvendam a trama montada pelo ex-jogador e seus comparsas para eliminar a amante

leia no link: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/ela-estava-marcada-para-morrer

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Caso goleiro Bruno. Carta pode indicar local do corpo de Eliza

Carta anônima indica local dos restos mortais de Eliza, diz advogado.
Segundo defensor, a mãe da modelo recebeu a carta em Belo Horizonte.
José Arteiro Cavalcante disse que vai entregar documento para a polícia.

Eliza Samudio
O advogado José Arteiro Cavalcante, que representa a mãe de Eliza Samudio no processo sobre o desaparecimento e morte da modelo, disse ter em mãos uma carta anônima indicando o local onde estariam os restos mortais da ex-namorada do goleiro Bruno. De acordo com o defensor, a carta foi recebida por Sônia Samudio nessa quarta-feira (20) em Belo Horizonte, onde ela participou de um programa de televisão.

De acordo com Cavalcante, a indicação é que os restos mortais estejam em um poço, que seria um lugar de desova, no bairro Planalto, na Região Norte da capital mineira. O defensor disse ainda que já havia recebido informação semelhante e, que agora, vai recorrer à polícia.

Canal exibe programa sobre caso Eliza após Justiça negar liminar Caso Eliza Samudio completa dois anos sem previsão de julgamentoDesmembrar júri contra Bruno e mais 7 réus amplia defesa, explica jurista

Na tarde desta quinta-feira (21), a assessoria da Polícia Civil informou que o delegado Wagner Pinto, chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ainda não teve acesso à carta.

A polícia já realizou inúmeras buscas pelo corpo de Eliza, desde o desaparecimento em junho de 2010. O sítio do goleiro Bruno, em Esmeraldas, foi vasculhado à procura de vestígios, assim como a casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, em Vespasiano. Durante a investigação do caso, houve também buscas em lagoas em Belo Horizonte e na Região Metropolitana.

Oito pessoas são réus no processo que apura o desaparecimento e morte de Eliza. Ela teve um relacionamento com o goleiro Bruno Fernandes e tentava o reconhecimento da paternidade de um filho. Para a Polícia Civil, a modelo foi morta a mando de Bruno.

Relembre o caso
O goleiro Bruno Fernandes e mais sete réus vão a júri popular no processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-namorada do jogador. Para a polícia, Eliza foi morta em junho de 2010 na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e o corpo nunca foi encontrado.

Após um relacionamento com o goleiro Bruno, Eliza deu à luz um menino em fevereiro de 2010. Ela alegava que o atleta era o pai da criança. Atualmente, o menino mora com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.

O goleiro, o amigo Luiz Henrique Romão e o primo Sérgio Rosa Sales vão a júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Sérgio responde ao processo em liberdade. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos também está preso e vai responder no júri popular por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro; Wemerson Marques, amigo do jogador, e Elenílson Vítor Silva, caseiro do sítio em Esmeraldas, respondem pelo sequestro e cárcere privado do filho de Eliza. Já Fernanda Gomes de Castro, outra ex-namorada do jogador, responde por sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela. Eles foram soltos em dezembro de 2010 e respondem ao processo em liberdade. Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, foi inocentado.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), não há previsão de data para o julgamento do caso Eliza Samudio. (G1) bruno


Na carta à qual o G1 teve acesso, a pessoa relata um sonho que teve sobre a localização do corpo de Eliza Samudio. Leia trechos da carta:
"O ano passado eu também tive um sonho com o lugar onde a elisa havia sido jogada. Sonhei com o nome da rua e número, havia até uma passagem secreta que dava acesso ao poço onde ela foi jogada".
"No sonho eu vi uma rua sem saída onde há um convento de padres, sendo o poço propriedade dos padres e fica no meio de uma reserva florestal que é também propriedade desses padres. No meu sonho antes de chegar a esse local, eu passei primeiro por um colégio de nome Santa Maria, e poucos metros depois fica o convento, a reserva florestal e o poço grande e profundo. Para chegar a esse poço há uma passagem secreta com fios de arame farpado ao lado da floresta próximo ao convento".
A Província Carmelitana, que existe na rua indicada na carta, no bairro Planalto, Região Norte de Belo Horizonte, confirmou a existência de um poço no terreno. Segundo um dos alunos, o terreno não é cercado, e o poço pode ser acessado por uma mata que existe ao lado.
O advogado José Arteiro disse ainda que já havia recebido informação semelhante e, que agora, vai recorrer à polícia.
Na tarde desta quinta-feira (21), a assessoria da Polícia Civil informou que o delegado Wagner Pinto, chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ainda não teve acesso à carta.
A polícia já realizou inúmeras buscas pelo corpo de Eliza, desde o desaparecimento em junho de 2010. O sítio do goleiro Bruno, em Esmeraldas, foi vasculhado à procura de vestígios, assim  como a casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, em Vespasiano. Durante a investigação do caso, houve também buscas em lagoas em Belo Horizonte e na Região Metropolitana.

