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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Truques simples para acabar com o o estresse e aliviar a ansiedade

Não dá para evitar: a vida moderna causa estresse e ansiedade. Coisas importantes como a insegurança no emprego, ou pequenas como uma pia entupida, vão se amontoando e os níveis de ansiedade vão aumentando, e vão mudando o cérebro das pessoas.


Agora, pesquisadores dizem que podemos treinar o cérebro para ser menos ansioso, com uma terapia comportamental-cognitiva (TCC), um conjunto de técnicas que ajudam a mudar a nossa massa cinzenta, literalmente.
A TCC é centralizada na ideia que podemos nos libertar de angústias se nos tornamos conscientes de nossa forma distorcida de ver as situações, particularmente as estressantes, ajustando desta forma nosso comportamento.
E a história de mudar o cérebro não é brincadeira: um levantamento em 2012 apontou que a TCC aumenta o córtex prefrontal – a parte do cérebro associada com a ponderação e as decisões – e diminui o tamanho da amídala, a região associada com o estresse e o medo.
É uma maneira de recuperar controle da própria vida, mudando não só a maneira de pensar, mas a própria estrutura do cérebro. Você pode tentar uma TCC com as técnicas abaixo, ou então consultando com um terapeuta especializado, e quanto mais incorporar estas técnicas ao seu dia-a-dia, melhor vai enfrentar os pensamentos ansiosos.
Experimente as técnicas, repita as que funcionam melhor para você, e em duas semanas você provavelmente vai se perceber alguém mais calmo e feliz:
  • Fique calmo, preocupe-se depois: a maior parte das ansiedades nascem de uma impressão de urgência que em 85% das vezes não é justificada. Escreva o que te preocupa, e então não olhe para estas notas por três a cinco horas. Quando você retornar às anotações, provavelmente o problema não vai mais parecer tão preocupante, e você vai estar em melhor condiçẽos de considerar ações produtivas.
  • Pense pequeno: algumas vezes as ansiedades crescem a tamanhos épicos, como quando pensamos “nunca vou me livrar de minhas dívidas!”. Adote uma abordagem de pensar pequeno, um passo de cada vez. Você pode não pagar todas as dívidas agora, mas pode diminui-las um pouco a cada mês.
  • Tenha uma conversa produtiva consigo mesmo: escreva ou diga em voz alta as maneiras com que você lida com uma situação, como “eu geralmente faço as coisas sozinhas”, ou “eu sei pedir ajuda”. Lembre a si mesmo de como você é capaz.
  • Deixe o George Clooney ajudar: imagine o problema de uma perspectiva externa. O que o teu melhor amigo – ou celebridade favorita – diria? Conjure a voz daquela pessoa para te guiar em direção à calmaria.
  • Use seus sentidos:
--> a atenção plena, uma prática que foca nosso cérebro no presente, é tão antiga quanto Buda, mas está se tornando bastante popular. Da mesma forma que a TCC, ela condiciona a mente para ser mais resistente ao estresse, diminuindo o cortisol, que está relacionado ao estresse, e aumentando as conexões dos neurônios na parte do cérebro que controla as emoções.
Quando estamos ansiosos, nossos pensamentos dificilmente estão no presente; ruminamos erros passados, ou nos preocupamos com consequências futuras. Prestar atenção no que você está vendo, ouvindo, cheirando e sentindo foca a mente novamente no presente.
Quanto mais você praticar a atenção plena, melhor equipado estará para enfrentar a ansiedade, e a calma retorna mais rapidamente. Experimente este exercício em quatro passos:
  1. Com os olhos fechados, imagine-se o seu entorno como visto de cima.
  2. Qual a sensação do assoalho, do cobertor, ou da cadeira? Como está a temperatura na sala?
  3. Quais são os sons que você ouve? Talvez algum aparelho elétrico esteja zumbindo ou algumas árvores estejam farfalhando.
  4. Agora preste atenção em tudo isto ao mesmo tempo.
Difícil? Este é o ponto – preencher a mente com o presente. Quando sua mente começar a divagar, traga-a de volta usando os sentidos. A serenidade pode ser o prêmio.[CNN]


Dicas anti-estresse

O estresse é um mal típico do mundo moderno, da vida agitada e cheia de tensões. Vai muito além de um simples cansaço físico e mental.

