Jovem entra em plantação para urinar e é atingido por fios de alta tensão
Acidente aconteceu na manhã deste domingo (7), em Ivatuba, no Paraná.
Homem parou na rodovia para consertar o motor do carro.
Um rapaz de 21 anos sofreu queimaduras de terceiro grau depois de levar uma descarga alétrica de fios de alta tensão em um milharal, na manhã deste domingo (7), em Ivatuba, no Norte do Paraná. A Polícia Militar (PM) informou que o rapaz teria parado à beira da PR-551 para consertar o motor do carro. Ele teria entrado na plantação de milho para urinar, foi quando a fiação alétrica cedeu e atingiu o jovem.
No local onde aconteceu o acidente, os fios de alta tensão estavam a menos de um metro do solo e praticamente não eram percebidos em meio à plantação, segundo os policiais.
Segundo os técnicos da Companhia Paranaense de Energia (Copel), o problema ocorreu porque o cabo de tração que sustenta o poste arrebentou, o que provocou o rebaixamento do fio.
O rapaz foi encaminhado em estado grave para o Hospital Metropolitano de Sarandi. Às 18h30 o hospital informou que ele permanecia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Do G1 PR, com informações da RPC TV de Maringá
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domingo, 7 de agosto de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
'Segurar' vontade de urinar leva a melhores decisões, diz estudo
Um estudo da Universidade de Twente, na Holanda, sugere que controlar a vontade de urinar pode melhorar as decisões tomadas por uma pessoa.
Cientistas descobriram que a ativação de algumas vontades, como excitação sexual, fome ou sede, pode levar às pessoas a querer outras coisas, aparentemente não relacionadas.
A pesquisadora Mirjan Tuk usa como exemplo o caso de um homem que vai em busca de um saco de batatas fritas depois de olhar para fotos de mulheres sensuais. “Se ele fosse capaz de reprimir o desejo sexual nesta situação, a fome também iria ser controlada?”
Tuk, pesquisadora do setor de psicologia, teve a ideia de fazer a pesquisa durante uma palestra a que assistia. Para permanecer alerta, a cientista bebeu várias xícaras de café, mas, no final, ela sentia vontade de ir ao banheiro.
"Todo o café tinha chegado à minha bexiga e automaticamente tive que controlar a vontade de urinar. E isto levantou a questão: o que acontece quando as pessoas exercem níveis elevados de controle da bexiga, mesmo sem ter consciência de que o estão fazendo?"
A partir deste questionamento, Tuk desenvolveu várias experiências em laboratórios para testar se o controle de uma das vontades do corpo pode gerar maior domínio de outras.
Voluntários
Em uma das experiências realizadas, os participantes da pesquisa beberam cinco xícaras de água (cerca de 750 mililitros), ou então tomaram pequenos goles de água de cinco xícaras separadas.
Depois de cerca de 40 minutos, o período de tempo necessário para a água chegar à bexiga, os pesquisadores avaliaram o autocontrole dos participantes pedindo que eles fizessem oito escolhas.
Cada uma envolvia escolher uma recompensa pequena, porém imediata, ou então uma recompensa maior, porém a ser obtida mais tarde. Por exemplo: eles poderiam escolher entre receber US$ 16 no dia seguinte ou US$ 30 em 35 dias.
Os pesquisadores então descobriram que um número maior de participantes do grupo que estava com a bexiga cheia optou por receber a recompensa maior em prazo mais longo.
"Parece que você toma decisões melhores quando você está com a bexiga cheia", disse Tuk.
Os resultados foram surpreendentes quando analisados de um ponto de vista teórico.
Muitas pesquisas em psicologia apoiam o conceito de "vazio do ego", que afirma que o autocontrole esgota o cérebro e torna ainda mais difícil o controle sobre outra questão.
Mas, segundo Tuk, isto parece funcionar de outra forma, pois o controle da bexiga é um processo automático e inconsciente.
Na pesquisa, Tuk afirma que serão necessárias mais pesquisas para determinar se este efeito pode ter sua origem não apenas na bexiga, mas também de outras respostas automáticas inibitórias.
BBC Brasil
Cientistas descobriram que a ativação de algumas vontades, como excitação sexual, fome ou sede, pode levar às pessoas a querer outras coisas, aparentemente não relacionadas.
A pesquisadora Mirjan Tuk usa como exemplo o caso de um homem que vai em busca de um saco de batatas fritas depois de olhar para fotos de mulheres sensuais. “Se ele fosse capaz de reprimir o desejo sexual nesta situação, a fome também iria ser controlada?”
Tuk, pesquisadora do setor de psicologia, teve a ideia de fazer a pesquisa durante uma palestra a que assistia. Para permanecer alerta, a cientista bebeu várias xícaras de café, mas, no final, ela sentia vontade de ir ao banheiro.
"Todo o café tinha chegado à minha bexiga e automaticamente tive que controlar a vontade de urinar. E isto levantou a questão: o que acontece quando as pessoas exercem níveis elevados de controle da bexiga, mesmo sem ter consciência de que o estão fazendo?"
A partir deste questionamento, Tuk desenvolveu várias experiências em laboratórios para testar se o controle de uma das vontades do corpo pode gerar maior domínio de outras.
Voluntários
Em uma das experiências realizadas, os participantes da pesquisa beberam cinco xícaras de água (cerca de 750 mililitros), ou então tomaram pequenos goles de água de cinco xícaras separadas.
Depois de cerca de 40 minutos, o período de tempo necessário para a água chegar à bexiga, os pesquisadores avaliaram o autocontrole dos participantes pedindo que eles fizessem oito escolhas.
Cada uma envolvia escolher uma recompensa pequena, porém imediata, ou então uma recompensa maior, porém a ser obtida mais tarde. Por exemplo: eles poderiam escolher entre receber US$ 16 no dia seguinte ou US$ 30 em 35 dias.
Os pesquisadores então descobriram que um número maior de participantes do grupo que estava com a bexiga cheia optou por receber a recompensa maior em prazo mais longo.
"Parece que você toma decisões melhores quando você está com a bexiga cheia", disse Tuk.
Muitas pesquisas em psicologia apoiam o conceito de "vazio do ego", que afirma que o autocontrole esgota o cérebro e torna ainda mais difícil o controle sobre outra questão.
Mas, segundo Tuk, isto parece funcionar de outra forma, pois o controle da bexiga é um processo automático e inconsciente.
Na pesquisa, Tuk afirma que serão necessárias mais pesquisas para determinar se este efeito pode ter sua origem não apenas na bexiga, mas também de outras respostas automáticas inibitórias.
BBC Brasil
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