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domingo, 17 de junho de 2012

Meninas africanas são obrigadas a engordar a partir dos 5 para se casar

Meninas são obrigadas a engordar em país africano para conseguir se casar
Ritual para engordar começa a partir dos 5 anos de idade. Mulheres confessam que, mesmo


Para as mulheres que vivem de regime e não conseguem emagrecer, a ideia a principio pode parecer tentadora: morar em um lugar onde só as mulheres gordas são consideradas bonitas. Pois esse lugar existe. Aliás, quanto mais gorda, maior a chance de uma moça conseguir um casamento por lá. Por trás de uma cultura ancestral, existe uma prática cruel que tortura gerações e gerações de meninas. 

O paraíso da gordura localizada, localizada em todo o corpo. Quanto mais pneuzinhos, estrias e celulite, mais desejada é a mulher. "É um sinal de que a família dela tem dinheiro", diz o rapaz. "As magras não são boas pra namorar", afirma o mais velho. 


Na Mauritânia, um país do noroeste da África, fincado no meio do deserto do Saara, uma das regiões mais pobres do mundo, se esconde um segredo chocante: uma geração de mulheres incapacitadas por serem gordas demais. E isso porque, na infância, elas foram obrigadas a comer muito além do que seus corpos poderiam suportar. Tudo pra conseguir um casamento. 

Meima não anda há pelo menos três anos. Ela conta que apanhou muito quando era criança. E não foi a única. Muitas meninas tiveram pernas e braços quebrados enquanto eram forçadas a comer quantidades imensas de leite e cuscuz. 

De uns tempos para cá, Meima passou a sentir dores nos ossos e não conseguiu mais ficar em pé. Os hospitais da Mauritânia estão cheios de casos parecidos. Uma paciente foi engordada à força dos 7 aos 14 anos e hoje pesa 113 quilos. Um médico diz que é muito difícil encontrar na Mauritania uma mulher com mais de 30 anos que não sofra com as consequências da obesidade: diabetes, pressão alta, artrite nos joelhos, além de problemas na vesícula e nos rins. Elas começam com dificuldades pra andar e aos 50 anos já estão completamente incapacitadas. 

Longe da cidade, no deserto dominado pelas secas e pela fome, a tradição resiste com força. As famílias aguardam ansiosas pela chuva. Com ela, as vacas vão ter o leite necessário para engordar as meninas. E o ritual começa cedo, a partir dos 5 anos de idade. Quanto mais leite elas tomam, mais cedo entram na puberdade e então ficam prontas para casar. 

A família de Zena é muito pobre e por isso, aos 17 anos, ela é magra. E tem vergonha de ser assim. “Todo mundo sabe que a mulher gorda é muito mais bonita. Só as gordas conseguem marido”, diz a adolescente. 

A vida dos nômades mudou muito nas últimas décadas. Antigamente, tribos inteiras atravessavam o deserto atrás de pasto para os animais. Hoje, as crianças vão pra escola. E as mães ficam nas tendas enquanto os maridos alimentam os rebanhos. Mas a cultura da obesidade persiste entre as mulheres como uma obsessão. Elas confessam que mesmo com dificuldades para andar e dores nas articulações, fazem de tudo para ganhar peso. Quando falta comida, todas vão atrás de remédios, pílulas que fazem engordar. 

Com uma câmera escondida, uma produtora da rede de TV britânica BBC mostra como é fácil conseguir esses medicamentos sem prescrição alguma. No hospital, o medico se espanta com o que vê. São caixas de corticóides, hormônios sintéticos que, se usados de forma errada, podem causar diabetes, pressão alta, insuficiência renal e até morte. Quem toma estes medicamentos engorda logo, porque os remédios aumentam muito o apetite. 

Com a chegada da chuva, só os meninos são vistos brincando. As meninas ficam em casa. É hora de engordar. A família desta menina sorridente mostra com orgulho o ritual para a televisão. Souadu tem 10 anos, e há pelo menos dois vem sendo engordada à força pela avó. 