É causado pela ação de defesas orgânicas decorrentes de estímulos físicos, psicológicos ou psicossociais.
Constitui uma adaptação do organismo e produz uma sucessão de transformações físicas e químicas acionadas pelo sistema nervoso. Assim, o comportamento e a saúde são influenciados pela forma como lidamos com os agentes estressantes.
Esses agentes podem ter origem em estímulos diversos - uma diminuição de temperatura, trânsito congestionado, falta de dinheiro, uma reunião social ou de trabalho - que force o organismo a uma reação. Situações antagônicas, como o casamento ou a separação, também podem ser fatores estressantes.
O estresse pode provocar desde uma simples dor de cabeça até um infarto. Por outro lado, pode ser positivo quando nos ajuda a atingir um alto índice de eficiência. Algumas pessoas realizam melhor o seu trabalho quando estão sob pressão. Ao alcançar seus objetivos conseguem relaxar, e isso produz um aumento das reservas físicas e emocionais que serão utilizadas em outros desafios.
O estresse é negativo quando a pessoa permanece ligada e não consegue relaxar mesmo após ter vencido os desafios. Os efeitos do estresse comprometem a saúde, a qualidade de vida e os momentos felizes. Por isso é fundamental encontrar uma
saída, aprendendo a gerenciar os fatores estressantes.
Dica 1 - A falta de tempo pode exercer pressões que produzem estresse. A preocupação em fazer o dia render, diminuindo os intervalos entre os compromissos, é um fator comum de estresse na vida moderna. É necessário programar melhor as atividades, marcando os compromissos em horários não muito próximos, com tempo suficiente para enfrentar possíveis imprevistos sem desesperar. Estabelecer prioridades e respeitar o planejamento estabelecido para o dia tem um bom efeito para o controle do estresse.
Dica 2 - A competição é um dos grandes estímulos para a sociedade e para o indivíduo. Devemos lutar por nossos objetivos e sonhos, porém sem o desgaste de comparar as conquistas e perdas pessoais com as dos outros. É importante não confundir competição com competência. Competência é querer fazer bem aquilo que se faz e competição é desejar ser melhor do que os outros.
Dica 3 - A essência da qualidade de vida e da felicidade está na relação afetiva com os outros, todos aqueles com que convivemos. Ser aceito e querido é muito importante para diminuir os efeitos nocivos do estresse. Assumir novas posturas diante das pessoas pode ser a chave para estabelecer laços afetivos saudáveis.
Dica 4 - Atividades físicas regulares ajudam a combater fatores de risco à saúde, facilitam a descarga de tensões, proporcionam relaxamento e diminuem o estresse. Não é necessário treinar para ser atleta e sim procurar um estilo de vida mais ativo, exercitar-se sempre que possível. Este é um fator fundamental no combate ao estresse. Segundo os cardiologistas, trinta minutos diários são suficientes para condicionar o organismo e trazer benefícios à saúde. Basta vencer a inércia. Depois de começar, fica difícil imaginar a vida sem atividade física.
Cada um de nós reage de maneira diferente diante das diversas fontes de tensões. Quanto maior o auto-conhecimento, maior a probabilidade de dar respostas eficazes às situações geradoras de tensão. É indispensável aumentar as formas viáveis e saudáveis de lidar com o estresse, já que ele sempre estará presente na nossa vida.
Por:
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043 Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

domingo, 4 de março de 2012

Tratamento da ansiedade. O que é bom para a ansiedade


Tente eliminar o álcool, carne e estimulantes de sua dieta. Aumente a ingestão de germe de trigo, grãos integrais, banana, castanha de caju em especial, que são ricos em magnésio. Iogurte, vitamina B6 e qualquer alimento rico em magnésio, além disso, fazer exercícios de respiração ou de meditação na sua rotina diária, certamente fará muito para ajudá-lo a reduzir sua ansiedade.

A ansiedade ataca o comportamento cognitivo de um indivíduo. Ansiedade, no decorrer do tempo, desenvolve-se em ataques de pânico, que são sentimentos de medo, que ocorrem sem qualquer motivo. Vitexina é o composto químico, presente em valerium, que é responsável pelo efeito calmante e relaxante. L-teanina é outro suplemento utilizado como um substituto para drogas anti-ansiedade. Dores de cabeça, tontura, palpitação, dificuldade de sono, boca seca, suor excessivo e inchaço são sintomas típicos de ansiedade. É mais comum em mulheres que em homens. A flor da paixão é um remédio para velhice usado para insônia e ansiedade. Exercícios de meditação, yoga, auto-hipnose e respiração são de grande ajuda. Valeriana é eficaz contra a insônia e ansiedade. Uma massagem de um profissional ajuda no alívio de estresse e tensão muscular. O sono também é melhorado. Uso de óleos de massagem essenciais, tais como a lavanda, sândalo, bergamota, cipreste, rosa e jasmim são rejuvenescedores. A suplementação de vitaminas do complexo B, ácido pantotênico, magnésio e cálcio são recomendados. GABA (ácido gama-aminobutírico)desempenha um papel importante na regulação da excitabilidade neuronal ao longo de todo o sistema nervoso.  Assim, medicamentos inibidores da recaptação do GABA (Gamma-AminoButyric Acid)ajudam na supressão dos receptores de GABA, reduzindo assim os níveis de ansiedade.


