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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Britânica morre de câncer após receber pulmão de fumante


Britânica morre de câncer após receber pulmão de fumante
Mulher de 27 anos morreu 16 meses após o transplante. Hospital que realizou a operação se desculpou por não oferecer uma opção à paciente

Britânica de 27 anos sofria de fibrose
 cística e morreu 16 meses após transplante
Uma britânica de 27 anos morreu de câncer após receber o pulmão de um fumante em um transplante.

Jennifer Wederell, que sofria de fibrose cística, morreu em casa, no condado de Essex, no sudeste da Grã-Bretanha, 16 meses após a operação.

Seu pai, Colin Grannell, diz acreditar que a filha não teria concordado com o transplante se soubesse que o doador, um homem de meia-idade, era um fumante compulsivo.

O hospital que realizou a operação se desculpou por não oferecer uma opção a Jennifer.

Jennifer foi diagnosticada com fibrose cística aos 2 anos, e com 20 e poucos anos passou a usar um tubo de oxigênio 24 horas por dia.

Ela estava havia 18 meses na lista de espera por um transplante de pulmão quando, em abril de 2011, foi avisada de que um doador havia sido encontrado.

Grannell disse que a família esperou aquele momento por anos e pensava que o transplante ajudaria a filha a derrotar a doença.

Mas em fevereiro deste ano, um tumor maligno foi encontrado em seu pulmão.

'Riscos maiores'


"O choque imediatamente se transformou em raiva, porque quando os riscos foram explicados na hora anterior ao transplante, em nenhum momento foi mencionado que seria usado o pulmão de um fumante", disse Grannell.

"Ela estava morrendo uma morte que deveria ser de outra pessoa", afirma.

Grannell criou um grupo no Facebook, chamado Jennifer's Choice (A escolha de Jennifer) para estimular não-fumantes a se registrarem como doadores de órgãos.

A administração do hospital onde o transplante foi realizado afirmou em um comunicado que "é muito raro que os pacientes especifiquem que não querem receber pulmões saudáveis de fumantes".

"Os riscos são muito maiores se o paciente recusa um pulmão de um doador fumante e decide esperar por outro órgão que seja compatível e também de um não-fumante", diz o comunicado.

O hospital afirmou, porém, que reconhece que Jennifer deveria ter tido a opção de escolher. "Pedimos desculpas sinceras pelo descuido", afirma.

"Infelizmente, o número de pulmões disponíveis para transplante cairia 40% se houvesse uma política de recusar aqueles que vêm de fumantes. As listas de espera aumentariam e muito mais pacientes morreriam sem um transplante", diz.

http://saude.ig.com.br

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Inovador transplante de múltiplos órgãos salva menina, 9, após tumor "monstro" devorar seis de seus órgãos


Inovador transplante de múltiplos órgãos salva menina, 9, após tumor "monstro" devora seis de seus órgãos 
Alannah, retratada aqui com sua avó Debi Skolas, recuperando no hospital, agora é capaz de comer graças ao transplante bem-sucedido de seis órgãos 


Quando um tumor raro e implacável devora seis dos principais órgãos de Alannah Shevenell de nove anos de idade, suas chances de sobrevivência parecia mínimas.

A preocupação com a sua vida como o tumor crescendo rápido aproximou seu coração e colocou pressão sobre seu esôfago tornando impossível para ela comer.

A quimioterapia e a cirurgia ambos não teriam  um impacto, mas graças a um inovador transplante de seis órgãos do Hospital Infantil de Boston, ela já está caminhando para fazer uma recuperação estável.

Alannah do Maine recebeu um novo esôfago, fígado, estômago, baço, pâncreas e intestino delgado, depois de perdê-los  para o tumor miofibroblástico.

Os médicos do hospital dizem que foi o primeiro transplante conhecido de esôfago no mundo e o maior número de órgãos transplantados em uma pessoa ao mesmo tempo na Nova Inglaterra, informa o Portland Press Herald.

"Esse tumor era como um monstro, era pegajoso. Foi viscoso. Era como um polvo, estendendo a mão a consumir seus órgãos ", a avó da Alannah Debi Skolas disse ao Herald.


