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sábado, 2 de junho de 2012

Comprimidos de estimulantes sexuais causa impotência psíquica em jovens, diz especialista


Comprimidos de estimulantes sexuais causa impotência psíquica em jovens, diz especialista




"O que pensar de homens jovens, com 20, 25, 30 anos que não se permitem ir para um encontro sexual sem a segurança do comprimido na carteira? Esses jovens têm o que classifico como impotência psíquica"

Disfunção erétil (DE) é o nome que se dá à incapacidade de manter uma ereção satisfatória do pênis que permita a penetração em uma relação sexual.

Comprimidos de estimulantes sexuais e supereção - "A maioria desses jovens tem relações inconstantes, sem parceria fixa, e vivem em busca de causar uma boa impressão. Eles não buscam uma ereção natural, buscam uma superereção que dure horas ou que permita a ele uma sequência de relações sexuais, um desempenho de atleta sexual, nada natural"



Entre as questões psíquicas que podem causar (DE), a minha maior preocupação hoje é com o abuso de medicações pró-eretivas (comprimidos de estimulantes sexuais), geradoras de impotência psíquica dos homens dependentes dessas medicações.


É sabido que homens mais velhos possam ter mais inseguranças sexuais e ‘o medo de falhar’ quando iniciam novos relacionamentos; seja por terem enviuvado, separado ou até mesmo quando vivem uma aventura extraconjugal.

A maioria desses homens – estimo que perto de 90% deles -, faz uso de medicações pró-eretivas para garantir uma ereção satisfatória que possa impressionar a ‘nova’ ou possível parceira.

Pensar nisso com homens com mais de 40, 45, 50 ou 60 anos nos mostra uma realidade de mudanças corporais onde a resposta sexual possa estar sofrendo com o acúmulo de inseguranças que esse homem carrega pela sua historia de vida e pelo receio do envelhecimento e suas mudanças.

Mas o que pensar de homens jovens, com 20, 25, 30 anos que não se permitem ir para um encontro sexual sem a segurança do comprimido na carteira? Esses jovens têm o que classifico como impotência psíquica. Eles não têm uma disfunção erétil, mas não confiam e não se permitem experimentar a vivência sexual sem o uso dessa muleta.

Supereção

A maioria desses jovens tem relações inconstantes, sem parceria fixa, e vivem em busca de causar uma boa impressão. Eles não buscam uma ereção natural, buscam uma superereção que dure horas ou que permita a ele uma sequência de relações sexuais, um desempenho de atleta sexual, nada natural.

É natural, sim, após o gozo haver um relaxamento que dure entre 15/20 minutos ou até 1 hora ou mais dependendo da idade e preparo fisico da pessoa. As drogas pró-ereção não são um problema, pelo contrário, é a possibilidade de resgatar o prazer na área sexual por impedimentos físicos.

A busca de superereções quando não há necessidade do uso de estimulantes sexuais, é que se torna um problema de saúde mental, de saúde emocional, pois esses homens jovens que têm uma baixissima autoconfiança e autoestima sexual se tornam potencialmente impotentes para uma vida sexual natural.

Com isso perdem a possibilidade de conhecer os mecanismos do seu próprio corpo para a vivência natural da excitação e da ereção, de perceber, por exemplo, que o uso de álcool pode trazer perda na qualidade da rigidez da ereção; que a aprendizagem de relaxar ajuda a trazer uma ereção de melhor qualidade, além de um melhor controle ejaculatório. Enfim, uma intensificação no prazer e na satisfação de estar no controle de sua atividade sexual.

Supereção nem sempre agrada as parceiras

Fica meu alerta para esses jovens: parem de querer uma superereção. Isso nem sempre agrada as parceiras que muitas vezes reclamam serem cansativas ou excessivas, pois também trazem para algumas a sensação de que não conseguiram gerar satisfação suficiente no parceiro. Aprenda a conhecer seu pênis, sua ereção, desfrute da segurança de acreditar no seu potencial sexual, comece a ver quantas outras áreas de sua vida você precisa confiar mais.

Deixe as medicações, que são excelentes para ajudar quem não tem condições de ter uma ereção satisfatória, seja por envelhecimento ou pelos motivos que citarei aqui abaixo. Confie no seu potencial sexual, acredite em você. Sexo se aprende vivendo!

Causas da disfunção erétil

A disfunção erétil pode ter como fatores causadores questões físicas ou psicológicas, mas em muitas situações as duas podem estar associadas.

