Cerca de 80 pessoas — entre parentes, amigos e vizinhos, andaram pouco mais de 100 metros até a cova 52.020, onde o corpo foi sepultado. O irmão do traficante, Luan de Souza Feitosa — preso, em setembro, acusado de ajudar DG a fugir da carceragem da 25ª DP (Engenho Novo) — teve o pedido de ir a cerimônia negado pela Justiça.
Na porta do cemitério, o grupo cercou a Kombi para impedir que jornalistas fotografassem o caixão, que foi colocado em um jazigo provisório. DG foi morto com um tiro na cabeça durante uma operação do Bope, na favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, no sábado.
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