Ansiedade é algo que todos nós  às vezes experimentamos. Todos nós experimentamos uma ampla gama de emoções, tanto positivas como negativas. As emoções negativas como raiva, medo e apreensão são normais respostas humanas a situações desagradáveis ​​ou perigosos, e são, de fato necessárias para a sobrevivência. Às vezes, porém, essas emoções saem do controle e ocorrem sem qualquer estímulo, mesmo ao ponto de interromper nossas atividades diárias, prejudicando a nossa saúde.

Os sintomas de ansiedade

Como muitos problemas psicológicos, um transtorno de ansiedade é um pouco difícil de detectar, nomeadamente no que muitos dos sintomas são reações humanas normais. A principal diferença, porém, é que estas respostas ocorrem sem qualquer estímulo. Às vezes, o indivíduo está quase constantemente em um estado de preocupação, enquanto outros podem experimentar subitamente, não provocados "ataques de ansiedade".


Alguns dos sintomas da desordem de ansiedade incluem: 
- Constante estado de apreensão
- Irritabilidade
- Inquietação
- Fadiga e exaustão
- Incapacidade de concentração
- Dor no peito
- Dores de cabeça
- Falta de ar
- Náusea
- Indigestão
- Insônia
- Incapacidade para se acalmar ou relaxar


Causas Ansiedade

Nenhuma causa específica para ansiedade

Ao contrário de uma doença física ou condição médica, não existem causas específicas para ansiedade. Uma variedade de causas podem combinar para ter um efeito negativo sobre uma pessoa, em última análise, resultando em um distúrbio de ansiedade. Processos químicos do corpo, experiências da vida, e muitos outros fatores desempenham um papel. Não pode haver elementos específicos da sua vida e do ambiente para deixá-lo ansioso e contribuir para o problema da ansiedade, tais como a pressão do trabalho, as expectativas acadêmicas, ou doença grave, ou pode haver uma crise geral existencial. Preocupação constante pode causar ataques de pânico.

Remédios Ansiedade

Aromaterapia

Aromaterapia é um bom tratamento para a ansiedade, e você pode fazê-lo em seu próprio país. Óleo de lavanda é particularmente eficaz, mas você também pode usar jasmim ou sândalo.

Vitaminas

Deficiências de vitaminas - Vitamina B, em particular, muitas vezes podem causar ansiedade. Tente tomar um suplemento diário de um comprimido de complexo B.

Meditação

Aprenda algumas técnicas de meditação e ioga para se acalmar. Tente esquecer de tudo, e fechando os olhos e respire profundamente. Estas técnicas podem ser utilizadas sempre que você comece a ter um ataque de ansiedade, e também como parte de sua rotina diária.

Exercícios físicos

Um exercício diário irá ajudá-lo a se acalmar. O esforço físico em si ajuda na luta contra a ansiedade, pois seu corpo produzirá determinados produtos químicos que acalmam e fazem você se sentir bem.
Banho

Quando você se sentir que um ataque de ansiedade está chegando, você pode tomar uma ducha fria ou mergulhar em um banho quente, o que funciona para você.

Beba água ou chá

Quando você começar a se sentir estressado, beba um copo de água, ou então sente e beba uma xícara de chá.


Dieta para combater a ansiedade


Algumas diretrizes gerais para o alívio da ansiedade incluem:
- Beba quantidades adequadas de água por dia. 
- Certifique-se de obter todas as vitaminas e minerais necessários. Se necessário, pergunte ao seu médico sobre suplementos.
- Reduza o álcool, tabaco e cafeína.
- Coma mais carboidratos complexos.

Outras sugestões para a ansiedade

Para um grave transtorno de ansiedade, não há outra opção senão a obtenção de ajuda profissional. Existem duas abordagens principais para o tratamento de distúrbios de ansiedade:

Aconselhamento

Este método de tratamento envolve basicamente a ajuda de um psiquiatra ou um conselheiro profissional para identificar as causas comportamentais ou psicológicas para o transtorno de ansiedade. O psiquiatra ou conselheiro, então, vai ajudá-lo a mudar esses padrões de comportamento e pensamento, e ajudá-lo a reagir a situações de uma forma mais positiva.
Medicamentos

Há uma variedade de drogas que são usados ​​para tratar distúrbios de ansiedade, incluindo sedativos e antidepressivos. Estas drogas trabalho, mas eles têm seus efeitos colaterais, incluindo a possibilidade de dependência. Eles são, portanto, para ser utilizado somente sob orientação profissional, e somente se outras medidas forem consideradas ineficazes.
Fontes: home-remedies-for-you.com

sábado, 20 de agosto de 2011

Ioga ajuda portadores de transtorno da ansiedade a superarem obstáculos

Ioga ajuda portadores de transtorno da ansiedade a superarem obstáculos

De cinco mil entrevistados, mil pessoas revelaram transtornos de ansiedade ou depressão. Dois em cada dez tinham problemas graves.