O transplante de múltiplos órgãos era sua última esperança, mas ela teve que esperar um ano por um doador adequado.

"Precisávamos de remover todos os órgãos, pois o tumor tinha crescido para cercar basicamente o suprimento de sangue," o Dr. Bae Kim Heung, diretor do Centro de Transplante do hospital de Pediatria, disse à ABC News.





Em outubro os médicos finalmente encontraram um dador e o Dr. Kim levou sua equipe à cirurgia complicada de 14 horas e meia.

"Passamos cerca de dois terços do tempo removendo o tumor dos órgãos, disse ele à ABC.
A equipe de transplante de órgãos novos, como um pacote e esperou para que reajam.
"Estávamos tão felizes. Foi tecnicamente muito bem sucedida. Os órgãos parecia bons. " Dr. Kim disse à ABC.

Este gráfico mostra quais órgãos foram substituídos na cirurgia de 14 horas após a disseminação do "monstro" tumor em seu corpo

Alannah, retratado aqui com seus Skolas avó Debi recuperando no hospital, agora é capaz de comer graças ao transplante de órgão bem-sucedido de seis

Alannah estava tão acostumado a ser alimentado através de tubos, os médicos disseram que ela havia perdido o apetite.
"Mas no fim de semana ela começou a comer novamente. E ontem ela teve um pouco de bolo. " , Disse Kim.

Alannah esperou um ano e três meses pelos órgãos até fazer a cirurgia, que durou mais de 14 horas. Depois, ela ainda ficou três meses internada antes de poder ir para casa. Desde a última quarta-feira (1º), ela está com a família em Hollis, no estado de Maine.
Alannah Shevenell recebeu o transplante de seis órgãos (Foto: AP Photo/Robert F. Bukaty)

Alannah agora está de volta na casa que ela divide com seus avós, mas ela terá que ter check-ups regulares ao longo de sua vida.

"Há um risco de que ela vai precisar de outro transplante no caminho. E se não houvesse quaisquer células tumorais deixados para trás, há um risco que poderia voltar ", alertou o Dr. Kim, segundo a ABC News.

Alannah também vai precisar tomar medicamentos anti-rejeição para o resto de sua vida.

"Afora esses medicamentos, as crianças costumam fazer muito bem e levar uma vida normal. E ela é um garoto corajoso pouco. " Dr. Kim disse à ABC News.
Assista ao vídeo aqui:
dailymail.co.uk/


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Coração doado cai no chão, mas transplante tem sucesso


Coração doado cai no chão após pouso, mas transplante tem sucesso
Órgão chegou de helicóptero a hospital na Cidade do México.
Caixa térmica caiu no chão e se abriu; diretor disse que cirurgia deu certo.


Um hospital mexicano aguardava a chegada de um helicóptero com um coração para realizar uma difícil cirurgia de transplante quando quase viu tudo ir por água abaixo. Após o pouso do helicóptero em frente ao hospital, na Cidade do México, a caixa térmica em que o órgão era levado caiu e seu conteúdo foi parar no chão.


O diretor do hospital La Raza, Falcony Rodrigo Lopez, informou posteriormente que o coração não foi danificado e que o transplante foi concluído com sucesso.
O órgão foi transportado originalmente da cidade de León, em Guanajuato, a cerca de 400 km da Cidade do México, capital do país.
Órgão doado chega a hospital da Cidade do México de helicóptero (Foto: Reuters/Stringer)

Funcionários do hospital recuperam coração que caiu no chão (Foto: Reuters/Stringer)

O órgão doado foi recolocado na caixa térmica antes de ser levado ao hospital (Foto: Reuters/Stringer)


Do G1, com Reuters

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Reynaldo Gianecchini passa por autotransplante em São Paulo


Gianecchini recebe autotransplante de medula óssea
Ator de 39 anos está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo
Reynaldo Gianecchini Reprodução

SÃO PAULO - O ator Reynaldo Gianecchini, de 39 anos, fez na manhã desta quinta-feira o autotransplante de medula óssea, segundo boletim médico divulgado pelo hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde ele está internado desde dia 4 de janeiro.

