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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Pode esperar sentado: mundo só acaba em 5 bilhões de anos, afirmam cientistas.

E o mundo não se acabou
Cientistas dizem que planeta só chega ao fim em bilhões de anos, mas alertam para riscos

Nesta sexta-feira, 21 de dezembro de 2012, o mundo supostamente acabaria, segundo diversas profecias apocalípticas baseadas em um antigo calendário maia, cultura da América Central pré-hispânica. Isso não acontecerá, garantem cientistas. Não agora, pelo menos. O planeta só acabará mesmo dentro de alguns bilhões de anos, sustentam. Os especialistas contam que previsões catastróficas são recorrentes na História da Humanidade, mas que a globalização torna o mundo mais vulnerável e, portanto, mais suscetível a elas.

Na virada do primeiro milênio da era cristã, o pânico do apocalipse tomou vilas da Europa medieval e, mil anos depois, apesar de todo desenvolvimento científico e tecnológico do período, o medo continuava, desta vez do chamado “bug do milênio”. Outros casos recentes incluem o LHC, acelerador de partículas responsável por uma das maiores descobertas científicas do ano, o bóson de Higgs, que muitos achavam que criaria um buraco negro que sugaria a Terra quando entrasse em operação; o asteroide Apophis, que segundo cálculos iniciais teria remotas chances de se chocar com o planeta em 2029; e o cometa de Halley, cujos “gases venenosos” de sua cauda exterminariam a vida na Terra na sua passagem em 1910.
— Uma coisa que todas as previsões apocalípticas têm em comum é que são falsas. Elas nunca se concretizam — resume Stephen O'Leary, professor da Universidade do Sul da Califórnia e especialista neste tipo de fenômeno cultural.

Isso não impede, no entanto, que alguns cientistas levem a sério o estudo destas teorias do fim do mundo. Mas não por razões místicas. Sua preocupação é com eventos relativamente pequenos que podem adquirir contornos cataclísmicos devido à complexidade de nossa atual civilização — majoritariamente urbana, dependente de longas cadeias de suprimento de alimentos, água e energia. Segundo eles, um choque, mesmo que de proporções menores, pode fazer toda essa estrutura desabar.

Nos piores cenários imaginados, milhões de pessoas morreriam, a economia entraria em colapso e civilizações desapareceriam, mesmo que o planeta — e os humanos como espécie — sobrevivessem. É o caso, por exemplo, de uma grande tempestade solar como a que atingiu o planeta em 1859. Naquela época, tudo o que ela provocou foram choques em operadores de telégrafo e imensas auroras boreais e austrais. Hoje, poderia destruir nossa infraestrutura de geração e distribuição de energia, causando um longo blecaute que poderia deixar várias regiões do planeta sem eletricidade durante anos. Não há, no entanto, nenhuma tempestade solar desse porte prevista a curto prazo; os especialistas falam em teoria.

— Muitas coisas em nosso mundo estão interconectadas, e isso realmente nos deixa vulneráveis — lembra Jocelyn Bell Burnell, astrofísica da Universidade de Oxford.

Entre 1918 e 1919, a Gripe Espanhola matou de 20 a 50 milhões de pessoas. Se algo semelhante surgisse hoje, com o intenso tráfego aéreo, as estimativas são de que haveria cerca de 200 milhões de mortes. Outra grande preocupação recente são as mudanças climáticas, já apontadas como causa de algumas das maiores extinções em massa vistas dos últimos 500 milhões de anos (saiba mais ao lado). A maior frequência de eventos climáticos extremos, como secas, pode levar ao colapso a agricultura, espalhando a fome pelo mundo. A lista de ameaças em consideração segue com o impacto de um asteroide capaz de destruir uma grande cidade ou um conflito nuclear regional, que mesmo limitado a 100 bombas como a de Hiroshima, poderia causar um “inverno nuclear”. Nada, no entanto, que se assemelhe ao apocalipse maia.

