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terça-feira, 10 de julho de 2012

Pai de Amy Winehouse fala com o espírito da filha


Pai de Amy fala com espírito da filha: "ela ainda está aqui"
Amy Winehouse com seu pai Mitch
(Foto: Divulgação/Site oficial)


Mitch diz que entrou em contato com a filha com a ajuda de médium


O pai da cantora Amy Winehouse, Mitch, contou ao site The Independent que ele tentou entrar em contato com o espírito de sua filha, morta em 2011, por meio de médiuns.

"Eu não quero que pensem que sou um louco", declarou Mitch. Porém, ele admite que acredita ter conseguido falar com Amy. "Eu procurei médiuns que me deram a prova de que Amy ainda está aqui. Algumas das mensagens que chegaram foram incríveis, coisas que somente eu sei, nada que pudessem descobrir na internet", garantiu.

Mith contou com a ajuda de um médium em especial, que é frequentemente procurado pela polícia, para ajudar a encontrar corpos perdidos. "A primeira coisa que ele me disse foi 'aqui é a Amy: pai, existe vida após a morte'".

Na mesma entrevista, o pai da cantora - que doou o dinheiro que conseguiu com a venda de sua biografia Amy, minha filha para criar uma organização que ajuda jovens a se livrarem de doenças provenientes do vício de drogas - revelou que acha "uma desgraça" o sistema de tratamento à viciados na Inglaterra. "Se você é viciado, é largado para morrrer. Deixamos as pessoas à própria sorte no nosso país. Temos que tratá-las mais rapidamente".

Terra

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Michael Jackson pedia sonífero, disse enfermeira. Amy Winehouse morreu por ingestão excessiva de álcool, diz médica

Enfermeira diz que Michael Jackson pedia sonífero para dormir

LOS ANGELES (Reuters) - Uma enfermeira disse nesta terça-feira que Michael Jackson lhe pediu ajuda para obter o anestésico propofol e usá-lo como sonífero, e que ela não conseguiu demover o cantor de usar a droga que acabaria por causar sua morte, em 2009.

A enfermeira e nutricionista Cherilyn Lee, que trabalhava com Jackson, compareceu como testemunha de defesa no julgamento em que o médico Conrad Murray é acusado de homicídio culposo, por ter sido supostamente negligente no atendimento a Jackson.

Antes, advogados de Murray disseram que não chamariam o médico para depor, preferindo usar testemunhas como Lee para demonstrar que Jackson era dependente de medicamentos e fazia de tudo para obter o propofol.

Lee disse aos jurados que tentou dar remédios naturais para ajudar Jackson a enfrentar a insônia, mas que em abril de 2009, pouco mais de dois meses antes de morrer, ele lhe perguntou sobre o anestésico cirúrgico, e contou que era a única coisa que o fazia dormir.

"Eu sei que isso vai me derrubar, assim que entrar na minha veia eu sou derrubado e estou dormindo", disse Jackson a Lee naquela ocasião, segundo o relato dela.

Lee disse que foi então pesquisar e, descobrindo sobre os graves efeitos colaterais do propofol, alertou Jackson de que o anestésico poderia fazê-lo esquecer as letras das músicas, e que a droga só deveria ser administrada em ambiente hospitalar. Mas ele não se convenceu.

A enfermeira chorou ao relatar como Jackson respondeu aos alertas. "Ele me disse: 'Vou ficar bem, só preciso que alguém me monitore com o equipamento enquanto estou dormindo'", depôs ela.

Apesar da decisão em contrário de seus advogados, Murray ainda pode optar por depor, mas é improvável que ele faça isso. Desde o início do julgamento, a defesa tem sofrido repetidos reveses.

Na segunda-feira, o médico Allan Metzger, que durante muito tempo cuidou de Jackson, afirmou ao júri que, um dia antes de perguntar a Lee sobre o propofol, o cantor o consultou a respeito de "um sonífero intravenoso", uma possível alusão ao anestésico.

Metzger e Lee negaram que tivessem obtido o propofol para Jackson. Segundo os promotores, Murray comprou a droga em uma farmácia de Las Vegas, em abril de 2009, mesmo mês em que ele começou a trabalhar como médico particular do cantor de "Thriller."

Murray, que se diz inocente da acusação de homicídio, admite ter dado propofol a Jackson, mas seus advogados alegam que foi o próprio cantor quem causou sua própria morte, ao reforçar a dose sem que o médico soubesse. [Reuters/Brasil Online. Por Alex Dobuzinskis]



Amy Winehouse morreu por ingestão excessiva de álcool, diz médica legista


LONDRES - A morte de Amy Winehouse foi causada pela ingestão excessiva de álcool, revelou uma médica legista britânica. A doutora Suzanne Greenaway deu o veredito de "morte por acidente", afirmando que a cantora morreu envenenada por álcool.

"A consequência não-intencional de níveis potencialmente fatais (de álcool) foi sua repentina e inesperada morte", disse Greenaway.

A cantora, que enfrentava problemas com drogas e álcool há anos, foi encontrada morta em sua casa em Londres no dia 23 de julho, quando tinha apenas 27 anos. Uma autópsia inicial se mostrou inconclusiva, apesar de não ter encontrado traços de substâncias ilegais em seu corpo.

A patologista Suhail Baithun afirmou no inquérito sobre a morte de Winehouse que ela havia consumido uma "grande quantidade de álcool" - a quantidade em seu sangue era mais de cinco vezes superior ao limite legal para se dirigir.

O policial Les Newman, que foi chamado quando um segurança encontrou Winehouse, disse que garrafas vazias de vodka estavam espalhadas pelo quarto. A médica da cantora, Christina Romete, afirmou que a ela havia voltado a beber após um período de abstinência.

Romete, que viu Winehouse na noite anterior a sua morte, disse que a cantora estava "um pouco bêbada, mas calma". Amy não falou sobre suicídio e teria até comentado sobre seu aniversário, em setembro.