Oito pessoas são réus no processo que apura o desaparecimento e morte de Eliza. Ela teve um relacionamento com o goleiro Bruno Fernandes e tentava o reconhecimento da paternidade de um filho. Para a Polícia Civil, a modelo foi morta a mando de Bruno.
Relembre o caso
O goleiro Bruno Fernandes e mais sete réus vão a júri popular no processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-namorada do jogador. Para a polícia, Eliza foi morta em junho de 2010 na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e o corpo nunca foi encontrado.
Após um relacionamento com o goleiro Bruno, Eliza deu à luz um menino em fevereiro de 2010. Ela alegava que o atleta era o pai da criança. Atualmente, o menino mora com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.
O goleiro, o amigo Luiz Henrique Romão e o primo Sérgio Rosa Sales vão a júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Sérgio responde ao processo em liberdade. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos também está preso e vai responder no júri popular por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.
Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro; Wemerson Marques, amigo do jogador, e Elenílson Vítor Silva, caseiro do sítio em Esmeraldas, respondem pelo sequestro e cárcere privado do filho de Eliza. Já Fernanda Gomes de Castro, outra ex-namorada do jogador, responde por sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela. Eles foram soltos em dezembro de 2010 e respondem ao processo em liberdade. Flávio Caetano Araújo, que chegou a ser indiciado, foi inocentado.
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), não há previsão de data para o julgamento do caso Eliza Samudio.
 Ao ser publicado, este texto não trazia a informação de que o teor da carta era baseado em um sonho. Essa informação foi incluída às 18h48. 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Macarrão diz que deixou Eliza Samudio em táxi

Macarrão diz que deixou Eliza Samudio em ponto de táxi
Amigo de Bruno faz revelações sobre o caso em entrevista ao Fantástico.
Macarrão disse que Eliza foi para Minas Gerais por vontade própria.


Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, afirmou em uma reportagem exibida pelo Fantástico neste domingo (31) que deixou Eliza Samudio em um ponto de táxi, no dia 10 de junho de 2010. (Assista ao lado à reportagem)

Macarrão, que é réu pelo desaparecimento e morte da jovem, falou pela primeira vez a uma equipe de televisão de dentro da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde está preso há mais de um ano.

“A história de que ela foi dada 'pros' cães e que foi concretada. Eu não fiz isso. Eu deixei num ponto de táxi”, disse.
Macarrão, o goleiro Bruno e Sérgio Rosa Sales estão presos em Minas Gerais e vão a júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, também está preso e vai responder no júri popular por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

A mulher de Bruno, Dayanne; a ex-namorada do goleiro, Fernanda Gomes de Castro; o caseiro do sítio, Elenílson Vítor da Silva; e Wemerson Marques, o Coxinha, respondem em liberdade por sequestro e cárcere privado. Segundo o processo do Ministério Público, Eliza Samudio foi morta no dia 10 de junho de 2010, após ficar em cárcere no sítio do goleiro Bruno em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O corpo de Eliza nunca foi encontrado.

Na entrevista ao Fantástico, Macarrão confirma que esteve com Eliza e com um adolescente, primo do goleiro, dentro de um carro, no Rio de Janeiro. Segundo ele, Eliza começou a xingar Bruno, e o menor deu um soco no nariz dela. Essa versão contraria a do próprio adolescente, que, segundo a polícia, disse ter dado uma coronhada na cabeça de Eliza.