Para o fim do mundo mesmo, falta muito. Daqui a 5 bilhões de anos, por exemplo, o Sol entrará em uma nova fase de sua vida, progressivamente se expandindo e ficando mais quente à medida que se torna um gigante vermelho. Então, nossa estrela deverá incinerar ou até mesmo “engolir” a Terra. Já daqui a 22 bilhões de anos, a aceleração da expansão do Universo poderá levar ao rompimento da estrutura do espaço-tempo, e daqui a 10 elevado a 100 anos (um número tão grande que escrevê-lo por extenso tomaria todo este parágrafo) o Universo deverá entrar em total equilíbrio termodinâmico, impossibilitando a produção de energia e, consequentemente, a vida.


oglobo.globo.com

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O mundo não vai acabar em 2012. Entenda o porquê conforme a explicação da Nasa


Cientista da Nasa explica por que o mundo não vai acabar em 2012

Reprodução12-21-2012 Just Another Day
A Nasa divulgou um vídeo de resposta às várias teorias que se popularizaram sobre o fim do mundo em dezembro de 2012. Nele, o cientista do Laboratório de Propulsão de Jatos Don Yeomans discorre sobre cada uma das hipóteses mais conhecidas e explica por que elas não se concretizarão.

Primeiro, Yeomans explica que toda essa comoção em volta do dia 21 de dezembro de 2012 começou com o calendário Maia, que terminaria neste dia. Mas, segundo o cientista, o que está indicado no calendário é o fim de um ciclo e o início de outro, não o apocalipse. Ele o compara com a forma em que nós contamos os anos – todos os dias 31 de dezembro um ciclo termina, para outro começar no dia 1 de janeiro.

Depois o especialista da Nasa fala sobre Nibiru, um planeta que seria quatro vezes maior do que a Terra, também conhecido como “Planeta X”. Segundo outra teoria do apocalipse, esse astro estaria em uma rota de colisão com a Terra. Para Yeomans, é impossível que ninguém tenha detectado Nibiru se aproximando, se isso realmente estiver acontecendo.

“Tem gente que acredita que a Nasa está escondendo essas informações. Mas existem milhares de astrônomos fora da organização que olham para os céus todas as noites. Com certeza, eles teriam notado essa movimentação”, argumenta o cientista.

Outra hipótese é a de uma grande tempestade solar que aconteceria no dia 21 de dezembro seria a razão do fim do mundo. Este tipo de evento, como já explicamos em outro artigo, realmente está se tornando mais frequente – isso porque o Sol passa por ciclos e seu período de maior atividade está previsto para o fim deste ano e o começo de 2013.

O argumento de Yeomans é que, na verdade, a máxima solar irá acontecer apenas em maio do ano que vem e que, mesmo assim, a atividade não deverá ser tão intensa. Basicamente, não há evidências de que tempestades solares, como as que aconteceram durante o início de março, possam ocorrer novamente.

Para quem acredita que o apocalipse será causado pelo alinhamento dos planetas, que geraria uma mudança catastrófica nas marés, a resposta do cientista da Nasa é direta: não há nenhum alinhamento previsto para o fim de 2012. Mesmo que houvesse uma movimentação do gênero, outros planetas não poderiam afetar as marés. Os únicos corpos celestes capazes de fazer isso são a Lua, como aprendemos nas aulas de geografia, e o Sol.

Também existe o boato de que, de alguma forma, os pólos magnéticos da Terra irão se inverter. Isso simplesmente não pode ocorrer por causa da Lua – nosso satélite estabiliza a rotação do planeta e não permite que a rotação dele mude de uma hora para a outra. Os pólos podem, sim, mudar, mas fazem isso aos poucos, demorando milhares de anos até que eles se invertam.

Yeomans conclui seu vídeo lembrando-se das inúmeras previsões para o fim do mundo que já foram feitas, causaram pânico e não se cumpriram. “Ainda estamos aqui”, declara.

Confira o vídeo (em inglês):                                                                                                                        

Fonte: GALILEU

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Você tem medo do fim do mundo? Saiba que vários apocalipses já aconteceram

Já era!Você tem medo do fim do mundo? Então saiba que o planeta já acabou várias vezes. E que, se não fossem esses apocalipses, você não estaria aqui

Poluição, aquecimento global, extinções em massa. A Terra pode não estar nos seus melhores dias. Mesmo assim ela é um oásis de calma hoje se formos comparar com o que já aconteceu por aqui. É que o planeta tem o desagradável hábito de se transformar no inferno de vez em quando. Em alguns casos, nosso ar já se tornou irrespirável e abrasante; em outros, vulcões escureceram o céu por anos, ou espessas camadas de gelo fizeram a Terra inteira virar uma cópia da Antártida. O tipo de estrago que a nossa espécie seria capaz de causar com um holocausto atômico ou o aquecimento global fica pequeno perto dessas catástrofes. Para todos os efeitos, é como se o mundo já tivesse acabado - várias vezes. E o resultado é desolador: 99,9% das espécies que já existiram foram extintas.