Romete confirmou que havia prescrito remédios para a cantora, como o sedativo Librium para ajudá-la a enfrentar os sintomas da abstinência do álcool, mas a legista afirmou que esses medicamentos não tiveram papel no óbito.

O porta-voz da família Winehouse disse que foi um alívio "finalmente saber o que aconteceu com Amy".

"A justiça sabia que Amy vinha lutando para vencer seu problema com o álcool e nos causa muita dor saber que ela não conquistou esse objetivo a tempo", disse ele..

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Amy Winehouse: exame não acha drogas ilegais


Exame toxicológico de Amy Winehouse não detecta drogas ilegais

LONDRES - Os exames toxicológicos no corpo de Amy Winehouse não detectaram presença de substâncias ilegais, informou Chris Goodmanseu, o porta-voz da família, nesta terça-feira. O inquérito que apura as causas do falecimento da cantora inglesa, que morreu há exatamente um mês aos 27 anos, deve ser concluído em outubro.

Em nota, segundo as agências Reuters e AP, ele acrescentou que foi encontrado álcool, mas que não era possível determinar a participação disso na morte dela.

"Os resultados toxicológicos divulgados pelas autoridades à família Winehouse confirmaram que não há nenhuma substância ilegal no organismo de Amy na hora de sua morte", disse.

A cantora, que tinha histórico de abuso de álcool e drogas, foi encontrada morta em sua casa no norte de Londres, em 23 de julho.

Em janeiro deste ano, Amy Winehouse fez uma série de cinco shows no Brasil. Ela fez duas apresentações no Rio, e outras em São Paulo, Florianópolis e Recife. Sua performance cambaleante, mas carismática, nos palcos brasileiros dividiu opiniões.

Um mês antes de morrer, ela anunciou o cancelamento de toda a sua turnê europeia, após uma apresentação desastrosa na Sérvia. "Amy Winehouse está se retirando de todas as apresentações programadas", disse um porta-voz da cantora em junho. Em maio, os executivos da gravadora da diva anunciaram o adiamento do lançamento do terceiro disco da cantora devido a mais uma internação em uma clínica de reabilitação.

Biografia da cantora

Amy Winehouse nasceu em Londres a 14 de setembro de 1983, filha da farmacêutica Janis e do motorista de táxi Mitch. Quando o casal se separou, Amy e seu irmão Alex foram morar com a mãe no bairro de Southgate, conhecido por ser sede da clínica Priory, a favorita das celebridades que desejam se livrar de vícios indesejáveis. O pai a definiu como "muito cheia de vontades sem ser mal comportada".

Aos 12 anos, ela conseguiu ingressar na Escola de teatro Sylvia Young, mas foi expulsa por mau comportamento, incluindo por colocar piercing no nariz. Seu próximo caminho foi a música, que lhe abriu as portas aos 16 anos através de um contrato de empresariamento com Simon Fuller, criador do programa "American Idol", que desembocou num contrato de gravação com a Island Records.

Em outubro de 2003 saiu seu disco de estréia, "Frank", com forte influência de jazz, que chegou a platina no Reino Unido e lhe valeu o prêmio Ivor Novello de melhor canção contemporânea pelo single "Stronger than me".

Amy conheceu seu agora ex-marido, Blake Fielder-Civil, um assistente na produção de videoclipes e os dois se entregaram a um romance tempestuoso, com muitas interrupções provocadas pela mútua natureza beligerante. Num desses períodos ela compôs as músicas de "Back to black", o álbum que a tornaria uma estrela em todo o mundo ocidental.

 O Globo, com agências internacionais

domingo, 24 de julho de 2011

Antes e depois. Vícios deixaram marcas na aparência de Amy Winehouse

Vícios deixaram marcas profundas na aparência de Amy Winehouse
Os arquivos do fantástico registram: as drogas e a bebida deixaram marcas profundas na aparência de Amy Winehouse. A decadência física era clara.


Segundo especialista, a cantora aparentava ter complicações sérias típicas de usuários crônicos de drogas e álcool. Amy exibia uma figura cada vez mais magra e feridas pelo corpo.

Em setembro de 1983, nascia a menina branca, de família judia, com voz de negra.

Com o primeiro disco, Frank, a jovem Amy Winehouse filha de um motorista de taxi, cada vez mais tatuada dava os primeiros passo a caminho da fama. Que só viria definitivamente em 2006, com o segundo CD, Back to Black, de produção mais profissional, que mostrava uma voz ao mesmo tempo segura e sofrida, dizendo “no, no, no”.

Ironicamente, Amy afirmava na letra que não queria beber nunca mais e que só precisava de um amigo e não de uma clínica. Mas isso era na canção, porque na vida de verdade ela parecia estar perdendo o controle. A cantora que exibia um cabelo bolo de noiva e uma maquiagem extravagante mostrava agora um corpo cada vez mais magro e cheio de marcas.

As imagens mostram claramente a perda de peso. Em 2007, Amy se casou com Blake Fielder-Civil, usuário declarado de drogas pesadas. Naquele ano, ela teve uma overdose veio a primeira internação.

No Rock in Rio Lisboa, em junho de 2008, ela desabou no palco. O marido Black foi preso meses depois. Amy começou então uma amizade com Peter Doherty, outro notório dependente químico.

Em um vídeo, ela e Peter conversam com filhotes de ratos. Amy manda um recado irônico para o marido: “Blake, por favor, não peça o divórcio”.

Mas a separação acabou acontecendo em 2009. Depois, Amy passou uma temporada no Caribe e chegou a declarar que não tomava mais drogas, só bebia. Mas a saúde de uma das vozes mais mancas do século XXI cambaleava. Amy já tinha sido internada com enfisema, um problema pulmonar muito grave, complicação típica de usuário de drogas.