Entre as mulheres da Mauritânia, o ritual é visto como uma prova de amor. A garantia de um futuro melhor. “A mulher gorda é linda”, diz a avó. Longe da família, Soadu confessa: ela não quer ser gorda. Tem medo de ficar incapaz. Por isso, várias vezes ao dia, a menina coloca o dedo na garganta e bota tudo para fora. 

Nos últimos anos, entidades de direitos humanos vêm brigando para acabar a tradição que tortura meninas em pleno século 21. Campanhas alertam para os perigos da obesidade. E a pratica de exercícios é incentivada. Mas acabar com a ditadura da beleza na Mauritânia - assim como em qualquer parte do mundo - depende mesmo é das mulheres. 

Site do Fantástico
Nota da redação: O vídeo desta reportagem não pode ser exibido na internet por razões contratuais.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Fantasma? Seria o espírito de rapaz morto ou arte demoníaca que atormenta alunas em escola em Itatira. ?

Os fenômenos estranhos vivenciados por jovens da zona rural de Itatira continuam intrigando autoridades


Itatira. Novos relatos põem em evidência os estranhos fenômenos vivenciados por jovens do Distrito de Cachoeira BR, neste município, sendo a maioria meninas na faixa etária de 11 a 16 anos de idade, e apenas um menino. O local já está sendo chamado de "terra dos espíritos" e a população apresenta novas versões para o caso das meninas de Itatira. Glauber Paulino Ribeiro, pastor da Igreja Batista em Canindé, conta dois momentos que arrepia até mesmo quem já está acostumado com situações desta natureza.

Segundo ele, na primeira vez que se preparava para ir até a localidade, o pai de um dos integrantes de sua comitiva passou mal e foi preciso ser levado para o Hospital Regional São Francisco, em Canindé. Depois de tudo resolvido seguiu viagem. "Ao chegarmos à comunidade, uma jovem, que identifiquei apenas por Cinara Barbosa, partiu para cima da nossa equipe e disse: ´estive agora a pouco em sua casa, tentando impedir essa visita´. Pedi para ela repetir, mas ela não falou mais nada e começou a entrar em estado anormal´´, comenta o pastor Glauber Paulino Ribeiro.

Outra versão apresentada pelo pastor da Igreja Batista foi de que outro rapaz que faz parte de sua Igreja, que negocia com motos em Fortaleza, ao adquirir um veículo de duas rodas disse: "Olha, o guidon dessa moto parece o chifre do bicho". Ao entrar na casa de Cinara, ela apresentou manifestação estranha e falou com uma voz diferente, "Cadê a minha moto?".
Os fenômenos estranhos vivenciados por jovens da zona rural de Itatira

O pastor acredita que esses comportamentos tratam-se de "vários demônios", uma vez que são várias manifestações ao mesmo tempo. "Creio eu que algumas pessoas, pelo medo, chegam a passar mal. É a chamada obsessão demoníaca. O espírito consegue ficar de maneira tão dominante no corpo astral do indivíduo que pode até mesmo mudar o modo de falar e fazer coisas que normalmente não faria no dia a dia. Chega até mesmo a não reconhecer parentes e pessoas próximas de seu convívio", explica ele, baseado na sua crença religiosa.

Os fatos relatados pelo pastor Glauber Paulino mostra como são complexos os fenômenos vivenciados pelas meninas de Itatira, ao ponto de permitir diferentes versões para o mesmo caso. O certa é que as meninas estão sofrendo muito, ficam agressivas, perdem a identidade e, ao retornarem ao seu estado normal, não lembram mais de nada.

O fato vem gerando um grande desconforto às autoridades locais porque não está acontecendo somente na Escola de Ensino Fundamental Eduardo Barbosa, mas também nas casas das meninas. "Antes era apenas na escola, agora acontece com frequência nas residências e, o que é pior, atingindo outras pessoas´´, observa Eliane Dias, diretora da Escola Nazaré Guerra, em Lagoa do Mato.