Quem vê a desenvoltura da assistente social Rosa Helena Alves ao caminhar pelas ruas cheias da cidade de Mauá, na Grande São Paulo - almoçar em um shopping lotado ou participar de um simpósio ao lado de companheiros de trabalho -, não imagina como foi a vida dela desde a infância.


“Hoje me sinto numa situação confortável. Há alguns anos eu não conseguiria fazer isso sozinha, teria que estar sempre com alguém me acompanhando, porque eu tinha pânico de ficar no meio do público”, lembra Rosa.

Até receber o diagnóstico de transtorno de ansiedade, ela era tida como extremamente tímida. Não gostava de se relacionar e apresentava reações físicas.

“Eu sentia mal estar, dor de cabeça e vontade de ir embora. Muitas pessoas me apavoravam”, acrescenta.

Rosa Helena sofria da impossibilidade de falar em público e se sentia mal no meio de muita gente. Na faculdade, para se formar em serviço social, tinha dificuldade de estudar com os colegas.

“Dava preferência para fazer os trabalhos sozinha e dividir a nota com o grupo. Eu sempre tinha uma desculpa para não estar”, conta.

Ela tomou medicação e fez psicoterapia, mas a libertação da doença veio mesmo com uma prática milenar.

Nada pode ser mais difícil para uma pessoa ansiosa do que parar, respirar fundo, afastar os pensamentos ruins e controlar o nervosismo. Pois é isso que uma turma busca com a ioga, uma das formas de tratamento para ansiedade. Isso de ficar sentado, relaxando e exercitando a respiração pode até parecer fácil, mas para os ansiosos é um sacrifício que estão aprendendo a superar.

“Hoje eu paro, respiro, penso e tento eliminar os pensamentos negativos. Hoje tenho maior controle sobre o meu corpo”, garante Rosa Helena, que apostou nesse caminho.
A prática de ioga é um dos tratamentos oferecidos pela Associação dos Portadores de Transtorno de Ansiedade do Hospital das Clínicas de São Paulo.

“A gente precisa saber viver com ansiedade e usá-la a nosso favor. Então a ioga ajuda você a ficar mais calmo, mais tranquilo, que analise melhor as situações, o que está ocorrendo com você, para que você possa, aí sim, lidar com o problema”, explica Mariangela Gentil Savoia, psicóloga do Programa de Ansiedade.

Ela se libertou do transtorno e há quatro anos vai uma vez por semana a São Paulo ter aula de kundalini ioga. A capital paulista foi a cidade brasileira escolhida para um estudo internacional sobre ansiedade e depressão feito em 18 países. Os números mostram que São Paulo é mesmo o que parece: uma terra de gente ansiosa.
“A ansiedade nem sempre evolui para um quadro grave. Ela nos ajuda a ter um bom desempenho. Apenas algumas pessoas começam a ter algumas doenças de ansiedade, talvez 20% da população mundial têm chance durante a vida de ter algum tipo de fobia, pânico, algum transtorno de ansiedade”, diz Antonio Egídio Nardi, professor titular de psiquiatria da UFRJ.

De cinco mil entrevistados, mil pessoas revelaram transtornos de ansiedade ou depressão. Dois em cada dez tinham problemas graves.

“O que mais chamou atenção como um todo foi que o número de casos graves é bem alto”, aponta a psiquiatra Laura Helena de Andrade.

O estudo revelou que as mulheres são mais ansiosas do que os homens, e a explicação pode ser hormonal. Em três momentos da vida, as mulheres sofrem uma queda abrupta de estrógeno.

“Você vê muito mais sintomas de ansiedade no período pré-menstrual, do puerpério (pós-parto), quando você tem agravamento de transtornos de pânico, e também na menopausa”, destaca Márcio Bernik, coordenador do Programa de Ansiedade.

Na ioga, Rosa Helena conheceu outras mulheres que também tentam se esquecer de todos os tipos de medo. Mulheres sempre à beira de um ataque de nervos.

“As primeiras vezes eu achei que não ia dar certo, eu ficava quieta e sentia o meu coração bombando. Eu sentia que precisava sair dali, estava muito quieta, porque eu sou um pouco inquieta”, lembra a analista de sistemas Gisele Echeverria.

Até a professora confessa: já sentiu na pele os efeitos da ansiedade. A intenção da instrutora de Ioga Selma Trajano era acalmar o espírito, mas acabou se apaixonando pela ioga.

“Na respiração profunda você acalma e relaxa. Os alvéolos pulmonares são oxigenados, e isso ajuda a oxigenação também no cérebro, auxilia no relaxamento profundo”, explica a professora.

Se a técnica funciona tão bem, por que não experimentá-la no nosso dia a dia? Quem ensina é Selma, a instrutora de ioga que derrotou os fantasmas da ansiedade.