As causas físicas podem derivar de sequelas de cirurgias. Algumas cirurgias de intestino, do reto ou da próstata, além de tratamentos de radioterapia na área pélvica. Isso tudo pode causar lesão dos nervos e gerar disfunção erétil.

Outro motivo podem ser problemas neurológicos como lesão da medula, esclerose múltipla e degeneração de nervos, que pode ocorrer também por diabetes ou por excesso de álcool.

O diabetes muito preocupa, pois pode causar neuropatia – lesão dos nervos e também arteriosclerose. Na prática significa a lesão dos vasos que levam o sangue necessário à ereção do pênis. Perto de 30% dos pacientes com diabetes podem apresentar DE.

Já as doenças vasculares como acidente vascular cerebral, a hipertensão, a arteriosclerose (enrijecimentto das artérias), e problemas cardíacos acabam por dificultar a entrada e saída de sangue no pênis gerando com frequência a dificuldade de ereção.

É bom lembrar que colesterol alto e fumo são grandes facilitadores desses problemas vasculares e consequentemente da DE.

Aliás, muitas doenças crônicas podem trazer interferência na sexualidade, bem como problemas hormonais e até mesmo determinados medicamentos, por exemplo, medicações para queda de cabelo.

Mas os aspectos psicológicos/emocionais também podem trazer dificuldades sexuais, inclusive DE.

Na grande maioria dos casos onde os fatores acima relacionados não são diagnosticados, os aspectos psicológicos se fazem verdadeiros. Estresse, insatisfações no relacionamento ou com a parceria, medos pessoais de incompetência, inseguranças ($), ansiedade de desempenho (tenho de ser o bom de cama), inseguranças com relação ao tamanho do pênis, ao controle ejaculatório, baixa autoestima, são alguns dos aspectos psicológicos que assombram os casos de DE.

Fonte: vyaestelar

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Impotência sexual atinge 25 milhões de brasileiros acima dos 18 anos


Impotência sexual atinge 25 milhões de brasileiros acima dos 18 anos
Entre a faixa dos 40 anos, 30% não conseguem ter relações por falta de ereção

Impotência sexual é um assunto sobre o qual muitos homens evitam falar, mas atinge, em algum grau, 25 milhões de brasileiros acima dos 18 anos. Entre a faixa dos 40 anos, 30% não conseguem ter relações por falta de ereção. Mas o problema tem tratamento, que pode variar de terapia a prótese peniana, passando por remédio oral e injeção.

O endocrinologista Alfredo Halpern e o urologista Sidney Glina. Eles explicaram a influência de hormônios e outros fatores no aparecimento da disfunção erétil. Também destacaram que essa é uma situação que deve ser trabalhada e resolvida a dois.


Para ter uma ereção, o homem precisa receber estímulos, que podem ser uma visão, um toque ou pensamento. E é necessário haver um equilíbrio de hormônios, nervos e circulação. Nas ruas, o apresentador Fernando Rocha e a repórter Marina Araújo conversaram com homens e mulheres sobre o assunto.

No estúdio, os especialistas disseram que o excesso de adrenalina e ansiedade também pode prejudicar o desempenho na relação. Segundo Halpern, o sexo deve ser natural, sem se preocupar tanto com a performance. Por outro lado, afirmou ele, as mulheres estão mais liberadas e exigem mais dos parceiros.

É importante diferenciar quando há um falha eventual, motivada por fatores específicos, de quando o problema requer acompanhamento médico. O tratamento inicia-se com uma avaliação laboratorial para saber como estão o metabolismo, o colesterol e os triglicérides.

Mesmo que o paciente busque uma terapia de apoio, caso a origem seja psicológica, costuma-se indicar remédio via oral para ajudar a resolver a impotência. Mas é bom conhecer os riscos de vício psicológico no medicamento, pois muitos homens sem a doença fazem uso deles apenas para melhorar o desempenho sexual.

Dados internacionais revelam que até 70% dos pacientes respondem bem ao tratamento com medicação. Quando o homem não reage ao remédio, porém, é indicado o implante de prótese peniana.

Com a idade, a tendência é que o distúrbio se agrave. E quem tem ejaculação precoce pode ter impotência mais tarde. Além disso, os mais velhos costumam a ficar mais doentes, tomar mais remédios e sofrer mais complicações psicológicas, hormonais e vasculares. Depois dos 30 anos, já começam a diminuir os níveis de testosterona no corpo masculino.