Ainda segundo o boletim médico, o procedimento transcorreu sem intercorrências. Gianecchini permanecerá internado para recuperação e não há previsão de alta.

O ator recebeu uma infusão de células tronco de sangue periférico, parte de seu tratamento contra linfoma não Hodgkin de células T. O procedimento, que não é cirúrgico, na prática é parecido com uma transfusão de sangue, com a diferença de que em vez de receber sangue, o paciente recebe células tronco previamente extraídas dele mesmo.

A extração de células tronco geralmente é feita por meio de uma máquina, que retira sangue do paciente e separa as células tronco, também conhecidas como células precurssoras. Outro método - mais antigo e menos utilizado - consiste em perfurar o osso para extrair manualmente as células tronco. A extração é feita depois do paciente ser submetido à quimioterapia. As células precurssoras são então congeladas para aguardar o momento adequado da infusão.

Antes do autotransplante, o paciente é submetido a uma nova rodada de sessões de quimioterapia, desta vez mais fortes, para eliminar células cancerígenas que tenham resistido à primeira etapa de tratamento. Não há riscos no procedimento de autotransplante. O risco está na quimioterapia, que reduz o sistema imunológico do paciente, expondo-o a infecções.

A expectativa é que, após o autotransplante, as células tronco se multipliquem e repovoem a medula óssea do paciente.

Gianecchini foi diagnosticado com linfoma não Hodgkin de células T (câncer que atinge o sistema linfático) em agosto do ano passado.


12/01/2012  | O Globo

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Cientistas temem criação de macacos falantes por manipulação genética

Cientistas temem que pesquisas médicas criem macacos falantes
Relatório da Academia de Ciências Médicas britânica alerta para anomalias decorrentes do abuso no tranplante de células humanas em animais.

 
Cientistas temem que pesquisas médicas criem
macacos falantes (Foto: AFP)
A Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha está pedindo ao governo que estipule regras mais estritas paras as pesquisas médicas envolvendo animais. O grupo teme que experimentos envolvendo transplante de células acabem criando anomalias, como macacos com a capacidade de pensar e falar como os humanos.

O alerta ressalta o debate da questão dos limites da pesquisa científica. Um dos autores do relatório, o professor Christopher Shaw, do King's College de Londres, diz que tais estudos 'são extraordinariamente importantes'.

A academia ressalta ainda que não é contrária a experimentos que envolvam, por exemplo, o implante de células e tecidos humanos em animais.

Estudos atuais, por exemplo, transplantam células cancerígenas em ratos a fim de testar novas drogas contra o avanço da doença.

A academia defende, no entanto, que com o avanço das técnicas estão surgindo novos temas que precisam ser urgentemente regulados.

Avanço
Os avanços científicos atuais já permitem a criação de ratos com lesões similares às causadas por um derrame cerebral, para que sejam depois injetadas células tronco humanas, a fim de corrigir os danos.

Outro estudo com implante de um cromossomo humano no genoma de ratos com síndrome de Down também foi essencial para a compreensão da doença.

Apesar de a maioria dos experimentos ser feita com ratos, os cientistas estão particularmente preocupados com os testes em macacos.

Na Grã-Bretanha são proibidas as investigações com macacos de grande porte como gorilas, chipanzés e orangotango. Em outros países, como os Estados Unidos, são liberadas.

'O que tememos é que se comece a introduzir um grande número de células cerebrais humanas no cérebro de primatas e que isso, de repente, faça com os que os primatas adquiram algumas das capacidades que se consideram exclusivamente humanas, como a linguagem', diz o professor Thomas Baldwin, outro membro da academia.

'Estas são possibilidades muito exploradas na ficção, mas precisamos começar a pensar nelas', diz.

Áreas 'delicadas'
O relatório indica três áreas particulamente 'delicadas' na pesquisa com animais: a cognitiva, a de reprodução e a criação de características visuais que se percebam como humanas.

'Uma questão fundamental é se o fato de povoar o cérebro de um animal com células humanas pode resultar em um animal com capacidade cognitiva humana, a consciência, por exemplo', diz o relatório.