“Uma respiração básica é a respiração lenta e profunda. Então você fica alinhado com a coluna reta, sentada com as pernas cruzadas, ou sentada numa cadeira, caso você tenha alguma restrição com a posição no chão. Consiste em inspirar lenta e profundamente a partir do abdome, subindo na região do peito, clavícula, e a expiração é no movimento contrário, relaxa a clavícula e vai relaxando a parte do peito e contraindo o umbigo”, ensina.
No vaivém da respiração, uma descoberta: o próprio corpo cria mecanismos para facilitar a nossa vida. Mas o que acontece com quem não respeita os limites físicos e emocionais?
O Globo Repórter acompanhou um dia na vida de um ansioso típico. Para o consultor de segurança José Bigon Filho, o tempo passa muito depressa e as 24 horas do dia não são suficientes.

O dia dele começa cedo, às 6h, e apressado. No café, a família mal se acomoda à mesa. O lencinho está sempre à mão. Seca o suor que pouco tem a ver com a temperatura. É reflexo da mais pura agitação.

“A minha vida sempre foi muito corrida, até porque eu sou paulista. Então você tem que acordar cedo, tem que ir dormir tarde”, conta Bigon.

Aos 59 anos, o consultor de segurança é o que se pode chamar de bom papo. “Posso contar a historinha, bem rápido?”, pergunta. Sempre tem algum assunto. Nunca falta opinião.

“Não espere que alguém faça por você. Vá lá e comece você a transformação”, recomenda.
Tanta energia somada ao alto grau de exigência da profissão resultou em uma vida sem pausa para respirar.

“Voltava após um mês fora e já estava com outra mala pronta. Ele deixava uma e pegava outra. Saía para outro lugar”, conta a esposa Margarete Saiauskas.

A rotina mais do que intensa teve consequências, e a vida ficou por um fio. “Minha pressão chegou a pouquinho, 270 por 180, só, quando o padrão de medicina diz que é 13 por 8, 14 por 8”, conta.

José Bigon já teve nada menos do que três infartos e uma cirurgia delicadíssima para fortalecer o coração. “Nos infartos, não teve problema. Passou. Mas essa cirurgia que ele fez foi realmente complicada”, diz a esposa.

Bigon não dirige mais. Parte da visão do olho esquerdo ficou prejudicada depois de um dos infartos. É de ônibus que ele vai para o trabalho, em Curitiba. Fala o tempo todo, com todo mundo. Na empresa onde trabalha, Bigon já chega atarefado.

Sobre a mesa, um computador só é pouco. Ele tira mais um da mochila. O telefone dificilmente fica mudo - ou melhor, os telefones. Está conectado ao mundo permanentemente, e acha pouco.

“Eu gostaria que fossem um pouco mais de 24 horas. Não sei se 36 ou 48”, sonha.

À medida que fala, aquele suor insistente brota no rosto. Tudo é para ontem. “É que o nosso tempo aqui é assim. Parece um fio de vela. De repente, acabou.”

Tudo, aliás, começou lá atrás, na infância. “Você vai jogar bola. Eu já imaginava a hora que terminava o jogo, ia tomar banho, que horas ia voltar para casa”, se recorda.
Ansioso? Os colegas de trabalho que o digam.

“Até no começo teve aquelas situações: mas ele fala demais, aquela coisa toda”, diz o analista administrativo Magnos Bettio. “É difícil acompanhar o ritmo dele. A gente tenta, mas é bem à frente do que estamos acostumados a trabalhar.”

Perfeccionista, Bigon sabe que precisa pisar no freio, mas nem sempre se contém. “A gente tem essas coisas de ficar esperando que as pessoas trabalhem na mesma velocidade que você. A minha esposa já falou: o mundo não é assim, as pessoas não são assim”, comenta.
Para o médico Luiz Renato Carazzai, do Ambulatório de Saúde Mental do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, a tecnologia e a rapidez da vida moderna interferem diretamente no comportamento humano.

“Todos nós vamos ter ansiedade em algum momento da nossa vida. Esta ansiedade é uma ansiedade boa, que nos impulsiona a ir para frente na vida. Por outro lado, se não tiver um limite para esta ansiedade, ela começa a aumentar e o nosso cérebro não consegue compensar. Isto gera, então, a ansiedade ruim, a ansiedade negativa, que traz não só sintomas emocionais, mas sintomas físicos para o nosso organismo”, alerta o Luiz Renato.
Para o médico, é preciso se desligar do mundo de vez em quando e prestar mais atenção aos sinais que vêm de dentro de cada um de nós.