Os cientistas reconhecem ao menos 5 ocasiões em que mais da metade das espécies da Terra sumiram. São as chamadas Big Five, as maiores extinções de todos os tempos. Elas aconteceram nos últimos 500 milhões de anos, em intervalos que variaram de 50 milhões a 150 milhões de anos, mais ou menos - para você ter uma ideia do que é isso, lembre-se que o homem moderno surgiu há menos de 200 mil anos, e que nosso ancestral comum com os chimpanzés estava vivo há meros 5 milhões de anos. A lista das Big Five restringe-se às catástrofes que aconteceram depois que a vida deixou de ser
exclusivamente microscópica e se tornou visível a olho nu, em parte porque é mais fácil identificar com certeza esse tipo de evento com a ajuda de fósseis de animais e plantas. Mas coisas muito ruins já aconteciam por aqui quando os únicos seres vivos eram micróbios. Nessa época, há quase 1 bilhão de anos, há indícios de que o planeta tenha passado 100 milhões de anos congelado - e que alguns dos nossos microancestrais só tenham sobrevivido graças a uma fresta aqui, outra ali. Durante esse tempo, quem estivesse no espaço veria o planeta todo branco, como uma bolona de neve (já que a Terra é azul por causa do mar). Como esse foi um apocalipse bem particular, ele é o ponto de partida desta série de infográficos mesmo não fazendo parte das Big Five. Nessa vez, o mundo acabou por um resfriamento global, uma coisa que acontece de tempos em tempos, já que a Terra dá umas bambeadas em torno do seu próprio eixo de rotação, como se fosse um pião, e esse bamboleio mexe com a distribuição de luz solar na superfície, podendo levar a eras glaciais. Mas houve outros cavaleiros do apocalipse: certos vulcões, por exemplo, são capazes de jogar tanto gás carbônico na atmosfera que o atual aquecimento global, provocado pela emissão dessa substância por nossas fábricas e carros, pareceria fichinha. Calcula-se, por exemplo, que emissões vulcânicas há 250 milhões de anos causaram a pior de todas as extinções, com o sumiço de 90% ou mais das espécies. Elas teriam aumentado a temperatura do planeta em até 6o C. Já a ação humana, nos últimos 100 anos, só foi suficiente para gerar uma "febre" de 0,75o C.

A estimativa é que o vulcanismo e outros eventos, como o esgotamento do oxigênio dos mares, tenham sido a causa das grandes extinções. Então o segundo infográfico aqui é sobre uma que provavelmente juntou vários desses ingredientes - e que, por isso mesmo, foi a maior de todas. Os mais assustadores entre os agentes de destruição, porém, são outros: os asteroides, que podem causar tanto estrago quanto milhões de bombas atômicas. Um deles, por sinal, foi o responsável pela última e mais famosa das grandes extinções (aqui embaixo). Foi há 65 milhões de anos, quando um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro caiu no atual México e exterminou os dinossauros.

As Big Five mataram a torto e a direito. Mesmo entre as espécies sobreviventes, a redução no número de indivíduos foi absurda. Por exemplo: se os 6 bilhões de pessoas do mundo morressem e sobrassem só você e alguém do sexo oposto para começar tudo de novo, significaria que a humanidade sobreviveu. Foi o que aconteceu com a maior parte das espécies que venceram os apocalipses. E os sobreviventes teriam escapado, quase sempre, por pura sorte. Um dos poucos "seguros de vida" de uma espécie seria estar espalhada pelo mundo todo, sugere Michael Benton, paleontólogo da Universidade de Bristol: com exemplares em toda parte, haveria mais chances de que ao menos alguns sobreviventes sobrassem. Já para o paleontólogo Reinaldo José Bertini, da Unesp de Rio Claro (interior paulista), também vale a pena ser um animal no estilo "faz-tudo", sem adaptações maravilhosas para nenhum ambiente, mas capaz de se virar com vários tipos de comida e abrigo. "É por isso que nós imaginamos que espécies nesse estilo, como baratas, sobreviveriam a um desastre nuclear", diz. Seja como for, nem a forma de vida menos exigente (feito as cianobactérias, que só precisam de água, luz do Sol e um punhado de nutrientes para prosperar) vai ser páreo para o que aguarda a Terra daqui a 1 bilhão de anos: o Sol vai ficar 10% mais quente. A temperatura vai subir a ponto de toda a água evaporar. E sem água líquida não há vida. A não ser que alguma civilização descendente dos humanos dê um jeito de semear a vida em Marte (que então estará hospitaleiro), será o fim da jornada. Se você quer um motivo para valorizar o nosso planeta de hoje, eis o melhor de todos: no fundo, ele é tão passageiro quanto a sua vida.