Macarrão diz que não havia arma dentro do carro. “A gente nunca andou armado”, resumiu. O amigo de Bruno diz ter sido ideia de Eliza sair do Rio e ir para Minas Gerais.
Macarrão diz, ainda, que Eliza começou a exigir dinheiro do goleiro para não revelar à imprensa o filho que ele teria fora do casamento. Segundo o amigo do goleiro, Eliza pediu R$ 50 mil na viagem do Rio para Minas para não falar.

Depois, Macarrão contou que pegou dinheiro que tinha guardado no sítio do goleiro, em Esmeraldas, para pagar à jovem. “Na hora eu tirei R$ 33 mil que eu tinha que dar um dinheiro a mãe do Bruno. Ela ainda brincou comigo: ‘me dá esse resto daí também’. Eu dei R$ 30 mil”.


Leia, abaixo, alguns trechos da entrevista exclusiva de Macarrão ao Fantástico.
Macarrão - Passei a cuidar de tudo. De tudo.
Macarrão - Levar ele pro treino, buscar ele no aeroporto. Na hora que ele acordava, o café da manhã dele. O almoço, a roupa na lavanderia. Tudo, tudo.
Macarrão - Eu nunca tive um contato com Eliza Samudio. Até porque eu morava em Belo Horizonte. Passei a ter contato com ela em janeiro, que eu comecei a passar o dinheiro pra ela.
Macarrão - Ela me ligou e pediu que queria conversar comigo. Ô, coração, calma, não é assim, não. Nós vamos resolver. Ela falou: "quero 1.500". Eu vou arranjar o dinheiro pra você, calma. É só confiar que eu vou arranjar.
O amigo de Bruno estava no Rio de Janeiro com um adolescente, parente do goleiro.
Macarrão - Ela começou a falar: "Quem é o Bruno? Quem ela tá achando que ele é?" Começou a xingar, vários "palavrão". E o garoto foi e tomou a dor. E foi e agrediu ela.
Repórter - Dentro do carro?
Macarrão - Dentro do carro. Onde deu um soco no nariz dela.
Produtora - O menor contou em depoimento que quando ele bateu na Eliza com uma arma. Ele conta que foi com uma arma, não com um soco.
Macarrão - A gente nunca andou armado.
Na versão de Luiz Henrique, ele levou Eliza para a casa do goleiro e foi se encontrar com Bruno na concentração do Flamengo, no Rio de Janeiro.
Macarrão – Aí eu conversei com o Bruno. Aconteceu isso, isso e isso. O (menor) deu um soco no nariz dela. "Tá" fazendo pressão lá.
Macarrão - Ele ficou assustado. Então ele: "o que que a gente vai fazer?".
De acordo com Luiz Henrique, depois da agressão, Eliza passou a cobrar R$ 50 mil. Ele tinha R$ 30 mil guardados no sítio do goleiro e eles poderiam viajar para pegar o dinheiro. Eliza Samudio, segundo Macarrão, exigiu ir para Minas Gerais para buscar o dinheiro.
Para a Justiça, Eliza já era vítima de cárcere privado neste momento. Luiz Henrique aponta contradições.
Repórter - Vocês chegaram lá no sítio do Bruno todo mundo junto?
Macarrão - Ela sempre ficou à vontade. Lá no sítio nunca teve corrente. As portas lá não "tinha" chave.
Repórter - Ela tava machucada?
Macarrão - Só a coisa do nariz. Mesmo assim não tava saindo sangue, mais nada.
Em uma entrevista no dia 19 de dezembro de 2010 ao Fantástico, Dayanne Souza, mulher do goleiro, contou outra história.
Dayanne - A única coisa que eu falei desde o começo era que ela tava com um machucadinho no dedo. Eu perguntei a ela sobre o machucado. Ela falou que havia prendido o dedo na porta.
Em uma reconstituição feita pela polícia, Sérgio Rosa Sales, primo do jogador, disse ter visto Eliza com um ferimento no topo da cabeça.
Repórter - Como foi o pagamento do dinheiro?
Macarrão - Na hora eu tirei R$ 33 mil que eu tinha que dar um dinheiro a mãe do Bruno. Ela ainda brincou comigo: ‘me dá esse resto daí também’.
Macarrão - Eu dei R$ 30 mil.
Repórter - Você deu R$ 30 mil. Você já tinha dito isso?
Macarrão - Não. Nunca falei, primeira vez que "tô" falando sobre o processo é agora.
Repórter - Você nunca falou isso pra Justiça? Nem pra polícia?
Macarrão - Quando eu cheguei lá, eu queria falar, mas a polícia ela queria que eu colocasse na conta de alguém. Que eu ia pegar 66 anos, que já tinha "caído a casa". Não tenho como inventar uma história não. A história de que ela foi dada pros cães e que foi concretada. Eu não fiz isso. Eu deixei num ponto de táxi.
Repórter - Por que que esse taxista não se apresentou "eu levei a Eliza Samudio pra algum lugar". Seria uma testemunha a favor de vocês pra provar que vocês, na verdade, não mataram ela.
Macarrão - Meu sonho é que esse cara apareça. Eu não sou amigo do taxista.
Repórter - Você viu ela entrando?
Macarrão - Eu deixei ela no ponto de táxi e já arranquei o carro. Eu tava muito atrasado.
Macarrão - Você me perguntou se a gente gostava dela ou não gostava dela. A gente tinha era medo dela. Sempre teve medo dela.
Após a afirmação, o amigo de Bruno levanta uma suspeita.
Macarrão - No sítio, ela tinha ligado "prum" jogador de futebol. Na época era goleiro do Atlético-MG, o Marcelo. Ela ligou, conversou com ele.
Repórter - Isso quando?
Macarrão - No dia 10
De acordo com o réu, Eliza poderia ter ido se encontrar com Marcelo dos Santos Marinho depois de pegar um táxi. Ouvido pela polícia, ele disse que conversou com Eliza cinco dias antes do desaparecimento. Macarrão afirma que os dois conversaram no dia 10 de junho, dia em que Eliza teria sido morta, segundo o processo.
Pelo telefone, Marinho, que não é mais jogador de futebol, disse ao Fantástico que não fala mais sobre o assunto.
No fim da entrevista, Macarrão reforça a ligação de fidelidade com o goleiro Bruno.
Macarrão - Eu gosto do Bruno. Eu gosto. Amo ele.


