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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pastor Marcos Feliciano afirma que africanos - por descenderem de Cão - carregam maldição

Deputado evangélico vê maldição sobre África
Marcos Feliciano diz que episódio bíblico pode explicar tragédias também no Haiti e até no Brasil. E não teme ser visto como racista


Pastor da Assembleia de Deus, Marco
Feliciano está em primeiro mandato.
Ele diz que não aceita homossexuais e
que 'maldição' de africanos é bíblica.

"Nós também recebemos o gene africano. Por isso, alguns lugares do Brasil são muito pesados"
O deputado federal Marcos Feliciano (PSC-SP) tem 38 anos, é pastor da Igreja Assembléia de Deus, comanda um instituto teológico e assumiu em 2011 seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Feliciano, que gosta de dizer que já pregou em mais de 60 países em 1.600 cidades, foi alçado à fama de forma torta, depois de afirmar, no Twitter, que os africanos são acompanhados por uma maldição desde os tempos de Noé. O parlamentar, no entanto, parece ter gostado da fama: "Isso foi bom para mim, deu visibilidade", disse ele ao site de VEJA. A seguir, a entrevista.

O senhor ficou surpreso com a reação ao que escreveu no Twitter? Com certeza. A princípio, eu nem acreditei no que eu estava lendo. Tentaram unir o que foi postado no meu Twitter ao caso do deputado Bolsonaro, que não tem nada a ver. A minha equipe é quem postou essa mensagem, mas eu assumo a responsabilidade. A pergunta que foi postada é de cunho teológico. Você conhece um pouquinho da Bíblia?

Sim. Então. Noé, ao ficar bêbado e nu, viu o filho mais novo rir dele. Quando voltou a si Noé jogou uma maldição sobre a descendência do filho. Ele chama o filho, Cão, e diz: “Maldito seja Canaan, seu filho”. Amaldiçoou o neto. A pergunta teológica é essa: por que é que Noé fez isso?

E por quê? É simples: aconteceu alguma coisa, que a Bíblia não deixa claro, que o deixou extremamente furioso. Não foi apenas o fato de o filho ter o visto nu. De Cão, veio (sic) Canaan e outros filhos que povoaram a Etiópia, ou o continente africano. Por isso sobre a África sempre repousam fome, tristeza e guerra de etnias. Alguns facínoras foram levantados lá, como Idi Amim, Jonas Savimbi, além do vírus Ebola, da Aids. O peso da maldição permanece.

Então o senhor foi vítima da onda causada pelas declarações do deputado Bolsonaro? Foi uma triste coincidência. O problema é que eu sou o deputado federal mais votado entre os evangélicos do Brasil: tive mais de 211 mil votos. Na primeira semana do nosso mandato, teve um deputado eleito pelo estado do Rio de Janeiro que defende a bandeira GL... não sei nem a sigla...

LGBT. O senhor fala do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ)? Esse moço aí. Ele chamou a mídia e declarou guerra à bancada evangélica. Instigou os homoafetivos do Twitter a seguirem todos os da bancada evangélica. Eu recebo ameaças de mortes, palavrões, xingamentos. Quem divulgou isso foram eles. Apesar de ter sido bom para mim: me deu visibilidade. Eu era praticamente desconhecido. Hoje, toda a imprensa nacional me ligou e eu estou tendo a oportunidade de me apresentar.

O senhor não teme ser visto como racista? Não, porque não existem só negros na África. Há brancos na África do Sul. As pessoas não podem pensar assim, até porque eu sou descendente afro. Quem olhar para mim vai ver meu cabelo é crespo, meu nariz é largo.

Então a maldição vale para o senhor? Ela cabe ao continente africano.

Mesmo para um branco que more lá? Sim. É uma maldição espiritual, que recai sobre o continente. Mas eu conheço muitas pessoas de lá que entregaram a vida para Cristo e hoje vivem muito bem.

Existe alguma maldição sobre nós, brasileiros? Isso é difícil. Mas nós também recebemos o gene africano. Por isso, alguns lugares do Brasil são muito pesados. Todas as cidades, especialmente as de beira-mar, que tiveram entrada de escravos.

Quando o Haiti foi atingido pelo último terremoto, o embaixador do país no Brasil chegou a dizer que o vodu era a causa da tragédia. O que o senhor acha? Ele tem conhecimento bíblico. Pegue todos os lugares onde você vê acontecer essas misérias. Quais deles se segue o monoteísmo, o Cristianismo? Geralmente essas desgraças acontecem em lugares desse jeito. Quem já foi à Índia sabe a miséria que é. Eles têm milhares de deuses, adoram de uma barata a uma árvore. O continente africano tem com a bruxaria e o vodu, como o Haiti.

