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domingo, 3 de março de 2013

Top 10 sinais de que seu casa é assombrada

Top 10 sinais de que seu casa é assombrada 


Tenho certeza que você já ouviu muitas histórias sobre lugares assombrados e as coisas terríveis que acontecem lá, mas o que os torna tão assombrados? Assombrações pode acontecer a todos em todas as esferas da vida. Até mesmo as pessoas famosas, como Nicolas Cage, Gwyneth Paltrow, e Dane Cook afirmam ter vivido em lugares assombrados, embora a maioria seja movida para expulsar ou limpar os maus espíritos. Há uma abundância de sinais para procurar quando você está em uma casa que pode ser assombrada, e estes são os top 10.

10. Odores estranhos
Um sinal de costume que seu lugar poderia ser assombrado é um estranho cheiro que você normalmente não sente na casa. Estes aromas podem ser abruptos e vir do nada. Um espírito pode às vezes levar com ele cheiros familiarizado com que tinham vivos, como fumaça de charuto ou flores frescas. Sabendo ou não os cheiros são provenientes da casa, ou do espírito em si é uma maneira de determinar se a sua casa tem outros habitantes que você pode não conhecer.

9. Sonhos estranhos com pessoas ou lugares que você não conhece
Se um espírito reside na casa, às vezes ele pode fazer com que você sonhe ou até mesmo tenha pesadelos com eles. Você pode sonhar com lugares estranhos onde nunca esteve ou pessoas que você não pode reconhecer. Pode ser um sinal de que eles estão tentando explicar a sua história ou fazendo contato com você. Você tem que entender que, às vezes, estes são espíritos de pessoas que morreram sob circunstâncias extremamente infelizes. Sonhando com eles ou lugares que estão familiarizados é um sinal de que a casa ainda está impressa com a sua assinatura e eles podem não ter passado por cima. Muitas vezes você pode descobrir a história de sua casa, indo a um os registros públicos e ver se você reconhece qualquer das notícias ou pessoas contidos nos arquivos.

8. Sensação de estar sendo observado
Algumas pessoas podem ser mais sensíveis ao mundo dos espíritos do que outros, e podem sentir que eles estão sendo observados por algo à espreita nas sombras. Embora você não deva contar somente com este sentimento para determinar se a casa está assombrada ou não, pode ser um sinal. Se você perceber que alguém, ou algo, está vendo você, olhe ao redor e veja se você pode detectar qualquer outro fenômeno estranho ao seu redor. Não tenha medo de sair e investigar, isto pode dar garantias de que os outros não estão por perto. Às vezes, quando as pessoas se mudam para uma nova casa, eles são superados com a constante sensação de estar sendo observado, e não deve ser ignorado se ocorrer em combinação com outros sinais.

7. A ansiedade no ar
Algumas pessoas são sensíveis aos campos causadas quando um fantasma ou entidade está presente na casa, e que muitas vezes dá a sensação de uma opressão no ar que às vezes pode tornar mais difícil para respirar. Mudanças bruscas no ar podem ser desencadeadas por um espírito manifestando-se em casa, e é mais um sinal de que pode haver algo escondido em sua casa. As pessoas normais podem detectar essas alterações também porque as mudanças bruscas que acontecem. Normalmente, depois de uma limpeza, ou até mesmo um exorcismo em casos mais extremos, as pessoas relatam o ar ficar mais leve, quase que instantaneamente aos rituais completados.


6. Ruídos
Estás a ouvir barulhos estranhos, ou até mesmo rumores de que não podem ser explicados? Há uma razão para todos os ruídos, e isso é porque o espírito ou entidade pode estar tentando tornar a sua presença conhecida. É claro que pode haver muitos barulhos que podem ser causados ​​por objetos domésticos comuns ou pela casa em si, mas saber o que ruídos são normais e que não são podem ajudar a determinar a possível causa. A maioria dos espíritos não fazem ruídos que são detectáveis ​​pelo ouvido humano e exigem equipamento para acompanhar. No entanto, existem espíritos chamados poltergiests (espíritos barulhentos) que são bem conhecidos para produzir alguns barulhos terríveis jogando objetos ao redor e fazendo as coisas correm galo na noite.

5. Mudanças na temperatura do ar
Mudanças bruscas na temperatura em torno de você muitas vezes é um bom indicador de um espírito fica nas proximidades. Se você viajar por toda a casa e você percebe alguns quartos são muito mais frios do que os outros, ou se sente o ar em torno de você, de repente ficando menor, então provavelmente não é sua a / c. Às vezes, quando os espíritos estão ao redor, o ar torna-se mais frio, pois está absorvendo a energia em torno dele, a fim de se manifestar. Às vezes você pode andar por um local frio incomum na casa mesmo que o ar em torno dele é normal. Só porque as coisas ficam frias no entanto, não significa que você vai ver a figura em si, mas ainda assim é um sinal de que algo está próximo.

4. As coisas se movendo ao entorno
Alguns espíritos gostam de mudar as coisas, às vezes, quando você não está lá. Você deve tomar nota quando esses tipos de coisas acontecem. Se você tem certeza de que você colocou um objeto em algum lugar, e moveu-se de seu lugar original, então talvez você deve considerar razões estranhas. Entidades da casa podem estar tentando fazer a sua presença conhecida por objetos em movimento, ou podem estar tentando jogar truques em você, escondendo-os em lugares que você normalmente não iria colocá-los. Saber ao certo onde colocar as coisas podem ajudar a determinar que tipo de fenômeno está realmente acontecendo. Às vezes as coisas podem se mover enquanto você não está lá, como portas abrindo e fechando ou objetos caindo fora da mesa. Saiba que qualquer tipo de espírito que tem o poder de realizar tais feitos podem não ser um amigáveis. Esses espíritos querem mostrar que estão presentes para os proprietários do imóveis, e deve ser levado a sério.


3. Ser tocado
Você está sendo tocado quando ninguém está por perto, às vezes deixando uma marca na sua pele? Bem, poderia ser outro indicador de sua casa tem outros habitantes. Você tem que ter cuidado, porém, escovando-se contra algo ou apenas sentir uma leve brisa pode às vezes se sente como se estivesse sendo tocado. Saber com certeza o que você tocou é importante, por isso não tire qualquer conclusão só porque você sente o cabelo na parte de trás do seu pescoço formigamento. No entanto, se as marcas são deixados após o encontro, ou mesmo hematomas ou cortes que você não pode explicar, então ele poderia ser um sinal de um espírito maligno. Se o problema se agrava, você deve pesquisar mais sobre o assunto e como se proteger desses tipos de entidades como eles podem ser muito perigosos se deixados sozinhos.

2. Mudanças bruscas de humor ou comportamento
Embora raro, dependendo dos tipos de sinais que você tem, por vezes, um enitity mais sinistro pode estar residindo em sua casa. Esses espíritos podem não ser de fato espíritos em tudo, mas de origem demoníaca. Às vezes, o medo, raiva, ansiedade e outras emoções que a entidade detém pode ser passada para os moradores da casa, causando alterações de humor e de comportamento. Em casos mais graves, o resultado pode ser a posse. É preciso ser cuidadoso e cauteloso de si mesmos e os outros, se este for o caso. Quaisquer alterações no humor ou comportamento da família deve ser olhado mais para evitar potenciais complicações no futuro. Se posse completo é permitido tomar espera, então um exorcismo terá de ser realizada.

1. Ver para crer
A melhor maneira absoluta de saber ser a sua casa é assombrada é realmente ver a própria entidade. Espíritos podem manifestar-se diante dos seus olhos, e se você tem um olho afiado, você pode ser capaz de vislumbrá-lo. É ver para crer, e é quase uma maneira infalível de saber a sua casa é assombrada. Figuras de pessoas fisicamente completos podem aparecer ou desaparecer em alguns casos. Você pode ver pessoas de aparência totalmente normal e desaparecer diante dos seus olhos. Essas pessoas podem parecer pálidas, feridas, com sangue, ou no mesmo estado que morreram. Essas pessoas não são sua típica figura sombria ou névoa no canto do seu olho, e mais frequentemente do que não, estas são as almas dos pessoas que morreram de maneiras terríveis. Um exemplo disso está no campo de batalha de Gettysburg, alguns visitantes podem ver soldados marchando figurarem na batalha e desaparecendo na noite. Às vezes, essas imagens fantasmagóricas podem repetir o que já fizeram quando morreram, muitas vezes repetindo mais e mais como uma gravação de vídeo. Suas almas se passaram, mas as imagens deles permanecem carimbadas no meio ambiente.

Fonte: paranormalnewscentral.com

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Fotografia tirada no local de massacre mostraria 'fantasmas marchando'

Homem fotografa supostos fantasmas em local de massacre
Foto foi registrada em Bornéu, na Indonésia, e mostraria fantasmas em fila.
Em 'marcha da morte', 2.400 militares foram obrigados a caminhar 257 Km.