O caso mais recente é Ana Célia Araújo, de 18 anos, que recentemente tirou das águas do Açude Cachoeira o seu amigo Antônio Nunes Mendes, que morreu afogado. De acordo com o depoimento de seu pai, José Amilton Alves de Araújo, Ana Célia ficou em transe pela primeira vez no dia 9 de junho ao meio-dia, quando era dada uma palestra no pátio da escola.

Glauber Paulino, ao falar do assunto, mostra-se muito preocupado. "São pessoas que estão sofrendo muito com algo vindo do inferno, algo que é enviado pelo satanás para atormentar nossas vidas. Não é uma doença contagiosa que passa de uma pessoa para outra, assim como se fosse vírus. Como vou gerar um problema na minha mente e gerar na mente de outra pessoa? O problema psicológico é gerado da mente. De forma alguma vamos conflitar religiões. Nós nos baseamos na palavra de Deus´´, ressalta o evangélico, que esteve de 7 às 22 horas orando na casa dos jovens Andréia Alves Marcolino e Marliel Alves Marcolino.

Pedido de reza

Outro fato que evidencia a complexidade dos fenômenos em Itatira vem da jovem Graziela Alves da Silva, de 14 anos. Ela continua recebendo manifestações e, ao mudar de voz, pede missa, reza e muita compreensão. Durante o transe, ela sofre muito e é preciso várias pessoas para contê-la. Depois começa a chorar e afirma não lembrar coisa alguma. Essa fenomenologia paranormal de Cachoeira BR, ainda vai render muitas histórias. Alguns fatos que guardam certa semelhança com os atuais que acontecem em Itatira foram registrados no dia 11 de dezembro de 1847, em uma casa nos Estado Unidos. As reações das pessoas ao analisarem os fenômenos foram iguais. Alguns aceitaram o fato de manifestação extra-corpórea (espíritos), enquanto outros recusaram-se a acreditar nisso e procuraram outras versões.

Antônio Carlos AlvesColaboradorFENÔMENOS

Especialista recomenda cautela e investigação

Fortaleza. Antes de atribuir ao sobrenatural a causa dos fenômenos ocorridos com os jovens de Itatira, é preciso esgotar todas as possibilidades destes transes serem problemas de origem física e psicológica. A avaliação é do psiquiatra Adalberto Barreto, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).

"A ciência diz que um fenômeno se torna incompreensível enquanto o campo de observação não for suficientemente amplo. É preciso haver uma investigação do ambiente familiar, escolar ou até da própria comunidade para saber o que está ocorrendo com este grupo. Por enquanto, ainda é prematuro considerar o fenômeno sobrenatural", afirma o médico, que se colocou à disposição para atender os jovens em Fortaleza ou mesmo ir até Itatira com sua equipe, caso seja chamado pela Prefeitura.

Especialista em Antropologia e Etnopsiquiatria (que estuda as relações entre a cultura e as manifestações psíquicas), Adalberto Barreto acredita que é preciso trabalhar com esses jovens para além daquilo que manifestam. "Há um ditado que diz que quem olha o dedo apontando a estrela, não vê a estrela. Portanto, ao invés de se concentrar nas experiências, que se manifestam de forma dramática, as famílias deveriam ouvir e amparar esses jovens".

Possibilidades

Uma das hipóteses levantadas pelo psiquiatra é o de um caso de histeria coletiva, em que a dor e o sofrimento se manifestam de forma espetacular num grupo de pessoas. No caso ocorrido em Itatira, é uma possibilidade plausível, já que os jovens estudam na mesma escola e vivem numa comunidade pequena. "Quando um indivíduo fragilizado vive uma situação de tristeza, ao invés disso se manifestar pela formas naturais, este sentimento pode ser deslocado e aparecer em outras formas. E outras pessoas próximas podem ter se impressionado com essa tristeza e acabam manifestando a mesma situação".

Ele pondera, no entanto, que apesar de poder não ser um transe ou uma possessão espiritual, a experiência, para esses jovens, é vivida como se fosse real. "É o que a ciência chama de introjeção projetiva, em que há uma identificação emocional com uma determinada situação cultural a ponto da pessoa vivenciar e se incluir nela. Nada disso é fingimento", enfatiza.