“Uma das questões importantes é a autoestima. No momento em que você esteja se gostando, você tem menos preocupação de que os outros vão te tirar do jogo. É importante a gente perceber que nós podemos, sim, ter momentos que não precisamos ter contato com a sociedade, ter momentos que a gente possa ter contato consigo próprio, consiga ter contato com a família, com os filhos, sem que isso traga algum prejuízo a nível social”, ressalta.[GLOBO.COM]


Ioga: uma arma contra a ansiedade
Posições simples e fáceis de fazer, para respirar fundo e dar adeus a este mal!

Andréia Meneguete

Concentração e respiração ajudam a relaxar a mente e combater a ansiedade
Não parar um minuto mesmo quando o corpo não está em movimento é um quadro de ansiedade. A mente não desacelera e os pensamentos e preocupações vão tomando conta sem dar descanso algum. Para enfrentar esse problema comum da modernidade não é incomum os médicos sugerem um remédio bem longe da alopatia: a ioga.

O psiquiatra do Instituto Sinapse, de Campinas, Frederico Augusto Marcondes Facchini, ressalta que a técnica indiana é capaz de melhorar o quadro de ansiedade por ser uma oportunidade de desacelerar a mente.

“A ansiedade gera sintomas de sofrimento, como a dificuldade para lidar com a espera, irritabilidade, tremores, angústia, pensamentos distorcidos e constantes sensações de que nada dará certo”, enumera o especialista. Daí a explicação para as famosas dores de cabeça, nas costas, a gastrite e outros tantos outros males provenientes da agitação sem fim.

De acordo com a professora Angela Roberta Grizzo, de Jaú, a mente tende a ter pensamentos que oscilam entre o passado e o futuro, favorecendo o desgaste energético e cansaço do corpo. “Por meio da prática da ioga a pessoa é estimulada a modificar a respiração e a se concentrar somente no corpo e no presente, fazendo com que as preocupações sejam esquecidas”, afirma a profissional, formada pelo Instituto de Yoga Narayana e com especialização na Índia.

E é justamente no aprendizado de controlar a respiração com a ioga que está o segredo para combater a ansiedade. “No processo respiratório há uma questão física que é a parte do movimento dos músculos e uma questão bioquímica, que é a oxigenação do sangue dos tecidos. Com a ioga você consegue trabalhar e equilibrar as duas partes” revela o professor da academia A! Body Tech, no Rio de Janeiro, Ricardo Raposo. Ele complementa: “O excesso de pensamentos e preocupações pode travar o corpo”.

Além da teoria

A paulistana Silene Maria da Silva de Medeiros, 48 anos, confessa que seu ritmo de vida só entrou em ordem depois que ela se rendeu às técnicas da ioga. “O melhor é perceber que as minhas atribuições e funções continuam as mesmas e meu dia segue agitado. Entretanto, eu tenho mais controle de tudo e não sofro por causa da ansiedade”, explica a aluna que há nove anos é adepta da modalidade.

“Depois de um tempo de trabalho conseguimos fazer com que a mente economize energia e evite a ansiedade”, garante o professor Ricardo Raposo.

Falta de tempo e de horário na agenda não devem ser um empecilho para as frequência nas aulas. Na verdade, as tarefas até começam a fluir depois que a prática se torna um hábito. E, todo ansioso sabe disso, missões cumpridas são um ponto a mais para exterminar a ansiedade.

Um exemplo de que a afirmação é verdadeira é o empresário Daniel Damma, 30 anos, que gerencia três empresas e tem como características profissionais a responsabilidade e perfeccionismo. Como o tempo parecia sempre ser o inimigo número um e a ansiedade sua companheira, o paulistano resolveu fazer ioga para conter o estresse da rotina. “A ioga me ensinou, entre inúmeras coisas, a respirar. Com isso tive muito mais equilíbrio na hora de tomar decisões importantes. O resultado não poderia ter sido melhor”, revela.

Em qualquer lugar

Boa notícia para quem teme que a correria diária seja um empecilho para a prática: é possível levar a ioga para o ambiente de trabalho ou para situações do dia a dia e, assim, lidar melhor com o estresse. O professor Isaias Lemes Vieira Junior, da academia Bio Ritmo, de São Paulo, explica: com técnicas da Yoga Nidra (uma modalidade da prática), é possível trabalhar o relaxamento induzido, que tem como objetivo manter a pessoa concentrada, calma e presente.

“É possível utilizá-las em algum momento do dia onde se tenha um ambiente tranquilo, que permita a mentalização de paisagens, cores, sons ou cheiros, levando a mente a concentrar-se em algo diferente de um ambiente hostil”, ensina.

Confira cinco exercícios para combater a ansiedade. Todos devem ser feitos no tempo de cinco ciclos de respiração e inspiração lenta e profunda.


Foto: André Moraes / Fotoarena
Postura Halasana

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Tricotilomania. Mania de arrancar cabelos é doença causada por ansiedade.