Ao refazer os passos de prisioneiros de guerra aliados durante a segunda guerra mundial, em um episódio que ficou conhecido como a marcha da morte de Sandakan em 1945, o major John Tulloch tirou uma foto do que seriam fantasmas de homens em fila, relembrando o episódio que aconteceu há quase sete décadas na região e Bornéu, na Indonésia .
Fotografia mostraria homens em fila, similar ao episódio ocorrido na guerra. (Foto: Reprodução)

 Na imagem, o reflexo do vidro parece formar a imagem de seres esqueléticos, curiosamente no mesmo lugar onde 2.400 militares australianos e ingleses foram obrigados por soldados japoneses a caminharem por 257 Km, enquanto muitos morriam pelo calor, exaustão ou eram degolados ou perfurados por baionetas japonesas. Apenas seis prisioneiros sobreviveram, apenas porque conseguiram fugir.

Contudo, de acordo com o jornal “Daily Mail”, a foto, tirada em 2010, pode ser apenas uma ilusão fotográfica causada por uma toalha estampada no painel do veículo, no momento em que a imagem foi feita. Junto com os militares, havia também 3.600 civis indonésios, que também foram forçados a marchar entre as regiões de Sandakan e Ranau.

sábado, 11 de agosto de 2012

Fantástico. Pressão religiosa faz Globo rever quadro sobre fantasmas

Pressão religiosa faz Globo rever quadro sobre fantasmas do "Fantástico"

O "Phantasmagoria", do "Fantástico", vem sofrendo pressão de grupos ligados ao espiritismo e ao candomblé, segundo profissionais da atração.

Apresentado por Tadeu Schmidt e pelo mágico Kronnus, o quadro investiga lugares supostamente mal-assombrados.

O lobby seria para que o programa da Globo deixe claro que fantasmas não existem, sem questionar a existência de espíritos.

A pressão surtiu efeito e alguns episódios estão tendo seus textos revistos para não provocar protestos maiores.

Na internet é possível encontrar sites e blogs espíritas questionando o conteúdo da atração, que estreou no último dia 5.

Procurada, a Globo diz que desconhece protestos de entidades religiosas com relação ao novo quadro.

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha deste sábado (11).

Raphael Dias/TV Globo
O jornalista Tadeu Schmidt (à esq.) e o mágico Kronnus no "Phantasmagoria", quadro do "Fantástico", da Rede Globo

Phantasmagoria - Castelo Eldorado no Paraná (Fantástico)

Esse domingo começou no Fantástico o quadro PHANTASMAGORIA, que vai vigiar por uma noite lugares mal assombrados do Brasil.
O programa começou no Castelo Eldorado, na cidade do Paraná

Como o video tem "auto play" tenho que colocar o continue lendo!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Fantasmas e espíritos são a mesma coisa? E se não, qual é a diferença entre os dois?


Por que os fantasmas existem
Alguns Espíritos Escolha a visitar novamente


Muitas pessoas perguntam por que os fantasmas existem. Mas fantasmas e espíritos são a mesma coisa, e se não, qual é a diferença entre os dois?

Fantasmas
Fantasmas são considerados pessoas desencarnadas que aparecem no mundo físico para as pessoas como manifestações, atividade poltergeist, vozes, etc .. A maioria das pessoas tendem a associar fantasmas com o Halloween ou lugares severamente assombrados. Mas será que fantasmas realmente existem, e se o fazem, porque eles estão aqui? Eles estão aqui para assombrar os vivos ou eles estão realmente aqui para assombrar a todos?

Espíritos
A palavra espírito é um termo usado para os seres espirituais, como guias espirituais, anjos ou outros espíritos que têm um propósito especial e estão aqui para ajudar a vida com várias coisas. Espíritos são considerados "bons", enquanto que os fantasmas são geralmente vistos como visitantes indesejados que só querem causar estragos na vida. Então, qual seria o termo correto a ser usado quando se fala de uma pessoa desencarnada que continua a existir entre os vivos?

Os Debates
Entre os grupos de entusiastas paranormais, a diferença entre os espíritos e fantasmas surge como um tema muitas vezes, e pode levar a discussões vai e volta sobre quem está certo e quem está errado quando se trata de definir a diferença entre os dois. Alguns diriam que é um fantasma qualquer espírito que voltou dos mortos para assombrar uma pessoa, lugar ou coisa, e é um fantasma, independentemente das intenções. Outros diriam que os espíritos e fantasmas são a mesma coisa, sem diferença entre os dois.

Por Fantasmas estão aqui?
Fantasmas tendem a ficar preso entre dois mundos: o mundo deles e nosso. Eles podem ter negócios inacabados com um ente querido amigo, ou mesmo parceiro de negócios. Alguns fantasmas podem ficar anexados a uma casa em que viviam, um objeto que eles tinham tão caro a eles, enquanto vivo, ou tem um pouco de raiva ou tristeza que levaram com eles quando morreram. Fantasmas também podem não estar cientes que eles estão mesmo mortos. Fantasmas são muitas vezes considerados seres residuais, restos de energia que simplesmente estão repetindo um evento no tempo. Mas residual não é a igual fantasma, é igual a energia residual, como um projeto que está congelado no tempo. A atividade residual não é interativa, é apenas um filme que constantemente repete mais e mais.


Por que espíritos estão aqui
Se os espíritos são anjos ou guias espirituais, eles iriam estar aqui para ajudar os vivos, quando necessário, nos momentos difíceis ou em uma base diária, através de estresse ou tristeza. Mas há talvez outro tipo de espírito que não é um fantasma, que pode ser visto ou sentida por pessoas de espírito a cada dia de uma pessoa que simplesmente passaram. Esses espíritos poderiam ser sua avó, que faleceu, um tio, um marido, um amigo ou qualquer outra pessoa que já viveu, mas não tem mais um corpo físico. Esses espíritos não estão "presos" como um fantasma poderia estar, e eles não têm negócios inacabados. Eles só querem visitar. Eles querem visitar as pessoas que amam, que eles compartilhavam uma vida comum. Eles querem ver a casa em que viviam como uma criança, ou têm vindo a assistir a uma ocasião especial na família como um nascimento ou casamento. Estes são os espíritos de pessoas que têm o livre arbítrio de ir e vir entre aqui e do outro lado.

Existência
Espíritos e fantasmas podem aparecer a qualquer um, mas eles estão aqui por motivos diferentes. Muitos fantasmas e espíritos tanto ser capturado por investigadores paranormais em teipe (fenômeno da voz eletrônica, ou EVPs para breve). Fazer uma pergunta a um fantasma ou espírito pode trazer respostas inteligentes que podem chocar a maioria das pessoas. Quando você pergunta a um espírito o seu nome e ele responde, então uma conclusão pode ser feito que esse fantasma é "ativo" e não está preso em um túnel do tempo em algum evento contínuo que repete constantemente. A conclusão pode ser feita que você pode interagir com este espírito, como você faria qualquer ser humano. Assim existência, definida como o estado de ser, pode continuar mesmo após a morte de um corpo físico.

Fontes: Hyperdictionary.com


terça-feira, 1 de maio de 2012

Fantasmas: por que tanta gente, em diferentes épocas e civilizações, afirma ver espíritos

Para a ciência, ver e ouvir fantasmas não tem nada de sobrenatural: tudo é criado pelo cérebro. Agora os cientistas tentam explicar por que tanta gente, em diferentes épocas e civilizações, afirma ver espíritos

No rádio tocava Oceano, de Djavan. Maurício ia de São Paulo a Santos e acabava de entrar no primeiro túnel da Rodovia dos Imigrantes. Foi quando sentiu um calafrio e ouviu:
– Ai, gosto tanto dessa música.
– Tia, o que a senhora está fazendo aqui?, disse Maurício, reconhecendo a voz.
– Ué, estou indo para a praia, responde a tia, com naturalidade.
– Mas a senhora não pode. A senhora está morta faz uma semana.
Dona Rosa, a tia de Maurício que apareceu no carro de repente, reclamava de que estava perdida e ninguém tinha ido buscá-la. “Só vi o Zé [o irmão dela], mas parecia que ele estava de fogo”, disse. Sem saber o que fazer, o sobrinho sugeriu que ela aguardasse pa ra seguir seu caminho. Antes de sumir do veículo, a mulher agradeceu a coroa de flores e só não deixou mais perplexo o administrador e engenheiro eletricista Mau rício Casagrande porque essa não era a primeira vez que algo parecido acontecia. As primeiras manifestações estranhas apareceram na infância, mas foi depois dos 27 anos que ele passou a protagonizar cenas de horror: acordava durante a noite e via figuras cadavéricas no quarto, ouvia vozes e começou a adivinhar data e hora da morte de pessoas próximas. Entre o susto e o incômodo, buscou ajuda médica com psicólogos, psiquiatras, neurologistas. Nunca encontrou nada errado.
Em 1999, M. Night Shyamalan deu-nos o filme "O Sexto Sentido", onde o garoto interpretado por Haley Joel Osment,  proferiu a famosa frase: I see dead people… (eu vejo gente morta ...)