O professor Martin Bobrow, principal autor do relatório, sugere o que chama de 'prova do grande símio': se um macaco que recebeu material genético humano começa a adquirir capacidades similares a de um chimpanzé, é hora de frear os experimentos.

Na área de reprodução, recomenda-se que embriões animais produzidos a partir de óvulos ou esperma humano não se desenvolvam além de um período de 14 dias.

O campo mais polêmico é o de animais com características 'singularmente humanas', os experimentos que o relatório chama de 'tipo Frankestein, com animais humanizados'.

Segundo o relatório, 'criar características como a linguagem ou a aparência humana nos amimais, como forma facial ou a textura da pele, levanta questões éticas muito fortes'.

BBC Brasil

sábado, 11 de junho de 2011

Imagens fortes. Mulher atacada por chimpanzé passa por transplante de face nos EUA

Mulher atacada por chimpanzé passa por transplante de face nos EUA

Mulher atacada por chimpanzé passa por transplante de face nos EUA
Operação é a quarta a ser realizada somente no hospital Brigham & Women.
No país, outras 4 pessoas já haviam recebido 'novos rostos'.


Médicos realizam o terceiro transplante de rosto
completo nos Estados Unidos. (Foto: Reuters)
A norte-americana Charla Nash, de 57 anos, foi a terceira pessoa a receber um transplante de face completo nos Estados Unidos, segundo informou nesta sexta-feira (10) o hospital Brigham and Women's, um centro ligado à Escola Médica de Harvard.

Segundo a instituição, a paciente precisou passar por 20 horas na mesa de operações para receber novos lábios, nariz, peles, músculos e nervos faciais. Charla Nash foi atacada por um chimpanzé chamado Travis em 2009, quando teve o rosto desfigurado e perdeu as mãos.

Os médicos também procuraram recuperar os membros, fazendo transplantes nas duas mãos da paciente, mas complicações levaram os médicos a optar pela retirada dos novos tecidos.

Foi a segunda vez que a tentativa de um transplante simultâneo de mãos e face aconteceu em todo o mundo. A primeira, em abril de 2009, foi realizada por uma equipe na França, mas o paciente morreu após sofrer um ataque cardíaco, momentos depois da cirurgia.

Contando o caso de Charla, o Brigham and Women's Hospital já realizou quatro operações de transplante de face. A primeira delas foi feita em Jim Maki, com somente parte do rosto foi transplantado em abril de 2009. Dois anos mais tarde, em março e em abril, os norte-americanos Dallas Wiens e Mitch Hunter foram os primeiros do hospital - e do país - a receberem um transplante de face completo.

A história do transplante de face nos Estados Unidos começou com Connie Culp, que teve parte do rosto reconstruída em dezembro de 2008. No mundo, o primeiro transplante de face parcial foi feito pelos professores Bernard Devauchelle e Jean-Michel Dubernard, na paciente Isabelle Dinoire.


Charla Nash antes do acidente (à esquerda) e minutos antes da operação nos EUA. (Foto: Reuters)

Fonte: G1

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Americano que foi eletrocutado e recebeu transplante total de rosto faz aparição pública. Veja

Homem que recebeu transplante total de rosto faz aparição pública
O americano Dallas Wiens, de 25 anos, foi eletrocutado enquanto pintava uma igreja em 2008, recebeu nariz, lábios, pele, nervos e músculos novos

Antes e depois: Dallas Wiens antes do transplante, realizado em março deste ano, e nesta segunda-feira, durante aparição pública em Boston (Wiens Family/Parkland Health and Hospital System in Dallas/Steven Senne/AP)

"Papai, você está lindo." Eis a primeira frase dita por Scarlett Wiens, de apenas quatro anos, após ver o resultado da cirurgia de transplante total a que seu pai foi submetido. Dallas Wiens, de 25 anos, foi eletrocutado enquanto pintava uma igreja, em 2008. O jovem recebeu recebeu lábios, nariz, pele, músculos e nervos novos.

"Eu sinto como se fosse natural", afirmou durante sua primeira aparição em público, no Brigham and Women's Hospital de Boston, nesta segunda-feira. "Eu me adaptei rapidamente. Em pouco tempo já estava respirando e sentindo aromas novamente." Wiens até brincou com os repórteres presentes na entrevista. "O primeiro cheiro que senti foi da lasanha do hospital. Vocês não fazem ideia de como pareceu deliciosa."