Então tudo se explica por essa análise? O terremoto do Japão, por exemplo? O deus japonês não é um deus cristão. É Buda, ou outros deuses. Analise em outros lugares e você vai ver.

O senhor não gostou de ser comparado com o deputado Jair Bolsonaro? Se o que dizem que ele falou é verdade, eu repudio completamente. Sinto nojo de qualquer tipo de preconceito, racismo, retaliação com minorias. Até porque eu faço parte de uma minoria: os evangélicos.

Mas concorda com ele sobre os gays? Se Deus, que é Deus, não se mete na vida de ninguém, quem sou em para me meter? Todavia, que eles pratiquem o que quiserem praticar na vida deles, não tragam isso para os olhos dos meu filhos, para o meio da sociedade. Não quero ver na rua um homem beijando outro homem.

O senhor é da base da presidente Dilma. Não acha que essas declarações podem lhe criar problemas? Não, porque isso é insignificante. Só se alguém quiser fazer maldade. Você é uma pessoa esclarecida, eu te dei os pontos e mostrei que é apenas uma questão teológica.

Não é uma visão muito ligada ao Velho Testamento, que já teria sido superada? Tudo o que nós herdamos, herdamos do Velho Testamento. Aí vem Jesus e faz tudo novo. Mas o homem tem que aceitar Jesus como salvador. O velho testamento é o antigo pacto. O antigo pacto é quebrado com o novo.

Então a maldição serve para os africanos, coletivamente, mas, individualmente, cada africano pode ser salvo? Claro. E se Deus abençoar um dia e o líder do país confessar sua fé num único Deus, o país todo é livre, porque ele é autoridade máxima do país. [Revista Veja - Gabriel Castro]


Deputado vê 'podridão' em gays e diz que há 'maldição' sobre africanos
Pastor da Assembleia de Deus, Marco Feliciano está em primeiro mandato.
Ele diz que não aceita homossexuais e que 'maldição' de africanos é bíblica.
Iara Lemos
Do G1, em Brasília

O deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), 38 anos, disse nesta quinta-feira (31) pelo microblog Twitter que africanos "descendem de ancestrais amaldiçoados por Noé" e afirmou que gays têm "podridão de sentimentos" que, segundo ele, "levam ao ódio, ao crime e à rejeição".

Pastor da Assembleia de Deus há oito anos, Feliciano é deputado em primeiro mandato. Ele disse que costuma dar pelo Twitter respostas a perguntas de caráter religioso, postadas no microblog por ele e por assessores.


Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, aids. Fome... Etc", escreveu o deputado no microblog. Noutro post, disse que "a maldição q Noe lança sobre seu neto, canaã, respinga sobre continente africano, dai a fome, pestes, doenças, guerras étnicas!"

Segundo o deputado, as afirmações que fez sobre africanos têm fundamento teológico. "Não tem nada de comentário racista. É um comentário teológico que está na Bíblia. Infelizmente, concordou com o que o deputado Bolsonaro estava falando, mas é apenas um comentário teológico."

Ele se refere ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que nesta semana, foi alvo de polêmica ao responder a uma pergunta da cantora Preta Gil em um programa de televisão. Ela indagou como ele reagiria se um filho namorasse uma negra. O deputado respondeu: "Preta, não vou discutir promiscuidade com quer que seja". Depois, Bolsonaro disse que não compreendeu a pergunta e que entendeu que a cantora se referia a gays.

Marco Feliciano afirmou que não é amigo de Jair Bolsonaro e disse não concordar com as declarações do colega. "Se tudo o que foi postado sobre ele é verdade, tem meu repúdio também. Nenhuma minoria pode ser prejudicada. Ninguém pode ser humilhado por nada", declarou.

Apesar disso, ele disse que reafirma o que escreveu no Twitter. "Mantenho porque não é racismo. É puramente teológico", declarou.

O deputado disse que não pode ser chamado de racista porque tem descendentes africanos e a igreja em que atua mantém missionários na África. "De jeito nenhum sou preconceituoso ou racista. Sou um discípullo de Deus", afirmou.

Sobre homossexuais, Feliciano diz que respeita "porque meu patrão Deus respeita, mas aceitar é uma questão de foro íntimo, e eu não aceito". "Não quero que minha filha veja dois homens se beijando porque isso é imoral", declarou. "Não prego o ódio, mas não aceito."

"A podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição", escreveu Marco Feliciano no Twitter. Segundo ele, a mensagem foi uma resposta a ataques que diz sofrer de grupos defensores da causa dos homossexuais.

Embora tenha se negado a mencionar o nome, Feliciano disse que um deputado do Rio de Janeiro "levanta todos os homoafetivos contra a bancada evangélica. Tudo que escrevo eles fazem virar notícia ruim contra mim", afirmou.