Os fins do mundo
Veja 3 vezes em que o planeta praticamente acabou. Nesta aqui, que aconteceu há 750 milhões de anos, ele virou uma bola de neve

1. Como começou
O pontapé inicial do congelamento foi uma rodada de formação de montanhas. A posição que as massas de terra assumiram mudaram as correntes marítimas. E elas começaram a esfriar a Terra.

2. Aspirador de CO2
Para piorar, as rochas nas novas cordilheiras começaram a reagir quimicamente com a água da chuva e o gás carbônico (CO2), o gás que funciona como um cobertor para o planeta, mantendo calor do Sol na superfície. A reação faz a pedra sugar CO2 da atmosfera.

3. Sem cobertor
Rochas com C02 se desprendem das montanhas e vão parar no mar, onde viram carbonato de cálcio. O CO2 fica aprisionado lá. E o planeta esfria.

4. Freezer natural

Nisso, geleiras cobriram terras e mares. Aí veio outro problema: elas funcionam como um espelho para a luz solar. Resultado: fazem o calor escapar mais ainda!

5. 100 milhões de anos no frio
Com menos calor, as geleiras aumentavam. E, quanto mais gelo, mais luz refletida, num círculo vicioso. Nisso, as geleiras tomaram o planeta por 100 milhões de anos.

6. O alívio
Mas uma hora acabou. Quem salvou a pátria foram os vulcões, que nunca pararam de cuspir lava e CO2. Isso foi injetando gás carbônico na atmosfera. Ela recuperou sua capacidade de reter calor e o gelo derreteu.

O pior de todos
Há 250 milhões de anos, a vida foi praticamente deletada da face da Terra

1. Como começou

Rachaduras vulcânicas entraram em erupção na Sibéria e cobriram de lava uma área equivalente à metade do Brasil. A região virou uma filial do inferno.

2. Mar de lava
A erupção cobriu a Sibéria com uma camada de 3 quilômetros (!) de espessura de lava - o que exterminou a vida lá. Mas o pior ainda estava por vir.

3. Céu Negro

A poeira desse derrame vulcânico escureceu temporariamente os céus da Terra. Isso esfriou o planeta, matando espécies que não suportavam o frio.

4. CO2 a rodoO resfriamento generalizado dura pouco. É que o CO2 dos mesmo vulcões criou efeito estufa suficiente para aumentar a temperatura do planeta em 6o C. Aí quem se complicou foram as espécies que não suportam calor.

5. Bombas-relógioO calor faz com que blocos de gelo cheios de metano derretam no fundo do mar. Livre, o gás sobe em bolhas, reagindo com o oxigênio e deixando a água e o ar quase irrespiráveis. É o fim do rei dos mares da época: o trilobita.

6. A mais brava

Foi a maior das extinções: 95% das espécies desapareceram. Até os insetos, que passam batido pelas grandes extinções, se deram mal: um terço das espécies deles sumiu.

7. Fim da crise
Levaria 80 milhões de anos para que a Terra voltasse a ficar cheia de vida. Por sorte, répteis que dariam origem aos mamíferos (e a você) sobreviveram.

Fogo do céu
A última grande extinção, que matou os dinos

1. Como começou
Bastou um asteroide menor que um bairro para causar uma hecatombe tão violenta quanto a detonação de milhões de bombas atômicas, desencadeando uma série de eventos destruidores.

2. Olha a onda

Um dos primeiros efeitos foram tsunamis que deixariam no chinelo aquele de 2003: o mar avançou quilômetros terra adentro em vários lugares do mundo.

3. Chama o bombeiro

Ao mesmo tempo, o calor vindo dos fragmentos do asteroide pode ter provocado incêndios catastróficos.

4. No breu

A parte mais devastadora do impacto foi a capa de fragmentos do objeto que tampou a luz do Sol e impediu que plantas fizessem fotossíntese. E elas foram morrendo.

