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quinta-feira, 4 de abril de 2013

A incrível coincidência do número da sorte (ou do azar)

Na década de 1930 em Nova York, um trem mergulhou uma ponte levadiça aberta em Newark Bay matando 30 passageiros. As fotografias de jornais publicados do incidente mostraram que o número '932 ' pode ser visto claramente no lado de um dos vagões. Um grande número de pessoas escolheram o número e jogaram na loteria de números Manhattan e o número veio! Milhares de pessoas ganharam.


A coincidência que foi sorte para tantos, foi azar para aqueles que estavam no vagão.

Quando o jornal mostrou uma imagem de um dos vagões sendo levantado para fora da água, o número '932 'pode ser claramente visto inscrito no lado do vagão. Muitas pessoas então selecionaram este número no jogo de números de Manhattan e o número 932 surgiu, com milhares de pessoas vencedoras.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sorte ou azar? Bruxo explica as superstições da sexta-feira 13


Sorte ou azar? Bruxo explica as superstições da sexta-feira 13
A repórter Renata Ribeiro foi às ruas de São Paulo e descobriu que as pessoas têm muito mais superstições do que imaginam ou confessam.


Graças a Deus, é sexta-feira! Mas não é qualquer sexta: é sexta-feira 13. Em pleno século 21, a data ainda é vista por muita gente como um dia de azar. Mas esotéricos e bruxos afirmam que esta sexta pode ser de sorte e proteção.

“Hoje é sexta-feira 13”, diz um senhor. “Não sei, acho que tem alguma coisa ruim”, diz uma jovem. “Dia de sorte. Eu adoro”, conta uma paulistana. “Adoro gato preto, sexta 13, passo embaixo de escada”, completa uma senhora. “Eu tenho o número 13 tatuado no pé. Não me importo. Número de doido”, revela uma estudante.

Para alguns, é dia de sorte. Para outros, de azar. A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil foi até a casa de um verdadeiro bruxo, que vai ensinar práticas para se proteger do mal. Só funciona se acreditar.

O bruxo e escritor Claudinei Prieto estuda o assunto há mais de uma década e conta que a superstição em torno da sexta-feira 13 vem da Idade Média, quando a prática da bruxaria era condenada pela Igreja Católica.

“A sexta-feira 13 é um dia comum como outro qualquer. Inclusive, existiam povos primitivos que acreditavam que esse era um dia de sorte e não de azar. Depende muito da energia que a pessoa projeta neste dia. Para quem acha que deve se proteger, nada melhor que o bom e velho banho de sal grosso. A pessoa pode pegar um pouco de água, apresentar à Lua, coloca um pouquinho de sal e toma esse banho da cabeça aos pés pedindo por purificação”, ensina o bruxo Claudinei Prieto.


Superstição não falta. “Eu acho que só o chinelo que não deixa virado para a mãe não morrer. Só essa”, afirma a contabilista Karina Moreira da Silva. E tudo bem dormir com o guarda-roupa aberto? “Não. Acho que eu tenho mais do que eu pensava”, corrige a jovem. “Isso aí deve ter sido uma lenda que alguma mãe tenha criado para não deixar as coisas espalhadas pela casa”, desmente o bruxo e escritor Claudinei Prieto.

Vale carregar um talismã. “Um dentinho de alho para espantar as energias negativas”, disse a encarregada Simone Alves da Silva. Vale desviar do mal. “Talvez só evitar as escadas”, destaca o publicitário Felipe Soares Dias.

Se cruzar um gato preto? “Se for uma gata, eu levo para casa. Se for um gato, eu mato ele”, diz um senhor. Maltratar animal dá azar. “O gato, pelo contrário, é um animal de proteção. Então, se você fizer mal vai ficar desprotegido”, diz o bruxo Claudinei Prieto.

“Adoro gato preto. Preto, branco ou marrom. Para mim, não tem distinção”, completa a assistente de compras Michele Monteiro.

Também dizem que essa superstição com o número 13 pode ter vindo das representações da Santa Ceia, em que aparecem 13 pessoas: os 12 apóstolos mais Jesus. Já o técnico Zagallo é daqueles que acreditam que o 13 dá sorte. Não dá para negar que ele teve muita sorte na vida.


Fonte: g1.globo.com/bom-dia-brasil

sábado, 14 de agosto de 2010

Ser supersticioso pode ser útil para obter sucesso

Estudo aponta que se agarrar a dizeres de sorte pode ter efeito positivo.

“Boa sorte”, “cruze os dedos”, “bate na madeira”… A gente sempre solta umas do tipo, né? Mesmo sabendo que o efeito dessas superstições é nulo. Mas aí aparece um estudo da Universidade de Colônia, na Alemanha, para mostrar que, no fim das contas, não, não é nulo. Pelo contrário: segundo os pesquisadores, se agarrar a amuletos (tipo trevos de quatro folhas) ou dizeres de sorte (o próprio “boa sorte!”) aumenta mesmo as chances de sucesso.
  • Tiger Woods sempre usa uma camisa vermelha na  final de um torneio
  • Michael Jordan sempre usava um calção da University da Carolina do Norte debaixo do uniforme oficial  de sua equipe, fez isso durante toda a sua carreira.
  • John Terry faz  mais de 50  rituais antes de entrar em campo
  • O zagueiro do Man City,  Kolo Toure,  é sempre o último jogador a ir para o gramado
  • Gary Lineker nunca iria marcar um gol se não se aquecesse antes de um jogo
  • O ex-ténico da França, Raymond Domenech, se recusou a escolher os jogadores que fossem do signo de escoorpião
Michael Jordan sempre usava um short  sobre o
short  sua de sua equipe para ter boa sorte

Em quatro experimentos, voluntários com a superstição aguçada tiveram melhor performance em jogos de golfe, anagramas, testes de coordenação motora e de memória. No golfe, por exemplo, os que acreditavam estar jogando com “bolas da sorte” se saíram 35% melhor. E por quê? “A superstição impulsiona a confiança no próprio sucesso em dada tarefa, o que melhora a dedicação e, por consequência, a performance”, explica o estudo.

Mesmo um gesto para ter boa sorte - como cruzar os dedos - pode melhorar o desempenho de alguém em um exame ou evento esportivo.

"A observação de que um pensamento ou comportamento supersticioso leva à melhoria de posterior desempenho  pode ajudar a explicar a prevalência e manutenção de pensamentos e práticas supersticiosas em eras e culturas", disseram os pesquisadores.

Mas os caras ressaltam que, é claro, acreditar na boa sorte só pode ter algum efeito positivo nos casos em que a pessoa tem controle sobre o resultado – como num jogo de golfe. “A sorte não ajuda pessoas que apostam na loteria”, dizem. Até onde eles sabem, pelo menos.

Fontes : www.dailymail.co.uk e super.abril.com.br