Do G1 MG, com informações do Fantástico

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Justiça determina prisão do pai de Eliza Samudio em Foz do Iguaçu

Luiz Carlos Samudio é suspeito de atentado violento contra a irmã de Eliza. Em 2005, ele foi condenado a 8 anos de prisão; mas estava em liberdade.
foto: Reprodução/Paraná TV
Luiz Carlos Samudio

A Justiça determinou na tarde desta quinta-feira (12), a prisão do pai de Eliza Samudio, Luiz Carlos Samudio, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. O mandado foi assinado pela juíza substituta da 1º Vara Criminal da cidade, Luciana Assad Luppi Ballalai, depois que um pedido de recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi negado.

Em 2005, o pai de Eliza foi condenado a oito anos de prisão, em regime fechado por atentado violento ao pudor contra uma menina de 10 anos, que supostamente seria a filha dele. O crime teria acontecido em 2003.

O advogado de Luiz Carlos, Sérgio Barros, recorreu à sentença várias vezes e Luiz Carlos, aguardava a decisão em liberdade. Em entrevista ao G1, Barros disse que no dia 16 de julho de 2010, a filha mais nova de Luiz Carlos, irmã por parte de pai de Eliza Samudio, fez uma declaração inocentando o pai. A declaração não foi acatada pelos juízes e a decisão foi mantida. Mesmo assim, o advogado de defesa informou que já entrou com um novo recurso no STJ.

O mandado de prisão pode ser cumprido a qualquer momento.

Caso Eliza Samudio

Eliza Samudio desapareceu em junho de 2010, em Minas Gerais. Há suspeitas de que o ex-goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes de Souza, estaria envolvido na morte não comprovada da ex-namorada, que tentava provar na Justiça que ele era pai de seu filho.

G1

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Bola, preso com goleiro Bruno, planeja matar juíza e delegado, diz advogado de acusação

O advogado José Arteiro Lima, que atua na acusação do caso Eliza Samúdio, apresentou nesta segunda-feira uma denúncia contra o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola. Segundo ele, Bola planeja matar o delegado e a juíza responsável pelo processo.