5. Comida zero

Sem boa parte das plantas, a cadeia alimentar desmorona: herbívoros, e os carnívoros que se alimentavam deles, morrem.

6. Réquiem para os monstros
Até 75% das espécies sumiram, incluindo dinossauros e plesiossauros (répteis marinhos). Mas sobrou um descendente deles: os pássaros.

7. Nós na fita

Com o fim dos dinos, o mundo virou um lugar menos perigoso. Sorte dos minimamíferos que deram origem a nós!

O fim de tudo

Sim: o mundo tem data certa para acabar de vez

Quando o sol baterO Sol está ficando cada vez mais quente. Em 1 bilhão de anos a temperatura será tão alta que não vai existir mais água líquida. Uns 6 bilhões de anos depois, ele vai crescer e engolir a Terra.

Fonte: super.abril.com.br

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Previsões para o fim do mundo


Fim do mundo: previsões

Você deve viver cada dia como se fosse o último. O que é mais fácil dizer do que fazer. Mas e se você realmente soubesse o dia exato em que seria o fim do mundo?

Houve e ainda há muitos  previsões para o fim do mundo, eis algumas famosas:

No ano de 70, o rabino José, o Galileu, previu que o mundo acabaria no ano 130 .

Em 90 dC, Saint Clement , previu que o mundo iria acabar a qualquer momento.

Aparentemente, um escritor chamado Tichonus previu o fim do mundo ocorreria no ano 381.

Ambos Hyppolytus (170-236) e Lactâncio (250-330) colocou a data em volta do ano 500 .

No anos 900, muitos previram que o ano de 1000 seria o fim dos tempos.

Em 1147, Gerard de Poehlde disse que o mundo acabaria em 1306 .

Em 1179, João de Toledo previu o fim do mundo durante 1186 .

Joaquim de Fiore (1135-1202) sugeriu que o mundo poderia acabar por volta do ano 1300 .

Mather Shipton (1488-1561) previu que o mundo acabaria em 1881 .

No início de 1500, os profetas de Zwickau (uma seita cristã) acreditavam que o mundo iria acabar em breve (em torno de 1520 ).

Joseph Smith (nascido em 1805, fundador do Movimento dos Santos dos Últimos Dias, os Mórmons) disse: "Eu profetizo em nome do Senhor Deus, e deixá-lo ser escrito - o Filho do Homem não virá sobre as nuvens do céu, até que Eu  tenha 85 anos de idade "Qual teria sido o ano. 1890 - mas ele foi assassinado em 1844.

Em 1836, John Wesley (co-fundador da Igreja Metodista) escreveu que "o tempo, tempos e metade de um tempo" de Apocalipse 12:14 foram 1058 e 1836 ", quando Cristo viesse." Seu irmão Charles (o co-fundador) previu em 1794 que o dia derradeiro ocorreria nesse ano.

Em 1874, Charles Taze Russell previu o arrebatamento em 1910 e o fim do mundo em 1914 .

Quando os Judeus recuperaram Jerusalém em 1967 muitos previram que o fim dos tempos estava próximo.

Isaac Newton calculou que o mundo vai acabar em 2060 .

Nostradamus previu que será o ano 3786 ou 3797 .

A fé islâmica Qiyamah (no Dia da Ressurreição) é previsto "Quando ultrapassa a imoralidade e falta de vergonha é perpetrada publicamente", entre outras coisas .

E, de acordo com a Bíblia, em  Mateus 24:36 : "Ninguém sabe que dia ou hora, nem os anjos no céu, nem o Filho, mas somente o Pai".

Nesse meio tempo, tentem viver cada dia como se fosse o último. Sorria mais e ame mais.

Fontes:
Setters Data do Fim do Mundo
End-of-World Predictions
Fortean Times



quarta-feira, 15 de junho de 2011

Pastor que previu fim do mundo sofre AVC

O pastor americano Harold Camping (foto), que que profetizou sem sucesso o fim do mundo, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em sua casa, informa nesta terça-feira a rádio de sua congregação religiosa. Camping, 89, está internado em um hospital no estado americano da Califórnia, após o AVC sofrido na quinta-feira, indicou Craig Hulsebos, locutor de vários programas na emissora Family Radio.