Para a ciência, espíritos não existem. Nossa personalidade, nossa inteligência, nosso caráter, tudo é determinado pelas conexões cerebrais. Quando morremos, as células têm o mesmo fim, sem deixar possibilidade para alma ou fantasmas aflorarem. Mas os próprios cientistas reconhecem que relatos de experiências sobrenaturais e de contato com os mortos, como o do engenheiro Maurício, estão presentes em diversas civilizações e são quase tão antigos quanto a escrita. A possessão por deuses e demônios aparece desde 2000 a.C. O Tratado do Diagnóstico Médico e do Prognóstico, um conjunto de 40 pedras ba bilônicas dedicadas à medicina, descreve as alucinações auditivas e as ausências súbitas com um caráter sobrenatural. Hieróglifos também revelam que os egípcios acreditavam que mortos ou demônios entravam no corpo dos vivos e provocavam tais sintomas. O caráter sagrado também esteve presente na Grécia antiga, onde alucinações eram chamadas de “doença sagrada” ou “doença da Lua”. Com o advento do cristianismo, os inúmeros deuses deixaram de ser a causa para esses fenômenos. Surgiram as explicações naturais, como a de que a Lua provocava o aquecimento da Terra e isso faria o cérebro derreter, gerando as crises. Na Idade Média, quem tinha alucinações era considerado herege. Joana D’Arc, queimada em 1431 quanto tinha 29 anos, começou a ouvir vozes e perceber luzes estranhas ainda adolescente.Hoje, os espíritos inspiram todo um gênero de cinema – os filmes de terror –, sem falar em contos da literatura universal, novelas e conversas em família. Com tantas histórias distantes, porém parecidas, é muito fácil acreditar que há algo além ao nosso redor.

Apesar de tantos relatos semelhantes, só nos últimos 20 anos é que o assunto saiu dos filmes de terror e voltou a ocupar as páginas de estudos científicos sérios. As pesquisas focam desde o perfil dos chamados médiuns a análises neurológicas que relacionam alucinações a epilepsia e ao fenômeno dodéjà vuAinda não existe uma explicação definitiva do fenômeno da mediunidade, mas há conclusões suficientes para destruir vários mitos sobre o tema.


Quem vê gente morta?
Primeiro mito: o de que pessoas que afirmam ver espíritos são malucas. Em boa parte dos casos, quem vive esse fenômeno são profissionais com ensino superior, pais e mães de famílias de classe média e alta, que mantêm a experiência em segredo e recorrem a dezenas de médicos para saber o que está acontecendo. Em 2005, o psiquiatra Alexander Moreira de Almeida, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora e membro do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (Neper) da USP, aplicou testes psicológicos em 115 médiuns da capital paulista. A maioria deles era formada por pessoas que afirmavam incorporar espíritos, falar coisas que estão sendo ditas por mortos, ter visões e ouvir vozes. Almeida descobriu que pessoas bem instruídas e ocupadas formavam sua amostra: 46,5% tinham escolaridade superior e apenas 2,7% estavam desempregados.“Esses dados mostram que não são pessoas desajustadas socialmente”, diz. A maior revelação veio dos resultados do SQR (Self-Report Psychiatric Screening Questionnaire), um questionário aplicado para detectar transtornos mentais. Quanto mais respostas positivas, mais alta é a probabilidade de a pessoa ter um transtorno. “Em menos de 8% delas o resultado deu positivo, o que é muito pouco. Na população brasileira, esse índice fica entre 15% e 25%.” Outra surpresa veio com o teste de Escala de Adequação Social. O psiquiatra verificou que os médiuns que relatavam incorporar espíritos com uma freqüência maior eram os mais ajustados socialmente e também aqueles que menos tinham sintomas de transtornos psiquiátricos.

A notícia é um alívio para quem sofre a pressão de viver experiências mediúnicas e se pergunta o tempo todo onde está o limite entre a loucura e a sanidade. “Sou um cara cético. Até hoje me pergunto se o que vejo não é criação da minha cabeça”, diz Maurício Casagrande. “Quando as imagens ficaram mais freqüentes, achei que estava ficando esquizofrênico e fui procurar ajuda na medicina.” Maurício chegou a dormir duas noites no Hospital São Paulo, vigiado por equipamentos de mapeamento cerebral, e a tomar ansiolíticos, que não o impediram de continuar acordando com presenças fantasmagóricas. Apesar das inúmeras tentativas, não se descobriu nenhum transtorno mental. “Até que um dia um médico falou para eu procurar um lado mais espiritual. Veja só: um médico falando isso!”, diz ele.

As consultas médicas também fizeram parte da adolescência de Regina Braga, hoje com 52 anos. Aos 15, ela começou a acordar rodeada de estranhos. “Eram figuras grotescas. Eu via pessoas com os olhos esbugalhados em cima de mim. Comecei a entrar em parafuso”, diz. Os pais passaram a levá-la a médicos, que receitavam calmantes. “O tranqüilizante era uma porta de acesso maior. Eu relaxava, ficava indefesa e os ataques à noite eram mais ferozes.” Aos 17 anos, Regina entrou em uma espécie de coma. “Os médicos fizeram de tudo para que eu despertasse, mas eu não tinha nenhuma reação.” Ao sair do que chama de “transe”, foi transferida para a clínica de um médico espírita, que soube tratá-la. “Se fosse outro médico, acho que me mandaria para um hospício.”

O medo de ter problemas mentais impede muitas pessoas de falarem abertamente sobre o assunto. “A literatura médica diz que de 15% a 30% da população tem algum tipo de vivência sobrenatural.Essas pessoas não contam para ninguém por medo de acharem que estão loucas”, afirma o psiquiatra Almeida. O engenheiro Maurício é um exemplo de quem evita propagandear. “Se tem uma coisa que não suporto são os ‘esochatos’, aquele bando de esotéricos que ficam tentando convencer a pessoa a seguir alguma idéia. Tenho medo de rótulos, por isso prefiro não comentar”, diz.

Os médiuns na história
De fato, os cientistas que começaram a estudar esses fenômenos foram os que tratavam doenças mentais. Em 1889, o psiquiatra francês Pierre Janet foi o primeiro a propor a existência de uma segunda consciência. Para ele, quando a personalidade perdia a coesão (o fluxo normal de idéias e pensamentos), uma corrente secundária de idéias, vontades e imagens se sobrepunha à consciência, gerando automatismos motores e sensoriais – responsáveis pelos chamados fenômenos paranormais. O contemporâneo William James, psicólogo americano, defendeu a tese de que a possessão mediúnica era uma forma de personalidade alternativa em pessoas que não tinham problemas mentais: uma espécie de dupla personalidade. Ele não descartou que um espírito desencadeasse essa segunda identidade. Já o professor de cultura clássica Frederic Myers dedicou-se a estudar o inconsciente. Ele defendeu que existia na mente uma consciência subliminar, que raramente emergia – quando isso acontecia, o resultado era a manifestação mediúnica. Até mesmo Sigmund Freud deu palpites sobre a mediunidade. Para ele, os estados de possessão correspondiam às nossas neuroses: os demônios seriam os desejos considerados maus que foram reprimidos. “Aos nossos olhos, os demônios são desejos maus e repreensíveis, derivados de impulsos instintivos que foram repudiados e reprimidos”, afirmou ele no livro Uma Neurose Demoníaca do Século 17, de 1923.

A neurologia também tentou cercar o mistério. O inglês John Hughlings Jackson sugeriu que as crises não passavam de uma descarga ocasional, excessiva e inadequada do tecido nervoso sobre os músculos, assim como a epilepsia. Na década de 1950, os médicos Wilder Penfield e Theo dore Brown Rasmussen, do Instituto Neurológico de Montreal, no Canadá, fizeram cirurgias em pacientes com epilepsia acordados. Graças a elas, o mundo descobriu muito sobre o cérebro. Quando os médicos estimulavam uma área do cérebro, o paciente mexia a mão; em outra, o pé. Ao estimularem áreas relacionadas à gustação, o paciente sentia um gosto na boca. Também ouvia sons sem sentido, via bolas e estrelas. “Foi assim que mapearam o cérebro humano”, afirma Elza Yacubian, neurologista especializada em epilepsia da Universidade Federal de São Paulo.