O ex-policial teria contado o plano a
 um colega de cela em Contagem
Foto: Ney Rubens/Especial para Terra
Segundo o advogado, as informações partiram de um detento que dividiu cela com Bola no presídio Nelson Hungria, em Contagem (MG). O homem disse, ainda segundo Lima, que Bola encomendou a morte do delegado Edson Moreira, chefe do Departamento de Investigações da Polícia Civil, e da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, a traficantes cariocas.

O advogado diz também que o detento ouviu de Bola a confissão do assassinato da ex-amante do goleiro Bruno Fernandes e a informação de que ele jogou as cinzas de Samúdio em uma lagoa --periciada por policias durante o processo.

Lima é advogado da mãe de Eliza Samúdio e atua como assistente da acusação. Ele protocolou a denúncia no Fórum de Contagem na manhã desta segunda-feira. A juíza ainda não se manifestou.

O delegado disse que Bola deve ser ouvido pela Justiça. "Não tenho nada a temer", afirmou.

O detento que fez a denúncia foi transferido para outra penitenciária.

Folha Uol
RAPHAEL VELEDA - DE BELO HORIZONTE

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Caso do goleiro Bruno e os corpos que caem.

Um detalhe peculiar no caso do crime envolvendo o goleiro e sua amante Eliza Samúdio é o fato de os acusados passarem mal. O goleiro desmaiou em duas ocasiões em que foi depor, no Fórum de Ribeirão das Neves quando ex-goleiro do Flamengo e mais 21 testemunhas foram prestar esclarecimentos sobre o caso. Ele e outros oito réus se preparavam para acompanhar o depoimento de 21 testemunhas, quando o goleiro sentiu-se mal, desmaiou e vomitou na sala de audiência. sendo inclusive retirado de maca da audiência (Ah, o Maca "Macarrão" e O quaresma ajudaram no socorro. e Foi encaminhado para o Hospital de Pronto-Socorro (HPS) João XXIII, onde passou por exames clínicos, de tomografia e um eletrocardiograma (assim como o José Serra no episódio da bucha de papel. O primo do goleiro, Sérgio Rosa Sales, também teve um piripaque e foi encaminhado junto com o jogador para o Hospital. O goleiro também passou mal na noite de domingo (11), na Penitenciária Nelson Hungria.


Uma das namoradas de Bruno, a loira Fernanda Gomes de Castro, mais tarde também passou mal e desmaiou no Fórum de Contagem (MG). Segundo a assessoria do Fórum, ela passou mal após descobrir que seu habeas-corpus havia sido negado pela Justiça. Fernanda foi levada para o hospital municipal de Contagem.

 ... Agora o beligerante advogado de defesa, Ércio Quaresma também desabou. Segundo a assessoria de imprensa do Hospital Biocor, em Nova Lima, na região metropolitana, o rábula ficou em observação no pronto-socorro hospital, mas já voltou à pugna. Enquanto os corpos dos envolvidos na morte da Eliza estão vivíssimos a ponto de (estamos supondo isso) exercícios de dissimulação, os restos mortais de Eliza ninguém sabe ninguém viu.

Dizem que seu corpo foi cortado e as partes foram alimentados com os cães, enquanto o resto foi enterrado sob o concreto... Isso é que faz quem tem um pouco de humanidade dentro de si passar mal.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Espírito de Eliza estaria 'amarrando' o Flamengo e impedindo o time de vencer, diz jornal

A má fase do Flamengo, que não vence há seis jogos no Brasileirão e está à beira da zona da degola, pode ter um ?dedo' de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno dada como morta pela polícia, que acusa o jogador e outras nove pessoas - todos estão presos - de tramar o assassinato da jovem, em junho.

Eliza Samudio foi dada como morta pela polícia - foto: Montagem/Meia-Hora

Segundo o pai de santo Sérgio de Ogum, ela desencarnou revoltada e tenta se vingar do ex-capitão rubro-negro, o que estaria respingando no time. "Quando uma pessoa morre com revolta, o espírito fica próximo, buscando vingança, trabalhando para fechar os caminhos. Como Bruno fazia parte do Flamengo, todo o clube acabou sendo atingido", disse Pai Sérgio.

Mas nem tudo está perdido. O babalorixá dá a receita para o Flamengo voltar a vencer: "O ideal seria tomar um banho com a erva abre-caminho e fazer uma oferenda para Ogum. A torcida pode ajudar gritando ?axé!' nos jogos, o que atrai boas vibrações".