A profecia anunciada por Camping era de que o apocalipse começaria a atingir a Terra no dia 21 de maio passado, quando entre 2% e 3% da humanidade seria levada ao Céu. Mas o dia 21 de maio passou, nada aconteceu e Camping, alvo de piadas, modificou a data para a tragédia: 21 de outubro. Apesar de seus erros de cálculo, alguns de seus seguidores abandonaram suas casas, gastaram as economias e largaram os empregos na certeza de que o mundo acabaria.

Segundo a emissora, o pastor profeta deve receber alta ainda nesta terça-feira.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Pastor que previu apocalipse diz agora que fim do mundo será em outubro

Um pastor cristão evangélico americano ridicularizado por ter anunciado que o mundo seria assolado por um terremoto cataclísmico no último sábado disse ter se enganado na data.

O californiano Harold Camping, que tem 89 anos, explicou que sua previsão estava cinco meses adiantada.

Ele admitiu que cometeu um erro de interpretação, mas insistiu que os fatos estão corretos: o apocalipse vai acontecer no dia 21 de outubro.

Horas antes do horário previsto para o cataclismo, em entrevista à BBC, Camping admitiu ter errado uma previsão anterior - de que o mundo terminaria em 1994.

O repórter da BBC lembrou Camping de que, após errar sua previsão em 1994, o pastor havia dado entrevistas a jornalistas.

"É verdade", respondeu Camping. "Mas não tente marcar uma entrevista comigo desta vez, porque não vou estar aqui amanhã", retrucou o pastor.

Após constatar que sua previsão estava novamente errada, Camping comentou que se sentiu tão mal que saiu de casa com a esposa e se hospedou em um hotel.

Escolhidos

De acordo com as previsões de Camping, o dia 21 de maio seria o dia do Julgamento Final, quando um grupo seleto contendo entre 2 e 3% da população do planeta seria levado para o céu.

Os que ficassem para trás enfrentariam meses de sofrimentos antes de perecer na destruição final da Terra, com data prevista para o dia 21 de outubro.

Na segunda-feira, o pastor falou a ouvintes de seu programa na Family Radio, uma rede cristã de rádio fundada por ele.

Segundo o pastor, o que houve foi um erro de interpretação. Deus é misericordioso e decidiu não punir a humanidade com cinco meses de sofrimento.

O mundo ainda vai acabar, porém no dia 21 de outubro, ele explicou.

Vários seguidores do pastor abandonaram suas casas, poupanças e empregos para se preparar para o fim do mundo.

Alguns contrataram serviços de empresas para cuidar de seus bichos de estimação, que seriam deixados para trás.

BBC Brasil

sábado, 21 de maio de 2011

Vietnã despe malévolas predições apocalípticas

Vietnã despe malévolas predições apocalípticas

Hanoi, 21 maio (Prensa Latina) Uma mistura de alívio, decepção e vergonha invade hoje aqueles que acreditaram na profecia apocalíptica, cuja profundidade malévola denunciou faz dias o governo do Vietnã.

O evangelista estadunidense Harold Camping, multimilionário e alarmista, predisse para as 18: 00 horas um terremoto ecumênico, mas o único que abalou cá foram as tripas a mais de um crédulo.

Como se fossem a salvarem com o anúncio, seus milhares de seguidores no mundo financiaram grandes cartazes anunciando a catástrofe de 21 de maio, esbanjando dinheiro.

Já o nonagenário Camping falhou em seu prognóstico faz 17 anos, embora hoje suas análises numerológicas da Bíblia lhe confirmavam, segundo ele, que o mundo se acabava sim ou sim.

Vietnã também não escapuliu à histeria, e o governo tomou cartas no assunto para proteger aos milhares de crentes que, vítimas da manipulação, esperavam o Julgamento Final na mata inóspita.

Após desmentir uma série de ataques midiáticos sobre o tema, a Chancelaria do Vietnã informou que as autoridades se esforçaram por dissuadir aos fiéis, em sua maioria membros da etnia Hmong.

Com a vontade de fazer questão no diálogo, os governos locais organizaram grupos de trabalho para despir o engano e dinamizar o fim de uma congregação absurda e voltá-la à normalidade.

O governo, inclusivamente, facilitou alimentos, medicinas e transporte ás centens de crentes, enquanto os incitadores foram detidos temporariamente, para dar cabo desta histeria coletiva.

Nguyen Phuong Nga, porta-voz da Chancelaria vietnamita, criticou á mídia que exagerara a situação para destorcer o estado real do país e o ônus ético das políticas do Estado.