A busca por explicações para os fenômenos tidos como paranormais rendeu também descobertas de instrumentos da neurologia usados até hoje, como o eletroencefalograma, que registra a atividade elétrica do cérebro por meio de eletrodos colocados na cabeça do paciente. O aparelho foi criado pelo psiquiatra alemão Hans Berger, fascinado pelos poderes da mente desde a década de 1890, quando foi soldado do Exército alemão. Durante um exercício militar, Berger sofreu um acidente de cavalo. Logo depois, seu pai, sem saber o que havia acontecido, enviou-lhe um telegrama para saber como o filho estava – a irmã de Berger tinha dito ao pai que sabia que ele havia sofrido um acidente. O psiquiatra ficou fascinado pela adivinhação da irmã: passou a acreditar em paranormalidade e decidiu estudá-la. “Ao criar o eletroencefalograma, em 1929, ele esperava que o aparelho desse respostas a experiências que julgava fora do comum”, diz Elza. “Uma de suas maiores decepções foi constatar que o eletroencefalograma é normal em pacientes que têm problemas psiquiátricos e nas pessoas que relatam experiências sobrenaturais.”

O que diz a ciência
Depois da criação do eletroencefalograma, apareceram a ressonância magnética, a tomografia tomputadorizada e a ressonância funcional. Com elas, já se conseguiu mapear no cérebro até as áreas que despertam as emoções e controlam funções específicas do corpo, como enxergar em profundidade ou reconhecer faces. Mas esses equipamentos não são suficientes para detectar a química envolvida na troca de impulsos elétricos e as alterações celulares de quem afirma ver espíritos. Para os cientistas, é por causa dessa falta de recursos mais precisos que os exames feitos pelo engenheiro Maurício não apontam anormalidades. “Quando o bebê está sendo formado, bilhões de células embrionárias migram para formar 6 camadas do córtex”, afirma a neurologista Elza. “Nem a melhor ressonância magnética consegue detectar falhas nesse nível.”

Mesmo assim, no mundo das hipóteses médicas, os relatos de retorno dos mortos à Terra não passam de ficção criada pela máquina chamada cérebro. Desde os primeiros estudos, a epilepsia virou explicação para manifestações de mediunidade, idéia que é seguida até hoje. Ataques epilépticos são o ponto máximo da hiperexcitabilidade do cérebro, que responde mandando ao corpo reflexos não só motores. Epilépticos sofrem também reações olfativas – como sentir cheiros estranhos repentinamente – visuais e sonoras, como ter alucinações. Isso mesmo, alucinações, muito parecidas com as de quem afirma ver espíritos. “Uma excitabilidade diferente poderia ser a explicação para fenômenos não patológicos de visões e audições”, afirma Elza Yacubian. Há tipos de epilepsia que são muito relacionados a relatos sobrenaturais. A epilepsia do lobo temporal do cérebro, por exemplo, provoca alucinações e induz à religiosidade. Essa parte do cérebro é tida como a responsável pela religiosidade: pessoas com lesões nela costumam desenvolver uma religiosidade extrema. Acredita-se, por exemplo, que o fanatismo religioso do pintor Vincent Van Gogh tenha vindo da epilepsia no lobo temporal.

Para o InterPsi, um grupo de pesquisadores da PUC-SP que se dedica a encontrar explicações lógicas e científicas para fenômenos sobrenaturais, a epilepsia é só uma das possíveis soluções do mistério. Além dela, outros estados alterados da mente se relacionam a alucinações. “Freqüências sonoras, campos magnéticos e estados de transe podem provocar efeitos sensoriais”, afirma o psicólogo Welling ton Zangari, pesquisador do Laboratório de Psicologia Social da Religião na USP e membro do InterPsi.

Zangari cita o caso que aconteceu num escritório de engenharia da Inglaterra na década de 1980.Vários funcionários afirmavam ver fantasmas em uma das salas, que em pouco tempo ficou conhecida como mal-assombrada. Foi um engenheiro do próprio escritório, chamado Vic Tandy, que desfez o mito: as aparições eram, na verdade, uma reação do globo ocular, que vibrava influenciado pela freqüência de infra-som de um ventilador, borrando a visão de quem entrava ali.

Sabe-se, também, que alucinações são comuns em pessoas com estados graves de fome ou em quem fica 3 dias sem dormir. “Nessas situações, os neurônios funcionam de forma anormal, criando uma realidade paralela”, afirma a neurologista Kátia Lin, da Unifesp. “Não significa que a pessoa esteja louca ou doente.”


Se o cérebro é a chave para as alucinações, os cientistas se dedicam agora a saber quais circuitos movem essa engrenagem. Em setembro passado, o médico Olaf Blanke, da Escola Politécnica de Lausanne, na Suíça, criou em laboratório aquela sensação desagradável de ter uma presença parada às costas. A cobaia foi uma mulher de 22 anos, com epilepsia, que se submetia a uma cirurgia para retirar a lesão que provocava as crises.

A equipe de Blanke aplicou estímulos elétricos em pontos do lado esquerdo do cérebro. A reação foi sinistra: a mulher sentiu que alguém estava atrás dela. Empolgados, os médicos estimularam ainda mais a área e a paciente foi capaz de descrever o ser invisível como uma pessoa jovem. Os pesquisadores, então, pediram que ela tentasse abraçar os joelhos. Ao se abaixar, a mulher podia jurar que a presença que sentia tinha segurado seus braços.

A área estimulada está relacionada à noção corporal – sem ela fica impossível, por exemplo, mexer os braços na hora de trocar de roupa, por mais que o braço esteja perfeito. Para o médico Olaf Blanke, estímulos nesse ponto podem explicar não só a presença fantasma, como também os relatos sobre viagens feitas fora do corpo. A tese é reforçada por uma experiência similar realizada em 2002. Ao tentar identificar a área de lesão de uma inglesa de 43 anos, com epilepsia havia 11, Blanke estimulou o giro angular, uma área que fica na parte posterior do lobo temporal, e se surpreendeu com o resultado: a mulher sentiu como se tivesse saído do corpo e levitado 2 metros acima da mesa de cirurgia. “O giro angular é importante para processos cerebrais associados à experiência extracorpórea”, afirmou Blan ke na revista Nature.

Tentar reproduzir fenômenos espirituais em laboratório não é novidade. Desde a década de 1980, o neurologista canadense Michael Persinger faz testes com ondas eletromagnéticas em pessoas normais. A experiência consiste em colocar capacetes, que geram uma espécie de campo magnético, em voluntários vendados, dentro de uma sala escura e com isolamento acústico. À medida que o pesquisador estimula o lobo temporal, os voluntários têm sensações de fazer inveja a qualquer usuário de alucinógenos: olhos que se mexem e viram luzes roxas, visões de incêndios, demônios, des locamento do corpo e cenas da infância como se acontecessem no presente.

Ou seja: para a neurologia, ver espíritos é resultado de uma disfunção cerebral ainda não diagnosticada. Os sintomas são parecidos com os de doenças como epilepsia, esquizofrenia (que provoca alucinações auditivas e delírios de perseguição), tumores cerebrais (que podem causar alucinações) e transtorno de identidade dis sociativa, quando o doen te tem dupla identidade, ouve vozes e muda sua caligrafia. Mas a causa seria bem diferente da dessas doen ças e estaria relacionada a erros de sinapse do cérebro. “Se há áreas do cérebro capazes de fazer contatos por telepatia, a ciência simplesmente não tem como refutar ou comprovar”, diz a neurologista Kátia Lin. Talvez nem mesmo o cérebro abrigue todas as explicações. “Há uma tendência hoje de reduzir tudo a causas cerebrais”, diz o psicólogo Wellington Zan gari, do InterPsi. “Mas não dá para entender tudo sem um olhar antropológico, cultural e psicológico.”

Mais longe ainda está a explicação para fenômenos como previsões do futuro, o meio como os médiuns costumam saber da morte de parentes. Como alguém pode ser capaz de atravessar o tempo? Será só uma coincidência? Também há o problema dos relatos de luzes que acendem sozinhas à noite, gavetas, portas que aparecem inexplicavelmente abertas. Enquanto uma explicação definitiva não aparece, quem acredita ver espíritos prefere tentar levar a vida normalmente, como a advogada Margareth Pummer. “O assunto é tão sério que não faço propaganda. Evito conversar sobre isso e assim vou vivendo”, diz.