José Carlos Peruano, presidente da torcida organizada Urubu Guerreiro, acredita que Bruno seja inocente e duvida que o espírito de Eliza tenha culpa pela má fase do time. "O fantasma dela jamais atingiria uma instituição forte como o Flamengo. Mas, se o problema são energias ruins, segunda-feira vamos fazer um culto na Gávea para trazer luz ao clube", prometeu Peruano, que fez manifestação de apoio ao goleiro na porta do Fórum de Jacarepaguá, há duas semanas, quando o jogador foi acompanhar audiência do caso em que é acusado de sequestrar a ex-amante em outubro de 2009.
Imagem: .patoshoje.com.br

Goleiro e 'Maka' estão no Rio

O goleiro Bruno foi preso no início de julho acusado de ter mandado matar a ex-amante Eliza Samudio, de 25 anos, que está desaparecida desde 4 de junho. A polícia considera a jovem morta, apesar de o corpo não ter sido encontrado.

Segundo as investigações, Eliza sumiu após sair de hotel na Barra e ir para o sítio do goleiro, em Minas Gerais, na companhia de um primo de Bruno de 17 anos e de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, inseparável amigo de infância do jogador. Ela viajou para o local com o filho Bruninho, de quatro meses, que seria fruto da relação com o ex-capitão do Fla.

Além de Bruno, Macarrão e o menor, sete pessoas estão presas acusadas de participar da trama, entre elas a mulher do goleiro, Dayanne Souza; outra amante do jogador, Fernanda Castro; e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.

Desde 26 de agosto, Bruno e Macarrão estão no Rio para acompanhar audiências de outro caso em que os dois são acusados de tentar forçar Eliza a tomar abortivos, em outubro do ano passado, quando ela estava grávida de cinco meses.

Água benta

Energia negativa, assombração, macumba ou apenas coincidência. Seja lá o que for, o fato é que, depois que veio à tona o caso Eliza Samudio - divulgado pelo MEIA HORA em 26 de junho -, a coisa anda feia para o Fla. O time só venceu duas das 13 partidas disputadas sem Bruno após a Copa. No clube só há três meses e um dos jogadores mais contestados do atual elenco, Val Baiano diz que é só falta de sorte.

"Confio em Deus. Acho importante rezar e orar. Não gosto de macumba. Se fosse do bem, seria ?boacumba'. Quem sabe jogar água benta nas traves da Gávea...", disse o atacante, bem-humoradaro.


Mortos
A visão tradicional dos fantasmas é que eles são espíritos de pessoas mortas e por algum motivo estão "presos"  neste plano de existência e o próximo, geralmente como resultado de alguma tragédia ou trauma. Muitos caçadores de fantasmas e psíquicos acreditam que tais espíritos ligados a terra não sabem que estão mortos. O veterano caçador de fantasmas Hans Holzer diz: "Um fantasma é um ser humano que saiu do corpo físico, geralmente em um estado traumático e normalmente não está ciente de sua verdadeira condição. Somos todos espíritos incorporados em um corpo físico. No tempo de passagem, nosso corpo espiritual continua para a próxima dimensão. Um fantasma, por outro lado, devido ao trauma, é preso no nosso mundo físico e precisa ser liberado para ir adiante. "

Fantasmas existem em uma espécie de limbo em que assombram as cenas de suas mortes ou locais que eram agradáveis a eles em vida. Muitas vezes, esses tipos de fantasmas são capazes de interagir com os vivos. Eles são, em algum nível, consciente da vida e de reagir a ser visto nas ocasiões em que eles se materializem. Alguns médiuns afirmam ser capazes de se comunicar com eles. E quando o fazem, muitas vezes, tentam ajudar os espíritos a entender que eles estão mortos e a passarem para a próxima fase de sua existência.

domingo, 15 de agosto de 2010

Goleiro Bruno recebe visita de filha na cadeia.

Além da filha, avó e um amigo estiveram com Bruno. Outros envolvidos no desaparecimento de Eliza também receberam visitas

G1

O goleiro Bruno, réu no processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, recebeu visita de umas das filhas neste domingo (15) na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo Secretária de Estado de Defesa Social (Seds), um amigo e a avó do jogador foram ao local.