Wiens Family/Parkland Health and
Hospital System in Dallas/Steven Senne/AP
Dallas Wiens com a filha Scarlett, antes do acidente que desfigurou seu rosto

Apesar do sucesso da operação, os médicos não foram capazes de restaurar a visão de Wiens. Os danos causados pelas queimaduras nos nervos foram tão severos que provavelmente ele não sinta sua bochecha esquerda e o lado esquerdo da testa.

Mesmo assim, Bohdan Pomahac, responsável pela operação, disse que o resultado do transplante foi melhor que o esperado. Segundo ele, o paciente sentirá até toques leves em seu rosto daqui a, no máximo, nove meses.

Motivação — Há alguns meses, Wiens, ainda desfigurado pelas queimaduras, havia dito que gostaria de um transplante para voltar a sentir os beijos de sua filha. Segundo ele, foi sua filha que o manteve motivado.

A cirurgia foi paga pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que deu ao hospital uma verba de 3,4 milhões de dólares para realizar cinco transplantes. Procedimentos do gênero já foram feitos na Espanha, China e França.

Terra

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Cirurgia plástica no tratamento da perda de cabelo

Transplante de cabelo para resolver a queda de cabelo

Sofrendo de calvície masculina? S Isso pode causar problemas de auto-estima e de auto-confiança, e aposto que ninguém faria nada para fazer algo sobre isso. Se você está pensando que a prescrição de medicamentos estão ficando um pouco demais para você, então talvez um transplante de cabelos possa aresolver. Um transplante de cabelo iria dar-lhe a cabeça cheia de cabelos. Mais e mais homens têm adotado essa procedimento de cirurgia cosmética para melhorar a sua aparência.

Conseguir um transplante de cabelo

Uma maneira de resolver a perda de cabelo é um transplante. Procure por um cirurgião qualificado e respeitável. Uma vez que você tenha encontrado um bom cirurgião para realizar o transplante, você deve discutir os prós e contras do transplante de cabelo como procedimento médico. Você deve estar bem informado dos riscos e dos possíveis cenários para o período pós-operatório.

Cirurgia de transplante de cabelo pode realmente ter mais de uma sessão.  o número de enxertos para ser colocado em seu couro cabeludo depende da gravidade de sua perda de cabelo. Após a cirurgia, pode levar o seu de novos folículos capilares de um tempo para se adaptar, e você só tem que esperar durante este período. Mas então, depois de experimentar a perda de cabelo, a promessa de uma cabeça cheia de cabelos é motivo suficiente para ter paciência, não é?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Após transplante total de rosto, Oscar tem alta. Veja


Oscar recebeu alta nesta segunda-feira. Ele tinha rosto deformado desde que sofreu acidente, aos cinco anos

G1

O Hospital Vall d'Hebron de Barcelona, na Espanha, deu alta e apresentou nesta segunda-feira (26), Oscar, o paciente que se submeteu a um transplante total de face.

A operação foi liderada pelo médico espanhol Joan Barret e mobilizou trinta pessoas durante 22 horas em março.

Oscar teve transplantada toda a pele e músculos de rosto, nariz, lábios, maxilar superior, todos os dentes, os ossos da maçã do rosto e da mandíbula, segundo o hospital. Ainda de acordo com o hospital, foi a primeira cirurgia do gênero a ser realizada no mundo.
foto: EFE
Oscar, o homem com o rosto transplantado


 Ele tinha o rosto deformado desde os cinco anos depois que sofreu um acidente, e não podia respirar ou falar normalmente.

Barret disse que a parte mais difícil foi evitar que o organismo de Oscar rejeitasse o rosto implantado.

Ele afirmou que o pacidente deve demorar entre 12 e 18 meses para recuperar totalmente os movimentos do rosto. Ele já consegue falar, com dificuldade, há dois meses, e vem seguindo uma dieta baseada em líquidos e cremes.

foto: EFE
Durante a entrevista, Oscar agradeceu aos médicos, aos funcionários do hospital e à sua família