Mania de arrancar cabelos é doença causada por ansiedade, diz médico
'Tricotilomania' é classificada pela falta de controle de impulsos. Em casos extremos, a doença pode chegar a calvície total


foto: Adriana Justi/G1

Mania de arrancar fios de cabelos e pelos do corpo é doença chamada 'tricotilomania'
No caso de Silvana Nunes, de 28 anos, a mania de arrancar cabelos era constante. "Eu comecei a arrancar alguns fios enquanto assistia à televisão e na hora de dormir, que eram momentos em que eu ficava relaxada. Só me dei conta que precisava procurar um médico quando o meu namorado notou que isso estava virando rotina e eu estava ficando com falhas no cabelo", explicou.

Silvana disse também que ficou assustada quando foi consultar um psicólogo. "Ele me disse que o que eu tinha não era simplesmente uma mania e sim, uma doença. Eu fiquei desesperada porque ele me explicou que eu teria que fazer um tratamento de meses", explicou.

O caso de Silvana é característico da tricotilomania, um transtorno de falta de controle de impulsos. O hábito de arrancar fios de cabelo ou pelos do corpo é feito inconscientemente. Em alguns casos, a doença pode levar à calvície 'alopecia' (quando há falhas entre os cabelos). Em casos extremos, a doença pode chegar à calvície total.

O psicoterapeuta Mário Negrão contou ao G1 que o principal sintoma da tricotilomania é a ansiedade acompanhada de tensão. Para os 'tricotilômanos', essa sensação é aliviada quando um fio de cabelo ou pelo é arrancado inconscientemente, causando prazer.

"No Brasil, 47% dos casos de tricotilomania são diagnosticados em mulheres. A doença pode iniciar desde criança e normalmente atinge a fase adulta até os 29 anos", afirma Negrão.

"Os tricotilômanos procuram cabelos diferenciados para puxar, como os mais curtos ou mais grossos, por exemplo, que doem mais quando são arrancados, causando uma sensação maior de prazer. Há situações em que tudo começa quando a pessoa arranca um único fio da sobrancelha (de brincadeirinha) até a coisa ficar mais séria, quando ela arranca vários e de qualquer parte do corpo, principalmente da cabeça", explica.


A doença pode ser comparada a outros transtornos de controle de impulso, como a piromania (mania de colocar fogo nas coisas) e ao jogo patológico (mania incontrolável de apostar em jogos de azar).

Tricofagia

Negrão explicou também que a tricotilomania torna-se grave quando, além de arrancar os cabelos, a pessoa passa também a engolir os fios.

Essa ação é chamada de 'tricofagia' e, dependendo do caso, pode gerar um "tricobezoar" - quando é formado um 'bolo' de cabelo no estômago. A tricofagia pode se manifestar principalmente em crianças e causa enjoo e perda de peso. Nesse caso, é necessária uma cirurgia para retirar.

Tratamento

O primeiro passo para descobrir a tricotilomania é ir ao dermatologista. A doença só é diagnosticada depois do médico descartar três hipóteses - esquizofrenia, retardo mental e depressão associada a algum tipo de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

Depois do diagnóstico, o tratamento é feito por um médico terapeuta comportamental com medicamentos depressivos e ansiolíticos para os adultos e, no caso das crianças, com sessões de terapia. [G1]

"A pessoa que sofre de tricotilomania tem um nível alto de ansiedade e acaba puxando os próprios cabelos, ou mesmo cílios e sobrancelhas", explica a psicóloga Luciana Nunes. O ato de arrancar os cabelos gera prazer, gratificação e alívio e resulta num ciclo auto-alimentado por diminuir o nível de ansiedade. O paciente que sofre desse problema "repete o ato de puxar os cabelos, em vez buscar a causa da ansiedade. É um ato doloroso, mas com o qual ele tem sensação de prazer", diz Luciana Nunes.

A psicóloga diz que "a tricotilomania só é caracterizada como patologia se esse movimento começar a atrapalhar o cotidiano da pessoa. Mas é importante ressaltar que o ato de puxar os cabelos já caracteriza um aumento de tensão. Como a pessoa usa esse método para diminuição do estresse ou da ansiedade; já está caracterizado, portanto, que está passando por um momento difícil".

Para quem sofre de tricotilomania, o recomendado é procurar a ajuda de um profissional de psicologia. Mas Luciana Nunes também defende o uso de terapias alternativas como a yoga ou a prática de qualquer exercício físico. Não pode é cair no sedentarismo. A pessoa que caminha pelo menos meia hora, três vezes por semana, já não é considerada sedentária.[Terra]

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Segredos para reduzir a ansiedade por comida e ter prazer nas refeições

Isto é um horror e nada bom para uma vida
verdadeiramente prazerosa. 
Quantos de nós estamos ansiosos para controlar o nosso peso? Como muitos querem, porque não "pegar" um pouco de comida saudável, geralmente mais fácil de conseguir? "  Por quê muitos querem seguir uma dieta saudável, mas não pode resistir a batata frita?