Muitas pessoas adoeceram pelo severo clima e as precárias condições do enclave, o que provocou a morte de um menino, vítima da irresponsabilidade, acrescentou Nga.

No distrito do norte Muong Nhe, província de Dien Bem, foi o local eleito para esperar a suposta chegada de um Messias, como propagava Camping desde sua rede de rádio emissoras Family Rádio.

O fenômeno atingiu outras nações do Sudeste Asiático, como a vizinha Cambodia, onde o governo ordenou retirar os anúncios sobre o início do fim, que supostamente será o próximo 21 de outubro.

Pol Sopheap, gerente da agência Cambo Advertising, explicou que a medida busca evitar a "confusão" e evitar desordens públicos, que finalmente é o único que consegue tal paranóia biblíca.

mmd/mem/cmv

Ateus dos EUA organizam festas em resposta a uma sita evangélica que fez previsão do "dia do julgamento" para este.

Ateus dos EUA estão a organizar festas em resposta a uma emissora evangélica que fez a previsão para este sábado como o "dia do julgamento".

Harold Camping, 89, prevê que Jesus Cristo voltará à Terra no sábado e os verdadeiros crentes serão varridas, ou "arrebatados", para o céu.

Ele tem usado as transmissões e outdoors para divulgar suas idéias.


Na Austrália, onde já é manhã de domingo agora, as pessoas estão tuitando que nada aconteceu sábado à noite e estão tirando sarro da previsão de Camping, relatado pelo The Sydney Morning Herald.

“Hora do arrebatamento aqui em Melbourne. Uma espécie de arrebatamento bastante calmo, se você me perguntar,” tuitou o residente de Melbourne, Jon Gall.

Enquanto isso, a residente de Brisbane, tuitou zombando: “Sem terremotos. Sem Cristãos radiantes. Sem apocalipse dos zumbis. Sem surpresas haha.”

O teólogo Ian Packer, da Aliança Evangélica da Austrália disse à Agência France-Presse que a previsão do do arrebatamento e do juízo final não estava sendo “levada a sério” em seu país.

“Não fossse ouvir falar de Harold Camping na mídia, não teríamos sabido de sua existência,” disse Packer.

Perto da Nova Zelândia, os moradores também tuitaram que a hora passou sem o terremoto previsto que iria varrer o planeta enquanto os crentes seriam arrebatados em segurança até o céu.

“Eu sou de Nova Zelândia, são 6h da tarde, o mundo não acabou. Sem terremotos aqui, todos esperando pelo arrebatamento, podem relaxar agora. # Rapture,” tuitou Daniel Boerman.

Camping, que é presidente da Family Radio da Califórnia, previu o fim em 21 de Maio de 2011. Apesar da grande maioria dos Cristãos terem ignorado suas alegações, alguns dos seus seguidores esvaziaram suas contas bancárias para financiar uma campanha de anúncios advertindo sobre o dia do julgamento no dia 21 de Maio.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Seita americana acredita que o mundo vai acabar neste sábado

Grupo americano acredita que o mundo vai acabar neste sábado
'Family Radio' acredita que o Juízo Final bíblico está perto.
Pastor já havia previsto o fim do mundo em 1994, mas previsão falhou.


Um grupo cristão está causando agitação entre seus fiéis nos EUA e até em outros países ao afirmar que o mundo vai acabar neste sábado (21).

Segundo a rede "Family Radio", o Apocalipse bíblico vai ocorrer às 18h deste sábado, com a volta de Jesus Cristo e o arrebatamento previsto na Bíblia.

Cartazes foram colocados em várias cidades dos EUA e até no México e no Canadá desde o início do ano, pedindo aos cristão que se arrependam dos pecados.

Voluntário da 'Family Radio' anuncia o fim do mundo em Times Square, em Nova York, em 13 de maio (Foto: Reuters)A previsão foi feita pelo fundador do grupo, o pastor Harold Camping, de 89 anos.

Ele diz ter buscado na Bíblia as provas de que a volta de Jesus ocorrerá neste sábado, exatamente 7 mil anos depois de Deus ter salvo Noé do Dilúvio.

"A Bíblia Sagrada dá mais provas incríveis que 21 de maio de 2011 é exatamente o dia do Juízo Final", explica o site do grupo.

Camping já havia previsto o fim do mundo anteriormente, em 1994, mas falhou.

Do G1, com agências internacionais