Segundo a psiquiatra da Unifesp Ana Cecilia Marques, que faz pesquisas na área de drogas e álcool, a cantora aparentava ter complicações sérias típicas de usuários crônicos.


“Muitos dependentes de álcool ficam desnutridos graves, vão ter lesões na pele, a famosa pelagra, e podem até morrer de desnutrição. O indivíduo vai perdendo a juventude das células que vão envelhecendo precocemente, até se transformar em lesão”, explica Ana Cecília Marques, psiquiatra da Unifesp.

Depois de um show desastroso na Sérvia, em junho, em que foi vaiada, ela cancelou todo o restante da turnê europeia.

“Ele pode ter lesões no estômago, nas artérias, nos vasos sanguíneos, pulmão, cérebro, pele”, esclarece a psiquiatra.

As causas da morte de Amy Winehouse estão sendo investigadas.

Site do Fantástico

sábado, 23 de julho de 2011

Amy Winehouse - Rehab (legendado)‏ - Uma música autobiográfica da cantora que morreu em Londres

Amy Winehouse - Rehab (legendado)



Rehab

They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no'
Yes, I've been black, but when I come back
You'll know-know-know
I ain't got the time
And if my daddy thinks I'm fine
He's tried to make me go to rehab
But I won't go-go-go

I'd rather be at home with Ray
I ain't got seventy days
'Cause there's nothing
There's nothing you can teach me
That I can't learn from Mr. Hathaway

I didn't get a lot in class
But I know it don't come in a shot glass

They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no'
Yes, I've been black, but when I come back
You'll know-know-know
I ain't got the time
And if my daddy thinks I'm fine
He's tried to make me go to rehab
But I won't go-go-go

The man said "why do you think you're here?"
I said "I got no idea.
I'm gonna, I'm gonna lose my baby,
So I always keep a bottle near."
He said "I just think you're depressed,
Kiss me here, baby, and go rest."

They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no'
Yes, I've been black, but when I come back
You'll know-know-know

I don't ever want to drink again
I just, ooh, I just need a friend
I'm not going to spend ten weeks
And have everyone think I'm on the mend

It's not just my pride
It's just 'til these tears have dried

They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no'
Yes, I've been black, but when I come back
You'll know-know-know
I ain't got the time
And if my daddy thinks I'm fine
He's tried to make me go to rehab
But I won't go-go-go

Reabilitação

Tentaram me mandar pra reabilitação
Eu disse "não, não, não"
É, eu estive meio caída, mas quando eu voltar
Vocês vão saber, saber, saber
Eu não tenho tempo
E mesmo meu pai pensando que eu estou bem;
Ele tentou me mandar pra reabilitação
Mas eu não vou, vou, vou

Prefiro ficar em casa com Ray (Charles)
Não posso ficar 70 dias internada
Por que não há nada
Não há nada que possam me ensinar lá
Que eu não possa aprender com o Sr. (Donny) Hathaway

Não aprendi muito na escola
Mas sei as respostas não estão no fundo de um copo

Tentaram me mandar pra reabilitação
Eu disse "não, não, não"
É, eu estive meio caída, mas quando eu voltar
Vocês vão saber, saber, saber
Eu não tenho tempo
E mesmo meu pai pensando que eu estou bem;
Ele tentou me mandar pra reabilitação
Mas eu não vou, vou, vou

O cara disse: "Por que você acha que está aqui?"
Eu disse "não faço idéia
Eu vou, vou perder meu amor
Então eu sempre mantenho uma garrafa por perto"
Ele disse "acho que você só está deprimida,
Me dê um beijo aqui, amor, e vá descansar"

Tentaram me mandar pra reabilitação
Eu disse "não, não, não"
É, eu estive meio caída, mas quando eu voltar
Vocês vão saber, saber, saber

Eu não quero beber nunca mais
Eu só oh, só preciso de um amigo
Não vou desperdiçar dez semanas
Pra todo mundo pensar que estou me recuperando

Não é só meu orgulho
É só até essas lágrimas secarem

Tentaram me mandar pra reabilitação
Eu disse "não, não, não"
É, eu estive meio caída, mas quando eu voltar
Vocês vão saber, saber, saber
Eu não tenho tempo
E mesmo meu pai pensando que eu estou bem;
Ele tentou me mandar pra reabilitação
Mas eu não vou, vou, vou

Veja: Corpo de Amy Winehouse é retirado do apartamento da cantora

Polícia só divulgará causa da morte de Amy após autópsia
Corpo da cantora foi retirado da casa dela, em Londres no início da noite. Centenas de fãs depositaram flores e acenderam velas em frente ao condomínio


A polícia de Londres informou neste sábado que só divulgará a causa da morte da cantora Amy Winehouse quando tiver em mãos o laudo cadavérico. De acordo com o site TMZ, a autópsia será feita neste domingo. O corpo de Amy foi retirado do flat da cantora, no norte da cidade, no início da noite, envolto em um saco vermelho. Dois homens o carregavam sem fazer força. Amy vinha perdendo peso nos últimos anos, por causa de excessos no uso de drogas e álcool.
Segundo site norte-americano, Amy Winehouse teria sido encontrada com sinais vitais

As causas da morte são consideradas desconhecidas. A vida desregrada de Amy despertou em amigos e familiares a suspeita de uma overdose. A cantora havia feito ao menos duas tentativas de desintoxicação, sem sucesso. O último show da vida de Amy foi um fracasso. Ela foi vaiada na Sérvia por se apresentar sem condições de cantar sequer um verso das músicas que o consagraram.

Carl Court/AFP
Menino homenageia a cantora

O superintendente da Polícia de Londres, Raj Kohli, confirmou à BBC que Amy estava morta quando a polícia chegou ao local. “Estamos cientes das suspeitas de uma overdose de drogas, mas é inapropriado especular antes do resultado da autópsia”, disse Kohli. O Serviço de Emergência recebeu um chamado por volta das 16 horas, horário de Londres. Quando os paramédicos chegaram, Amy já estava morta.