Bem, isto não é estranho, especialmente porque o mais que queiramos fazer dieta, o nosso corpo pensa que estamos entrando em uma era onde não há muito para comer e tentar chegar a todos os alimentos que ele pode armazenar. Como faço para evitar isso? Aqui alguns segredos simples.

Rateie

Escolha um ritmo que você sinta o seu corpo, se você ficar com fome a cada 3-4 horas, que é o seu ritmo natural. Seu corpo acostumará com horário fixo e comerá uma pequena quantidade de cada vez . Você não deve exceder as quantidades recomendadas por dia para você, basta dividi-los.

Saiba mais sobre os alimentos.

Saiba que as proteínas (presentes em nenhum tipo de carne), preenchido por muito mais tempo, porque sua digestão é mais lento, apesar da saciedade demora um pouco mais para chegar onde você está comendo. Em contraste, carboidratos (massas, pão, batatas, arroz, etc.) Rendimento saciedade mais rápida quando o alimento, mas sua digestão é mais rápida, então você sente fome de novo muito em breve. De fibras (cascas de frutas e legumes, cereais integrais), dá uma sensação de plenitude, mas não absorvido.

Truque Alimentar.

Alguns alimentos aliviam a ansiedade, pois contêm elementos suaves como o magnésio, que é abundante no germe de trigo, levedo de cerveja, nozes, figos secos, grãos integrais, feijão, acelga e espinafre. Aveia, entretanto, contém uma substância chamada avenina, que ajuda a manter o funcionamento equilibrado do sistema nervoso. Um bom plano é começar o dia com uma xícara de aveia, que pode ser único, com a fruta ou o leite, espessa ou aguada.

Hábitos durante as refeições.

Comer devagar é a melhor estratégia para reduzir a ansiedade por comer. A sensação de plenitude começa depois de 20 minutos após a primeira mordida.  Comer com pauzinhos é uma boa maneira de comer devagar e apreciar cada um dos componentes sobre o prato. Experimente!

Um dos problemas em nossa vida diária é que muitos de nós corre ao longo do dia, sem tempo para nada ...

E com o ato simples, mas poderoso de comer mais devagar, podemos começar a reverter esse estilo de vida imediatamente. Como é duro? Você dá mordidas menores, você mastiga cada mordida mais lento e mais, e aprecia mais a sua refeição.

Demorar alguns minutos extras em cada refeição e ainda poderá ter efeitos profundos.
Existem algumas razões que você deve considerar o simples ato de comer mais devagar:


Perder peso. Um crescente número de estudos confirmam que apenas por comer mais devagar, você vai consumir menos calorias - na verdade, o suficiente para perder 9 quilos em um ano sem fazer nada diferente ou comer alguma coisa diferente. A razão é que leva cerca de 20 minutos para o nosso cérebros para registrar que estamos cheios. Se comemos rápido, podemos continuar a comer além do ponto onde estamos cheios. Se comemos devagar, temos tempo para perceber que estamos satisfeitos e parar no tempo. Agora, eu ainda recomendo que você coma alimentos mais saudáveis, mas se você está olhando para perder peso, comer devagar deve ser uma parte de seu novo estilo de vida.

Aprecie a sua comida. Esta razão é muito poderosa, na minha opinião. É difícil apreciar a sua comida se passa demasiado depressa. Na verdade, eu acho que é bom para comer alimentos calóricos, se você comer um pouco devagar. Pense nisso: você quer comer alimentos calóricos (doces, fritos, pizza, etc), porque tem um bom gosto. Mas se você comê-los rapidamente, qual é o ponto? Se você comê-los lentamente, você pode obter a mesma quantidade de muito bom gosto, mas com menos entrando em seu estômago. Isso é matemática que funciona para mim. E este argumento de lado, acho que você está apenas feliz por provar boa comida e desfrutando plenamente, comendo devagar. Faça das suas refeições um prazer gastronômico, não uma coisa que você faz com pressa, entre eventos estressantes.

Melhor digestão. Se você comer mais devagar, você vai mastigar a comida melhor, o que leva a uma melhor digestão. A digestão começa na boca, assim que mais trabalho que você faz lá em cima, é menos que você tem a fazer em seu estômago. Isso pode ajudar a conduzir a menos problemas digestivos.

Menos estresse. Comer devagar e prestar atenção à nossa alimentação, pode ser uma ótima forma de exercitar a atenção plena. Seja no momento, em vez de apressar por meio de uma refeição pensando sobre o que você precisa fazer a seguir. Quando você come, você deve comer. Esse tipo de atenção, creio, conduzirá a uma vida menos estressante, e à felicidade a longo prazo. Dê-se essa chance.