Outros envolvidos no desaparecimento e morte de Eliza Samudio receberam visitas neste domingo. De acordo com a Seds, Dayane dos Santos, esposa do goleiro, foi visitada por duas irmãs e uma prima. Ela está presa Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto, na capital.

Os pais de Luis Henrique Ferreira Romão - o Macarrão - encontraram com o filho na Nelson Hungria. Já o ex-policial Marcos Aparecido do Santos, o Bola, recebeu um tio e a esposa na mesma penitenciaria, informou a secretaria.

Flávio Caetano de Araújo - o Flavinho -, Wemerson Marques de Souza - o Coxinha - e Elenilson Vitor da Silva, de acordo com a Seds, não receberam visitas.

A secretaria informou, também, que Sérgio Rosa Sales, preso no Centro de Remanejamento de Presos, poderia receber visitas no sábado (14), mas ninguém compareceu.

Fernanda Gomes Castro, namorada de Bruno, ainda não pode receber visitas no Complexo Penitenciário Feminino Estevão Pinto.

O goleiro Bruno é réu no processo que investiga a morte de Eliza Samudio. A Justiça de Minas Gerais aceitou a denúncia do Ministério Público contra Bruno e outros oito envolvidos no desaparecimento e morte de Eliza. A última prisão ocorreu nesta quinta-feira (5). Fernanda Gomes de Castro, namorada de Bruno, foi presa em Minas Gerais.

O goleiro Bruno; Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão; Sérgio Rosa Sales; Dayanne Souza; Elenilson Vítor da Silva; Flávio Caetano; Wemerson Marques; e Fernanda Gomes de Castro vão responder na Justiça por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e corrupção de menor. Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é o único que responderá por dois crimes. Bola foi denunciado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Todos os acusados negam o crime. As penas podem ultrapassar 30 anos.

A pedido do Ministério Público, a Justiça decretou a prisão preventiva de todos os acusados. Com essa medida, eles devem permanecer na cadeia até o fim do julgamento.

Em 2009, Eliza teve um relacionamento com o goleiro Bruno, engravidou e afirmou que o pai de seu filho é o atleta. O bebê nasceu no início de 2010 e, agora, está com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.

A polícia mineira começou a investigar o sumiço de Eliza em 24 de junho, depois de receber denúncias de que uma mulher foi agredida e morta perto do sítio de Bruno.

A jovem falou pela última vez com parentes e amigas no início de junho.

O corpo de Eliza não foi encontrado. Mas os delegados consideram a jovem morta. Todos negam envolvimento no caso.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Goleiro Bruno fará teste de DNA para ter guarda do filho, diz advogado

O advogado Ércio Quaresma afirmou que seu cliente Bruno Fernandez de Souza fornecerá material para exame de DNA e que, se for comprovada sua paternidade, ele brigará pela guarda do filho de Eliza Samúdio:

- Vocês todos viram o video do Bruno dando entrevista dizendo que onde come um, come dois, come três. Então, se for filho dele ele vai brigar para cuidar do Bruninho - ressaltou Quaresma.

A namorada do goleiro Bruno, Fernanda Gomes de Castro, passou a noite internada na maternidade Octaviano Neves, em Belo Horizonte, para onde foi levada, na tarde deste domingo, após sofrer um sangramento no Complexo Penitenciário Feminino Estêvão Pinto. Segundo Quaresma, que também defende Fernanda, ela estaria grávida e teve um sangramento intenso. Os médicos fizeram uma curetagem e disseram que só o exame do material colhido é que poderá esclarecer a causa do sangramento.

Quando voltar à penitenciária, Fernanda continuará em cela isolada por 30 dias no Pavilhão de Triagem do complexo, para onde foi levada na última quinta-feira (05).

EXTRA

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Morte de Eliza Samudio. Semana decisiva no caso Bruno

Primo do goleiro, o adolescente J., 17 anos, saberá até sexta-feira se será obrigado a cumprir medida socioeducativa
POR MARIA MAZZEI

Rio - O futuro do adolescente J., de 17 anos — primo do goleiro Bruno Souza e um dos suspeitos de ter participado do sequestro e assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do atleta — será decidido ainda esta semana. Na audiência, que pode acontecer de hoje até sexta-feira, o juiz Elias Charbil Abdou Obeid, do Juizado da Infância e Juventude de Contagem (MG), aplicará ou não medida socioeducativa. Se punido, o prazo máximo de internação é de três anos.