"Foi feliz o cara que fez O Sexto Sentido. Eu tinha experiências similares às do filme. Aos 27 anos, aconteceu um episódio horroroso. Estava em Ubatuba e tive uma visão: Gente ensangüentada, faltando um pedaço da cabeça, aquele branco cadavérico. me acostumei a acordar gritando, sentindo que alguém me cutucava. o ponto culminante foi Antes de eu casar. procurava apartamento na vila mascote, em são paulo, e nada dava certo. Uma noite veio aquele monte de visões insuportáveis no meu quarto e alguém falou: ‘Você não vai conseguir morar nesse bairro, porque ele foi uma fazenda, houve disputas em família e mataram gente ali’. fiquei assustado e decidi morar em outro lugar. Há 5 anos, uma prima distante teve um AVC. Uma noite, veio um ser e falou: ‘A Vera já foi. Em dois dias ela sai do físico’. Nunca tinha tido nada tão claro. Contei para minha mãe e Dois dias depois a mulher morreu. Chega a um ponto tão horroroso que, se alguém vai para o hospital, já sei se sai ou não. Aliás, hospital é um dos lugares a que não posso ir. Cemitério, de jeito nenhum – sempre que vou, volto acompanhado"

Maurício Casagrande, de 31 anos, administrador e engenheiro eletricista especializado na área de telecomunicações.Já psicografou duas vezes. Ateu.

"Aos 15 anos, comecei a acordar à noite e ver espíritos rodeando a minha cama. Eram figuras grotescas, machucadas, que faziam ameaças. Eu chorava muito. Por causa das crises, perdi o ano na escola e passei a tomar calmantes. Achavam que eu estava doida, mas eu tinha certeza do que via. Graças a um médico espíritA, não fui parar num hospital psiquiátrico. Comecei a entender que O QUE CHAMAMOS DE SOBRENATURAL não era incomum NEM ASSUSTADOR. Hoje, Reservo uma ou duas horas por semana para psicografar um livro. Vou ao computador, O ESPírito senta ao meu lado e começa a ditar."
Regina Braga, de 52 anos, secretária-executiva. Católica, começou a seguir o espiritismo aos 17 anos.
"Começou depois que voltei do Japão, em 2001. Um dia, a TV ligou de madrugada, Passando a nota de falecimento do Mário Covas. Por 3 meses, acordei naquela hora. depois, comecei a ver sombras embaixo da porta e roupas flutuando. pensei que tinha um problema psiquiátrico. Essa descrença é o pior: seus olhos presenciam algo e sua mente não quer aceitar. Outra vez, no trabalho, a tia de minha assistente ligou para saber se sua irmã, no hospital, passava bem. Eu atendi e ela me disse seu nome: Carmela. Quando contei para minha assistente, ela começou a chorar: sua tia carmela tinha morrido havia 4 anos. como foi que eu adivinhei o nome da tia dela?"


Emerson Ogata, 31 anos, "No início, eu tinha medo. durante os pesadelos, me esforçava para acordar e gritar. quando Meu marido acordava, tudo sumia. Um dia lembrei de uma prece. Saí do corpo e fui conversar com os espíritos. Virou um exercício comum. Às vezes, vem uns que querem me assustar, mostram a língua, xingam. Nesse momento, eu falo: ‘fora daqui’. Mas muitas vezes eles vêm para conversar. Já aconteceu de funcionários entrarem na minha sala quando eu respondia em voz alta. É como se fossem grandes amigos. Em 2005, meu filho mais velho foi seqüestrado. Ficou 53 dias em cativeiro e a melhor coisa que aconteceu foi ter contato com espíritos. A primeira coisa que ouvi foi ‘Tenha fé, seu filho vai voltar’.Todos os dias eu tinha esse estímulo. Depois do 35o dia, as pessoas me ligavam para dizer que ele estava morto. Nessas horas, eu ouvia: ‘Seu filho está vivo, fique calma’. as vozes estavam certas. Não tem dinheiro que pague esse apoio."
Margareth Pummer, 48 anos, advogada e gerente de departamento de qualidade e meio ambiente. Segue a doutrina espírita há 17 anos e hoje é médium.

É por causa de perguntas sem respostas satisfatórias que doutrinas como o espiritismo fazem adeptos. Por dia, passam pela sede da Federação Espírita de São Paulo cerca de 9 mil pessoas. O entra-e-sai não é só de quem vê assombração – aliás, essa é uma minoria. Muitos chegam lá à procura da cura para uma doença ou desejam se comunicar com mortos. Para o espiritismo, não há dúvida: espíritos existem e vivem em simbiose com pessoas de carne e osso, algumas vezes dando uma forcinha e em outras tocando o terror. Segundo a religião, existem vários mundos em diferentes estágios de evolução. Espíritos de luz, mais evoluídos, dificilmente são vistos vagando por aí – em geral, só os médiuns conseguem senti-los. Nós, pobres mortais, estamos mais sujeitos a topar com um brincalhão – daqueles que gostam de assustar, fazer caretas e atrapalhar o bom andamento da vida. “Podemos ver esses espíritos zombeteiros principalmente em situações de desequilíbrio. Se aceitarmos vibratoriamente a sua condição, e isso acontece quando não estamos desprendidos do egoísmo, do orgulho, das vaidades e do apego material, eles poderão nos acessar”, diz Silvia Cristina Puglia, presidente da Federação Espírita de São Paulo. O que vemos, explica ela, não é o espírito em si, mas seu perispírito – um meio-termo entre o corpo e a alma. “Temos mais condição de ver espíritos atrasados, que parecem carnais.” Para a doutrina, a comunicação só acontece por causa de uma troca do que Allan Kardec, o pai do espiritismo, chamou de “fluido”.




O protestante francês Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), que mais tarde viria a adotar o nome “Allan Kardec”, teve o primeiro “contato espiritual” aos 50 anos. Na época, as festas francesas eram animadas pelos fenômenos das mesas girantes – as mesas giravam, pulavam e responderiam a perguntas dando pancadas no chão. Dessas e de outras observações, Rivail chegou à conclusão da existência de um plano espiritual e reuniu suas idéias em O Livro dos Espíritos (1857).

“Os espíritos revelaram a Kardec que a natureza material é uma coisa fluida, que tem o mesmo princípio da matéria densa, mas é mais sutil”, afirma o físico espírita Alexandre Fontes da Fonseca, da USP. “Há hipóteses tratando os fluidos como ondas eletromagnéticas.”

Os fluidos seriam a base da explicação para a materialização das assombrações e fenômenos como as portas que abrem sozinhas, os copos que mexem e os ruídos inexplicáveis.

Epilepsia: Da Antiguidade ao Segundo Milênio
Elza Yacubian, Lemos Editorial, 2000.
www.pesquisapsi.com
Site do grupo de pesquisa InterPsi, da PUC-SP.
www.hcnet.usp.br/ipq/revista
Revista de Psiquiatria Clínica.

(Fonte: super.abril.com.br)

Fantasmas: milionário abandona mansão 'mal-assombrada' de R$ 12 milhões

Empresário alega que família via figuras fantasmagóricas e manchas de sangue.
Da BBC
Clifton Hall dates back to the Norman conquest

Um empresário milionário de Nottinghamshire, na Grã-Bretanha, afirmou que teve que abandonar sua mansão de 52 quartos por causa de fantasmas.

A mansão Clifton Hall foi comprada por 3,6 milhões de libras (cerca de R$ 12 milhões) pelo empresário Anwar Rashid, que entregou o imóvel de volta ao banco.

Rashid alegou que a família conviveu durante oito meses com figuras misteriosas na casa, além de encontrar manchas de sangue nas roupas de cama.


O empresário chamou especialistas paranormais e também, como último recurso, parou de pagar as prestações da hipoteca da casa.

"Lamento pela beleza (da mansão), mas por trás da fachada, está mal-assombrada", afirmou. "Os fantasmas não nos querem lá e não podemos lutar contra eles porque não podemos vê-los."


Batidas nas paredes

Rashid, de 32 anos, e sua mulher, Nabila, de 25, se mudaram para a mansão, cujas fundações mais antigas datam do século 11, com as filhas de sete, cinco e três anos de idade e o filho de um ano e meio.

Segundo o empresário, as experiências sobrenaturais na casa começaram no dia em que eles se mudaram, desde batidas nas paredes até figuras fantasmagóricas pela casa.

"Quando encontramos manchas de sangue no cobertor do bebê, minha mulher disse que era o bastante", disse. "Nem ficamos na casa naquela noite."

Os investigadores paranormais não conseguiram resolver o problema.

A família deixou a mansão em agosto de 2007, e Rashid parou de pagar a hipoteca em janeiro de 2008. O Banco Yorkshire finalmente retomou o imóvel na última quinta-feira.

Anwar Rashid tem uma fortuna de 25 milhões de libras (cerca de R$ 83 milhões). O empresário tem uma rede de casas de repouso e um hotel em Dubai, além de 26 propriedades.

"Quando as pessoas me falavam sobre fantasmas, eu não acreditava", afirmou. "Mas, agora, depois de ter vivido isso, tenho que dizer a qualquer novo proprietário (da casa) que é mal-assombrada."