Questionado pela reportagem sobre se esses fenômenos poderiam ter causas químicas, o psiquiatra lembrou que o chá de zabumba, que costuma ser usado no Interior para combater cólicas menstruais, possui um efeito alucinógeno. "Como a grande maioria é mulher, pode ser uma explicação, enquanto o rapaz pode ter manifestado os transes por conta da histeria coletiva", pondera.

Acompanhamento

O médico aconselha que os jovens tenham um acompanhamento psicológico e haja uma ampla investigação das causas deste possível sofrimento psíquico. "A partir do momento em que eles conseguirem ressignificar essa tristeza, que agora se manifesta no corpo, os sintomas vão desaparecer. Mas é um trabalho que leva tempo. Se isso for mal conduzido e não houver uma preservação desses jovens, a situação pode se agravar".

Karoline Viana
Repórter

sábado, 28 de agosto de 2010

Belas capixabas querem o título de Menina Fantástica

Esguias, falsas magras, curvas acentuadas e pouca ou quase nenhuma celulite e estrias. O padrão de beleza exigido há anos pouco mudou entre o público feminino. Quando se trata de concurso para escolha das mais belas, esse perfil de mulher acaba se sobressaindo. A beleza exótica também continua valorizada. Pelo menos foi o que se viu em Vitória e Vila Velha entre as 200 jovens e adolescentes com idades variando de 16 a 25 anos, que se inscreveram nesta sexta-feira (7) no Menina Fantástica. O concurso, promovido pelo programa Fantático, da Rede Globo, atrai milhares de meninas em todo o Brasil. Em comum: o sonho de se tornar uma top model, ficar famosa e viajar o mundo.

foto: Carla Einsfeld
Serão selecionadas pela Comissão Julgadora as 05 (cinco) candidatas em cada praça

Em frente ao ônibus que viaja o Brasil realizando as inscrições, as candidatas, que não precisam ser profissionais, não se continham de tanta ansiedade. Afinal está em jogo uma das 12 vagas do reality show. Serão selecionadas pela Comissão Julgadora as cinco candidatas em cada praça, totalizando 50 candidatas. Todas as selecionadas nesta etapa participarão da semifinal, desde que apresentem os documentos exigidos pela organização até o dia da participação na semifinal.



foto: Carla Einsfeld

Meninas Fantásticas


E foi em busca deste sonho de entrar na casa Menina Fantástica e ser vigiada por 24 horas que Bianca Giacomin Loyolla, 17 anos, enfrentou mais de três horas de estrada de Linhares até a capital para conseguir se inscrever. "Eu saí da minha cidade 12h e cheguei em Vitória 15h30. Para conseguir chegar mais rápido eu peguei um táxi e conseguir estar em Vila Velha às 16h. Ainda bem que cheguei a tempo, já que o ônibus saiu às 15h. Mas deu tempo de tudo".

A etapa final do concurso Menina Fantástica será realizada de 11 de outubro a 14 de novembro deste ano e consistirá no isolamento das 12 finalistas em uma casa monitorada por câmeras 24 horas durante todos os dias. A cada semana as candidatas terão o desempenho avaliado pela Comissão Julgadora que indicará 3 candidatas para eliminação e caberá ao público, por meio do voto popular, escolher uma participante para continuar no Concurso.

foto: Carla Einsfeld

Candidatas dentro do ônibus
Na última semana, a Comissão Julgadora excluirá uma entre as quatro candidatas restantes e caberá ao público, através do voto interativo no programa Fantástico, da TV Globo, escolher as três finalistas. Será considerada primeira colocada, e grande vencedora, a que obtiver o maior número de votos e, assim, sucessivamente.

Já Mariana Fumiere, 20, sempre quis participar do concurso desde a primeira edição em 2008, mas nunca chegou a concretizar a vontade. Este ano ela não perdeu tempo e foi atrás do sonho de se tornar a Menina Fantástica. "Desde quando começou eu queria participar, mas sempre falei que não ia. Este ano minhas irmãs me deram apoio. E como o ônibus veio pertinho da minha casa acabei tomando coragem e vindo participar".