Bruno está preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG) | Foto: Alex de Jesus / O Tempo

Apesar dos muitos depoimentos prestados pelo adolescente (seis, no total), o promotor Leonardo Barreto, da Vara da Infância, acredita que houve poucas contradições: “Ele foi coerente, não teve contradição. E é o único de todos os envolvidos que relatou como aconteceu a trama, desde o sequestro até o momento em que Eliza foi morta”.

Na semana passada, J. foi colocado frente a frente com outros acusados, entre eles Bruno, o fiel escudeiro do jogador, Luiz Henrique Romão, o Macarrão; Sérgio Rosa Sales, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola ou Neném, acusado de executar a jovem.

Somente neste último depoimento J. resolveu se calar. Nos outros, ele contou que foi juntamente com Macarrão, no dia 4 de junho, a um hotel na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, para buscar Eliza e levá-la para Minas. Ele admitiu ainda ter desferido as coronhadas em Eliza, que deixaram marcas de sangue na Range Rover do goleiro. E é dele também a outra amostra de sangue colhida no carro.

Sobre o assassino, J. chegou a dar detalhes preciosos para a acusação: “Ele descreveu com exatidão a casa do Neném e uma fenda que ele tem no dente. E mostrou-se aparentemente triste, pois insiste que ela levaria só um susto, mas a situação fugiu do controle”, afirmou Barreto.

Reunião no Fla para cobrar pagamento

O advogado Ércio Quaresma, que defende o goleiro Bruno, reuniu-se ontem com o diretor financeiro do Flamengo, Michel Levy. O objetivo foi discutir o pagamento de salários atrasados do jogador. “Os direitos do Bruno vão ser analisados e vou aguardar a contraproposta”, disse.

Segundo ele, há suspeitas de que Fernanda Gomes Castro, amante do goleiro que teve a prisão pedida pela polícia, esteja grávida. Orientada por Quaresma, a loura fez exame de sangue. “Ela está comendo muito doce de leite e leite condensado”, disse.

Eliza está desaparecida desde o dia 4 de junho, quando teria saído do Rio de Janeiro para Minas Gerais a convite de Bruno. No ano passado, a estudante paranaense já havia procurado a polícia para dizer que estava grávida do goleiro e que ele a teria agredido para que ela tomasse remédios abortivos para interromper a gravidez. Após o nascimento da criança, Eliza acionou a Justiça para provar a suposta paternidade de Bruno.

No dia 24 de junho, a polícia recebeu denúncias anônimas dizendo que Eliza teria sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. Durante a investigação, testemunhas confirmaram à polícia que viram Eliza, o filho e Bruno na propriedade. Na noite do dia 25 de junho, a polícia foi ao local e recebeu a informação de que o bebê apontado como filho do atleta, de 4 meses, estaria lá. No dia seguinte, O DIA noticiou, com exclusividade, o caso. Com equipes de reportagem no local, O DIA ONLINE acompanhou a investigação da história, minuto a minuto, a partir do dia 26 de junho.

A atual mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, negou a presença da criança na propriedade. No entanto, durante o depoimento dos funcionários do sítio, um dos amigos de Bruno afirmou que ela havia entregado o menino na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves, onde foi encontrado. Por ter mentido à polícia, Dayanne Souza foi presa, mas logo conseguiu a liberdade. O goleiro e a mulher negam as acusações de que estariam envolvidos no desaparecimento de Eliza e alegam que ela abandonou a criança.

Na quarta-feira 7 de julho, a Justiça decretou prisão preventiva do goleiro Bruno, o amigo Macarrão, o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos - conhecido como "Neném", "Bola" ou "Paulista", sua mulher Dayanne e mais quatro envolvidos no crime. A polícia apreendeu ainda um menor, de 17 anos, primo de Bruno, que teria participado da trama. No dia seguinte, 8 de julho, a mãe de Eliza Samudio ganhou a guarda provisório do bebê, agora com 5 meses. No dia seguinte, Bruno, Macarrão e Neném foram convocados a prestar depoimento mas se negaram. Segundo seus advogados, os acusados só falarão em juízo.

O DIA