22/09/2008

sábado, 6 de agosto de 2011

Associação investiga ataques de monstros e assombrações em MG

Um grupo de moradores da região de Mariana, a 114 km de Belo Horizonte (MG) criou a Associação de Caçadores de Monstros e Assombração de Mariana para comprovar que a população local é vítima de ataques criaturas cientificamente não catalogadas pelo homem. São mais de 30, entre elas, gigantes, Cavaleiro da Quaresma, Emília, Noiva Furquim, Maria Sabão e o temido o Caboclo d' Água, cujo registro fotográfico vale R$ 10 mil para o grupo.

O grupo foi criado no primeiro final de semana após a lua cheia de janeiro de 2008 para estudar o caso do Caboclo d'Água, mas logo abriu as investigações para outros tipos de criaturas devido ao número de relatos de ataques de diferentes assombrações e monstros. Em um desses casos, a polícia teria buscado auxílio do grupo para identificar um dos "bichos" acusados de um ataque.

"Quando todo esse folclore mata um boi, uma pessoa, até a polícia busca informação com a associação. Teve um rapaz que foi atacado no rio Carmo que registrou no Boletim de Ocorrência que tinha sido atacado pela Maria Sabão. No outro dia, a polícia veio na associação perguntar quem era a assombração", explica um dos integrantes do grupo, Leandro Henrique dos Santos, responsável pelo jornal O Espeto, onde são divulgados os casos e relatos estudados pelo grupo. De acordo com o informativo dos caçadores, no outro dia a viatura da polícia estava procurando Maria Sabão para entregar-lhe uma intimação.

Santos vai mais longe e acusa outra assombração, o Caboclo d'Água, de assassinato. "Um moço foi encontrado morto na beira do rio com os testículos arrancados. Os bombeiros só disseram que foi um animal grande, mas não souberam informar qual. Não temos jacarés, nem peixes que ataquem aqui na região. Por isso consideramos que o Caboclo d'Água é a única assombração acusada de homicídio", diz Santos.

Segundo o caçador, nas investigações o grupo conta com a ajuda de câmeras infravermelhas, GPS, e para que seja iniciado um procedimento investigativo são necessários alguns procedimentos de reconhecimento da autenticidade do ataque. "Não adianta uma pessoa vir sozinha dizer que viu alguma assombração. Existe todo um procedimento para abrir um caso", diz.

Para o reconhecimento é necessário: avistamento por mais de uma pessoa, em diferentes épocas, comprovação de perturbação social, já que o grupo não persegue assombrações pacíficas, comprovação de fato real vinculado a assombração (Boletim de Ocorrência Policial, Atestado de atendimento médico, Prova de ataque a humanos ou animais, como ferimentos e cadáveres) e descrição da assombração ou monstro para fazer um retrato falado.

Em um dessas caçadas o presidente da associação, professor Milton Brigoline Neme, se perdeu na mata seguindo rastros do Caboclo d'Água. Mas após esforços do Corpo de Bombeiros, integrantes da associação e colaboradores, o professor foi localizado na fazenda de seu pai, onde conseguiu refúgio. "Ele torceu um pé ao pular um barranco e não conseguiu voltar pela trilha e na fazenda não funcionava celular, mas felizmente tudo deu certo", diz Santos.

No domingo, às 14h horas, será inaugurada a sede da associação em Mariana, onde o próprio presidente estará presente para contar sobre a última aventura para os 47 associados e mais de 100 colaboradores do grupo.

Conheça algumas das criaturas investigas pelo grupo, segundo material divulgado pelos próprios calçadores:

Maria Sabão: descrita como mulher negra forte que no século XVIII fazia sabão com abacate e sebo. Seu dono a mandou fazer sabão com sebo de meninos que morriam em acidentes nas minas do Morro Santo Antônio, Passagem de Mariana. Também começaram a ameaçar meninos problema com o castigo de serem transformados em sabão. Isso a perturbou, tanto que até hoje persegue caçando meninos mal criados, que falam palavrão, para fazer sabão. Essa é uma assombração que tem residência fixa, uma mina de ouro abandonada cuja boca de entrada se dá numa rua chamada Boqueirão, justamente pela boca da mina.

Noiva de Furquim: Aparece na entrada do distrito de Furquim. È a história de um acidente de ônibus no qual uma noiva e mais 11 passageiros faleceram, na década de 70. Porém quem prestou socorro roubou a aliança da defunta. Sendo assim ela sempre aparece na beira da estrada dando sinal aos carros. Como é muito bonita, motoristas param e ela entra no carro ou ônibus, e depois ela some. Segundo o grupo, um enfermeiro de Acaiaca, duvidando da história parou no local onde ela é vista e a chamou, só que ele não esperava que ela aparecesse. E apareceu. O enfermeiro passou mal, desmaiou e foi levado para o Hospital de Mariana. Ele colaborou no retrato falado dela.

Cavaleiro da Quaresma: Em Diogo de Vasconcelos este cavaleiro é famoso, seu cavalo ultrapassa até um carro, segundo os relatos. Ele detesta cachorros, dando chicotadas, ferindo os cães. Ultimamente tem passado fora de época, fora da quaresma.

Gigantes: São avistados assombrações enormes no Morro Santana, Mariana, deixando marcas profundas no chão. Moram em minas e podem crescer e diminuir.

Emília: È uma assombração que dança quadrilha em Ouro Preto. Emília era filha de um comerciante e namorava escondida um rapaz conhecido como Bolão, estudante de engenharia da Escola de Minas de Ouro Preto, no início do século passado. Para se encontrar ela tocava o sino da igreja, com batidas pausadas. Quando Bolão foi fazer mestrado em Portugal, seu pai, que tinha descoberto o namoro e tinha outros planos para filha, disse a Emília que o navio de Bolão tinha afundado. Ela morreu apaixonada sempre tocando o sino. Quando Bolão chegou, formado, foi procurar Emília ficou sabendo da história, e matou-se. Hoje a casa de Emília é a única que está em ruínas da rua, no centro de Ouro Preto, pois ninguém quis morar mais lá, e nem querem vender.

Capitão Jacks: Inglês chefe de uma área da Mina de Ouro de Passagem (OPM) que morreu em serviço dentro da mina. Muitos já o viram. Porém um administrador de Belo Horizonte foi contratado para ser diretor da OPM. Animado mudou-se para Passagem, e após dois meses numa tarde encontrou com um homem à cavalo, todo de branco, ele perguntou quem era e o cavaleiro respondeu-lhe em inglês: "I am Captain Jacks". E foi embora galopando. Irritado, o novo diretor fez uma reunião com funcionários e seguranças cobrando como poderia um homem à cavalo passar por todos e invadir a mina. Então um funcionário antigo, chamou o diretor e o levou aonde estava o Captain Jacks e mostrou seu nome numa sepultura no cemitério anglicano em ruínas que fica dentro da OPM, tendo ao lado uma capela, também em ruínas. No mesmo dia o administrador pediu demissão.

Caboclo D'Água: Monstro meio lagartixa, macaco e galinha que ataca às margens do rio do Carmo, de Mariana até Barra Longa. É relatado em muitos avistamentos, em tempos diferentes e três retratos falados. Os ataques ocorrem de setembro a dezembro, dois com vitimas fatais. Ele teria sido visto por mais de uma pessoa em garimpo no distrito de Bandeirantes, cortado pelo rio do Carmo, onde o caboclo entrou no poço e tiveram que parar os serviços. A maioria das aparições ocorre em Barra Longa, onde o rio já é mais caudaloso e tem maior número de cabeças de gado, alimento favorito do caboclo.

Mãe do Ouro: É uma bola de fogo que passa pelos matos sem queimar. Os relatos datam de mais de 200 anos. Um garimpo em Bento Rodrigues, que nem a policia conseguia fechar, foi abandonado às pressas por causa dela. Terezinha Ramos, ex-prefeita de Mariana declarou que ajudou a tratar de seu irmão que queimou os olhos por olhar para a Mãe do Ouro. Também existem relatos de ataques em Camargos, onde um morador deu um tiro na bola de fogo, que cresceu e o perseguiu.

Mulher de branco: Vista pelas ruas tarde da noite em direção ao cemitério. Várias aparições são relatadas em Passagem.

Homem toco: É um monstro que ataca viajantes, coloca raízes para provocar quedas de cavalos e acidentes de veículos. Ele é muito temido em Diogo de Vasconcelos. É um toco que se move rapidamente e controla suas raízes.

Lambizome pezão: É um lobisomem que tem pé grande, lambe suas vítimas antes de morder. Uma das vítimas foi parar no hospital após ter sido derrubado de sua moto pela criatura. Ele aparece entre Padre Viegas, Mainart, Diogo de Vasconcelos. Já foi atropelado e amassou um carro.


DANIEL FAVERO

Terra

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Fantasmas: 10 lugares mais assombrados do mundo

Existem certos lugares assombrados onde os espíritos inquietos da noite se manifestam como vozes misteriosas e perfumes estranhos. Eles movem coisas, saem de sombras como aparições. Às vezes eles até mesmo atacam.