"Bora cristãos! Mostremos nossa união e nossa força. Retuitem isso: Amamos os homossexuais mas abominamos suas praticas promiscuas!", escreveu Feliciano no microblog.

Presidente de comissão diz que pedirá investigação de deputado pastor
Presidente de comissão diz que pedirá investigação de deputado pastor
Marco Feliciano afirmou no Twitter que os 'africanos são amaldiçoados'.
A mesma comissão já pediu apuração do caso do deputado Jair Bolsonaro.



Da Agência Estado

A presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputada Manuela D'Avilla (PC do B-RS), afirmou nesta sexta (1º) que será apresentado na próxima terça-feira (5) um pedido de investigação na Corregedoria para apurar as declarações do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que afirmou que os "africanos são amaldiçoados" e fez ataques aos homossexuais.

Segundo Manuela, a ação será protocolada em nome da Comissão pelo mesmo grupo de parlamentares que já pediu investigação contra Jair Bolsonaro (PP-RJ), que em entrevista ao CQC classificou como "promiscuidade" a possibilidade de seu filho se relacionar com uma mulher negra e também fez ataque aos homossexuais. Bolsonaro negou a acusação de racista e diz não ter entendido a pergunta.

A deputada está juntando as páginas do Twitter de Feliciano e as matérias vinculadas para concluir o pedido de investigação. "Estaremos encaminhando à Corregedoria da Câmara porque não cabe à nossa comissão julgar, mas eu julgo, individualmente, que as declarações envolvem racismo".

Feliciano afirma ser afrodescendente e nega ser racista. Segundo ele, os conceitos que expõe no Twitter são "teológicos" e estão na Bíblia. Ele negou ainda ser homofóbico, mas afirma que os homossexuais têm uma "podridão" de sentimentos.

G1

domingo, 20 de março de 2011

Ataque de um leopardo contra um rebanho de gnus. Veja

O fotógrafo, o ucraniano Vadim Onishchenko, de 31 anos, capturou as imagens de alguns metros de distância, observando os animais de um carro estacionado do outro lado do rio. Onishchenko contou que o animal chegou a um metro de distância dos gnus, sem ser percebido. Mas, ao lançar um ataque-surpresa, o felino acabou sendo duramente rechaçado por um dos gnus, e acabou desistindo da empreitada.



O felino conseguiu se aproximar sem ser percebido graças à camuflagem. Ele contou que o leopardo ficou observando o rebanho de gnus à distância (Foto: Vadim Onishchenko/Caters).



Tirando proveito de sua camuflagem, aos poucos, o felino foi se aproximando através do mato, no parque Nacional de Masai Maram, no Quênia. O leopardo consegue chegar bem perto do rebanho sem ser notado Foto: Vadim Onishchenko/Caters .

Devido a cor da grama seca, o animal não é percebido pelo grupo de gnus
De repente, o leopardo lança um ataque surpresa mas é duramente rechaçado por um dos gnus (Foto: Vadim Onishchenko/Caters).

O gnu coloca o leopardo, que aparenta, pelo seu tamanho, ser jovem, para correr. O felino foi obrigado a desistir da caça.

Sem sucesso em seu intento, o jovem leopardo fica ao longe observando os seus objetos de desejo. Só observando...

BBC Brasil

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Crocodilo em avião mata 19 passageiros após tumulto

Um acidente de avião na África pode dar um novo significado para o termo, "Cobras no avião".

Um avião de pequeno porte caiu em uma casa vazia depois de um tumulto de passageiros do jato que desceu fazendo piruetas na República Democrática do Congo, matando 19 passageiros, apenas um dos passageiros a bordo se salvou, além do causador do tumulto.

A notícia quase inacreditável foi relatada pelo site de notícias news.com.au.

Segundo a reportagem, um passageiro tinha escondido um crocodilo em um saco (tinha a intenção de vender o animal). O crocodilo teria escapado, provocando uma debandada, que colocou a aeronave fora de equilíbrio e causando uma queda em parafuso. O avião então "bateu em uma casa vazia, a apenas algumas centenas de metros do seu destino".

"Segundo a reportagem, a única sobrevivente contou que  o acidente aconteceu por causa do pânico provocada pela fuga de um crocodilo escondido em um saco esportivo.

"O Passageiro tinha escondido o animal e pretendia vender mas o reptil fugiu quando o Avião começou a descer em Bandundu. Uma aeromoça aterrorizada correu para a cabine, seguido Pelos Passageiros".

O Avião perdeu o  Equilíbrio, apesar dos esforços desesperados do que piloto", Disse o Relatório.

A debandada de passageiros aterrorizados fez com que o pequeno avião perdesse o equilíbrio e tombasse no ar durante um vôo interno na República Democrática do Congo.