Doenças cardiovasculares também podem dificultar a ereção, porque tornam os vasos sanguíneos mais rígidos e atrapalham a vasodilatação. Já a diabetes interfere nos nervos e vasos, comprometendo o processo. Por isso, deve-se controlar as taxas de glicose.

Problemas na próstata e uso de anabolizantes ou remédios contra depressão, hipertensão ou para emagrecer também podem piorar a situação. O cigarro, por sua vez, obstrui os vasos, levando menos sangue até os corpos cavernosos do pênis. O sedentarismo aumenta a gordura abdominal, atinge os vasos e diminui a testosterona. Além disso, o estresse e a depressão interferem nos sinais cerebrais e podem desencadear a perda do desejo sexual.
G1

terça-feira, 8 de maio de 2012

Impotência. Não fique pra baixo, isso tem solução.

O que é disfunção erétil? A disfunção erétil (DE), também conhecida como impotência , é a incapacidade de alcançar ou manter uma ereção para a atividade sexual satisfatória. A disfunção erétil é diferente de outras condições que interferem com a relação sexual masculina, tais como falta de desejo sexual (libido diminuída) e problemas com ejaculação e orgasmo (disfunção ejaculatória).

Não deixe a impotência te derrubar 
Manter o pique durante as relações sexuais não é tão fácil como anos atrás? Ou o problema já é freqüente e apareceu antes da idade mais avançada? Resolver o problema, felizmente, é mais fácil do que falar sobre ele.
De acordo com o professor de Urologia da Escola Paulista de Medicina, Joaquim Claro, a incapacidade de obter e manter uma ereção satisfatória se deve a dois tipos de fatores: os psicológicos e os orgânicos.

Nos casos em que a causa da disfunção é psicológica, não é possível determinar em qual fase da vida é mais recorrente. "Um jovem de 20 anos, ansioso por sua primeira relação com a menina que sempre desejou, pode enfrentar o mesmo constrangimento que um homem de 45, preocupado com os afazeres profissionais", exemplifica Joaquim.


A conclusão é que, independente do motivo (preocupação exagerada com o desempenho, inexperiência, fatores de ansiedade ou baixa auto-estima), certos abalos de origem psicológica podem influenciar de maneira negativa na hora H. Isso porque eles mexem diretamente com um grande inimigo da ereção: a adrenalina. Em excesso, o hormônio inibe a atuação do óxido nítrico, responsável pelo relaxamento dos músculos, permitindo que os vasos do pênis se encham de sangue e tornem o órgão rígido.

"Às vezes, o homem até consegue uma ereção estável, mas o prazer fica comprometido e ele acaba frustrado, temendo a próxima relação. Isso pode virar um ciclo vicioso", alerta o urologista.

Entre os motivos orgânicos que mais comprometem a performance masculina, diabetes, hipertensão, cardiopatia e aumento do colesterol no sangue destacam-se. Todas essas doenças estão ligadas aos vasos sanguíneos e, por isso, influenciam na ereção - geralmente, prejudicada em homens com mais de 55 anos. No entanto, o especialista afirma que a tendência é que ocorram cada vez mais precocemente, caso a saúde não receba a atenção merecida.

Diagnóstico 
Uma simples conversa com o urologista já é capaz de detectar a causa da disfunção erétil. "Há casos em que os exames clínicos são dispensados, e um simples bate-papo com o paciente gera o diagnóstico", garante Joaquim. Os exames, quando necessários, baseiam-se em testes para verificar os níveis de hormônios, glicemia, colesterol, pressão arterial e o funcionamento do sistema cardiovascular - fatores que estão relacionados com a ereção.

Tratamento 
Apesar das causas da impotência sexual serem as mais diversas, os tratamentos pouco variam. Divididos em primeira, segunda e terceira linha, eles são aplicados tanto para causas psicológicas como orgânicas. A classificação é feita do método menos agressivo ao mais invasivo.

Os medicamentos de primeira linha são os comprimidos orais, lançados no Brasil em 1998. Práticos e eficazes, eles resolvem de 70 a 80% dos casos em que são receitados. A diferença entre eles, normalmente, limita-se ao tempo de ação e seus efeitos colaterais (veja abaixo). Mas, atenção: nenhum desses remédios serve para turbinar o desempenho sexual - eles não prolongam, nem potencializam a ereção de homens que não sofrem de distúrbios desse gênero - engano comum entre adolescentes, principalmente.
O tratamento de segunda linha é representado pelas auto-injeções no pênis. O medicamento deve ser aplicado pelo próprio paciente, imediatamente antes da relação, e demora cerca de 5 minutos para fazer efeito. Por se tratar de uma agulhada no pênis, alguns homens têm certa rejeição ao método, a despeito da eficácia garantida.