Homenagens - Centenas de fãs da cantora estão reunidos na frente do condomínio onde Amy morreu desde as primeiras notícias sobre a morte. Eles deixaram flores e fotos e acenderam velas. O edifício foi isolado pela polícia. Mitch Winehouse, pai da cantora está retornando para Londres para providenciar o funeral de Amy. Ele tinha uma apresentação agendada em Nova York, que foi cancelada.

Carl Court/AFP

Corpo de Amy Winehouse é retirado do apartamento da cantora

VEJA

Amy Winehouse tentou reabilitação duas vezes em 4 anos

Amy tentou reabilitação duas vezes em 4 anos
As primeiras especulações sobre a morte seriam que ela teria sofrido uma overdose

Na época desta foto, a mãe de Amy Winehouse afirmou que a filha não conseguia vencer a luta contra o álcool e as drogas. Foto: Reprodução/Daily News


Os problemas de Amy Winehouse – encontrada morta em sua casa em Londres hoje - com drogas e álcool começaram com sua carreira musical e atraíram cada vez mais as atenções da mídia à medida que sua fama crescia.

Em agosto 2007, cerca de um ano depois do lançamento do álbum "Back to Black", ela foi hospitalizada supostamente por overdose de múltiplas drogas. Tempos depois, ela admitiu que a internação teve relação com entorpecentes. O colapso provocou o cancelamento de uma série de shows pela Europa.

Em janeiro de 2008, ela entrou em uma clínica de reabilitação pela primeira vez.

Em junho de 2009, o pai da cantora, Mitch Winehouse, revelou que ela estava em um tratamento de substituição de drogas e estava se recuperando bem, apesar de ainda beber muito.

Em maio de 2011, ela voltou a se internar. Amy passou uma semana na clínica Priory, em Londres, para uma nova tentativa de reabilitação.

A internação tinha como objetivo deixá-la em condições de enfrentar uma turnê pela Europa. A turnê, no entanto, foi cancelada depois que a cantora foi vaiada por se apresentar embriagada na primeira apresentação, na Sérvia.

Na época, o jornal "The Sun" declarou que a cantora havia recebido um ultimato dos médicos que a tratavam na clínica. Segundo eles, ela iria morrer se não parasse de beber.

Winehouse também esteve internada para tratar problemas de saúde. Ela declarou ter sido diagnosticada com enfisema pulmonar em 2008 e enfrentou tratamento para a doença. Em 2009, colocou um implante de silicone nos seios e foi levada ao hospital três vezes alegando dores relacionadas à cirurgia. No mesmo ano, foi internada após sofrer uma suposta reação alérgica a medicamentos.

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Amy Winehouse morreu nos braços de seu ex-marido

Amy Winehouse morreu nos braços de seu ex-marido, revela jornal
Amy teria morrido nos braços do ex-marido, Blake Dom, após se drogar por três dias com heroína e cocaína

Amy Winehouse morreu neste sábado, 23. Foto: Divulgação
Por Raphaela Maia

Amy Winehouse morreu neste sábado, 23, em Londres. De acordo com o jornal britânico Sky News, isso aconteceu por volta das 16h em (horário de Londres equivalente às 12h, no Brasil).

Segundo as agências de notícias, o corpo da cantora foi encontrado em seu apartamento pelo Serviço de Emergência da cidade, mas quando a âmbulância chegou já era tarde demais. Contudo, a versão do jornal O Repórter é de que a cantora teria morrido nos braços do ex-marido, Blake Dom.
O apartamento de Amy Winehouse, local em que ela morreu. Foto: Reprodução: Matrix Picture

A polícia lacrou o apartamento de Amy para investigar o que aconteceu quando ela passou mal.
Foto: Reprodução: Splash News

O DJ contou ao veículo que Amy se drogou por três dias com heroína e cocaína. Foi então que teve um ataque epilético em seu apartamento, em cima da cama, e começou a espumar pela boca, deslizando rápido para o chão. O ex-marido teria declarado que presenciou a cena, ficou em choque e tentou ajudá-la, e que a expressão no rosto de Amy era horrível quando ela finalmente desmaiou e parou de respirar.

Amy Winehouse e o ex-marido, Blake Dom, quando ainda estavam juntos. Foto: Divulgação/Reprodução: Socialite Life

Blake tentou fazer respiração boca a boca: "No início nada aconteceu. Então ela balbuciou e vi a sua ascensão no peito", Na sequência, Juliet Ashby, uma amiga, chamou um táxi para levar a cantora a University College Hospital, de Londres. Amy acabou desmaiando novamente na recepção do hospital e foi colocada imediatamente no soro, mas não surtiu efeito.

Amy Winehouse teve uma carreira marcada por escândalos com drogas e álcool, um histórico que vem sendo noticiado desde 2006. Para se livrar do vício, a cantora passou por diversas clínicas de reabilitação e até abandonou a turnê pela Europa no mês passado, para se tratar.

Sua preocupação com a carreira aumentou recentemente, depois de ter sido vaiada em um show na Sérvia. Este ano, a cantora já havia se apresentado no Brasil, com shows São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis, em janeiro.

Atrevida Uol



LONDRES (O REPÓRTER) - O ex-marido de Amy Winehouse, Blake Dom, contou ao jornal Metro que a cantora morreu em seus braços e descreveu como foi a luta para tentar salvá-la.

"Depois de passar três dias se drogando com heroína e cocaína, Amy, de 27 anos, de repente começou a espumar pela boca e teve um ataque epilético. Seus olhos de repente, ficaram branco. Ela começou a ter um ataque em cima da cama, deslizou para o chão antes que eu pudesse impedi-la".

Blake disse ainda que ficou sem saber como ajudá-la, e que ficou em pânico, chorando e gritando muito.

