Ex-líder negou que exista tortura na ilha.
"Pessoas que têm inveja de seu prestígio e de sua glória, e pior ainda, os que estão ao serviço do império (Estados Unidos), o criticaram por visitar Cuba. Utilizaram para isso as calúnias que há meio século são usadas contra Cuba", escreveu o ex-líder em artigo de suas "Reflexiones" ("Reflexões"), publicadas pela imprensa oficial da ilha.
Lula se reuniu na quarta-feira passada em Havana com Fidel - que ocupa o cargo de primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba - e com seu irmão mais novo e sucessor na Presidência, Raúl, que junto ao presidente brasileiro fez os primeiros comentários sobre o perante ele as primeiras palavras sobre o caso Zapata.
"Não houve torturados, não houve execução. Isso acontece na base de Guantánamo", disse o Raúl, em declarações que não foram divulgadas pelos veículos de imprensa cubanos, todos oficiais.
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