Como tratamento de terceira linha, Joaquim cita as próteses penianas. "Esse tratamento atende às situações mais graves, mas não é impossível que seja tomado como primeira providência para pacientes que apresentem disfunções de causas orgânicas muito sérias", afirma.


Quando proveniente de problemas orgânicos, a dificuldade de ereção precisa ser tratada durante toda a vida. "As causas psicológicas podem ser minimizadas e eliminadas com a descoberta do problema. Já os casos orgânicos requerem tratamento contínuo, não existindo cura", ressalta o professor de Urologia da Escola Paulista de Medicina.

Ciális (Eli Lilly) 
Princípio ativo: Tadalafila
Ação: inibe a enzima PDE-5, presente no pênis, facilitando a entrada do sangue nos corpos cavernosos e, conseqüentemente, a ereção e sua manutenção.
Início da ação: a partir de 30 minutos após a ingestão do comprimido
Duração do efeito: até 36 horas, agindo apenas mediante estímulo sexual
Efeitos colaterais: dor-de-cabeça, intolerância gástrica, congestão nasal, dor nas costas e rubor facial.
Contra-indicações: pacientes que tomam remédios à base de nitratos ou desaconselhados a praticar atividade sexual, assim como exercícios físicos.

Levitra (Bayer e Glaxo) 
Princípio ativo: Vardenafila
Ação: inibe a enzima PDE-5, presente no pênis, facilitando a entrada do sangue nos corpos cavernosos e, conseqüentemente, a ereção
Início da ação: a partir de 15 minutos após a ingestão do comprimido
Duração do efeito: até 8 horas, agindo apenas mediante estímulo sexual
Efeitos colaterais: cefaléia, rubor facial e rinite
Contra-indicações: pacientes que tomam remédios à base de nitratos ou desaconselhados a praticar atividade sexual, assim como exercícios físicos.

Viagra (Pfizer) 
Princípio ativo: Citrato de Sildenafila
Ação: inibe a enzima PDE-5, presente no pênis, facilitando a entrada do sangue nos corpos cavernosos e, consequentemente, a ereção e sua manutenção.
Início da ação: a partir de 30 minutos após a ingestão do conteúdo.
Duração do efeito: cerca de 6 horas, agindo apenas mediante estímulo sexual
Efeitos colaterais: rubor facial, dor-de-cabeça e congestão nasal
Contra-indicações: pacientes que tomam remédios à base de nitratos ou desaconselhados a praticar atividade sexual, assim como exercícios físicos.

Vivanza (Medley) 
Princípio ativo: Vardenafila
Ação: inibe a enzima PDE-5, presente no pênis, facilitando a entrada do sangue nos corpos cavernosos e, conseqüentemente, a ereção
Início da ação: a partir de 30 minutos após a ingestão do comprimido
Duração do efeito: até 8 horas, agindo apenas mediante estímulo sexual
Efeitos colaterais: cefaléia, rubor facial e rinite
Contra-indicações: pacientes que tomam remédios à base de nitratos.

Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Cigarro pode prejudicar o desempenho sexual dos homens,

Estudos mostram que o cigarro pode prejudicar o desempenho sexual dos homens, além de levar ao aparecimento de doenças como o câncer...

A impotência é um dos grandes fantasmas na vida de qualquer homem. O uso contínuo do cigarro pode enrijecer as artérias que irrigam o sangue para o pênis, o que acaba por provocar a impotência.

Mas os homens que fumam muito ainda têm que enfrentar outro problema bastante comum, que é a possibilidade do aparecimento de tumores.

O cigarro faz com que as vitaminas não sejam aproveitadas de maneira adequada pelo organismo, o que dependendo da predisposição genética,pode fragilizar o organismo e deixá-lo mais vulnerável à doenças.

O uso contínuo do cigarro também pode abrir caminho para o surgimento de alguns tipos de câncer,sendo os mais comuns o de pulmão e o de boca. Portanto,largue o cigarro e fuja do câncer e da impotência.

Por Marco de Cardoso