"Ela começou a tremer de novo e de novo e de repente se transformou em o que parecia ser um ataque epiléptico completo."

Blake revelou que ele colocou a cantora de costas, numa posição de recuperação para impedi-la dema asfixia e, em seguida, puxou-a língua para fora de sua boca para que ela não pudesse mordê-la.

"Ela tinha uma expressão terrível no rosto, apenas assustada e pálida. "Eu me ajoelhei sobre ela enquanto ela continuava com o ataque. Mas, de repente, ela apenas desmaiou e parou de respirar. Eu tinha certeza de que eu estava olhando ela morrendo logo na minha frente."

Blake descreveu como ele, em seguida, tentou fazer respiração boa a boca tentando ressuscitá-la.

"No início nada aconteceu. Então ela balbuciou e vi a sua ascensão no peito", disse ele.

Sua amiga Juliet Ashby, em seguida, correu para ajudar e chamou um táxi para levar a cantora a University College Hospital de Londres.
Ela acabou desmaiando novamente na recepção do hospital e foi colocada imediatamente no soro.

Amy estava há três dias bebendo e se drogando em um pub próximo de Heathrow. Blake implorou para qe ela parasse de usar drogas.
"Ela tinha tudo para ela. Mas ela acabou se comportando mal. Eu avisei para parar", disse o ex-marido.

"Mas ela sempre quis continuar a tomar os medicamentos", completou






Amy Winehouse morreu de overdose, afirma Jornal inglês

O jornal Daily Mail afirmou no início da tarde deste sábado (23) que a cantora Amy Winehouse morreu de overdose aos 27 anos. O corpo foi encontrado em seu apartamento, após o serviço de ambulâncias ter sido chamado por volta do meio-dia (horário de Brasília).

A polícia e a agência Reuters já confirmaram as informações. A cantora sempre teve problemas com drogas e álcool e passou por clínicas de reabilitação diversas vezes.

No final de junho, pouco depois de sair da reabilitação, Amy Winehouse foi vaiada durante um show em Belgadro, na Sérvia, porque o público não entendia as músicas que ela estava cantando. Aparentemente bêbada, e coçando o nariz compulsivamente, a cantora encerrou a apresentação e cancelou sua turnê europeia.

Nas últimas semanas muitos boatos sobre uma recaída voltaram à mídia. A cantora não conseguiu entrar no palco para uma apresentação. A banda tocou por vários minutos esperando que Amy entrasse, mas desistiram quando ela disse não ter condições.

Durante uma entrevista em 2008, sua mãe Janis disse que a família não ficaria surpresa se a filha morresse antes da hora. "Eu conheço minha filha há muito tempo e sei que ela pode estar morta dentro de um ano. Nós estamos olhando ela se matar lentamente", desabafou.

A última aparição pública da cantora foi nesta quarta-feira (20), no iTunes Festival, em Londres. A cantora abraçou sua afilhada Dionne Bromfield e, ao microfone, pediu para que as pessoas comprassem o álbum da adolescente, Good For The Soul, lançado neste mês. Amy se apresentaria no festival TMN em agosto, mas devido aos problemas com álcool e drogas acabou sendo substituída pelo rapper Snoop Dogg.

Morte de Amy Winehouse encerra precocemente uma carreira de sucesso

Amy Winehouse, a conflituosa diva do soul, que tinha constantes problemas com o álcool e as drogas, foi encontrada morta em seu apartamento de Londres neste sábado por causas ainda desconhecidas.

A morte de Amy, de 27 anos, encerrou precocemente a carreira de um dos maiores talentos musicais do Reino Unido, onde a cantora atraía grande atenção da mídia por causa de sua irreverência.

Segundo a imprensa britânica, o serviço de ambulâncias recebeu uma ligação para ajudar a cantora, que estava em sua casa no bairro de Camden Town, no norte de Londres, mas não foi possível fazer nada para salvá-la.

Um porta-voz da Polícia disse que as causas da morte de Amy ainda são desconhecidas e afirmou que é prematuro fazer especulações antes da autópsia.

Um porta-voz da cantora declarou que seus amigos estão "comovidos e destroçados" e confirmou que seu pai, Mitch, já se inteirou da morte da filha e está retornando de Nova York.

Amy foi internada diversas vezes em clínicas de reabilitação, mas suas tentativas de se tratar não impediram que a cantora tivesse que cancelar sua turnê europeia no mês passado, depois que mal conseguiu cantar e chegou a ser vaiada em um show em Belgrado.

A cantora, que em 2006 lançou seu álbum de maior sucesso "Back to Black" (2006), tinha previsto lançar seu terceiro CD em breve.

Sua última aparição pública foi na quarta-feira, quando cantou ao lado de sua afilhada no teatro The Roundhouse, em Camden Town.

Com sua morte prematura, Amy, nascida no seio de uma família judia em North Finchley, no norte de Londres, entrou para a lista de celebridades do mundo da música a morrer aos 27 anos.

Jimmy Hendrix morreu aos 27 anos em Londres, em 1970, após beber vinho e remédios para dormir; o Rolling Stone Brian Jones se afogou em uma piscina em 1969; Janis Joplin morreu em 1970 por overdose de heroína; Jim Morrison morreu em 1971 por problemas cardíacos e Kurt Cobain se matou em 1994.

Várias personalidades do mundo da música e da política, entre elas Sarah Brown, mulher do ex-primeiro-ministro do Reino Unido Gordon Brown, lamentaram a morte da cantora.
A notícia começou a circular rapidamente através do Twitter depois que Sarah declarou que a morte de Amy era uma "notícia muito triste".

"Um grande talento, uma voz extraordinária, uma morte trágica, condolências à família", escreveu no Twitter.

Muitos fãs foram neste sábado a Camden Town para deixar flores, cartões e outros objetos perto de seu apartamento, já que a Polícia isolou a rua onde a cantora morava.