Para não irem sozinhas, algumas meninas, levaram os responsáveis para dar o apoio. Foi o caso da auxiliar de administração, Evangelina Serafim, 43, ela foi no local para acompanhar a sobrinha. "A gente fica esperando que dê tudo certo. São muitas meninas lindas, mas nós esperamos que ela ganhe".


Premiação

1º lugar: R$ 500 mil em trabalhos como top model, pelo período de cinco anos, através da Agência Mega, além de assessoria e consultoria em todas as necessidades que uma profissional deste meio necessita, ou seja: tratamento dentário, médico, estudo de línguas, curso de maquiagem, cabelo, etiqueta e moda.

2º lugar: R$ 100 mil em trabalhos como Modelo, pelo período de cinco anos, através da Agência Mega, além de assessoria e consultoria em todas as necessidades que uma profissional deste meio necessita, ou seja: tratamento dentário, médico, estudo de línguas, curso de maquiagem, cabelo, etiqueta e moda.

3º lugar: R$ 50 mil em trabalhos como Modelo, pelo período de cinco anos, através da Agência Mega, além de assessoria e consultoria em todas as necessidades que uma profissional deste meio necessita, ou seja: tratamento dentário, médico, estudo de línguas, curso de maquiagem, cabelo, etiqueta e moda.

CARLA EINSFELD - GAZETA ONLINE

sábado, 10 de abril de 2010

Encontrado corpo da outra menina jogada da ponte de Nova almeida pelo pai

Os corpos das duas meninas jogadas da ponte de ponte de Nova Almeida, no início da noite desta terça-feira (13), pelo pedreiro Wilson da Conceição Tavares, pai das crianças, foram encontrados nesta quarta-feira.

A primeira a ser resgatada morta pelo Corpo de Bombeiros foi Luciene da Conceição Barbosa, 4 anos, por volta das 9h30 desta quarta na localidade de Porto da Lama, município de Fundão.
 Pedreiro Wilson da Conceição Tavares, pai das crianças

À noite, por volta das 18h30, populares localizaram o corpo de Luciana Dortes Barbosa, de 2 anos, em Praia Grande, também na orla de Fundão.

Em depoimento pela segunda vez à polícia, Wilson da Conceição Barbosa, 37 anos, que é alcoólatra e usuário de crack, declarou estar sóbrio na hora em que cometeu o crime contra as duas filhas.

De acordo com o delegado Josafá da Silva o segundo depoimento foi para tirar algumas dúvidas a respeito do estado emocional do acusado, que estava há dois dias sem consumir bebidas alcoólicas, e há 15 dias sem utilizar a droga em que era viciado. Nenhum exame foi realizado para saber se Wilson realmente não havia consumido nenhuma bebida ou droga.


"Ele alegou que cometeu o crime por influência emocional para se vingar da esposa, pelo fato dela não querer voltar. Disse também que na ocasião estava sóbrio, sem consumir nenhum tipo de droga, nem lícita e nem ilícita."

Para o delegado o crime foi premeditado, já que o pai sabia que as crianças não estavam com a mãe Ana Lúcia Dortes, 39, momentos antes de cometer o crime, Wilson agrediu Ana lúcia, tanto com palavra, mas também fisicamente. Após a agressão o acusado pediu para que a sua mãe (avó das crianças) fosse buscar as meninas na casa de uma prima da diarista Ana Lúcia e também a teria pedido para convencer a ex-mulher a voltar com ele.

"Ele antes de cometer os crimes tinha conhecimento que a ex-esposa não estava em casa. A encontrou na rua e a agrediu com palavras de baixo escalão e também fisicamente e depois disso ele pediu para que a sua mãe fosse pegar as crianças, então ele já havia premeditado tudo", esclareceu o delegado.

Segundo o delegado, Wilson da Conceição Barbosa será indiciado por homicídio duplamente qualificado.

14/04/2010 - 19h41 (Carla Einsfeld - gazeta online)