Estes são os lugares, através de anos de experiência e reputação enervante, são considerados os lugares mais assombrados do mundo.


1. A plantação de Murtas
St. Francisville, Louisiana




Criada em 1796 pelo general David Bradford, esta antiga casa senhorial em Myrtles Plantation é dito ser assombrado por vários fantasmas inquietos. Alguns pesquisadores dizem que dez assassinatos foram cometidos lá, mas outros, como Troy Taylor e David Wisehart, só foram capazes de confirmar um assassinato em Murtas. (Esses dois autores fornecem uma  muito boa históriada da casa em seu artigo, as lendas, folclore e Mentiras da plantação Murtas).

Mesmo que eles concordam, porém, que o lugar é seriamente assombrado e facilmente se qualifica como um dos "mais mal-assombrada." Estes são alguns dos fantasmas que assombram a casa, alegadamente:

Cleo - um ex-escravo que teria sido pendurado no local por matar duas meninas. (Os assassinatos e até mesmo a existência de Cleo não estão em confirmados.)

Os fantasmas dos dois filhos assassinados foram vistos brincando na varanda.

Drew William Winter - um advogado que viveu em Murtas entre 1860-1871. Ele foi baleado na varanda lateral da casa por um estranho. Com sangue de sua vida saindo de seu corpo, inverno cambaleando para dentro da casa e começou a subir as escadas até o segundo andar ... mas não o conseguiu. Ele caiu e morreu na etapa 17. É o seu último passo de morrer que ainda pode ser ouvida na escadaria para neste dia. (Assassinato de Inverno é o único que tem sido verificada.)

Os fantasmas de outros escravos supostamente ocasionalmente aparecem para perguntar se eles podem fazer quaisquer tarefas.

O piano de cauda tem sido frequentemente ouvid a tocar sozinho, repetindo um acorde de assombroso.

Agora, uma cama e pequeno-almoço, A Fazenda de Murta , abriu suas portas para os clientes que frequentemente relatam distúrbios durante a noite. Meu colega, Stacey Jones, fundador da Central de Caçadores de Fantasmas de  Nova York, relatou fatos sobre a sua permanência lá:

"Era um lugar espetacular para ficar, se você manter uma mente aberta. Levando em conta a visita guiada, eu vi o que parecia ser uma mulher corpulenta Afro-Americana vestindo um avental pé na porta, na varanda. Pensando que era um trabalhador vestido no período , eu dei uma espiada e não havia ninguém. Ficamos no quarto das crianças, e meu melhor amigo (que era um não acreditava na época) percebeu um pouco de fenômenos paranormais. Ele foi pressionada na cama e constantemente enfiavam a noite toda. Ele foi incapaz de se mover ou gritar por ajuda. Ela não acha que a estadia foi tão boa quando para mim. Eles permitem que você cace fantasmas sempre que quiser, mas você não pode buscar fantasma na casa principal sem escolta. Sugiro a criação de uma câmara de vídeo no seu quarto e levar um gravador."


2. A Torre de Londres
Londres, Inglaterra


A Torre de Londres, um dos mais famosos e bem conservados edifícios históricos em todo o mundo, também pode ser um dos mais mal-assombrados. Isto se deve, sem dúvida, às execuções, assassinatos e torturas que ocorreram dentro de seus muros, nos últimos 1.000 anos. Dezenas e dezenas de aparições de fantasmas foram relatados e em torno da Torre. Em um dia de inverno em 1957, em três horas, um guarda foi perturbado por algo colidiu com o topo de sua guarita. Quando ele saiu  para investigar, viu uma figura disforme branca no topo da torre. Foi então que percebi que naquela mesma data, 12 de fevereiro, Lady Jane Grey foi decapitada em 1554.

Talvez o mais conhecido fantasma residente da Torre é o espírito de Ana Bolena, uma das esposas de Henrique VIII, que também foi decapitada na Torre em 1536. Seu fantasma foi visto em muitas ocasiões, algumas vezes carregando a sua cabeça, na Torre Green e na Torre Chapel Royal.

Outros fantasmas da Torre incluem os de Henrique VI, Thomas Becket e Sir Walter Raleigh. Uma das histórias mais horríveis de fantasmas relacionados com a Torre de Londres, descreve a morte da condessa de Salisbury. De acordo com uma história , " a condessa foi condenada à morte em 1541 após o seu supoto envolvimento em atividades criminosas (embora agora acredita-se que ela fosse provavelmente inocente). Depois de ser enviado a lutar para o cadafalso, ela fugiu do bloco e foi perseguida e morta pelo homem do machado". Sua cerimônia de execução tem sido visto encenada pelos espíritos na Torre Verde.


3. Penitenciária Oriental do Estado
Filadélfia, Pensilvânia



A Penitenciária Oriental do Estado tornou-se um destino favorito para os caçadores de fantasma, bem como ao público em geral desde que foi aberta para passeios.

Criada em 1829, o imponente edifício gótico foi originalmente concebido para acomodar 250 presos em solitária. No auge da sua utilização, no entanto, quantos 1.700 presos foram amontoados em pilhas. Como muitos desses lugares de grande estresse emocional, miséria e morte, a prisão tornou-se assombrada.

Um dos seus prisioneiros mais famoso foi ninguém menos que Al Capone foi encarcerado lá em posse ilegal de armas em 1929. Durante a sua estada, diz-se que Al Capone era atormentado pelo fantasma de James Clark, um dos homens que Capone tinha assassinado no massacre do infame do Dia dos Namorados.

Outros relataram atividade assombrando inclui:

  • Uma figura de sombra, como que rapidamente se afastado quando é abordada.
  • Uma figura que fica na torre de guarda.
  • Um cacarejar mal alegadamente vem  do bloco de celas número 12.
  • No bloco de Celas 6, outra figura sombria tem sido visto descendo a parede.
  • Fantasmagóricas face  Misteriosa, diz-se que aparecerem no bloco de celas 4.

Infelizmente, nem todas celas células são abertas ao público, até mesmo sobre os passeios.

4. O Queen Mary
Long Beach, Califórnia


Este velho navio grande é muito mal-assombrada, de acordo com as muitas pessoas que trabalharam e visitou o ofício. Depois de um luxuoso transatlântico comemorado, quando terminou seus dias navegando o Queen Mary foi adquirido pela cidade de Long Beach, Califórnia em 1967 e transformado num hotel.
A área mais assombrada do navio é a casa das máquinas, onde um marinheiro de 17 anos foi esmagado até a morte na tentativa de escapar de um incêndio. Batendo e batendo nas tubulações em torno da porta foi ouvida e gravada por muitas pessoas. Em que é agora a área de recepção do hotel, visitantes têm visto o fantasma de uma "dama de branco".

Fantasmas de crianças são ditos para assombram piscina do navio. O espírito de uma jovem, que supostamente quebrou o pescoço em um acidente na piscina, foi ouvido pedindo para a mãe ou a sua boneca. No corredor dos vestiários da piscina é um setor de atividade inexplicável. Móveis se movimentam cerca por si só, as pessoas sentem o toque de mãos invisíveis e espíritos desconhecidos aparecem. Na frente do casco do navio, um espectro às vezes pode ser ouvido gritando - a voz aflita, alguns acreditam, de um marinheiro que foi morto quando o Queen Mary colidiu com um pequeno navio.

5. Sanatório de Waverly Hills
Louisville, Kentucky


O sanatório original de Waverly Hills, tem uma estrutura de madeira de dois andares, foi inaugurado em 1910, mas a maior estrutura de tijolos e concreto, uma vez que estão hoje foi concluído em 1926. O hospital foi sempre dedicado ao tratamento de pacientes com tuberculose, uma doença que era bastante comum no início do século 20.

Estima-se que mais de 63.000 pessoas morreram em um sanatório. Esses óbitos juntamente com os relatórios de maus-tratos graves de pacientes e experiências altamente questionáveis e procedimentos são os ingredientes para um local assombrado.

Investigadores de fantasmas que se aventuraram em Waverly relataram um grande número de fenômenos paranormais estranhos, incluindo vozes de origem desconhecida, pontos frios isolados e sombras inexplicáveis. Gritos foram ouvidos ecoando em seus corredores agora abandonado, e aparições fugazes foram encontradas.

6. A Casa Whaley
San Diego, Califórnia


Localizada em San Diego, Califórnia, a Casa Whaley ganhou o título de "a casa mais assombrada dos EUA" Criada em 1857 por Thomas Whaley na terra que foi parte de um cemitério, a casa já foi o locus de dezenas avistamentos de fantasmas .