"Camden Town não te esquecerá. Todos gostamos de você e continuaremos gostando. Sua lenda está viva", dizia um desses cartões.

O Rolling Stone Ron Wood disse neste sábado que perdeu uma amiga com a qual passou bons momentos.

O produtor Salaam Remi, que trabalhou com Amy no disco "Back to Black", escreveu neste sábado no Twitter: "É um dia muito triste. Perdi uma grande amiga e irmã".

O comentarista do jornal "The Daily Telegraph", Neil McCormick, disse neste sábado que está comovido pela morte da artista e lembrou sua recente gravação junto a Tony Bennett por ocasião de um álbum que o cantor americano lançará em setembro para celebrar seus 80 anos.


Terra

Morre cantora Amy Winehouse aos 27 anos

Cantora britânica tinha 27 anos; suspeita é que causa tenha sido overdose


A cantora inglesa Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa às 16h (horário de Londres) deste sábado, em sua casa em Londres.

A informação, divulgada por um jornalista do "Daily Mirror"no Twitter teria sido confirmada pela polícia inglesa. Suspeita-se que a artista tenha sofrido overdose de drogas.

Winehouse tinha 27 anos e possuía um longo histórico de uso de drogas e álcool. Su única passagem pelo Brasil foi em janeiro deste ano, para uma série de shows.


No mês passado, a cantora britânica abandou uma turnê pela Europa após ter sido vaiada durante show na Sérvia por aparentemente estar bêbada demais durante a performance.
Durante 90 minutos, Amy balbuciou partes de suas canções e deixou o palco várias vezes, enquanto a banda continuava o show.

A cantora vinha enfrentando uma longa batalha contra as drogas e o álcool que vinham ofuscando sua carreira nos últimos anos.

Um porta-voz da Polícia Metropolitana de Londres confirmou que a cantora de 27 anos foi encontrada morta na sua casa no bairro de Camden e que o motivo da morte ainda não foi esclarecido.
Uma ambulância do Serviço de Emergência foi chamada, mas segundo a polícia, já teria encontrado a cantora morta.

Winehouse foi aclamada pela crítica já aos 20 anos, com o lançamento de seu primeiro álbum, "Frank".
saiba mais

Veja vídeos sobre Amy Winehouse


Em 2006, o lançamento de "Black to Black" consagrou a cantora. O disco foi vencedor de cinco prêmios Grammy.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Amy Winehouse já tem sua biografia

Tears Dry on Their Own - Amy Winehouse (new clip)



Lauro Lisboa Garcia 

São Paulo A primeira pergunta que as pessoas têm feito ao se deparar com "Amy Winehouse - Biografia", de Chas Newkey-Burden, é: mas já escreveram um livro sobre ela? Pois é. Nesses tempos velozes de estrelato instantâneo, em que até bicho de estimação de peruas tem comunidade na internet, por que não ela? Histórias para preencher as páginas não faltam se for contar a quantidade voraz de escândalos da cantora, envolvendo bebedeira, overdoses, shows interrompidos, brigas e tentativas de reconciliação ruidosas com o marido, Blake Fielder-Civil. 

Em grande parte é disso que trata o livro lançado no Brasil pela Editora Globo, com tradução de Helena Londres. Acontece que, como na mídia, o imenso talento artístico de Amy como cantora e compositora – sem dúvida a figura feminina mais importante da música pop desta década – acaba perdendo no livro para a lavação de roupa suja. 

De imediato, com tão pouco tempo de (fulminante) carreira artística, não poderia ser muito diferente, já que, como qualquer fã sabe, vida e obra de Amy se confundem. Seja nos dois álbuns - "Frank" (2003) e "Back to Black" (2006) - ou em canções avulsas, tudo o que ela canta com contundência foi bem vivido. Até aí, também, nenhuma novidade, e esse é um dos motivos pelos quais o livro a certa altura se torna cansativo. Fica a impressão de que Chas o escreveu às pressas, tão oportunista quanto os tablóides que critica. 

O autor entrevistou o pai e a mãe da cantora, alguns jornalistas, pessoas do show biz e outras ligadas a ela, mas a biografia em grande parte reproduz notícias dos tablóides, compila frases de reportagens, enumera suas premiações e conta como armou o cabelão enxu de abelhas. Para quem gosta de fofoca das mais venenosas, há farto material pontuando a agonia das overdoses de Amy e o sofrimento pela separação do marido. 

Desde o início do livro, aliás, sabe-se que Blake está preso. Porém, é só na página 179, no último capítulo antes do epílogo, que ele vai saber o motivo da detenção de Blake – ele está preso desde 2007 por agredir e ferir gravemente James King, proprietário de um pub. Dias antes do julgamento, Blake também foi acusado de obstruir a Justiça no caso da agressão. 

Esse é só mais um caso de irritante falta de objetividade ao longo da biografia. Mas a culpa pelos entraves na leitura não cabe só ao autor. Há erros gritantes de tradução e revisão e deslizes de checagem de informação. Na página 96, por exemplo, há uma frase de péssima construção: "‘The Times' declarou: ‘Esse compacto, cheio de canções realmente antiquadas como grande souls, a exemplo dos Dinah Washington’..." Fora deixar passar coisas como "nazal" em vez de nasal, "Tears Dry on Their On", quando o correto é "Their Own", e "os Smith" no lugar de "The Smiths", entre vários outros equívocos.

Também é evidente a falta de intimidade da tradutora com o jargão musical. Não há fundamento em traduzir "jazz standards" ao pé da letra para "padrões do jazz". Mais: dois jazzmen, o baixista Charles Mingus (1922-1979) e o pianista Thelonious Monk (1917-1982), aparecem numa lista de "cantores". A tradutora ainda chama a lendária gravadora Motown de "o" Motown incontáveis vezes. 