Ironicamente, o crocodilo também sobreviveu ao acidente, mas mais tarde foi morto com golpes de facão por socorristas vasculhando os escombros.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DNA de Cemitério reescreve a história afro-americana

Dois  companheiros de Cristóvão Colombos foram os primeiros africanos a pôr o pé no Novo Mundo, indica estudo.

Da África para Hispaniola (Imagem: Preço T. Douglas /
 Universidade de Wisconsin-Madison)
Usando a análise do DNA de ossos humanos escavados de um cemitério em La Isabela, República Dominicana - a primeira cidade colonial nas Américas - um novo estudo acrescenta peso à teoria de que os africanos cruzaram o Atlântico pelo menos 150 anos antes do que se pensava anteriormente.

"Afro-americanos acreditavam que sua história começou quando o primeiro navio negreiro atracou no metade do século 17, mas nossos resultados sugerem que realmente começou muito antes, ao mesmo tempo que os europeus" fizeram a história do continente",  diz Hannes Schroeder do Centro de GeoGenetics da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, que fez a análise.

La Isabela foi fundada em 1494 na segunda viagem de Colombo ao Novo Mundo. Dezessete navios trouxe 1.700 pessoas - incluindo agricultores, construtores e padres - na parte da ilha de Hispaniola, que hoje é a República Dominicana. Depois de dois anos mais de 300 tinham morrido de fome e doenças, e em 1498 a cidade foi abandonada.

No ano passado, um dos colaboradores de Schroeder, Douglas Price, da Universidade de Wisconsin-Madison, sugeriu que até sete dos 49 esqueletos exumados do cemitério do século 15 em La Isabela tinha pertencido aos africanos. O carbono e isótopos de estrôncio em seu esmalte do dente, que dão pistas sobre a dieta de um indivíduo, apontaram para possíveis origens Africana para os sete.

Ossos falantes

Para investigar se os africanos estavam de fato entre pessoas enterradas em La Isabela, Schroeder estudou um osso de coxa e um dente molar de cada um dos 10 esqueletos desenterrados, entre 1983 e 1991, incluindo os sete destinados como Africano pela análise do preço.

Depois de extrair DNA, Schroeder procurou por segmentos-chave do DNA mitocondrial, que diferem entre as pessoas de ascendência Africano e não-Africano, e descobriu que dois dos indivíduos transportavam segmentos de DNA que são mais frequentemente encontrados em africanos subsarianos. Schroeder conclui que dois dos tripulantes Colombo certamente vieram da África.

Tina Warinner do Instituto de Anatomia da Universidade de Zurique, na Suíça, diz que a aplicação dos rigorosos métodos de Schroeder significa que o resultado é pouco provável haja erro. Schroeder pretende analisar um novo conjunto de esqueletos de La Isabela que serão exumados no próximo ano.

Análises de DNA nunca irão revelar se os africanos que foram sepultados para descanso eterno na igreja de La Isabela eram escravos ou homens livres que se juntou a expedição de Colombo, por vontade própria, diz Schroeder. Mas, estudando o seu DNA nuclear, se espera descobrir exatamente onde na África sub-saariana suas famílias vieram. "Agora que seria muito legal", diz ele.

A equipe apresentou suas conclusões no Quarto Simpósio Internacional sobre Arqueologia Biomolecular em Copenhague, na Dinamarca, na semana passada.

newscientist.com

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Caçador é devorado por leões em reserva na África do Sul

Caçador foi devorado por leões,
segundo administradores do parque .
Um caçador ilegal foi devorado por leões em uma reserva na África do Sul, depois de ser atacado por hipopótamos.

Segundo administradores do Parque Nacional Kruge, a vítima e mais dois companheiros entraram à noite na reserva para checar se haviam capturado algum animal em uma das armadilhas que haviam montado ilegalmente, quando foram atacados por um grupo de hipopótamos.

Os três homens saíram correndo em diferentes direções. Dois deles conseguiram sair da reserva. O terceiro foi morto e devorado pelos leões.

O crânio e alguns pedaços de roupa do homem que estava caçando ilegalmente foram encontrados pelos guardas-florestais do parque, a maior reserva de vida selvagem do país.

Os dois caçadores que conseguiram escapar avisaram a família da vítima, que notificou a polícia.

Wiliam Mabasa, relações públicas do parque Nacional Kruger, alertou caçadores e turistas para o perigo de andar ou deixar os veículos fora das áreas designadas como seguras dentro do parque.

"Muitas vidas foram perdidas porque as pessoas não tomaram as precauções necessárias", afirmou Wasaba.

Os dois caçadores sobreviventes estão atualmente detidos, suspeitos de estarem ligados a casos anteriores de caça ilegal.

O parque vem investindo no combate à caça ilegal, aumentando o patrulhamento dentro de suas fronteiras. Os rinocerontes são o principal alvo dos caçadores.

Fonte: BBC Brasil. / 25 de março, 2010