Autor de Traci Regula relata sua experiência com a casa: "Ao longo dos anos, enquanto jantava do outro lado da rua no Old Town Mexican Café, me acostumei a reparar que as persianas das janelas do segundo andar [da Casa Whaley], às vezes, abriam enquanto jantávamos, muito tempo depois a casa foi fechada para o dia. Em uma visita recente, eu pude sentir a energia em vários pontos da casa, especialmente no tribunal, onde também sentiram o cheiro fraco de um cigarro, supostamente o cartão de apresentação de Whaley. No corredor, eu senti o perfume, inicialmente, atribuí isso ao jovem aluno que nos acompanhava, mais tarde cheirando em sua direção enquanto falava com ele sobre a casa ela revelou que não ter aquele  odor. "

Alguns dos outros encontros fantasmagóricos incluem:

O espírito de um jovem que acidentalmente foi enforcado na propriedade.
O fantasma do Yankee Jim Robinson, um ladrão que apanhou até a morte e que pode ser ouvido na escada da casa onde ele morreu, e por vezes tem sido visto durante as turnês na velha casa.
A filha ruiva da década de Whaley às vezes aparece de forma tão realista, ela é às vezes confundido com uma criança viva.

O famoso paranormal Sybil Leek alegou ter detectado vários espíritos lá, e renomado caçador de fantasmas Hanz Holzer considerado o Whaley a ser uma das estruturas mais confiável assombrada nos Estados Unidos.

7. Raynham Hall
Norfolk, Inglaterra


Raynham Hall em Norfolk, Inglaterra, é o mais famoso pelo o fantasma de "A Senhora Brown", que foi capturado em filme em 1936, no que é considerado uma das figuras mais autênticas de fantasma já feitas.
O local  inexplicável descreve um dos primeiros encontros com o espírito. "O primeiro avistamento aconteceu na época do Natal 1835. Coronel Loftus, que passou a ser visitado durante as férias, estava caminhando para seu quarto, tarde da noite quando viu um estranho figura à sua frente. Como ele tentou vericar mais de perto, a figura desapareceu prontamente. Na semana seguinte, a mulher apareceu novamente para o coronel. Ele a descreveu como uma mulher nobre, que usava um vestido de cetim marrom. Seu rosto demonstrava fulgor, que destacou sua órbitas vazias (sem olhos). "

8. A Casa Branca
Washington, DC


Isso mesmo, 1600 Pennsylvania Avenue, em Washington, DC, não só é a casa do atual presidente dos Estados Unidos, também é casa de vários ex-presidentes que às vezes decidem fazer suas presenças conhecidas por lá, apesar do fato de que eles estejam mortos.

Presidente Harrison é dito por ser ouvido remexendo no sótão da Casa Branca, à procura de quem sabe o quê. O presidente Andrew Jackson é  assombra seu quarto Casa Branca. E o fantasma da primeira-dama Abigail Adams foi visto flutuando por um dos corredores da Casa Branca, como se estivesse carregando alguma coisa.

O fantasma mais freqüentemente avistados presidenciais tem sido o de Abraham Lincoln. Eleanor Roosevelt uma vez declarou que acreditava sentir a presença de Lincoln a observá-la enquanto trabalhava no quarto de Lincoln. Também durante a administração de Roosevelt, um atendente alegou ter realmente visto o fantasma de Lincoln sentado em uma cama retirando as suas botas. Em outra ocasião, quando passava uma noite na Casa Branca durante a presidência de Roosevelt, a rainha Guilhermina dos Países Baixos foi despertada por uma batida na porta do quarto. Ela foi confrontado com o fantasma de Abraham Lincoln olhando para ela no corredor. A mulher de Calvin Coolidge relatou ter visto em várias ocasiões o fantasma de Lincoln em pé com as mãos atrás das costas, em uma janela do Salão Oval, olhando em profunda contemplação para os campos de batalha sangrenta entre o Potomac.

9. Asilo Rolling Hills
E. Betânia, em Nova York


Localizado entre o Buffalo e Rochester, Rolling Hills Asylum's + pés quadrados de tijolos de construção 53.000 enorme senta-se em uma colina na aldeia de Betânia, E., NY e tem sido um destino popular para os caçadores de fantasma por muitos anos. Inaugurado no dia 01 de janeiro de 1827 e originalmente chamado O condado de Genesee Poor Farm, ele foi criado por condado de Genesee para abrigar aqueles elegíveis para apoio, incluindo mendigos, bêbados habituais, lunáticos, coxos ou deficientes, órfãos cegos, viúvas, vagabundos, e mesmo um assassino ou dois. Na década de 1950 tornou-se a Old County Casa e enfermaria, e, em seguida, na década de 1990 foi transformada em um conjunto de lojas de antiguidades e, posteriormente, um shopping center. Quando os proprietários do imóvel, os vendedores e os clientes começaram a perceber estranhos acontecimentos, um grupo de paranormais foi chamado para investigar e 'a assustadora reputação Rolling Hills nasceu. Os relatórios incluem vozes desencarnadas, portas fechadas misteriosamente, gritos na noite, sombra de pessoas e muito mais.

Rolling Hills Case Manager, Suzie Yencer refere uma experiência arrepiante:.. "Foi setembro 2007 Enquanto trabalhava numa caçada público, tivemos um cavalheiro com a gente que estava filmando um documentário sobre o edifício Ele queria tentar uma experiência em uma das salas . A sala que ele escolheu foi no porão, popularmente conhecido como "O quarto do Natal. O experimento ele queria tentar era sentar na sala, sem luzes ou equipamentos. A única luz que usaria era um brilho stick rosa no meio de um círculo de pessoas. Também colocamos uma pequena bola e um cavalo de balanço do tamanho da criança no círculo. O cavalheiro conduziur a experiência requerida que só eu falar e tentar fazer contato com os espíritos. Quanto mais eu falava, as ocorrências mais estranhas começaram a acontecer. O brilho da vara começou a se mover para trás e para frente, e o cavalo começou a balançar lentamente. Alguns dos convidados na sala, incluindo eu mesmo vi uma mão e braço saindo do nada e chegar a bola no círculo e depois desapareceu ...."

O site da Rolling Hills fornece mais detalhes e informações sobre os caças fantasmas e outros eventos.

10. O Hotel Stanley
Estes Park, Colorado



Breve histórico: Concluído em 1909 por Freelan Oscar Stanley (inventor do automóvel Stanley Steamer), este quarto de hóspedes do hotel-138 nas Montanhas Rochosas do Colorado é provavelmente mais conhecida como a inspiração para King's livro de Stephen "O Iluminado", que ele escreveu depois de permanecer no The Stanley, na sala 217. King não escreveu o romance lá, nem foi o filme de Stanley Kubrick 1980 filmado lá, mas a versão do filme de TV de "O Iluminado" foi usado como o local. Hoje, o elegante hotel é um resort popular e um destino para os caçadores de fantasma, um fantasma tour é oferecido até mesmo para os visitantes.

Fantasmas: Vários aparições e outros fenômenos foram relatados por todo o hotel:

Os fantasmas do Freelan Stanley e sua mulher Flora foram vistos vestidos em trajes formais sobre a escadaria principal e em outras áreas públicas, como o lobby e sala de bilhar.

Stanley também foi visto nos escritórios da administração, talvez para manter um olho nos livros do hotel. O jogo de Flora piano, ocasionalmente, ecos no salão.

Vozes desencarnadas e passos de fantasmas foram ouvidos nos corredores e nos quartos.
Funcionários e visitantes têm relatado mãos invisíveis arrancando a sua roupa.
Mais de um convidado disse que eles acordaram para encontrar seus cobertores tiradas de suas camas e dobradas.

O Conde de Dunraven, que possuía a terra antes da Stanleys, é dito que  assombra a sala 407, onde o aroma do seu cachimbo de cerejeira ainda pode ser cheirado. Um rosto fantasmagórico também tem sido relatado olhando para fora da janela do quarto quando ele não está ocupado.

Quarto 217, onde Stephen King ficou, foi o local de um trágico acidente em 1911: governanta Elizabeth Wilson quase foi morto por uma explosão de vazamento de gás. Desde sua morte, em 1950, a atividade estranha, inexplicável ocorrem na sala, incluindo portas abrindo e fechando, e as luzes ligam e desligam por si mesmas.

Quarto 418 é o quarto mais assombrado, de acordo com funcionários do hotel, aparentemente pelos fantasmas das crianças. Os hóspedes que ficam lá dizem que as crianças fantasmas podem ser ouvidas tocando nos corredores à noite. Um casal reclamou que as crianças barulhentas mantinham acordado a noite toda, embora não havia nenhuma criança física no hotel no momento. Impressões de corpos foram encontrados na cama quando o quarto foi desocupado.

O fantasma de uma criança pequena que grita a sua babá foi flagrada em diversas ocasiões, no segundo andar - inclusive por Stephen King.

Fonte: http://paranormal.about.com/