Entre as melhores partes há uma que detalha com bons comentários faixa por faixa os dois álbuns da cantora. Em outros trechos interessantes em que a música é o centro da questão, fala-se de suas influências do jazz, dos shows bem-sucedidos e as críticas favoráveis a suas atuações no palco e em gravações. 

Um dos entrevistados que saem em sua defesa é a jornalista britânica Julie Burchill, que a compara a Edith Piaf (1915-1963), Judy Garland (1922-1969) e Billie Holiday (1915-1959), mulheres históricas, divindades da canção, com "grande talento para cantar" e "também uma grande capacidade para adotar um comportamento temerário".

Leia se tiver tempo 

Chas Newkey-Burden 
"Amy Winehouse - Biografia"
Editora Globo 208 páginas
tradução: Helena Londres
Quanto: R$ 19,90

Fonte: A Gazeta

sábado, 5 de julho de 2008

Rock in Rio Madri: Shakira faz espanhóis esquecerem Amy Winehouse

Vídeo: Shakira - Te dejo Madrid (Rock In Rio Madrid 2008)



Shakira faz espanhóis esquecerem Amy Winehouse no Rock in Rio Madri

CARLOS GOSCH
da Efe, em Madri


Todos esperaram com grande expectativa o show da britânica Amy Winehouse no Rock in Rio Madri, mas foi a colombiana Shakira quem cativou os cerca de 75 mil espectadores da Cidade do Rock de Arganda del Rey.

Shakira fechou o terceiro dia do festival com todo o público no bolso. A artista, que subiu ao palco cantando "Te dejo Madri", terminou de ganhar a platéia já no começo do espetáculo, com sua primeira saudação.


"Boa noite, campeões da Europa!", gritou a colombiana para delírio dos espanhóis, cuja seleção venceu a Eurocopa-2008 no domingo passado.


Shakira levantou os 75 mil fãs no último show desta sexta-feira (4), no Rock in Rio Madri
Shakira subiu ao palco pouco depois da meia-noite. Experiente, a colombiana, vestida com um colete generosamente decotado, fez todo mundo dançar por mais de uma hora com uma sucessão de hits, entre eles "Hips Don't Lie".

Amy

Antes de Shakira, os britânicos do Jamiroquai também fizeram os espanhóis suarem com um coquetel de funk, acid jazz e a característica voz de Jay Kay, responsável por tornar a Cidade do Rock de Arganda em uma grande discoteca ao ar livre.

A cantora britânica Amy Winehouse, 24, chegou em péssimo estado ao festival. Mas o público, que não esperava nada marcante, não se decepcionou com o show --mesmo que Amy, conhecida por seus problemas com drogas, tenha se apresentado com a voz cada vez mais deteriorada.

Com um minúsculo vestido amarelo, a cantora abriu seu show com "Adicted", e na terceira canção já tinha virado uma taça de bebida e tirado os sapatos altos que usava.

Amy teve que se apoiar em seus nove eficientes músicos, sobretudo nos dois backing-vocals, para conseguir chegar ao fim da apresentação, durante a qual cantou os sucessos de seu segundo álbum, "Back to Black", e versões de Sam Cooke ("Cupid") e do grupo The Specials ("A message for you, Rudy").

Outra grande atração da noite, o trio galês Stereophonics, que abriu os shows do palco principal com um som contundente, tocou sucessos como "Have a Nice Day" e "Mr. Writer".

No Hot Stage, espaço para apresentações menores, quem mais chamou a atenção foram os cubanos do Orishas, que também elevaram a temperatura da noite.

O Rock in Rio Madri continua até domingo. Para este sábado estão programados shows do The Police, da americana Suzanne Vega e do espanhol Alejandro Sanz.

Fonte: Folha Online

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Amy Winehouse: ela é doida demais

Vídeo: Amy Winehouse - Rehab


Ela é doida demais


Fenômeno da música, com 35 milhões de discos vendidos em todo o mundo, a cantora britânica Amy Winehouse, de apenas 24 anos, conseguiu, mais uma vez, ser o centro das atenções nas últimas semanas. Apesar de ter apenas dois discos lançados – "Frank", em 2003, e o cultuado "Black To Black", em 2006 – ela estampa capas de revistas, jornais e sites com suas maluquices e afetações, dentro e fora dos palcos. Toda essa loucura de Amy mexeu com fãs e internautas, que até especulam, em alguns sites, a data exata da morte da cantora.

Com estilo único – o turbante de cabelo, as tatuagens, a magreza e os olhos cheios de delineador – ela abusa das doideiras: descolore as madeixas, fuma e bebe sem parar, usa drogas, é internada para reabilitação, vai presa e tem constantes brigas com o marido, Blake Fielder, o que lhe rendeu aparições com hematomas e marcas de sangue.

A última presepada foi a internação, depois de um desmaio, e a "sentença" dos médicos: se ela não parar de fumar ou se drogar imediatamente, vai morrer. Atitude autodestrutiva ou falta de controle? Outros grandes nomes da música tiveram sua história marcada pelos problemas com drogas e pelas relações pessoais conturbadas. Basta lembrar o líder do Nirvana, Kurt Cobain; a cantora Janis Joplin; Jimi Hendrix e o trompetista Chet Baker.

Musicalmente, Amy tenta compensar suas esquisitices. Primeira cantora inglesa a levar cinco Grammy para casa, ela se apresenta acompanhada de uma superbanda e mistura soul, R B e pop com originalidade.

Aproveitando a curiosidade em torno da cantora, seu disco de estréia será, finalmente, lançado no Brasil. Mesmo com uma sentença de morte, Amy segue sua agenda de shows na Inglaterra: faz amanhã uma participação no concerto de homenagem aos 90 anos de Nelson Mandela; e uma apresentação no festival de Glastonbury, no sábado, ambas em Londres.

Para os fãs, um leve suspiro de calmaria. "Seus admiradores nunca a abandonaram e nunca o farão. E esperam, torcem, ansiosamente, pra que essa fase negra passe, pra que volte a cantar lindamente para nós", deseja a estilista Marina Maia, 27 anos.

A engenheira Licia Mesquita, 28, também é fã e acha que a situação de Amy é muito parecida com a de vários outros artistas. "Esse meio acaba levando as pessoas para esse caminho. Tira a privacidade, porque eles estão todos os dias nos sites de notícias, por qualquer coisa que façam", afirma.

Mito

Mas Amy pode virar um ícone se morrer jovem? O produtor musical Ricardo Mendes duvida. Para ele, ainda é cedo para dizer se Amy poderá ser comparada a lendas como John Lennon ou Cazuza. "É preciso saber qual legado ela está deixando. Hoje, existe uma inversão de valores: as pessoas se preocupam mais com a vida pessoal do que com o lado artístico", explica.

O circo de horrores que se vê em notícias relacionadas a celebridades – basta lembrar ainda de Britney Spears e Michael Jackson, só para citar alguns – só serve para afastar o público do motivo principal que colocou um artista em evidência: a arte. "No caso da Amy, assim como em outros casos, a música virou, literalmente, música de fundo", lamenta Mendes.

Trajetória

Discografia. O álbum de estréia de Amy foi "Frank", lançado em 2003. Seu segundo álbum foi "Back to Black", lançado em 2006, que levou cinco Grammy.

Vendas. Seus dois discos já venderam mais de 35 milhões de cópias em todo o mundo e seu patrimônio está estimado em mais de 300 milhões de libras (pouco mais de um bilhão de reais).

Escândalos. Amy é figura fácil dos jornais, revistas e sites. É dona do posto de junkie mais famosa do mundo.

Rehab. Depois de ser flagrada usando crack, no começo do ano, Amy foi internada em uma clínica de reabilitação, sendo vigiada 24 horas por dia.

Visto negado. Em função das polêmicas, os Estados Unidos negaram visto à artista para cantar na 50ª edição do Grammy, realizada em 10 de fevereiro, em Los Angeles.

Show. Em maio deste ano, a cantora fez um show polêmico na edição do Rock In Rio Lisboa. Na opinião de muitos, Amy entrou em palco bêbada e drogada.

Vida pessoal. Amy é casada com Blake Fielder, que está preso sob acusação de assalto desde dezembro do ano passado. A cantora já foi presa duas vezes somente neste ano, por envolvimento com drogas.

Fim. Amy acabou de receber alta de mais uma internação. Os médicos disseram que ela tem apenas 70% dos seus pulmões ativos e deram um ultimato: se ela não deixar as drogas, irá perder a sua voz e morrer rapidamente.

Eles viraram ícones

Kurt Cobain , líder da banda Nirvana

Kurt marcou a história do rock mundial com suas músicas introspectivas e suas atitudes descontroladas. Deixou como legado discos importantes, entre eles "Nevermind". O músico se suicidou em 5 de abril de 1994, aos 27 anos.

Janis Joplin , cantora

Uma das cantoras mais expressivas de todos os tempos, com estilo que misturava blues com soul, Janis lançou quatro discos e participou ativamente do movimento musical dos anos 70. Morreu de overdose de heroína, aos 27 anos.

Jimi Hendrix , guitarrista e cantor

Um dos mais influentes guitarristas, Hendrix deixou um grande legado para o rock. Seu jeito de tocar, suas composições e sua atitude no palco fizeram história. Morreu aos 27 anos, asfixiado em seu próprio vômito, depois de ingerir pílulas.

Jim Morrison , vocalista do The Doors

O vocalista da banda The Doors era polêmico. Deixou uma herança que continua viva até hoje, principalmente nas letras da banda de rock. Compositor e cantor, ele morreu também aos 27 anos, suspostamente de overdose.

Elis Regina , cantora

Uma das maiores cantoras brasileiras, a Pimentinha teve morte trágica, aos 36 anos, devido a complicações decorrentes de overdose de cocaína, tranqüilizantes e bebida. Deixou vasta e brilhante obra na música popular brasileira.

Tim Maia , cantor e compositor

Tim alcançou o sucesso na década 70 e tornou-se um dos cantores mais influentes do país, autor de hits inesquecíveis. Durante toda sua carreira, teve envolvimento notório com drogas e bebidas. Morreu de uma infecção generalizada, aos 55 anos, em 1998.

Tatiana Wuo
agazeta.com.br

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Grammy 2008 consagra Amy Winehouse

Vídeo: Beyonce and Tina tuner grammy 2008


Agencia Estado

A cantora britânica Amy Winehouse faturou o Grammy em cinco das seis categorias em que foi indicada (Gravação, e Canção do Ano, Artista Revelação, Melhor Álbum Pop e Melhor Interpretação Vocal Feminina Pop). O CD River: The Joni Letters, de Herbie Hancock, foi escolhido o Álbum do Ano, única categoria em que Amy não confirmou a indicação.

A música brasileira foi representada por Gilberto Gil e pelas cantoras Bebel Gilberto e Céu, todos concorrentes na categoria Melhor Álbum de World Music. Nenhum deles venceu: a estatueta ficou com a cantora Angelique Kidjo, do Benin. Ao todo, o maior prêmio da indústria fonográfica mundial é dividido em 110 categorias diferentes.

A cerimônia de premiação foi realizada na noite de ontem, em Los Angeles e teve, entre outras atrações, a presença do ex-Beatle Ringo Starr e show da veterana Tina Turner. Amy Winehouse não compareceu à festa. Ela teve o visto de entrada nos EUA negado, recorreu e obteve a permissão, mas não a tempo de organizar a viagem. A cantora fez uma apresentação especialmente para o Grammy, transmitida ao vivo de Londres, via satélite.